Olá Amigos!
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Voltem sempre e não se esqueçam de cuidar da nossa Natureza!

Topas

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sexta-feira, novembro 30, 2007

VII Jornadas do Ambiente de Lousada - 2007

Hoje o Centro de Educação Ambiental esteve com os "pés" em Lousada. Eu não pude aparecer lá, mas deixei uma mensagem:

quinta-feira, novembro 29, 2007

Oh para nós no jornal!

Foi no Jornal de Notícias, no Primeiro de Janeiro e no Público:
«.Inauguração
29.11.2007
AdDP mostrou centro de educação ambiental
O centro de educação ambiental ontem inaugurado custou 650 mil euros e está a funcionar desde Junho, sendo considerado uma forma de a Águas do Douro e Paiva (AdDP) incentivar a promoção de hábitos que contribuam para a sustentabilidade ambiental, alertando os seus frequentadores para os custos relacionados com a poluição da água e o tratamento necessário à sua utilização para consumo humano. Para além dos mais pequenos, que através das escolas já há algum tempo participam no programa de educação da AdDP, recentemente premiado, o centro permitirá também estender as actividades a públicos mais velhos.»

quarta-feira, novembro 28, 2007

A inauguração do Centro de Educação Ambiental

Hoje o centro encheu-se de amigos para ser inaugurado. Foram os alunos da Escola EB 2/3 de Alfena, da Escola EB1/Jardim de Infância de Painçais e da Escola EB1/JI das Hortas.
Ainda tive direito à visita do Sr. Secretário de Estado do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Rosa!
Em jeito de relato fotográfico, aqui fica o nosso dia:

(foto gentilmente cedida pela Rita "Língua Azul", aluna da Escola de Alfena)


terça-feira, novembro 27, 2007

Afinal quem é a "cegonha" dos peixes?

A maioria dos peixes são dióicos, ovíparos, a fertilização dos óvulos é externa e não existem cuidados parentais. Nas espécies que vivem em cardumes, as fêmeas desovam nas próprias águas onde os cardumes vivem e, ao mesmo tempo, os machos libertam o esperma na água, promovendo a fertilização. Em alguns peixes pelágicos, os ovos flutuam livremente na água – e podem ser comidos por outros organismos, quer planctónicos, quer nectónicos; por essa razão, nessas espécies é normal cada fêmea libertar um enorme número de óvulos. Noutras espécies, os ovos afundam e o seu desenvolvimento realiza-se junto ao fundo – nestes casos, os óvulos podem não ser tão numerosos, uma vez que são menos vulneráveis aos predadores.

(Ruivaco e Pimpão no aquaterrário do CEA-AdDP)

segunda-feira, novembro 26, 2007

O Sol da minha vida...

...acaba por ser o próprio Sol. Sei que a chuva faz falta aos nossos terrenos, mas o Sol ilumina-me e ajuda também as plantas.
É a estrela central do nosso sistema planetário. É a estrela central do meu mundo.
Existe a visão solar científica: aqui.
Existe a visão solar poética, porque
«Quando o sol
tem medo do escuro
acende as estrelas.»
E
«E em que idioma
são as histórias
que o sol lê
antes de adormecer?»

MANGAS, Francisco Duarte, MÉSSEDER, João Pedro, Breviário do Sol, Caminho, 2002

sexta-feira, novembro 23, 2007

Sessão de voto: SIM ao Topas!

E ontem houve eleições aqui no CEA:
- Sessão de cinema com o Topas e o seu habitat, as fases de tratamento de água na ETA de Lever e as várias formas de poupar água;
- Sessão de Curta-Metragens sobre o ciclo da água;

video


- As bogas, os ruivacos, a tenca, os peixes-mosquito, as carpas, os pimpões e a enguia no aquaterrário;
- Os insectos em ponto grande, a cobra de escada e o Topas Cientista;
- Os desenhos para pintar. O que terão preferido os alunos da Escola EB1 de Sta. Eulália?

quarta-feira, novembro 21, 2007

Arco-Íris para a Escola Básica e Secundária de Canelas

Os alunos desta escola hoje puderam deliciar-se com um belo arco-íris, mesmo antes de aprenderem imensas coisas sobre a água: o ciclo, as fases de tratamento da água para consumo humano e as várias formas de a poupar. Depois, puderam conhecer a enguia, as carpas, os ruivacos, a tenca, os peixes-mosquito e as bogas que moram no nosso aquaterrário.

Atentos como sempre!

terça-feira, novembro 20, 2007

Faz de conta que eu e a Tupilde vamos comprar casa para morar: qual escolhemos?

