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sexta-feira, março 09, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Day 31

Well, today was the day to raise a bed!
Yap! A bed to put some flowers - we are in spring, so, it's a good choice.
The sun was so hot, that Raquel and Ionut had to protect themselves from the sun. But that didn´t stop them.
They were picking dried leafs, wood and stones from the forest.
And one raised bed took one day to make. It was the hard and stoned soil that made the problem.
Even with a solid as a rock soil, they were able to do it!
And, while they were working, this song kept ringing in their brains!
Is permaculture musical?
And these crazy guys still had time to the a movie with a GIANT larva, what reminds me of the amazing "bear" Grills eating a larva! It still freaks me out!
Lucky larva, because Raquel is vegatarian!
Oh, and the mandarins were finally harvested.




RaisedBed1

RaisedBed2

RaisedBed3

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Projeto "Permacultura no CEA" - Ionut is here

So, today was the first day of Ionut in CEA.
I think that we'll be able to go in the same path as his expectations!
It will be a great period.
Hurray to Permaculture!
Hurray to new people here!

Welcome Ionut.
Bun venit Ionut.
Benvindo Ionut.

IonutExpectationsAndMeal

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Comida vegetariana

Sabia que 6 em cada 10 portugueses morrem de cancro, acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e enfartes? O risco médio de doenças cardiovasculares de um homem que come carne, ovos e produtos lácteos é de 45%, e de 15% para um homem que se abstém de comer carne. Contudo, o risco para um vegetariano que se abstém de carne, ovos e produtos lácteos é de somente 4%.
O risco de cancro da próstata, mama e cólon é 3 a 4 vezes mais elevado em pessoas que consomem carne, ovos e produtos lácteos, quando comparados com os que ingerem com moderação ou não os consomem. Além disso, as mulheres vegetarianas têm ossos mais fortes e menos fracturas, e perdem menos massa óssea com a idade.

Porque são os vegetarianos mais saudáveis?
Uma alimentação vegetariana equilibrada é normalmente mais pobre em colesterol e gorduras saturadas. As hortaliças, leguminosas, oleaginosas e cereais são ricos em fibras e outras substâncias naturais – fitoquímicos – que nos protegem contra o cancro e infecções. Para além disto, os vegetarianos estão menos expostos a alguns tipos de vírus, bactérias e outras substâncias implicadas no aparecimento de doenças como o Cancro, BSE e a Gripe das Aves.
Outros hábitos de vida saudável são também mais frequentes em vegetarianos. Entre estes destacam-se o exercício físico, não fumar e não beber bebidas alcoólicas.

Uma opção saudável!
A Organização Mundial de Saúde recomenda que se consuma pelo menos 500g de frutas e vegetais por dia, incluindo pelo menos 30g de leguminosas, oleaginosas e outras sementes. A ingestão regular de frutas, vegetais e cereais integrais oferece uma protecção significativa contra o cancro e as doenças cardiovasculares.
Ser vegetariano é hoje uma opção saudável para cerca de 200 000 pessoas em Portugal e para muitos milhões noutros países. Considerados, há tempos, como fanáticos da nutrição ou hippies, os vegetarianos são, hoje, muito respeitados. Nos Estados Unidos da América, por exemplo, existem mais de 16 milhões de vegetarianos.
Povos vegetarianos, como os Hunzas dos Himalaias e os Adventistas do Sétimo Dia, que se mantêm saudáveis e activos apesar da sua longevidade, contrastam nitidamente com a curta média de vida dos Inuitas tradicionais (Esquimós), que dependem largamente do que caçam e pescam.

