terça-feira, abril 24, 2012
domingo, abril 01, 2012
Projeto - Permacultura no CEA
Já dando um ar da sua graça, o Pedro deixou-me um recadinho!
Espero que te divirtas tanto quanto eu.
Ora dá aí um abraço farfalhudo a esta toupeira!
E que sejas muito bem-vindo.
Escrito pelo Topas às 09:59 0 comentários
terça-feira, fevereiro 14, 2012
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
quarta-feira, janeiro 25, 2012
segunda-feira, outubro 24, 2011
terça-feira, outubro 18, 2011
quinta-feira, setembro 29, 2011
As bolas de sabão "gigantones"
Porque está um sol maravilhoso e é um crime ficar entre portas.
Porque é necessário treinar variadas técnicas de animação.
Porque as crianças estão vivas dentro dos adultos.
Porque é necessário rir, saltar e brincar.
Porque é assim que se entende o que as crianças gostam.
Porque é mágico ver os sorrisos espelhados nas bolas de sabão.
Porque é bom fazer magia.
Porque motiva.
Porque é bom parar de olhar para o PC, nem que sejam 15 minutos.
Só porque é bom.
Aqui, podem ver e entender a Química das bolas de sabão.
Escrito pelo Topas às 14:24 0 comentários
quarta-feira, setembro 28, 2011
terça-feira, setembro 20, 2011
Grupo de batucada na ES.COL.A da Fontinha
Hoje, ao fim do dia:
20 de Setembro, terça-feira, das 17h00 às 19h00
Criação de um grupo de "batucada" na Es.Col.A! Este será o primeiro encontro nesse sentido. A ideia é criar uma batucada com instrumentos reciclados e verdadeiros ritmos de samba, com Frankão e Ritmos de Resistência.
E as batucadas fazem bem ao espírito!
Escrito pelo Topas às 11:31 0 comentários
terça-feira, julho 12, 2011
Bater é educar?
Os castigos corporais a crianças, mesmo os praticados no seio da família, são proibidos e punidos em Portugal desde 2007!
O artigo 152 do código penal português foi revisto em 2007 e estabelece que os castigos corporais, a privação da liberdade das crianças e as ofensas sexuais são punidos com penas de um a cinco anos de prisão, podendo as penas aumentar consoante a gravidade da ofensa.
Vejam o resto do artigo aqui.
Escrito pelo Topas às 11:32 0 comentários
quinta-feira, maio 19, 2011
quarta-feira, maio 18, 2011
Vacinação - A verdade oculta
Muita gente pergunta o que fazer em relação a vacinas. Ficam aqui uma série de vídeos para ver e pensar...
Excelente documentário australiano de 1998, mostrando dados e fatos surpreendentes e pouco conhecidos ou divulgados sobre o que pode ser talvez um dos maiores erros da história da medicina e ao mesmo tempo um dos maiores golpes já perpetrados na sociedade humana.
"De acordo com as informações baseadas no estudo de revistas médicas qualificadas, escritas por vacinadores, as vacinas não previnem doenças, elas causam doenças. Elas tornam as pessoas vacinadas mais suscetíveis à doença que a vacina supostamente vai prevenir e a várias outras infecções bacteriológicas e virais. As vacinas causam alergias, sensibilidade a alimentos e a substâncias químicas, sendo que a relação causal entre a aplicação de vacinas e os efeitos colaterais observados é irrefutável. Quer seja dano cerebral ou morte, está tudo bem documentado." Dra. Viera Scheibner
Escrito pelo Topas às 13:30 0 comentários
quinta-feira, maio 12, 2011
Uma nova escola no Porto
ES.COL.A
Era uma vez uma antiga escola primária no Porto, a escola da Fontinha, que estava abandonada há, pelo menos, cinco anos. Um grupo de pessoas decidiu ocupá-la, reabilitá-la, recuperar o acervo abandonado da biblioteca e desenvolver, em conjunto com a população, um projecto educativo com as crianças do bairro (aulas de inglês, história e geografia; ateliês de xadrez, guitarra, Horta e ioga ). A população recebeu bem os novos inquilinos, participou nas assembleias onde se discutiu o projecto e empenhou-se naquela nova vida que a escola foi ganhando.