Que tal uma casa em Malmo, na Suécia? Há lá um bairro ecológico inteiro com mil residências que também adota novos procedimentos sustentáveis na construção das casas, dos materiais ao sistema hidráulico, passando pelo planeamento urbano da comunidade sueca.
Pois há arquitectos que desenham agora, o que se chama de, eco-moradias. Pude ler no Finantial Times que há um aumento da consciência sobre os problemas ambientais, principalmente devido às mudanças climáticas. As moradias são uma fonte considerável de gases estufa nos países desenvolvidos em função da energia usada para aquecer e arrefecer as casas e prédios, e também para alimentar uma quantidade crescente de equipamentos domésticos. Além disso, o cimento é considerado uma fonte de dióxido de carbono.
Além dos gases estufa, também existem problemas crescentes com a produção de lixo nas áreas urbanas das sociedades de alto consumo. Novas opções: mini-aerogeradores, quase do tamanho de um ventilador convencional. Como são mais pequenos do que as tradicionais turbinas aéreas dos parques eólicos, os novos equipamentos têm um impacto visual muito mais reduzido e um dano ambiental quase insignificante, pois praticamente não oferecem riscos aos pássaros, ao contrário dos equipamentos tradicionalmente utilizados.
O "The Solaire", na ilha de Manhattan, é o exemplo de uma luxuosa eco-moradia. O prédio de 27 andares tem 293 apartamentos para alugar e gasta 35% menos energia e 50% menos água do que os demais prédios da região. Além de painéis solares para captar energia, a água do banho e da pia das cozinhas é reciclada e usada nos sanitários. O emprendimento é da Albanese Organization.
Até o Castelo de Windsor começará, no próximo Verão, a receber energia de uma central hidroelétrica instalada no rio Tamisa, medida que deverá reduzir em 600 toneladas a emissão de dióxido de carbono anual.
Outro eco-empreendimento real, em funcionamento desde 2002 no Palácio de Buckingham, é um colector de água usado para abastecer o sistema de refrigeração. O equipamento substitui seis refrigeradores antigos. Depois de usada, a água vai para os jardins do palácio, onde os fertilizantes químicos estão as deixar de ser usados.
No Japão, uma célula de combustível, com hidrogénio, está a ser usada desde Abril para gerar energia de modo mais eficiente para a residência do Primeiro Ministro Junichiro Koizumi.
À China também já chegou esta preocupação. O governo chinês planeia construir nos próximos anos sete eco-cidades. A primeira delas será em Dongtan, perto de Shangai. Em Agosto passado, a empresa Arup foi contratada para fazer a cidade o mais próxima possível do conceito “neutra em emissões de carbono” para não contribuir com o aquecimento global. A primeira fase do projecto será apresentada em 2010. O William McDonough é o arquitecto de serviço. A empresa inglesa Zedfactory, outra referência mundial em prédios ecológicos, está a construir em Pequim um condomínio residencial com 60 casas.

Decidi chamar a isto tudo urbanismo ecológico. Ora espreitem este documento.

Fiquei indeciso! Mas escolherei com toda a certeza uma casa "verde"!

Sites sobre eco-urbanismo e eco-afins:

Conselho de Prédios Ecológicos dos Estados Unidos

Carbon Trust

Portal de tecnologias sustentáveis de design e arquitetura criado pelo Centro Escocês de Arquitetura, Design e a Cidade

Casas ecológicas da Imobiliária inglesa Green Moves

Jennifer Roberts, autora dos livros Good Green Homes e Redux: Designs That Reuse, Recycle, and Reveal

Empresa de arquitetura inglesa especializada em soluções ecológicas

Houses of the Future

segunda-feira, novembro 19, 2007

O Aquaterrário está mais bonito...

... porque as minhas amigas do CEA decidiram enriquecê-lo com musgos e líquenes.
Mas afinal o que são musgos (briófitas) e líquenes?
Um líquene é uma combinação de dois organismos simples, um fungo e uma alga unicelular, que crescem como parceiros de uma associação benéfica para ambos. O fungo forma grande parte do corpo do líquene (chamado talo), envolvendo e protegendo a alga das temperaturas extremas e da dessecação. O fungo é incapaz de produzir alimento e depende de nutrientes produzidos pela alga através da fotossíntese.
As briófitas são plantas essencialmente terrestres, vulgarmente conhecidas por musgos. O que distingue as briófitas dos outros grupos de plantas é o facto de não possuírem os tecidos condutores das plantas vasculares e o seu ciclo de vida apresentar uma alternância de gerações, em que o gametófito constitui a fase evidente e dominante, enquanto que o esporófito é muito mais pequeno e nutritivamente dependente do gametófio. Sabias que os biólogos que estudam os musgos se chamam Briólogos?

