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Topas

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sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Ali, o burrinho de Sidi Mohammed

Dos Contadores de Histórias chega-nos esta:

Ainda há pouco a enorme duna fulgia de vermelho, mas agora, com o sol cada vez mais a pique, adquirira um brilho amarelo dourado. Ali, o burro, mal repara que as dunas haviam mudado de cor. Só dá conta de que o sol está a incidir-lhe no dorso, cada vez mais quente, demasiado até! Por volta do meio-dia, tornar-se-ia insuportável.
Ali detesta a duna. Detesta o sol que nela incide e aumenta a luz e o calor. Só quando descansa à sombra da palmeira, durante a pausa do meio-dia, é que Ali gosta do sol. Deita-se numa ilha fresca que paira numa concha de luz amarela do oásis. Vê como no começo do ano a cevada se ergue amarela dourada entre as palmeiras e, no Verão, espreita as tâmaras na copa das palmeiras. No entanto, os intervalos de descanso numa ilha fresca acabam demasiado depressa.
Ali põe um casco à frente do outro. As suas pegadas são imediatamente preenchidas até meio pela areia que desliza. Às costas leva pendurados, à direita e à esquerda, dois cestos, dos quais vão escorrendo duas tiras amarelas douradas, areia que o vento arrastara até às plantas do oásis. Ali carrega essa areia de volta para o outro lado da crista da duna.
Atrás de Ali segue Sidi Mohammed. Sidi Mohammed não leva nenhum cesto mas sim um pau, em parte para se apoiar e também para espicaçar Ali, quando ele se mostra cansado. Como Ali detesta a duna, cansa-se com mais frequência do que seria de esperar e Mohammed bate-lhe com o pau no dorso. Por volta do meio-dia, contudo, Ali sente-se realmente cansado. As pegadas parcialmente cobertas de areia dançam-lhe à frente dos olhos, e ele detesta não só a areia e o sol mas também Sidi Mohammed, que não lhe concede ainda descanso algum.
“Espera”, pensa Ali. “Espera! Qualquer dia fujo! Depois, carregas tu a areia às costas e bates no teu próprio traseiro quando andares devagar.”
Ali já tem três anos e é um burro adulto, mas ainda não viu nada do mundo, para além das palmeiras de Sidi Mohammed e, por cima delas, o céu.
Durante o intervalo do meio-dia, Ali mal olha para as tâmaras maduras. Perdido nos seus pensamentos, vai arrancando umas ervas e esfrega as costas contra uma palmeira. Isto é exactamente o mesmo que o coçar da cabeça de Sidi Mohammed. “Esta noite!”, pensa Ali. “Esta noite vou fugir daqui!”
Pelo lusco-fusco, Sidi Mohammed senta-se encostado à cabana. Assim que o sol desaparecer atrás da orla da duna, vai ficar mais fresco. Ali anda a pastar debaixo das palmeiras. Mal escurece, o dono dá um estalido com a língua. Ali acorre obedientemente e desaparece no interior do tabique.
O estábulo de Ali, feito de tábuas, é ao lado da cabana de Sidi Mohammed, e a porta abre para fora. Ali espera até que tudo esteja silencioso, depois levanta-se e força a cabeça pela frincha da porta. Sidi Mohammed tinha deixado a caixa de pé contra a porta. Esta cai no chão de areia. Cheio de medo, Ali espera uns momentos antes de meter o corpo pela frincha da porta. Nada, está tudo calmo!
As estrelas brilham tão intensamente que Ali consegue, sem dificuldade, ver as pegadas na areia. Não sabia que, de noite, as dunas eram tão frias. O ar também é frio. Ali está cheio de frio mas, sem os cestos, faz a subida rapidamente.
Na crista da duna volta-se mais uma vez. Ao fundo da duna, vê as folhas das palmeiras pretas e um ângulo da cabana de Sidi Mohammed. À frente dele, estende-se o deserto, o mundo onde Sidi Mohammed não manda.
E agora, para onde ir? Ali quer seguir em frente, mas em que direcção?
Quando, ao fim de muito tempo, a orla do céu começa a clarear e depois o sol se levanta rapidamente, Ali ainda está a caminhar sem ter visto uma palmeira. Não consegue deixar de pensar no poço de água do oásis. Mas a água, agora, está muito longe.
Terá seguido na direcção errada? Talvez os oásis, as palmeiras, os pastos dos camelos e os poços de água sejam na direcção do pôr do sol. Será melhor voltar para trás? Ali não sabia que também se fica cansado e triste sem cestos de areia.
As dunas sucedem-se umas às outras, todas iguais, como se Sidi Mohammed estivesse a rir-se dele. De repente, Ali dá de caras com um animal sentado, imóvel, na areia. Tem uma cauda espessa, orelhas grandes e pêlo amarelo claro.
— Quem és tu? — pergunta Ali. — Eu sou Ali, o burro de Sidi Mohammed.
O desconhecido olha-o de olhos arregalados de espanto, olhos espertos, e responde:
