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Topas
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Hoje fui dar uma olhadela a todos os nossos cultivos, para ver se era necessário regá-los.
As abóboras já têm flor, as maçãs e as ameixas estão a ficar coradas, os tomateiros, as batatas e o milho crescem nas pilhas de compostagem, a alcachofra já tem 3 flores, as amoras começam a ter fruto, o lago continua lindo e tudo cresce a olhos vistos!
Ah, e o biopesticida que fizemos no outro dia resultou, pois a alcachofra deixou de ter parasistas! :-D
The study, which is published in the latest issue of New Phytologist, noted how Swedish bogs that are traditionally populated with carnivorous plants have been affected by heavy acid rain. The increase in nitrogen has given the plant species so many nutrients they no longer need to eat insects. The report highlighted the common sundew drosera rotundifolia as a particular example, saying that the plant usually required high levels of nutrients from mosquitoes and other insects, but with the in uptick in carbon emissions in Northern Europe, the plants no longer require such an insect-heavy diet As well as providing more nutrients in the soil, the nitrogen had also caused leaves to become less sticky, therefore trapping less food and producing less of the color which attracted insects in the first place. The study’s lead author, Dr. Jonathan Millet from Loughborough University said: “If there’s plenty of nitrogen available to their roots, they don’t need to eat as much.” “In the sites with more nitrogen deposition, these plants now get much more of their nitrogen from their roots, but they still have to bear the residual costs of being carnivorous, and other plants without these will be better able to survive,” Millet explained. “So it’s quite likely we’ll see less abundance and perhaps local extinctions from carnivorous species. The individual plants get bigger and fitter, but the species as a whole is less well adapted to high-nitrogen environments and will lose out over time.” It is astounding to think that pollution has literally turned carnivorous plants vegetarian. With this and news that algae blooms are now developing under the Arctic ice, one can only imagine the other changes emissions are causing to our ecosystems.
+ Dr. Jonathan Millett via Ecorazzi / ChemInfo
Tantas coisas, tantas coisas!
Por onde começar? Pelo início. Ora bem, começamos por cortar e embrulhar o sabão feito pelos meus amigos da Escola Agrícola de Santo Tirso e ainda tivemos tempo de confraternizar com um escaravelho verdinho e brilhante.
A Natureza é tão bonita!
Preocupados com o ouriço cacheiro de ontem, a Raquel, o Pedro e a Yara foram ver se ele ainda estava no mesmo local. Muito debilitado, talvez por causa da noite fria, decidiram levá-lo para local mais seguro.
Restou tempo para a colheita de mais hipericão, para mais um frasco de tintura.
E muitas outras ideias colocadas em prática (incluindo o aproveitamento de garrafões plásticos para fazer vasos suspensos). E ainda ensacamos a oliveira para fazermos chá.
E hoje o trabalho continuou. Muitas "sacholadas" e muitas pedras (para variar!). As framboeseiras foram plantadas em locais estratégicos: com água q.b. e perto do gradeamento. Ficará bonito cheio de framboesas que podem ser colhidas. Já que os chuchus acabaram por queimar. Preparamos uma nova área para cultivo de hortícolas. Ensacamos ervinhas para infusões, limpamos o coletor de águas pluviais, esvaziamos os compostores e fizemos uma nova área de compostagem e ainda tivemos a visita das formiguinhas trabalhadoras!
E aqui está o que hoje fizemos com um canteiro meio despido e muitas garrafas de vidro. Espirais de ervas!
Depois de alguns planos e muita pesquisa, a Raquel, a Edna e a Maria José encheram-se de força e cavaram. A terra estava bastante húmida o que ajudou um pouco o trabalho. Antes disso, tiveram que fazer a seleção de algumas plantas que já aqui existiam, de forma a aproveitarem ao máximo algumas delas: alecrim, cidreira, absinto, menta, limonete e muitas outras. Como esta espiral é bem perto do CEA, todo o trabalho foi feito com a música de escolha da Edna e da Maria José: Lura e Zé Espanhol. Bem africana e bem cheia de energia.
Amanhã, o trabalho, no outro lado do canteiro, continua!