Porto- ES.COL.A da Fontinha despejada
saber mais:
http://escoladafontinha.blogspot.com/
Escrito pelo Topas às 16:03 0 comentários
quarta-feira, maio 11, 2011
terça-feira, maio 10, 2011
Uma escola verde - que sonho!
Fica no Bali. Um pouco longe... mas aventuraria-me numa viagem para conhecer esta escola.
Escrito pelo Topas às 14:09 0 comentários
Fernando Pessoa - poema de Alberto Caeiro
As bolas de sabão que esta criança
Se entretém a largar de uma palhinha
São translucidamente uma filosofia toda.
Claras, inúteis e passageiras como a Natureza,
Amigas dos olhos como as cousas,
São aquilo que são
Com uma precisão redondinha e aérea,
E ninguém, nem mesmo a criança que as deixa,
Pretende que elas são mais do que parecem ser.
Algumas mal se vêem no ar lúcido.
São como a brisa que passa e mal toca nas flores
E que só sabemos que passa
Porque qualquer cousa se aligeira em nós
E aceita tudo mais nitidamente.
Escrito pelo Topas às 13:22 0 comentários
terça-feira, abril 12, 2011
Escrito pelo Topas às 11:19 0 comentários
quinta-feira, março 17, 2011
Palestra: Mas como disciplinar sem bater?
¹Palestra: Mas como disciplinar sem bater?
²Eduardo Campos
Todos os pais têm o dever de cuidar e educar os seus filhos. Toda a criança tem o direito de receber cuidados e educação para que se desenvolva bem e se torne um adulto saudável. Mas o que mudou na maneira de educarmos nossos filhos?
Antigamente, a forma de educar era autoritária. Dizia-se que criança não sabia nada e que os adultos tinham que ensinar, corrigir, dar castigo e bater. Hoje, a forma de educar mudou; a criança é muito mais respeitada em sua individualidade e em suas necessidades.
Mas com essa mudança nas relações com a criança, muitos pais estão tendo sérias dificuldades para dar limites e saber quando dizer SIM ou quando dizer NÃO sem traumatizar e, ao mesmo tempo, com a preocupação de criar futuros cidadãos que consigam praticar o bem.
É muito importante para os pais acreditarem que dar limites aos filhos desde pequeno é ensiná-los a compreender que as outras pessoas também devem ser respeitadas. Para isso, é preciso que a criança entenda que pode fazer muitas coisas, mas nem tudo e nem sempre.
As finalidades da infância
Para os pais, a infância é um tempo para:- Introduzir controles;- Educar com delicadeza;- Estabelecer limites;- Evitar confrontações;- Demonstrar 100% de firmeza, quando necessário.Para as crianças, a infância serve para:- Aprender a controlar seus corpos e comportamentos;- Aprender a usar o banheiro;- Controlar os impulsos, aprendendo a esperar;- Aprender que ter um acesso de raiva não significa conseguir o que quer;- Controlar a frustração, aprendendo a ter um pouquinho de paciência;- Conseguir ficar algum tempo separadas dos pais;- Saber dividir e adquirir a noção de que os outros também têm direitos.
Dar limites é:
Ensinar para os filhos que os direitos são iguais para todos;
Ensinar que existem outras pessoas no mundo;
Dizer SIM sempre que possível e NÃO quando necessário;
Só dizer NÃO quando houver uma razão concreta;
Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem e explicar o porquê;
Ensinar a criança a agüentar pequenas frustrações do dia-a-dia para que, no futuro, possa superar seus problemas com mais equilíbrio e maturidade;
Desenvolver na criança a capacidade de adiar a satisfação – se não der para comprar hoje, amanhã quem sabe vai dar;
Saber diferenciar o que é uma necessidade da criança do que é apenas desejo;
Ensinar que cada direito corresponde a um dever e que cada dever pode corresponder a um lazer;
Dar o exemplo – quem quer ter filhos que respeitem as leis e os homens tem de viver seu dia-a-dia dentro desses mesmos princípios.
