Olá Amigos!
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Topas

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terça-feira, setembro 21, 2010

Há dias tristes...

As minhas queridas amigas bogas, companheiras desde o início do CEA (2007) partiram a noite passada.
Estou sem palavras...

Boga

quarta-feira, outubro 15, 2008

O Outono tem destas coisas!

Olhem o que a Natureza nos tem dado aqui no CEA:


Parece a casa dos "estrunfes", mas sem ser a muscaria!
Finalmente eu e as meninas conhecemos a flor da violeta da água!
Árvores com líquenes ou líquenes nas árvores.
"Mais um bocadinho, só mais um bocadinho e já vamos ser chapéus de sol!"
Estes medronhos estão a fazer-nos caretas! Olha, têm a língua de fora e tudo!

quinta-feira, setembro 25, 2008

O nosso aquaterrário está mais bonito: algumas ripícolas foram renovadas e outras acrescentadas.



Um Louva-a-Deus visitou as meninas no CEA:




Esta semana foi denominada a Semana Europeia sem Carros. Parece-me muito bem já que o nosso ar está muito pouco respirável. Mas cabe-me fazer algumas questões em nome das pessoas que trabalham a mais de 20 Km de distância de suas casas:


- Como faço 20 Km de bicicleta todos os dias de casa para o trabalho quando passo por estradas com percentagens de declive muito grandes?


- Porque não há transportes públicos para a zona onde trabalho? E se há, porque não há em maior número (torna-se inconcebível haver autocarros de 2 em 2 horas)?


Pertinentes estas perguntas!

segunda-feira, maio 05, 2008

Olha nós outra vez na televisão!


Os nossos peixes são estrelas: autênticas estrelas, não de Hollywood, mas da RTP2! Desta vez foram os ruivacos que apareceram no Biosfera. Diz-nos a DGF que o Ruivaco tem as seguintes características:

Nome científico (válido): Chondrostoma oligolepis
(outros): Chondrostoma macrolepidotum, Leuciscus aula e Rutilus macrolepidotus
Família: Cyprinidae
Autor, data: Robalo, Doadrio, Almada & Kottelat, 2005
Nomes comums: Ruivaco, Ruivaca, Pardelha-de-escamas-grandes
Distribuição Global: Endémica de Portugal
Morfologia: Espécie de pequeno tamanho com corpo levemente comprimido, perfil da cabeça ligeiramente convexa. A boca é ligeiramente infera, subterminal, arqueada e sem barbilhos. O ruivaco apresenta escamas de grandes dimensões, com uma linha lateral muito marcada geralmente com 32 a 40 escamas. A barbatana dorsal é sempre maior que a barbatana anal, sendo anterior à linha vertical da inserção posterior das barbatana pélvicas. A base da dorsal é maior que a base da anal.
Coloração: Não existe informação.
Nativa: Sim
Migrador anádromo: Não
Migrador catádromo: Não
Longevidade: 8
Tamanho máximo (cm): 15.5 CT
Maturação sexual machos: 8cm CF
Maturação sexual fêmeas: 8cm CF
Época de reprodução: Abril até meados de Junho
Habitat geral: O ruivaco ocorre preferencialmente nos troços inferiores dos rios.
Curiosidades: Inicia deslocações para as zonas mais a montante a partir de fins de Março, quando a temperatura da água varia de 13 a 16ºC. Esta espécie é parecida à Chondrostoma arcasii. A área de distribuição é em parte sobreposta. Existem grupos geográficos geneticamente distintos, que se separaram à cerca de 3 milhões de anos ou mesmo mais recentemente.
Sem estatuto de conservação definido
Factores de ameaça: Vários tipos de poluição, extracção de inertes; passagens para peixes inadequadas; introdução de exóticas; aumento da turbidez (extracção de inertes); destruição das zonas de postura por extracção de inertes; Destruição do habitat
Medidas mitigadoras: Protecção dos habitats prioritários para esta espécie. Monitorizar a qualidade da água. Criação de uma época de defeso. Promover estudos das populações de Ruivaco. Educação ambiental de forma a valorizar esta espécie.