Ai pinta pinta! E que bem que o faz! Seguindo as experiências que a Rosa Pomar tem feito com líquenes e cascas de cebola, hoje a Raquel atreveu-se a experimentar tingir uma meada de lã. Aliás, há bem pouco tempo, deu um programa interessantíssimo sobre a Cochonilha e o seu poder colorido!
Encontrei estes dados interessantes:
CORANTES NATURAIS Comercialmente os tipos de corantes mais largamente empregados pelas indústrias alimentícias têm sido os extratos de urucum, carmim de cochonilha, curcumina, páprica, antocianinas e betalaínas.
A maioria dos corantes naturais é de origem vegetal. Costuma-se classifica-los em quatro grandes categorias:
os pigmentos porfirínicos: clorofila os flavonóides e derivados: antocianinas,... os carotenóides: β-caroteno, licopeno, xantofila,.. as quinonas: ácido carmínico, carmim,.. As essas quatro principais categorias convém adicionar as xantonas, a betalaina, a cúrcuma, os taninos e o caramelo.
OS PIGMENTOS PORFIRÍNICOS:
Clorofila
Origem: vegetais folhudos e algumas frutas.
Coloração: verde.
A clorofila é o único corante natural verde permitido.Ë o pigmento responsável pela cor verde dos vegetais folhudos e de algumas frutas.
a clorofila natural é insolúvel em água, mas mediante tratamento ácido alcalino pode-se produzir a clorofilina, a qual é solúvel em água. Tanto a clorofila quanto a clorofilina não são muito estáveis quando expostos ao calor ou à luz. Em tratamento controlado com presença de íons de cobre ou zinco, é possível substituir o átomo metálico central de magnésio, sendo os compostos cúpricos, ou de zinco, assim obtidos muito estáveis. (A clorofilina cúprica de sódio, é obtida através da hidrólise da clorofila, seguida por purificação, introdução de cobre e conversão para o sal de sódio. Possui alta estabilidade ao calor e excelente estabilidade à oxidação e à incidência de luz).
O corante de clorofila é empregado em sorvetes, sucos, massas com vegetais, iogurtes, biscoitos, queijos ...
Encontram-se amplamente distribuídas em flores, frutos e demais plantas superiores.Os sub-produtos da indústria da uva e do vinho já são empregados na preparação comercial de antocianinas.
Apresentam estrutura básica C6-C3-C6. Diferente de outros flavonóides, as antocianinas são capazes de absorver fortemente a luz na região do espectro visível, conferindo uma infinidade de cores entre o laranja, o vermelho, o púrpura e o azul de pendendo do meio em que se encontrem.
O pH é certamente o fator mais importante no que diz respeito à coloração das antocianinas.Além do pH, a cor das soluções de antocianinas depende de outros fatores como concentração, tipo de solvente, temperatura, estrutura do pigmento, presença de substâncias capazes de reagir reversível ou irreversivelmente com a antocianina, entre outras.
As uvas do tipo Cabernet Sauvignon contêm quatro principais antocianinas: delphinidin-3-monoglicosídio, petunidina-3-monoglicosídio, malvidina-3-monoglicosídio e malvinidina-3-monoglicosídio acetilado com ácido clorogênico.
O milho da espécie Kcully zea mays é uma variedade especial de milho caracterizando-se por seu alto teor de antocianos na sua espiga. Trata-se de uma variedade produzida somente no Peru. Uma das suas vantagens é a ausência de sulfitos, ao contrário do que ocorre normalmente com antocianos obtidas a partir das cascas de uva tinta, após o processo de fermentação alcoólica.
Outro pigmento da família dos antocianos é o suco do repolho vermelho (Brasica oleracea). Produz cores entre o rosa escuro e o vermelho, em produtos com pH inferior a 4. Um pH superior faz com que os pigmentos antociânicos tomem uma coloração do tipo púrpura azulada, altamente instável. Um problema com este corante é o gosto que ele deixa.
OS CAROTENÓIDES:
Existem duas maneiras de classificar os carotenóides. A primeira considera a existência de duas grandes famílias: os carotenos e as xantofilas. O segundo sistema divide os carotenóides em três tipos acíclico (licopeno), monocíclico (γ-caroteno) e bicíclico (α-caroteno e β-caroteno). O licopeno é a substância que atribui a cor característica ao tomate. O açafrão produz um pigmento chamado crocina.