Dar limites não é:
Bater nos filhos para que eles se comportem – quando se fala em limites muitas pessoas pensam que isso significa dar umas palmadas, bater ou até espancar. Isso só ensina a criança a ter medo, mas ela nada aprende; pior ainda, no futuro, pode vir a fazer a mesma coisa com seus próprios filhos;
Fazer só o que nós, pai ou mãe, queremos ou estamos com vontade, sem ceder nunca;
Ser autoritário, dar ordens e impor a lei do mais forte através de ameaças e da força física;
Gritar com as crianças para ser atendido.
Por que não bater?
· Bater nada tem a ver com dar limites. Quem bate dá uma verdadeira aula de falta de limites próprios e até de covardia;
· Existem muitas formas mais eficientes e humanas do que a agressão física para manter a disciplina; elas trazem mensagens mais positivas para o futuro cidadão;
· Com o tempo, a famosa “palmadinha leve no bumbum”, que tanta gente acha inofensiva, pode deixar de causar efeito e acabar se transformando em palmadas cada vez mais fortes e, ao final, em verdadeiras surras;
· Mesmo obedecendo, a criança não aprende verdadeiramente, apenas deixa de fazer certas coisas por medo de apanhar;
· Depois, quando os pais se acalmam, sentem-se culpados e tendem a afrouxar de novo os limites, e aí começa tudo de novo.
Mas como disciplinar sem bater?
· Premiando ou recompensando o bom comportamento do filho e não só ralhando quando fazem algo errado. Quando a criança recebe estímulo, fica com a sensação de que vale a pena fazer as coisas da maneira certa; entendendo que premiar não é só dar “coisas materiais”. Para a criança, por mais consumista que seja a nossa sociedade, mais vale um carinho, um olhar afetuoso e um elogio sincero do que presentes, dinheiro, passeios;
· Fazendo com que a criança assuma as conseqüências dos seus atos: com a mesma naturalidade com que elogiamos e premiamos nossos filhos, devemos conversar com eles quando eles erram, explicando e fazendo com que reflitam sobre as atitudes incorretas;
· Tendo o cuidado de nunca rotular a criança, relacionando uma atitude errada dela a seu jeito de ser, para que ela não se sinta humilhada e derrotada. Dizer, por exemplo: “Meu filho, não é correto pegar o que não é seu sem antes pedir ao dono” e não “Você é desonesto, egoísta e quer tudo para você”.
· Sabemos que mesmo sendo os pais mais compreensivos e atentos do mundo, mesmo reforçando o bom comportamento, as crianças desobedecem, quebram as regras. Se você deixou bem clara as regras do jogo, e seu anjinho, mesmo consciente delas as quebrou, use a conseqüência-responsabilização, ou o famoso castigo. Cada criança é um caso, e as responsabilizações vão desde a retirada de privilégios, pequenas privações da companhia de amigos ou pais, cancelamento de um passeio ou sobremesas. A conseqüência não precisa ser extremada ou terrível. Mas deve ser sempre acompanhada de uma explicação simples e numa linguagem acessível à criança, que deixe bem claro a relação transgressão e responsabilização. Pais não esqueçam, prometeu, execute, sempre.
· Tenham paciência, perseverança, tudo na educação leva tempo para ser interiorizado.
1 Fonte: “Limites sem trauma”, de Tania Zagury, Ed. Record – 14ª Edição
² Pedagogo. Especialista em Educação, Orientador Educacional.
Escrito pelo Topas às 14:33 0 comentários