— Que és um burro, eu sei. Mas és um burro palerma, porque não sabes que eu sou um feneco, uma raposa do deserto.
Ali fica zangado mas, como há horas que não encontra nenhum ser vivo, não deixa transparecer nada. Talvez o feneco possa ajudá-lo!
— O que estás aqui a fazer? — pergunta Ali.
— Ando por aqui a vaguear.
— Também estás à procura de um novo dono?
— Eu não tenho dono, sou livre!
— E quem te dá água e comida? Não vejo por aqui uma única folha de erva!
— És mais burro do que o que eu pensava! Não sabes que todos os animais livres têm de tratar de si? Sou eu que caço as minhas presas, e eu mesmo procuro as nascentes de água. Dá-te por contente por eu não apreciar carne de burro!
— Eu não caço. Prefiro pasto de camelo! — explica Ali dignamente. — Erva é o melhor que podes imaginar! Água, dá-ma o novo dono que vou procurar.
— Aqui não há dono nenhum! — disse a raposa. — Nem erva nem água. Só areia!
— Onde é que há água?
— Isso depende. Se seguires em direcção ao nascer do sol, tens ainda um dia e uma noite pela frente. Se fores em direcção ao pôr do sol, tens meio dia e chegas a um oásis com erva suculenta e água doce. Era o melhor para ti.
— Para aí não quero ir! — atalha Ali rapidamente. — Até hoje andei lá a carregar areia às costas até à crista da duna! Já estou farto, quero ser livre como tu!
— Livre? Então também tens de ser tão rápido como eu e igualmente corajoso. Não podes ter medo da sede nem da fome, o calor e o frio não podem incomodar-te. Tens de amar o vento e a areia, tens de evitar os oásis para não seres apanhado pelos homens. E, além disso, precisas de um pêlo diferente. Os animais livres têm um pêlo amarelo cor-de-areia como sinal de que amam o deserto, mas tu tens um pêlo parecido com pó de argila.
Ali fica abatido. Não tinha imaginado que a vida em liberdade fosse tão difícil.
— Queres ser o meu dono — perguntou após uma longa pausa. — Queres mostrar-me como posso tornar-me livre?
— Não quero contrariar-te — respondeu a raposa — mas acho que foste criado para o oásis. Quem nasceu para o deserto sabe sempre o que quer. Tu tens muitas perguntas. No teu lugar, eu regressaria para Sidi Mohammed. Tornar-me-ia útil, para que ele gostasse de morar comigo no oásis dele.
— Eu sou muito útil! — explicou Ali com orgulho. — Sem mim, o oásis há muito que estaria enterrado na areia e não haveria mais tâmaras doces. Sidi Mohammed vai ficar triste por eu ter fugido.
— E que mais queres? Não é belo transformar a tristeza em alegria? Volta para trás, eu acompanho-te. Sinto simpatia por ti, embora sejas um burrito.
E foi assim que o burro e a raposa se puseram a caminho do poente, um com o pé leve, o outro com o coração pesado… pois Ali ia a pensar no pau de Sidi Mohammed.
Mas como Alá também ama os animais, enviou um sonho a Sidi Mohammed. Este carrega uma jeira de madeira sobre os ombros, de onde pendem, à direita e à esquerda, dois cestos de areia. Devagar, um pé à frente do outro, Sidi avança, ofegante, pela duna acima. O calor do dia é quase tão pesado como a areia que leva às costas. Atrás dele segue Ali. De cada vez que Ali se impacienta, bate com o focinho nas costas de Sidi Mohammed, de tal maneira que o pobre quase cai para a frente. Sidi Mohammed acorda completamente destroçado.
Quando, pela manhã, descobre que Ali fugiu, não fica furioso mas triste. Triste consigo mesmo porque, sem a ajuda de Ali, o bonito oásis ficará soterrado na areia. Sidi Mohammed não tem um camelo e, a pé, não pode ir buscar o burro. Só lhe resta esperar que Ali volte de livre vontade.
O sol já está a pôr-se quando os dois amigos tão diferentes chegam ao seu destino.
— Adeus! — diz a raposa. — Não posso acompanhar-te mais. Estive a pensar em ti. Não é vergonha nenhuma trabalhar no oásis. Quem trabalha é útil e, ao mesmo tempo, valente como os animais livres. Se quiseres, podemos ficar amigos!
— Adeus! — diz Ali, a pensar novamente no pau de Sidi Mohammed.
A raposa afasta-se. As suas patas calcam a areia como uma fiada de pérolas.
Ali inicia a descida até ao fundo do oásis, muito lentamente.
Quando chega às palmeiras, já é quase escuro. Sidi Mohammed está sentado, encostado à cabana. Levanta-se de um salto. “O pau!” pensa Ali, muito assustado. “Ele vai buscar o pau à cabana!” mas Sidi Mohammed não vai buscar o pau. Em vez disso, corre ao encontro de Ali e coça-lhe a cabeça atrás das orelhas.
— Seu desertor! — diz ele. — Ainda bem que voltaste!
Ali, de pé, está muito quieto e sente-se o mais feliz dos burros. E, antes de correr para o poço para finalmente voltar a beber, esfrega a cabeça, agradecido, na túnica de Sidi Mohammed.