A gordura do leite também contém carotenóides, variando entre 2 e 13 ppm, dependendo da estação, a qual influi na alimentação do animal. Por isso, a manteiga às vezes parece muito branca e, para torna-la com uma melhor aparência é necessário adicionar corante.
Em princípio, as operações de processamento têm pouca interferência nos carotenóides. Os complexos carotenóide-proteína são geralmente mais estáveis do que os carotenóides livres. Como os carotenóides são altamente não saturados, o oxigênio e a luz são os fatores que mais os afetam. As operações de processo destroem as enzimas que causam a destruição dos carotenóides. Os carotenóides em alimentos congelados ou esterilizados com calor são bastante estáveis. Por outro lado, a estabilidade é pouca em produtos desidratados, a menos que embale o produto com gás inerte. Uma exceção notável é o damasco, que mantém muito bem a cor nas mais variadas condições. Cenouras desidratadas perdem a cor rapidamente.
Hoje, os carotenóides são produzidos sinteticamente; os principais são o β-caroteno, o apocarotenol e cantaxatina. Por terem alto poder tintorial, são utilizados em alimentos em níveis de 1 a 25 ppm. São estáveis à luz e, de modo geral, apresentam boa estabilidade em aplicações alimentícias. O β-caroteno propicia uma cor do amarelo claro ao laranja, o apocarotenol do laranja claro ao vermelho alaranjado e a cantaxantina, cores mais vermelhas. Os carotenóides naturais aplicados em alimentos são o urucum (annatto), a oleoresina de páprica e o óleo de palma bruto.
Urucum Origem: urucuzeiro
Coloração: amarelo-alaranjado
O urucuzeiro é um arbusto grande, ou uma pequena árvore, originário da América Latina, tipicamente tropical e, atualmente, pantropical, ou seja, cultivado nos trópicos de todo o mundo. Pertence à família Bixaceae e responde ao nome botânico de Bixa Orellana. O urucuzeiro é uma planta perene, não sendo muito exigente quanto a solos, clima e tratos culturais. Suporta variações de temperatura entre 22 e 30oC e sobrevive em locais onde a pluviosidade varia entre 800 a 2000 mm anuais.
O urucum é o único corante natural que tem sua origem em solo brasileiro. Além disso, extraído há séculos pelos índios, que utilizam seu poder tintorial como maquiagem tribal, o urucum tem sido objeto de profissionalização de cultivo, deixando no passado remoto a coleta selvagem e hoje contando com cerca de 6 mil hectares de plantações pelo país. Atualmente, cerca de 70% da produção brasileira é cultivada, com utilização de técnicas de manejo e tratos culturais adequados e beneficiamento em máquinas. Pequena parcela da produção ainda é silvestre ou utiliza métodos tradicionais de manejo.
O corante do urucum é extraído a partir da polpa da semente, constituída de uma fina camada resinosa de coloração vermelha alaranjada.
O corante urucum é disponível comercialmente nas formas hidrossolúvel e lipossolúvel, dependendo do método de extração e dos processos subseqüentes de preparação para chegar a diluições, suspensões, misturas, emulsões e pós. A forma lipossolúvel, a bixina é obtida amolecendo as sementes com vapor e extraindo o pericarpo com etanol, um hidrocarboneto clorado ou óleo vegetal. A bixina pode ser cristalizada e oferecida em forma de pó cristalina com concentração de 28 a 90%. A bixina é um carotenóide e está presente nas sementes entre 70 a 80%. O valor comercial do urucum está diretamente relacionado com seu teor de bixina. Considera-se como comercialmente satisfatório um teor de bixina de 2,5%.
A norbixina é hidrossolúvel e é tecnicamente possível obter soluções contendo mais de 5% dela. Na prática, 2,5% é o máximo de concentração que se obtém, sendo as soluções ao redor de 1%, as mais freqüentemente encontradas. As soluções de norbixina podem ser spray-dryed, obtendo-se assim um pó fino: a concentração de norbixina nesses pós pode ser de até 15%.