São os vegetarianos capazes de obter todos os nutrientes de que necessitam?
Facilmente! A principal preocupação que as pessoas têm é com as proteínas. Na realidade, não há necessidade de nos preocuparmos com isso. Vejamos porquê. A dose diária recomendada (DDR) de proteínas para adultos é de 0,7g por Kg de peso, por dia (45 a 60g). A maioria das pessoas em sociedades ocidentais consome proteínas em excesso, o que pode prejudicar os rins e aumentar o risco de osteoporose! Os vegetarianos, pelo contrário, consomem quantidades mais aconselháveis de proteína. Alimentos como as leguminosas, o feijão, o grão‑de-bico, a soja e as lentilhas são ricos em proteínas e não têm as gorduras perigosas que a carne contém. Estes alimentos, quando combinados com cereais integrais (ex.: arroz integral, pão integral e massas integrais), proporcionam quantidades excelentes de proteína e de excelente qualidade.
As gorduras de origem vegetal são as mais saudáveis para o corpo. O azeite, as nozes, as amêndoas e outras oleaginosas, contêm gorduras mono-insaturadas que podem contribuir para uma redução do colesterol e da tensão arterial. Recomenda-se o consumo de 30g de oleaginosas por dia, com preferência para as nozes, amêndoas e avelãs, como parte de um plano alimentar equilibrado.
O consumo de alimentos vegetais em grande variedade proporciona as vitaminas e sais minerais necessários para uma boa saúde, incluindo o ferro e o cálcio. Recomenda-se aos vegetarianos estritos (que não consomem produtos de origem animal) que tomem regularmente um pequeno suplemento de vitamina B12. Ovolactovegetarianos que consumam ovos e lacticínios em quantidades moderadas não têm necessidade de suplementação com vitamina B12.

Mudar para uma alimentação vegetariana irá afectar o meu peso?
Se substituir a carne na sua alimentação por bolos, chocolates, batatas fritas, e outros petiscos ricos em gordura e açúcares, é natural que aumente de peso. No entanto, se comer alimentos naturais, preparados com simplicidade, sem excesso de calorias, poderá perder o excesso de peso e estabilizar a um nível mais saudável.

Como pode ser feita a transição?
Algumas pessoas podem mudar rapidamente para um regime vegetariano, mas outras fazem-no gradualmente, eliminando primeiro as carnes vermelhas, depois as aves e por fim o peixe. Outra sugestão é começar por ter um ou mais dias por semana sem carne ou peixe no seu menu. Conforme for experimentando as receitas vegetarianas, poderá aumentar gradualmente as refeições sem carne ou peixe. Se não quiser eliminar completamente o peixe e a carne da sua alimentação, reduza o seu consumo significativamente e escolha sobretudo peixe em vez de carne. Uma palavra de atenção! Por vezes há a tendência para aumentar o consumo de ovos, lacticínios e derivados (especialmente o queijo) para compensar a ausência da carne e do peixe. Isto não é necessário e poderá até ser prejudicial, pois estes alimentos são ricos em gordura saturada e colesterol.
Há vários cursos de culinária vegetariana. Frequente um curso que ofereça muitas demonstrações práticas assim como noções teóricas.
As evidências contra a carne e o peixe continuam a aumentar, como acontece contra o tabaco. A alimentação vegetariana é uma opção muito saudável e saborosa, quando adequadamente planeada. Dê o primeiro passo e comece a gozar de mais saúde.

APMP

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Projeto - Permacultura no CEA» Nabos há muitos...

... pelo menos aqui no CEA.
Sobraram da passada quinta-feira.
E o que fazer com tantos nabos?
Saber tudo sobre eles e depois arregaçar as mangas!
Aqui fica o resultado:
CONSERVA DE NABOS

Nabitos

ComoFazerConservaNabos

terça-feira, janeiro 17, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 17

De olho numa tarefa que podemos chamar, por enquanto, de "xô-parede cinzenta", dei de caras com as nossas sementeiras e outras aparições não menos vegetais. Até o musgo que foi colocado há tempos está a dar um ar da sua graça!

MusgoDeFavas

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 14

Cogumelos estufados...que delícia!
Foram os excedentes de alguém que me alimentaram!

Cogumelos

segunda-feira, outubro 24, 2011

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quinta-feira, setembro 29, 2011

Um vegano que é zombie?