Hannelore Bürstmayr
Grün wie die Regenzeit
Mödling, Verlag St. Gabriel, 1986
Tradução e adaptação

Jardim de Infância de Igreja e Jardim de Infância do Cruzeiro

Infelizmente, estas instituições não cederam autorização para publicação das fotografias tiradas no decorrer desta Acção de Educação Ambiental.

Posso-vos dizer que estas crianças vestiram bem o papel que lhes calhou nesta hora do conto. Meteu água e guarda-chuvas abertos e até uma ida à praia! Haverá melhor do que isto?

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Como reagir...

... a este tipo de reacções?
Muito bem, é claro! Muito obrigado em meu nome e em nome da Liliana e da Raquel.

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Mistério da Água para Consumo Humano

Nem a chuva os parou!

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Crudivorismo

O crudivorismo é uma prática alimentar que consiste em comer apenas alimentos crus:
- Comer apenas o que nasce na natureza.
- Disso, só comer aquilo que temos vontade, apenas na quantidade que o corpo pede e quando sentimos fome.
- Consumir os alimentos assim como a natureza nos oferece, sem misturar, sem temperos, sem aquecer.
- Sempre que possível, comer os alimentos isentos de adubos químicos.
No crudivorismo, os alimentos são comidos no estado natural, crus, sem o recurso a conservantes, temperos, fermentações ou preparos culinários.
Apesar de se supor pouco praticada na actualidade, esta modalidade alimentar já teve muitos adeptos, antes de cair em desuso por algum tempo, e agora está a reaparecer.
É inquestionável que os seus seguidores se fundamentam em princípios onde é difícil não encontrar lógica:
- O homem é o único animal que cozinha os alimentos, destruindo com isto as suas propriedades nutritivas. A quase totalidade das enzimas, que são extraordinárias para o aparelho digestivo, perdem-se, mesmo na simples cozedura, e a água fisiológica dos vegetais, quando não se evapora, dilui-se demais ou é indesejavelmente transformada, deixando o alimento destituído dos seus princípios vitalizantes. Os minerais passam do estado orgânico, assimilável, a um estado inorgânico de difícil aproveitamento;
- Sempre que ingerimos alimentos cozinhados, produz-se um fenómeno que se designa cientificamente por leucocitose digestiva. Ao detectar a presença de substâncias alheias à fisiologia humana, o sistema imunológico julga-se invadido e liberta os leucócitos para as combater, agindo como se estivéssemos no meio de uma epidemia (uma vez que a prática errada ocorre em todas as refeições). É para tentar atenuar este inconveniente que os dietistas aconselham o consumo de saladas em todas as refeições, pretendendo enganar desta forma as nossas defesas naturais.
- Estamos preparados para digerir e assimilar alimentos crus (naturais);
- Do ponto de vista moral, é difícil justificar o acto de matar, quando se sabe que tal não é necessário e serve apenas para gratificar o paladar, por breves instantes... e em prejuízo da nossa saúde!