sexta-feira, novembro 16, 2007

Madail veio cantar comigo e ver como é ser cientista

32 crianças do Jardim Infantil de Madail vieram hoje visitar-me no CEA. Eu decidi presenteá-las com um conto sobre o ciclo da água e vesti-los de cientistas.Assim, aprenderam a história da "Cristalina A Gota d'Água" (clica no texto abaixo para poderes ouvir e recordar uma das músicas do conto - letra de Mizé Rouxinol, música de Vítor Dias, cantada pelos Pequenos Cantores da Maia):
"Era uma vez uma gota de água, transparente e redondinha, muito fresca e tão limpinha, chamava-se Cristalina. A Cristalina era muito brincalhona, gostava de brincar no jardim com as flores e, támbém, às formas de água, líquido, gelo e vapores. Ela vinha do céu cair na Terra e depois de brincar um pouco no jardim, seguia para as profundezas, voltava a nascer na Serra para dar vida à Natureza."

E puderam observar, no laboratório, como decorre o ciclo da água. Afinal este tem 4 fases: evaporação, condensação, precipitação e escoamento/infiltração.

Espero que tenham gostado do tempo que passaram comigo!

quinta-feira, novembro 15, 2007

Algodão ou poliester?

Hoje estive a falar com uma amiga sobre tecidos. Mas será melhor usar tecidos de algodão, supostamente mais naturais, ou tecidos de poliester?
Estive a pesquisar na internet e encontrei este estudo.
Estes universitários da Finlândia chegaram à conclusão que a produção de fibras de algodão consome aproximadamente menos 40% de energia do que a produção da fibra de poliester. No entanto, o cultivo de algodão necessita de quantidades muito grandes de água. Além disso, são usados pesticidas e fertilizantes químicos que causam efeitos ecotóxicos. A alternativa para este cultivo será usar soluções biológicas em vez dos agroquímicos.
Basta observar a 2ª página deste estudo para perceber as diferenças na produção destas 2 fibras. O que será afinal mais natural? Ou melhor, o que afectará menos negativamente o ambiente?

quarta-feira, novembro 14, 2007

Os activistas vencedores cheios de projectos

Ele é a construção do carro solar (Ciência Viva 2006), a inscrição no FEE Portugal (2006/2007), o concurso ao Projecto Mil Escolas (2007/2009), a inscrição no Concurso Escola Solar do Rock in Rio (2008), a inscrição e galardoação no Projecto Eco-Escolas, do FEE Portugal (2007). Chega para activismo? Muito bem meninos! Merecem um prémio grande por tanta participação e interesse pela preservação do Ambiente.
Acabei por conhecer alunos muito interessados e sabedores. A minha colega Raquel até convidou um deles para a ajudar na explicação do aquaterrário (ele sabia o que era a erosão e outros afins aquáticos!).
Comecemos pelo início:
- Visualização do filme Topas & Gotas (que alguns alunos reviram);
- Conhecimento da biodiversidade ribeirinha e aquática representada no nosso aquaterrário;
- Laboratório: fauna típica das zonas ribeirinhas e explicação da fotossíntese pela visualização de uma folha de elódea ao microscópio.
E discutimos a importância dos eucaliptos pós-incêndios e o facto das acácias serem infestantes no nosso País. Fábio, aguardo por ti para ajudares as monitoras Raquel e Liliana no Verão!
Espero-vos cá mais vezes!

(E com esta acção aqui a Toupeirinha da Água chegou à conclusão que o Mundo é pequeno! Então não é que o site do Prof. Álvaro Reis é conhecidíssimo aqui pelas meninas do CEA? Ora espreitem o Oceanus).

Os peixes sobrevivem debaixo de água e as céluas vegetais têm cloroplastos

Sonolentas, mas interessadas estas 43 crianças!
Perguntaram-me porque não morrem os peixes debaixo de água. Ora, a resposta é simples: porque a água tem oxigénio dissolvido essencial para eles respirarem e poderem sobreviver debaixo de água.
Esta pergunta surgiu depois de observarmos todos os peixes que vivem no nosso aquaterrário. Vimos o filme do Topas & Gotas e pudemos depois perceber a fotossíntese através da visualização de uma folha de elódea ao microscópio, conhecendo também alguns animais típicos das zonas ribeirinhas.
Espero que tenham gostado destas horas que passamos juntos e que tenham aprendido coisas novas!
Qualquer dúvida nos apontamentos, "apitem"!

 
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