Obviamente, é a aplicação que irá determinar qual é a forma de urucum – bixina ou norbixina- mais indicada, sendo que a solubilidade é um dos determinantes principais.
Ao contrário de vários corantes sintéticos, o urucum não é carcinogênico. Possui um longo passado de aplicações diversas nas medicinas regionais de todos os países onde é encontrado.
Investigações realizadas na Holanda sobre a toxicidade do urucum, com experiência em ratos, camundongos e suínos, comprovam que o pigmento não apresenta toxicidade, podendo ser empregado para colorir manteigas, margarinas, queijos e outros alimentos processados. Uma ingestão diária temporária de 1,25 mg/kg de massa corpórea para extratos de urucum foi permitida pela FAO/OMS desde 1970. Os pigmentos são satisfatoriamente metabolizados.
Como alguns países do mundo não permitem o uso de corantes artificiais em produtos alimentícios, o urucum acaba sendo cada vez mais procurado no mercado internacional. É permitido em todos os países do mundo. Por causa das restrições aos corantes sintéticos, o urucum aparece como alternativa para as indústrias alimentícia, farmacêutica e cosmética.
E deixo de seguida os resultados conseguidos pela Raquel:
COLHEITA A maioria das ervas estão prontas para serem colhidas apenas quando os botões florais aparecem pela primeira vez. As folhas contêm a quantidade máxima de óleos voláteis, nesta fase de crescimento, dando maior sabor e aroma ao produto acabado.
As ervas devem ser colhidas no momento adequado do dia, no início da manhã, pouco antes de o sol começar a aquecer o ambiente. As suas fragrâncias tornam esta tarefa matinal bastante agradável.
As ervas anuais podem ser cortadas severamente durante a época de colheita. Usando uma faca afiada ou tesoura de poda, corte um pouco acima de uma folha ou um par de folhas, deixando 4 a 6 cm do tronco para o crescimento posterior. No entanto, se uma erva anual é cultivada para dela obtermos a sua semente, então esta não deve ser cortada. Nestes casos, devemos permitir que as plantas amadureçam completamente e só depois é que podemos colhê-las. As sementes devem ser colhidas quando estão a ficar castanhas e devem-se secar num tabuleiro com uma malha de arame muito fino. As ervas de folha persistente não devem ser cortadas tão fortemente como as anuais. Apenas cerca de um terço do crescimento do topo devem ser removidos de cada vez e, em alguns casos, apenas as pontas de folhas devem ser removidas. Uma poda cuidadosa assegura que um novo crescimento terá lugar e que o sistema de crescimento compacto será mantido.
A maioria das ervas de folha persistente estarão prontas para ser colhidas antes ou ainda durante o início de Julho, com uma segunda colheita a ser possível em Setembro, nos casos de ervas como o estragão e orégãos.
SECAGEM As ervas devem ser frescas e limpas antes da secagem e armazenamento. Para limpar, deverá lavá-las em água fria e deixar escorrer sobre uma toalha de papel. Depois, faça raminhos e pendure-os num local escuro, quente e arejado. Dependendo da temperatura e humidade, a secagem demorará cerca de 2 a 4 semanas até estar concluída.
Se as ervas possuírem um caule muito curto para pendurar ou se pretendemos secar folhas individuais, então devemos secá-las num tabuleiro de rede. Os tabuleiros devem ser mantidos num local escuro, quente e arejado, até que as ervas sequem.
A secagem feita através de areia de sílica, muito utilizado na secagem de flores também é possível. A areia de sílica atrai a humidade dos tecidos das plantas deixando intacta a sua estrutura original. Qualquer recipiente serve, desde que seja grande o suficiente para que as ervas sejam cobertas pela areia. Coloque uma camada fina de areia de sílica no fundo do recipiente, depois coloque as ervas por cima da areia sem sobrepô-las umas às outras, cubra-as com mais areia de sílica e coloque o recipiente numa sala quente. Pode levar entre 2 a 4 semanas até que as ervas fiquem completamente secas. Uma vez secas, retiram-se da areia e colocam-se em recipientes de vidro.