Se comemos alimentos cozidos, há um aumento dos glóbulos brancos após a refeição — como se tivéssemos ingerido veneno. O nosso sistema imunológico, neste caso, está ocupado de manhã até à noite enfrentando os tóxicos que introduzimos com a alimentação aquecida, em vez de se defender contra germes e destruir células cancerígenas.

O médico suíço, Dr. Max Bircher-Benner (1867-1993), ouviu falar dos incríveis efeitos da alimentação crua. Experimentou e ficou perplexo com o resultado. Naquela época, todas as crianças com doença abdominal morriam. A clínica pediátrica do Hospital Universitário de Zurique encaminhou quatro crianças ao Dr. Bircher-Benner. Retornaram curadas. A sua alimentação consistia, principalmente, em bananas frescas, depois substituídas por maçãs frescas, com o mesmo resultado. Também as crianças diabéticas foram beneficiadas com uma dieta exclusiva de frutas frescas.
O Dr. Bircher-Benner apresentou ao Dr. Joseph Evers, na Alemanha, três pacientes que ficaram livres de esclerose múltipla, uma doença considerada incurável. O Dr. Evers começou, então, a tratar pacientes portadores de esclerose múltipla e outras doenças consideradas incuráveis, com resultados surpreendentes. Em reunião da Associação Alemã de Neurologia, o Dr. Evers apresentou suas radiografias e a estatística, mostrando que — ao iniciar a alimentação com frutas e verduras frescas dentro do período de um ano após o aparecimento dos sintomas — 94% dos portadores de esclerose múltipla ficavam curados. O Dr. Evers, falecido em 1975, não utilizava medicamentos, somente alimentação.
O Dr. Honekamp, director clínico de uma clínica psiquiátrica alemã, documentou, no seu livro sobre a cura de doenças mentais com produtos naturais, como conseguiu curar pela alimentação crua, com poucas excepções, os pacientes internados na sua clínica. Entretanto, ele mostrou que a esquizofrenia crónica só pôde ser curada após quatro anos.
Tudo foi esquecido até recentemente, quando o físico Fritz Popp descobriu que os nutrientes vivos irradiam fotões. Essas pequenas partículas de luz aparentemente protegem o sistema imunológico e destroem células cancerígenas. Quando aquecemos os alimentos vivos, a irradiação torna-se muito forte e depois cessa — os alimentos estão mortos.

Se fosse necessário manter apenas três grandes princípios da alimentação sadia, seria a regra que respeita os três "V":
V para vegetal, isto é, dar o lugar preponderante na nossa alimentação aos alimentos de origem vegetal, consumindo apenas pequenas quantidades dos alimentos de origem animal.
V para variado, isto é, evitar qualquer monotonia e hábitos repetidos.
V para vivo, ou seja, comer principalmente alimentos não desnaturados, como os grãos germinados, as frutas e os legumes crus, suprindo o organismo das enzimas, das vitaminas e das substâncias biológicas que ele necessita.