Divirtam-se com os vídeos que este "zombie" nos oferece; sempre com uma pitada de veganismo!

terça-feira, setembro 20, 2011

Reportagem: veneno nosso de cada dia

Tenho visto na televisão por cabo excelentes programas sobre este tema. E é muito difícil agora, conseguir consumir seja o que for que eu não saiba as origens. Impressionante o que os fabricantes colocam na comida!



quarta-feira, agosto 17, 2011

"Freegans"

terça-feira, julho 12, 2011

segunda-feira, julho 11, 2011

A realidade cruel: exportação de gado

"Através de imagens chocantes, esta exposição revela a crueldade explosiva e terrível infligida ao gado exportado da Austrália para os matadouros da Indonésia.

Estas são as imagens que a indústria do gado não quer que você veja. Agora no norte da Austrália, os navios estão sendo preparadas para carregar milhares de animais a ser transportados para a Indonésia, onde serão engordados em confinamento e enviados para matadouros da Indonésia."


Comer bem e pagar menos? É possível!

There seem to be two major concerns battling for superiority when it comes to the subject of eating well. Firstly, everyone can agree that eating healthfully is important, but at the same time, with the increasing cost of food prices, there is a strong emphasis being put on saving money on your grocery bill. Is there a way to be able to reconcile the two?

In spite of the astronomical rise in food prices (especially in fresh fruits, vegetables, meats and dairy) there is a way to ensure that you are not only able to eat well but to spend less doing so.

Guidelines to Eating Well for Less

Cut out Convenience Foods: We are an incredibly busy society, and to help ourselves out we’ve created (and have come to depend on) ‘convenience’ foods; things that can just be popped into the microwave or that only take a few minutes to fix on the stove top. The problem is, convenience foods may be quick and easy, but they are usually quite expensive and are definitely not good for you; the list of additives and preservatives in even the most basic of ‘convenience’ foods should be enough to make anyone sick just looking at them.

Cooking from Scratch: Choosing to cook from scratch is important if you are looking to eat well. If you cook from scratch you get to choose all of the ingredients that will be in your food including seasonings and so you don’t have to worry about chemical additives or questionable food preparation methods. Cooking from scratch may seem like a daunting proposition, but it is really not as difficult as it may seem. Yes, it is going to take longer to prepare the food, but on the plus side, you will know exactly what has gone into the food you have prepared and can take pride in the dishes that you have prepared.

Prepare Ahead: One of the biggest things about convenience foods is that they are ready NOW. You can take away the sting of removing convenience foods from your diet by preparing food ahead of time. There are many dishes that can be prepared from scratch in advance and then frozen in smaller sized containers to be re-heated when a quick meal is needed. This will prevent you running out for fast food or a quick convenience food when the urge hits you.

Buy Locally: Purchasing locally grown foods can not only cut down on your grocery bill, but also on your concern as to the quality of merchandise that is being purchased. When you buy food at a large chain grocery store; even fresh foods; you really have no idea where the food came from or how long it has been on the road. Purchasing as much fresh food locally as possible can go a long ways towards your peace of mind when it comes to the quality of your food and will also help to encourage a closer sense of community between neighbors.

While there are plenty of other things that can be done to ensure that you can eat well and actually spend less money doing so, these simple guidelines can go miles toward ensuring that you can start eating better now, and actually save money in the process.

terça-feira, junho 14, 2011

Soja

Every day there is more research being released about the dangers of soy in the diet, and if you aren’t already concerned about what has been discovered, the newest research will have you looking at soy in a whole new (and not necessarily good) way. I have long stayed away from soy but sadly in March I started eating some soy and did not even realize it… the results of this little oops have been a complete nightmare, but more on that later…

A Short History of Soy
Soy is a rather mundane plant that has recently seen an eye-popping increase in popularity. While soy farming originated in China back in 1100 BC, it was not grown for humans, but for animal feed and to help build up the fertility of the soil in between other harvests. In fact, soy beans were not considered fit to eat (for humans) until the Chinese discovered a way to ferment them; a process that made them digestible.

