terça-feira, setembro 21, 2010
quarta-feira, outubro 15, 2008
O Outono tem destas coisas!
Olhem o que a Natureza nos tem dado aqui no CEA:








Escrito pelo Topas às 11:18 0 comentários
quinta-feira, setembro 25, 2008
O nosso aquaterrário está mais bonito: algumas ripícolas foram renovadas e outras acrescentadas.


Escrito pelo Topas às 16:32 0 comentários
segunda-feira, maio 05, 2008
Olha nós outra vez na televisão!

(outros): Chondrostoma macrolepidotum, Leuciscus aula e Rutilus macrolepidotus
Família: Cyprinidae
Autor, data: Robalo, Doadrio, Almada & Kottelat, 2005
Nomes comums: Ruivaco, Ruivaca, Pardelha-de-escamas-grandes
Morfologia: Espécie de pequeno tamanho com corpo levemente comprimido, perfil da cabeça ligeiramente convexa. A boca é ligeiramente infera, subterminal, arqueada e sem barbilhos. O ruivaco apresenta escamas de grandes dimensões, com uma linha lateral muito marcada geralmente com 32 a 40 escamas. A barbatana dorsal é sempre maior que a barbatana anal, sendo anterior à linha vertical da inserção posterior das barbatana pélvicas. A base da dorsal é maior que a base da anal.
Coloração: Não existe informação.
Nativa: Sim
Migrador anádromo: Não
Migrador catádromo: Não
Longevidade: 8
Sem estatuto de conservação definido
Factores de ameaça: Vários tipos de poluição, extracção de inertes; passagens para peixes inadequadas; introdução de exóticas; aumento da turbidez (extracção de inertes); destruição das zonas de postura por extracção de inertes; Destruição do habitat


Escrito pelo Topas às 16:19 0 comentários
quinta-feira, março 20, 2008
Biosfera - e finalmente aparecemos na TV com os nossos peixes-mosquito
Peixes mosquito ou gambúsias.

Família: Poeciliidae
Autor, data (Agassiz, 1859)
Nomes comums: Gambusia, Gambusino
Distribuição Global: Ocorre na costa este dos Estados Unidos; Todos os continentes; Na Peninsula Ibérica ocorre em praticamente todas as bacias
Morfologia: Espécie de reduzidas dimensões, com barbatana caudal homocerca e abertura bocal dorsal com a maxila inferior proeminente. Os machos apresentam na barbatana anal com o 3º e 5º raios transformados em orgão copulador. Corpo é acentuadamente mais estreito para trás da barbatana anal. As fêmeas geralmente são de maiores tamanhos que os machos e com o ventre mais dilatado.
Migrador anádromo: Não
Migrador catádromo: Não
Longevidade: 1+ (Machos), 3+ (Fêmeas)
Maturação sexual machos: 2.4-2.9 (6 semanas)
Maturação sexual fêmeas: 3.9-4.2 (6 semanas)
Alimentação: Esta espécie consome pequenos animais aquáticos (zooplâncton) nomeadamente, copépodes, cladóceros, ostrácodes e rotíferos, afídeos, colêmboles, isópodes, anfípodes e adultos de dípteros. A gambusia alimenta-se também de hemípteros, himénopteros e aracnídeos. Curiosidades: São ovoviviparos sexualmente muito precoces e fecundos. Espécie introduzida nos cinco continentes com fins ornamentais e para controlar indirectamente algumas doenças transmitidas por mosquitos. No entanto o efeito controlador sobre os mosquitos parece ser reduzido. Podem atingir densidades elevadas mais de 11000 por hectare. Foi introduzido em Espanha em 1921 e em 1931 detectado no rio Sorraia, Tejo.
Sem estatuto de conservação definido
Medidas mitigadoras: Tem um efeito negativo sobre espécies nativas que ocupam o mesmo habitat
Localizações: aqui




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quinta-feira, novembro 01, 2007
E o meus amigos peixes estão a ficar famosos!
Os jornalistas do programa Biosfera da RTP estiveram no CEA para filmarem alguns peixes que moram no nosso Aquaterrário. Os bilhetes de identidade do Pimpão, do Ruivaco e do Peixe-Mosquito foram explicados pela Dra. Ana Jervis Cunha. Para os poderes conhecer melhor, vem ao Centro de Educação Ambiental ou então fica atento à televisão e espreita este programa dedicado ao ambiente.
Aqui fica o registo fotográfico dessas horas de filmagem:
Escrito pelo Topas às 00:01 0 comentários