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Amigos dos animais

No dia 1o de fevereiro de 2010, às 11 horas da manhã, Dr. Marcel Benedeti, médico veterinário, escritor e defensor dos animais, desencarnou, em São Paulo, aos 47 anos. Dr. Marcel Benedeti lutava contra um câncer de fígado.
Ele era vegetariano e dedicou a vida aos animais e à conscientização das pessoas sobre a necessidade de tratar todas as espécies com respeito e compaixão. Além de seu trabalho como médico veterinário, Dr. Marcel escreveu diversos livros sobre os animais na ótica espírita, bem como participava do programa “Nossos Irmãos Animais”, na Rádio Boa Nova.
No programa da Rádio Boa Nova, único no gênero, mostrava os animais como seres inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles. Com o programa, Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós.
Marcel, ainda na tentativa de ampliar a consciência nas pessoas, criou uma associação (ASSEAMA), que tem como objetivo educar por meio de cursos, que envolvem o aprendizado da ética no trato com os animais. Por intermédio da associação, Marcel conseguiu arrecadar rações e medicamentos, distribuídos aos animais carentes, contribuindo assim para salvar milhares de vidas animais.
Certo de que a educação é o caminho correto para uma vida melhor e mais digna aos animais e pessoas, Marcel Benedeti defendia que, ampliando o seu pequeno projeto de educação ética, se ampliariam os horizontes da dignidade humana para com os animais. Seu objetivo era ver os animais sendo tratados com dignidade e respeito, pois acreditava que um crime cometido contra um animal possui a mesma gravidade de um crime cometido contra uma pessoa.
Marcel Benedeti publicou os livros:
- Todos os Animais Merecem o Céu;
- Todos os Animais São Nossos Irmãos;
- Animais no Mundo Espiritual;
- A Espiritualidade dos Animais;
- Histórias Animais que as Pessoas Contam;
- Errar é Humano – Perdoar é Canino;
- Os Animais Conforme o Espiritismo.

Ele realizou um trabalho maravilhoso e deixa para nós um excelente exemplo, pois sempre mostrou que os animais são nossos irmãos, e merecem todo nosso respeito e consideração.

Último fim de semana de primeiros socorros

Foi um fim em festa para mais tarde recordar.
Com danças, testes e muita diversão!
De resto, a chuva decidiu dar um ar da sua graça...



Escola EB1 do Crasto - O Topas e o Ciclo da Água

Infelizmente,o CEA não tem autorização para publicar as fotografias desta acção de educação ambiental que foi tão divertida!

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Escola Secundária Alexandre - O Mistério da Água para Consumo Humano

Infelizmente, esta instituição não cedeu a autorização para publicação das fotografias desta Acção de Educação Ambiental. Apesar disso, posso dizer que foi, no mínimo, divertida. É sempre bom conhecer jovens empenhados e divertidos!

Água, água...

... por onde andas tu?
Preciso de ti todos os dias e não te vejo boa de saúde!
Pois é! Se não tratarmos bem a água correremos o risco de ela deixar de existir e, consequentemente, toda a vida no mundo de esgotar.

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Lista de empresas que fazem ou não testes em animais

Para poderem aceder à lista mais actual das empresas que fazem e das que não fazem testes em animais podem clicar aqui.

Colónia de Férias da Páscoa - "Páscoa Colorida Com o Topas"

Para as crianças de Lever, foi organizada pelo CEA, uma colónia de férias de Páscoa.
Vejam todos os pormenores no poster e inscrevam-se o mais rápido possível!

A propósito da crise monetária...

... e do ambiente, claro:

AdDP a Limpar Portugal

A equipa de voluntários da AdDP para o movimento Limpar Portugal cresce a olhos vistos.
Se quiserem juntar-se à nossa equipa, inscrevam-se pelo email cea@addp.pt.
Vamos, todos juntos, Limpar Portugal!

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Bela família!

E não é que há famílias que me visitam à semana?
Esta já é minha amiga há algum tempo. Gosto muito deles.


Será que são rosas santificadas?

Adorei estar com este grupo de jovens tão interessante.
Rodeamo-nos de peixes, anfíbios, répteis, aves e até insectos.

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

CARNAVAL - 2010 - Paz, amor e muita personalidade!

Por cá, o carnaval fez um regresso ao passado. Foi a comunhão entre os anos 60 e os anos 80! Querem ver como correu?












Faço um agradecimento muito especial à Marta C-R. G. pela disponibilidade e pela arte nas faces da Liliana e da Raquel.

Um óptimo carnaval para todos!
DIVIRTAM-SE!

Deste fim de semana...