Today you’ll see that soy – fermented soy – is part of Asian diets in things like natto, miso, tamari and tempeh. Even so, Asians eat approximately 10 grams of soy on any given day. That is the equivalent of two teaspoons of soy (and fermented soy at that), and what they do consume is used mostly as a condiment to sprinkle on or add to other dishes. Interestingly enough, there is good reason to believe that the large amounts of soy recommended to Americans by soy manufactures (about ten times of the amount of soy found in the Japanese diet) can actually be harmful to your body.

Soy – Just What Your Body Doesn’t Need
So just what is the problem with soy? Well, for one thing soy is higher in phytoestrogens than most any other known food. A phytoestrogen is a plant-based estrogen that mimics the estrogen created by the human body (large amounts in women, smaller amounts in men). While there have been studies done to ‘prove’ that the phytoestrogens are good for you, the truth is that most of the studies conducted were financed and ordered by the soy manufactures, and independent researchers have show that phytoestrogens consumed by humans who are already producing estrogen, can be dangerous to many of the body’s systems.

In fact, there is suspicion that the increasing numbers of breast cancer, endometriosis, uterine fibroids, infertility and low libido may be related to the increase in phytoestrogens. Interestingly enough each of these conditions is known to stem from unopposed estrogen (or estrogen dominance) in the body, and we’re starting our children off early by having them consume soy formula.

A frightening fact is that if a baby consumes the recommended amount of soy formula in a day, they are ingesting the equivalent of four birth controls worth of estrogen every day. This fact alone may very well account for the increasing number of young girls entering puberty before the age of ten.

Soy is Goitrogenic
A not well-known danger of soy is that it is goitrogenic, or thyroid suppressing. A goitrogen works by preventing your thyroid from getting the amount of iodine it needs, eventually leading to thyroid failure. Once the thyroid starts to fail you gain weight, begin having mood swings, get cold and tired easily and start having problems remembering details. It can turn into a right nightmare, and is not something that you want to play around with.

Soy Contains Phytates
A Phytate is an enzyme inhibitor that blocks mineral absorption at the level of the digestive tract. Phytates can be found (naturally) in all grains, seeds, nuts and legumes, all of which either need to be processed, shelled, soaked or in some other way processed in order to make them digestible, but soy contains such a high amount of phytates that it is nearly impossible to get rid of them. In fact, the only way to make soy digestible for humans is to ferment it. Fermented soy products include miso, tempeh, natto or soy sauce (tamari).

Soy Contains Trypsin Inhibitors
As if the concerns listed above weren’t enough, soy is also high in trypsin inhibitors. Trypsin is a digestive enzyme that enables us to digest protein. Without it eating protein produces all sorts of side effects such as diarrhea, bleeding and stomach cramps.

So What is the Solution? It would be very easy to say that soy should be banned as a food product, but maybe we should take a leaf from the Asian’s book and treat soy not as a staple of our diets, but as a condiment that can be eaten in small amounts, but otherwise avoided so as not to open ourselves up to the multitude of problems that too much soy in a diet can cause.

So what has my experience been? Well I found out first hand about how soy is goitrogenic. In March I did two new things… I joined a gym and started eating eating a pre-workout protein bar. I picked some up initially just to try and loved the way they tasted. I wasn’t looking for performance enhancement just something that would be good fuel for morning workouts because I struggle to have an appetite for breakfast. Eating nothing until after 2:00 PM is not a good idea anyway but eating nothing and then working out for 2 hours seemed like a really bad idea. Since I don’t usually eat much processed food other than some Chobani pineapple yogurt it never even occurred to me to read the ingredients list. I eat whole, fresh foods so I never have to! Even so, it was a total bonehead thing for me to do.