Com um forno a gás, eléctrico ou mesmo com um microondas podemos acelerar a secagem das nossas ervas, contudo, devemos tomar algumas precauções porque o sabor, os óleos e as cores das ervas podem perder-se caso sequem rapidamente a uma temperatura elevada.
Quando secar com um forno convencional, coloque as folhas numa panela rasa, a uma temperatura de 80ºC durante cerca de 3 a 4 horas com o forno aberto.
Se usar um microondas, coloque as folhas sobre um prato ou toalha de papel, seleccionando a potência para alta durante 1 a 3 minutos, e virando as ervas a cada 30 segundos.
ARMAZENAMENTO As ervas aromáticas devem ser guardadas em frascos hermeticamente fechados, em local fresco e seco. Se a totalidade dos ramos estiverem secos, solte as folhas e triture-as para dentro dos frascos. As ervas devem estar completamente secas, senão irão formar uma pasta. Mantenha os frascos longe da luz e do calor, já que ambos irão destruir a qualidade das ervas.
Existem outros métodos para conservar as nossas ervas. Muitas poderão ser congeladas com sucesso, e conservar a sua frescura depois de serem descongeladas. Se optarmos pelo congelamento, as ervas após serem colhidas e lavadas, devem ser fervidas durante 1 a 2 minutos e depois esfriadas em água gélida. Depois de escorrida a água, coloque as ervas num pacote e congele-as.
Algumas aromáticas como a salsa, o cebolinho e o manjericão podem ser amassadas com uma pequena quantidade de água no liquidificador e em seguida congeladas numa bandeja de cubos de gelo. Posteriormente, podemos colocar os cubos num saco de plástico para usá-los na confecção de sopas e molhos.
Os vinagres de ervas também são popularmente utilizados com as ervas caseiras. Para fazer o vinagre, coloque as ervas numa jarra ou garrafa, cubra com vinagre branco e armazene-a num local fresco e seco. Após uma maceração de 4 a 6 semanas, o vinagre pode ser decantado em garrafas pequenas.
Fazer um Potpourri também é uma ideia bastante interessante, e consiste em fazer uma mistura de ervas secas e pétalas de flores, preservando as fragrâncias aromáticas dos meses de verão. A maioria dos Potpourris começam com rosas secas e lavanda como base, às quais se adicionam outras ervas secas. As ervas usadas dependem da preferência pessoal e disponibilidade; algumas escolhas populares incluem: manjericão, manjerona, erva-cidreira, gerânio perfumado, tomilho, alecrim e hortelã. Para fazer um Potpourri comece por misturar 4 a 6 copos de várias pétalas e folhas secas numa tigela grande. Adicione uma colher de sopa de cravos inteiros, canela ou gengibre. Para fazer com que mistura de ervas dure mais, adicione um estabilizador, como a raiz de cálamo ou raiz de lírio. A mistura deve ser armazenada em frascos com tampas bem apertadas e deve ser agitada ou mexida ocasionalmente. Após 4 ou 5 semanas, a mistura Potpourri pode ser colocada em potes ornamentais ou saquetas.
“Life is hard; it’s harder if you’re stupid.” John Wayne
"Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente." Dalai Lama
"O essencial é invisivel para os olhos' -St Exupéry
"Para ser grande sê inteiro: nada teu exagera exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim em cada lago a Lua toda brilha porque alta vive." Fernando Pessoa
"The person who says it can't be done shouldn't interrupt the person who is doing it." Autor desconhecido
”Não me inveje,trabalhe.” Sabedoria Popular
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No Porto Canal: (copia este link para uma página Web em branco: mms://195.23.58.155/streamtv/2007/11/18973755.wmv) Novembro 2007
Na RTP2 - programa Biosfera: (copia este link para uma página Web em branco: mms://195.23.58.155/streamtv/2008/03/20111236.wmv) Março 2008
Na Rtp2 - programa Biosfera: (copia este link para uma página Web em branco: mms://195.23.58.155/streamtv/2008/06/21088373.wmv) Junho 2008
Na DouroVerde TV: http://www.douroverde.tv/ - procura o título "Centro de Educação Ambiental" Dezembro 2009