... restou muito amor, bem vermelhinho e pedaços da penúltima sessão de planos de emergência:

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Flora e o Violino - do Clube dos Contadores de Histórias

Esta manhã, Flora chegou à estação do comboio. A grande estação da grande cidade.
Ontem, caminhou todo o dia para apanhar o comboio.
Viajou toda a noite.
Viajou, ou melhor, fugiu, porque há guerra no seu país.
Uma explosão assustadora, a casa em fogo, e ninguém para apagar o incêndio que começava.
Por isso, Flora enfiou à pressa alguma roupa na mochila, depois pegou no ursinho e não esqueceu a caixa com o violino. E com os pais, fugiu para longe da sua aldeia.
Quando descem do comboio, já estão noutro país. As pessoas têm um ar apressado, falam uma língua esquisita. Flora vê que fazem gestos mas não percebe o que dizem.
Sente-se perdida…
Felizmente umas pessoas muito generosas emprestaram uma casa aos pais de Flora. E na escola do bairro há um lugar para ela, na classe dos mais novos. Vai poder aprender francês, a língua esquisita que ouviu na estação.
No primeiro dia, o pai acompanha-a à escola.
Assim que a vêem, os meninos começam a fazer troça dela.
–– Olha, tem os cabelos cor de laranja!
–– E a cara cheia de sinais!
–– Não é de cá! De onde é que tu vens?
–– Olha os óculos! Eh, tiraste-os à tua avó, ou quê?
Todos se riem. Todos, menos Flora.
Esta manhã, Flora trouxe o seu violino. Depois das aulas vai à escola de música. Ao verem a caixa, os meninos voltam a troçar dela.
–– O que é aquilo? A caixa da metralhadora?
–– Não, é o cesto de ir ao mercado. Ela só come peras!
–– Cuidado, ela escondeu um crocodilo lá dentro!
Todos se riem. Todos, menos Flora. Até fica cada vez mais triste mas ninguém se dá conta.
Ninguém, excepto António que, à saída da escola, se abeira dela.
–– Vais para casa, Flora?
–– Não, vou escola música.
–– Fazer o quê? –– pergunta António.
–– Tocar violino…
–– Queres que vá contigo?
Flora sorri e faz que sim com a cabeça.
Nesta escola ouve-se música por todo o lado, por detrás de cada porta. António reconhece o som de um piano, de um trompete e de uma flauta.
O professor da Flora é muito simpático e deixa António ficar na sala, com a condição de não perturbar.
Flora toca bastante bem tanto a solo, como em duo com o professor. António escuta-os sem se mexer.
Um dia, na escola, as crianças estavam a fazer um desenho quando, de repente, grandes nuvens escuras cobrem o céu. Nuvens de tempestade, que deixam uma pessoa assustada. Os raios caem de todos os lados, o trovão ruge e estala como um chicote. Zás! Não há luz: foi um trovão que cortou a electricidade.
–– Eu vou procurar velas –– diz a professora. –– Fiquem tranquilos.
As crianças estão com muito medo. Gritam e escondem-se a chorar debaixo das mesas. Flora bem gostava de as acalmar. Mas como?
De repente tem uma ideia, uma ideia muito boa.
Muito devagar, tira o violino da caixa, depois o arco…
Um… dois… três sons sobem na escuridão da sala de aula e balançam-se suavemente. Dir-se-ia uma canção de embalar. Depois, uma enfiada de notas forma uma dança. Como toca depressa, a Flora! Escolheu fazer o seu violino cantar uma toada do seu país. É alegre, triste, as duas coisas ao mesmo tempo. E graças a ela, todas as crianças esqueceram a trovoada.
Que pena! A electricidade voltou…
As crianças aplaudem.
–– Obrigada, Flora, muito bem! –– diz a professora. E depois acrescenta: –– Para amanhã não há trabalhos de casa. Mas vão todos fazer um bonito desenho ou um poema para agradecer à Flora.
–– Yupiii! –– gritam os meninos. Agora todos querem ser amigos de Flora. Mas ela só tem um amigo: António. Ele acompanha-a todas as semanas à aula de música.
O professor de música deu a António uma linda flauta.
–– Experimenta tocar um bocadinho!
António experimentou e gostou muito do som da flauta. A partir de então, passou a tocar todos os dias.
Muito rapidamente, começou a tocar peças com Flora. Violino e flauta, flauta e violino, é muito divertido e tem uma certa magia…
–– E se vocês fizessem um pequeno concerto na escola? – propõe o professor de música.
–– Boa ideia! –– exclama Flora. –– E depois vamos ao hospital tocar para os meninos doentes. No meu país faz-se isso muitas vezes. A música ajuda a curar e a esquecer as preocupações.
–– Que peças queres tocar, António?
–– Hum… As mais fáceis? Oh, e daí não, as difíceis também! Vou trabalhar todos os dias e fazer muitos progressos!
Os dois preparam então dez peças e, com a ajuda do professor, desenharam um cartaz muito bonito. Toda a escola vem ouvi-los. É um sucesso, um concerto magnífico! À saída, todos os meninos estão decididos a aprender a tocar um instrumento.
E depois?
Ora bem, Flora e António continuaram a tocar juntos.
PARA PRAZER DELES!
Viva a música!