I won’t name the bar specifically since it really doesn’t matter. I have since found out that 95% of those workout/health bars are loaded with soy, as was the one I was eating. I started out eating 1 bar 3 days a week and then I started eating them daily. By the end of month two I noticed my hair was falling out. Not little strands here and there but alarming chunks. I also noticed that I had 3 consecutive and supremely awful menstrual cycles. My periods are usually very uneventful. I don’t even get cramps so I had no idea what was going on but then toward the end of the third month was looking over my SparkPeople menus from previous months and found that my symptoms coincided with my joining the gym and eating those bars. It was a light bulb moment.. thank you SparkPeople! They deserve a separate post.

Anyway, I immediately went to the ingredients listing on the bars and saw the soy. Case solved… I had been eating daily doses of unfermented soy and the plant estrogens were wreaking havoc on my body. But what exactly did they do? Well, I went to the doctor and had some blood drawn. The results were not good. I had become hypothyroid and they wanted me to take medication pronto. The goitrogenic soy combined with 3 weekly chlorine baths in the gym pool (chlorine blocks iodine receptors in the thyroid gland) had led my thyroid to malfunction.

Now I must disclose that hypothyroidism is rampant in my family… my father and older brother have it but I think a healthy diet kept it at bay for me until I royally screwed up. I have since read dozens and dozens of articles that link soy consumption to thyroid problems so I feel confident that is was the major culprit. Plus I felt great before the soy experience. Now I am kind of unsure of my next move. What I want to do is ride this out for awhile and see if a healthy diet can reverse the issue but frankly the thought of losing any more hair scares me. I tried the medication they gave me with much anxiety but stopped taking it after it made me all flushed and gave me a rash. And it made me tired which I never felt beforehand and that is what supposed to be what hypothyroidism does. Confusing much? Pharma meds and I don’t get along well and never have.

If anyone has any advice on improving thyroid function naturally I am all ears… or eyes rather. A post about that issue should be forthcoming I am sure.


Traduzido aqui.

segunda-feira, junho 13, 2011

quarta-feira, maio 18, 2011

Crudivorismo

Quando mastigamos vegetais crus produzimos 4 vezes mais serotonina...por isso os vegetais crus são um bom anti-stress.


Não é só a importancia das enzimas nem a energia que proporcionam os alimentos crus, mas sim o facto de que a Alimentação Viva ajuda os genes anti-envelhecimento, os genes anti-inflamatorios, os genes anti-cancro e os genes-anti-diabetes...


O nosso sistema digestivo é como um grande musculo se não o usamos perdemo-lo...tão simples como isso...a comida cozida é tão mole que não dá praticamente nenhum trabalho a este musculo...até a carze cozinhada fica mole e isso tudo debilita os orgãos da digestão.


Portanto para se iniciarem em comida viva tem de entender o processo como alguém que vai para um ginásio e se começa a exercitar aos poucos.

Para conseguirmos o máximo desta alimentação existem 3 ingredientes muito simples:


Em primeiro lugar os vegetais verdes que são ricos em proteina,minerais e vitaminas...eles estão na essencia de toda a vida na terra.
Uma vaca não é nem mais nem menos que um produto da erva que come (a não ser que coma ração claro...).Por tudo isto não precisamos de comer carne para criar carne.
Em segundo lugar vem a fruta. A fruta providencia o combustivel para o corpo através do açucar (natural). Açucar para que fomos preparados para consumir naturalmente.
Em terceiro lugar vem as gorduras que existem nas nozes, amendoas, abacates, etc, e que nos protegem da toxicidade do ar e nos dão saciedade.
Quando comemos gordura de origem animal, absorvemos também todos os tóxicos que o animal absorveu ao longo da sua vida. Ingerimos uma dose dupla ou tripla de pesticidas,herbicidas, etc, que o animal acumulou ao comer plantas tratadas com esses químicos. Para não falar das hormonas de crescimento, antibióticos, vacinas, etc.
Portanto a melhor forma de comer gorduras é directamente das sementes e vegetais que são ricos nas mesmas. A maioria dos mamiferos come cerca de 80% vegetação e 20% fruta.

segunda-feira, maio 16, 2011

Food Ink - porque o cuidado com a alimentação é essencial

Aqui está a primeira parte (no Youtube encontram as restantes partes):

 
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