Para os verem na TV, é só clicarem neste link. Então boa curta metragem e um viva aos nossos famosos peixes!

quinta-feira, março 20, 2008

Biosfera - e finalmente aparecemos na TV com os nossos peixes-mosquito

Peixes mosquito ou gambúsias.



As informações da DGF são as seguintes:
Nome científico (válido): Gambusia holbrooki (outros) Gambusia affinis
Família: Poeciliidae
Autor, data (Agassiz, 1859)
Nomes comums: Gambusia, Gambusino
Distribuição Global: Ocorre na costa este dos Estados Unidos; Todos os continentes; Na Peninsula Ibérica ocorre em praticamente todas as bacias
Morfologia: Espécie de reduzidas dimensões, com barbatana caudal homocerca e abertura bocal dorsal com a maxila inferior proeminente. Os machos apresentam na barbatana anal com o 3º e 5º raios transformados em orgão copulador. Corpo é acentuadamente mais estreito para trás da barbatana anal. As fêmeas geralmente são de maiores tamanhos que os machos e com o ventre mais dilatado.
Nativa: Não
Migrador anádromo: Não
Migrador catádromo: Não
Longevidade: 1+ (Machos), 3+ (Fêmeas)
Tamanho máximo (cm): 4 (Machos) 7 (Fêmeas)
Maturação sexual machos: 2.4-2.9 (6 semanas)
Maturação sexual fêmeas: 3.9-4.2 (6 semanas)
Época de reprodução: Abril/Maio-Setembro/Outubro; Abril a Setembro (Guadalquivir); Sado: Abril a Setembro (postura); Sudoeste Espanha: Maio a Setembro;
Nº médio de ovos por fêmea: 32 embriões; Guadalquivir - 44 embriões; Ebro: 39 embriões Habitat geral: A gambusia vive em troços de águas lentas e temperadas, com abundante vegetação e abaixo dos mil metros. Suporta águas muito contaminadas, elevadas temperaturas e baixos valores de oxigénio.
Alimentação: Esta espécie consome pequenos animais aquáticos (zooplâncton) nomeadamente, copépodes, cladóceros, ostrácodes e rotíferos, afídeos, colêmboles, isópodes, anfípodes e adultos de dípteros. A gambusia alimenta-se também de hemípteros, himénopteros e aracnídeos. Curiosidades: São ovoviviparos sexualmente muito precoces e fecundos. Espécie introduzida nos cinco continentes com fins ornamentais e para controlar indirectamente algumas doenças transmitidas por mosquitos. No entanto o efeito controlador sobre os mosquitos parece ser reduzido. Podem atingir densidades elevadas mais de 11000 por hectare. Foi introduzido em Espanha em 1921 e em 1931 detectado no rio Sorraia, Tejo.
Sem estatuto de conservação definido
Medidas mitigadoras: Tem um efeito negativo sobre espécies nativas que ocupam o mesmo habitat
Localizações: aqui
Referências principais: Doadrio, I. (2001), Atlas y Libro Rojo de los Peces Continentales de España


Sim, as fotografias são péssimas, mas foi o que se pôde arranjar. Espreitem o nosso lindo aquaterrário na TV. Uau! O filme está aqui.

Agora xauzinho que eu vou ali dar a novidade aos "mosquititos" e alimentá-los. Resta-me apenas desejar uma óptima Páscoa a todos! Até Segunda-feira!

quinta-feira, novembro 01, 2007

E o meus amigos peixes estão a ficar famosos!

Os jornalistas do programa Biosfera da RTP estiveram no CEA para filmarem alguns peixes que moram no nosso Aquaterrário. Os bilhetes de identidade do Pimpão, do Ruivaco e do Peixe-Mosquito foram explicados pela Dra. Ana Jervis Cunha. Para os poderes conhecer melhor, vem ao Centro de Educação Ambiental ou então fica atento à televisão e espreita este programa dedicado ao ambiente.
Aqui fica o registo fotográfico dessas horas de filmagem:

 
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