Gerda Muller
Quand Florica prend son violon
Paris, l´école des loisirs, 2001
(Texto adaptado)



Será que dá ideias para uma fantasia de carnaval?
Uma menina vestida de flor, por exemplo...

Piscinas unidas jamais serão vencidas - Campanha "O Topas tem aulas de natação"

A AdDP está ciente dos compromissos para com valores sociais patentes na sua própria missão. Assim, tem vindo a desenvolver várias acções na esfera social, quer na vertente mais estritamente relacionada com a sua actividade – a responsabilidade pelo abastecimento de água para consumo humano – quer no que se refere à Comunidade em que se insere e aos seus Colaboradores.
O Centro de Educação Ambiental (CEA) constitui um edifício da empresa Águas do Douro e Paiva (AdDP), onde são prestados serviços de Educação Ambiental à comunidade.
Este projecto foi criado pelo CEA e tem como objectivo principal a promoção da integração da comunidade Leverense nas Actividades do CEA da AdDP.




Os objectivos da campanha “O Topas tem aulas de natação” são os seguintes: sensibilizar os utentes das Piscinas de Lever, Maravedi, Vila D’Este e da Granja para as medidas de utilização racional da água, para o uso racional do papel higiénico e para a importância do uso de produtos de higiene pessoal amigos da Natureza.
Irão ser colocados cartazes A5, nas várias áreas de intervenção, relativamente às temáticas indicadas acima.
As áreas de intervenção, em cada uma das piscinas, são as indicadas de seguida:


Águia de asa redonda a dar um ar da sua graça

As minhas amigas Bruna, Ivone e Tatiana têm sempre a sorte de ver a águia. Desta vez, houve tempo para fotografá-la e filmá-la:

video


quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Delicioso!

Viram o AVATAR do James Cameron?

Então vejam isto:


É uma história como no filme Avatar: tribo pequena luta contra corporação gananciosa. E então a tribo pediu ajuda a um especialista no assunto: o próprio James Cameron.

A luta do povo dongria kondh, de Orissa, na Índia, faz lembrar a luta dos na’vi no filme Avatar, de James Cameron.

Tantas são as semelhanças com a história de Avatar que a Survival – uma organização que luta pelos direitos dos povos indígenas – resolveu publicar um anúncio na revista Variety dirigindo um apelo directo a James Cameron, pedindo-lhe ajuda e a convidando-o a ver um documentário de dez minutos onde toda a situação é explicada: «Nós vimos o seu filme, agora veja o nosso: www.survival.es/lamina», diz o anúncio, publicado ontem.

Os dongria kondh veneram a sua montanha como «sagrada» e também se sentem ameaçados pela ganância de uma civilização tecnologicamente superior que serve insensíveis e pouco ecológicos interesses corporativos; em Pandora, uma corporação – a RDA – tenta expulsar os na’vi da Casa da Árvore, local que lhes é sagrado, para ter acesso à rica reserva de um minério chamado unobtainium; na Terra, uma empresa altamente cotada na bolsa de Londres, a Vedenta Resources, propriedade do multimilionário indiano Anil Agarwal, prepara-se para abrir uma mina na montanha sagrada dos dongria kondh para ter acesso ao bauxite, mineral a partir do qual se obtém alumínio.

Os dongria kondh são um dos povos indígenas mais antigos do mundo. Vivem nas colinas de Niyamgiri, no Estado de Orissa, na Índia, e veneram a sua montanha como se fosse um deus.

Partiu provavelmente do responsável pela organização Survival, Stephen Corry, a ideia de comparar a situação real na Índia com a ficção de Avatar. Um brilhante golpe publicitário que fará com que todos os fãs do filme se interessem pelo que se passar com aquele povo e por tudo o que Corry quiser dizer: «Assim como os na’vi descrevem a selva de Pandora como um todo, também para os dongria kondh vida e terra estão profundamente ligadas. Se descontarmos os elementos de ficção científica, a história fundamental de Avatar está a suceder ali, nas colinas de Niyamgiri.»

«Tal como os na’vi de Avatar, os dongria kondh também se encontram em perigo e a ponto de ver as suas terras minadas pela Vedanta Resources, que não recuará perante nada para conseguir os seus objectivos. A mina destruirá os bosques dos quais dependem os dongria kondh e arruinará as vidas de outros povos indígenas kondh que vivem na zona. Espero sinceramente que James Cameron se junte a esta luta para salvar a montanha sagrada dos dongria e assegurar o seu futuro», declarou Stephen Corry.

Ainda antes do mediático apelo a Cameron, já as tribos locais se tinham juntado aos dongria para uma manifestação contra a empresa e o multimilionário indiano. Na sexta-feira da semana passada, 5 de Fevereiro, mais de 3000 manifestantes juntaram-se na cidade de Muniguda – uma entre as muitas iniciativas de protesto que já incluíram corte de estradas e marchas.

«Deixem as nossas florestas, os nossos córregos e a nossa montanha sagrada em paz», gritam os povos desprotegidos, à espera que Cameron os oiça, se comova como o marine Jake Sully do filme, ponha de parte alguns dos milhões que ganhou com Avatar e os ajude a vencer a tirania corporativista dos maus da fita. Fontes: El Mundo, Survival e Wikipédia.

Associamo-nos a um novo grupo


Visit Agricultura Biológica e Biodinâmica

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

S. Geão marcou as monitoras do CEA

No bom sentido, é claro.
"Espevitados", interessados e de uma graça sem igual.



terça-feira, fevereiro 09, 2010

Jardim de Infância de S. Geão

Infelizmente, não nos foi dada autorização para publicar as fotografias da Acção de Educação Ambiental decorrida hoje.

Com pena, não podemos retratar fotograficamente o dinamismo e o interesse deste grupo tão pequeno, mas tão completo!

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Será este um mundo animal

Não consegui ver este filme até ao fim, pois é demasiado doloroso.
É uma revolta misturada com choro e outras coisas menos boas...
Mas estes vídeos servem para abrir os olhos de quem os tem fechados...

Mais um dia de formação

Levitações?

Canário?

Sim! E muitas famílias que me visitaram este fim de semana.
Piu...piu... piu... piu...

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Livro do Mês - Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal

Este é nosso livro deste mês. Sempre exposto na nossa biblioteca. Venham conhecê-lo, porque, infelizmente, há sempre espécies em perigo!


Escola EB1 do Crasto

Infelizmente, a instituição que nos visitou hoje não nos deu autorização de publicação das fotografias relativas à Acção de Educação Ambiental realizada hoje.
Fica apenas a recordação mental deste grupo.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Jardim de Infância do Crasto e Jardim de Infância de Baguim do Monte

Infelizmente, as instituições que nos visitaram hoje não nos deram autorização de publicação das fotografias relativas à Acção de Educação Ambiental realizada hoje.
Fica apenas a recordação mental destes grupos.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Um verão de cão!

O projecto do uniforme

É incrível como usar o mesmo vestido de diferentes formas dá a impressão de se usar roupas diferentes todos os dias! Ora vejam este projecto solidário que mistura roupa, índia e ambiente.

Geão, geãozinho vem cá ouvir uma estorinha

Com muita água à mistura para acordar as mentes mais sonolentas.
Muita música e palavras. E dança até.
Para a Cristalina contar a sua história.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Do fim de semana

Receitas culinárias - vegan

Será que é difícil?
Nem pensar!
Basta clicarem nestes sites e rapidamente irão ter a maravilhosas e fáceis receitas:
Alcachofras, cogumelos e crostini
Guacamole com queijo
Canecas de manteiga de amendoim

Deliciem-se!

 
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