Olá Amigos!
Bem-vindos ao meu diário na internet. Espreitem as ligações do lado direito e conheçam-me melhor, aos meus amigos e ao meu Mundo. Não se esqueçam que podem sempre deixar-me uma mensagem.
Voltem sempre e não se esqueçam de cuidar da nossa Natureza!

Topas

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quarta-feira, maio 18, 2011

Olha a enguia!

quarta-feira, abril 13, 2011

Enguia do meu coração!

Olhem quem resolveu dar um ar da sua graça:

quinta-feira, março 03, 2011

quarta-feira, dezembro 15, 2010

Bebés

O nosso aquaterrário tem bebés!
Não sei qual a espécie, mas mais tarde eles vão-nos dizer quem são.

terça-feira, setembro 21, 2010

Há dias tristes...

As minhas queridas amigas bogas, companheiras desde o início do CEA (2007) partiram a noite passada.
Estou sem palavras...

Boga

sexta-feira, junho 25, 2010

Sardinhas

Como é isto possível? Pescar sardinha à bomba?!
Notícia.

terça-feira, agosto 04, 2009

Por outro lado...

... as caminhadas e a diversão nos nossos percursos pedonais e umas horas valentes a admirar a minha desaparecida amiga enguia!
É verdade! Até fizemos um filme e tudo:



terça-feira, julho 28, 2009

Barragens e passagem de Salmões

Foram criados modelos computorizados que melhoram ou permitem a passagem dos salmões nas barragens. Ora leiam aqui (podem ler num português mal traduzido aqui). Em Portugal, mais precisamente mesmo aqui ao lado, na Barragem de Crestuma/Lever, fazia jeito às minhas amigas enguias!

quinta-feira, março 05, 2009

Meixão e a polícia!

Pude ler no Jornal de Notícias de hoje, a seguinte notícia:


Comerciantes pagavam milhares de euros por dicas sobre operações e entrega de enguias apreendidas

Três elementos de autoridades marítimas foram acusados pelo Ministério Público por corrupção e associação criminosa, num esquema relacionado com a apanha ilegal e venda de "meixão" no troço final do rio Douro.
Igualmente acusados, mas por corrupção activa, foram quatro comerciantes apontados como os principais compradores dos juvenis de enguia - cujo preço por quilo vendido para Espanha chega a atingir os 400 euros. O único suspeito que se encontra em prisão preventiva é um elemento da Polícia Marítima que prestava serviço no Porto. Os outros dois membros de autoridades marítimas pertencem à Marinha e tinham funções de fiscalização, um deles na capitania de Leixões.
O esquema foi posto em prática no início de 2007 e era simples. Segundo o MP, os comerciantes não se deixaram intimidar com a proibição da pesca do meixão, mas quiseram jogar pelo seguro. A única forma era garantir a protecção de quem tinha por missão patrulhar o rio.
Para isso, fizeram um a primeira abordagem a um dos elementos da Marinha que, por sua vez, terá levado recado ao colega e ao polícia. A ideia era avisar os comerciantes da existência de acções de fiscalização. Aqueles, por sua vez, avisariam os pescadores ao seu serviço.
Mas a "colaboração" chegava mais longe. Caberia também aos três acusados atacar a concorrência, esvaziando-lhes as redes da preciosa carga, que depois depositavam em locais pré-combinados, ao longo das margens do Douro. Uma das zonas referenciadas é aquela onde estão ancorados os barcos rabelos, na ribeira de Gaia. Os comerciantes recolhiam depois o "meixão".
Nos relatórios das patrulhas que efectuava, entre Gondomar e a foz do Douro, o agente da Polícia Marítima relatava a apreensão, mas dizia que tinha devolvido de novo o "meixão" à água. Daí que esteja acusado também pelos crimes de falsificação e peculato. Noutras ocasiões, durante as patrulhas, destruíam ou apreendiam as redes da "concorrência". Por estes serviços os comerciantes terão pago muitos milhares de euros.
Para além de outros elementos, o Ministério Público apoia-se em dezenas de intercepções de chamadas telefónicas entre os arguidos.

segunda-feira, novembro 24, 2008

Várias notícias

A - Concurso para estudantes empreendedores:

1º lugar: aqus;
2º lugar: white petrol;
3º lugar: charenvi.

Parece que o ambiente vai puxando o que de melhor a imaginação humana tem!...

B - Cabo Verde nas comemorações do Planeta Terra:

O Ano Internacional do Planeta Terra, 2008, criado pela UNESCO, compreende iniciativas desde o ano passado e que se estendem até 2009, e destina-se a sensibilizar para a importância das ciências da terra.
Benoit Tessier/ Reuters
Reduzir os riscos causados por desastres naturais ou provocados pelo homem é um dos objectos da comemorações.
Cabo Verde tem a partir de quinta-feira o seu Comité para o Ano Internacional do Planeta Terra, apresentado em cerimónia na Assembleia Nacional e que teve o apoio do Comité Português.
O Comité Português foi criado no ano passado e hoje vários dos seus membros estiveram na sessão de apresentação do Comité cabo-verdiano, para ouvir o primeiro-ministro do arquipélago, José Maria Neves, pedir à população para se unir na luta pela preservação da natureza.
Fernando Andresen Guimarães, presidente da comissão nacional da UNESCO de Portugal, explicou à Lusa, na Cidade da Praia, que a ideia da iniciativa é divulgar no mundo a importância das ciências da Terra.
Responsáveis da UNESCO e cientistas, de Portugal e Cabo Verde, vão estar nos próximos três dias na Ilha do Fogo, ensinando aos jovens de Chã das Caldeiras, na cratera do vulcão, "que mundo é aquele em que vivem" e construindo modelos de vulcões, disse o embaixador.
A visita, acrescentou, terminará com a entrega de equipamentos para a escola de Chã das Caldeiras, mas hoje já foi apresentado na Praia o "Guia Turístico da Ilha do Fogo" e lançado o livro "O tempo de pedra", do professor da Universidade de Coimbra Rui Pena dos Reis.
O livro destina-se à população em geral e não a cientistas e ensina por exemplo como se mede o tempo através dos registos nas rochas.
No mesmo âmbito, Portugal ofereceu ao Comité de Cabo Verde 180 livros nas áreas da Geologia e Mineralogia e apoia a eventual criação de um parque geológico na Ilha do Fogo.
Retirado do Expresso de 15 de Outubro de 2008



C - Aditivo verde para gasóleo dá prémio internacional à FEUP:

Solução da Faculdade de Engenharia do Porto já tem empresas interessadas na sua comercialização.
Margarida Cardoso

Alírio Rodrigues e Viviana Silva, os dois investigadores autores do projecto agora premiado
Em conjunto, dois investigadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) procuraram uma forma de tornar o gasóleo menos poluente que a gasolina. E encontraram uma solução, através de um processo flexível de síntese de aditivos verdes para redução de emissões de partículas na combustão de gasóleo.
Foi esse trabalho, desenvolvido ao longo de vários anos no Laboratório Associado de Separação e Reacção da FEUP, que lhes deu, agora, um prémio internacional na área da investigação química, no âmbito do 'IChemE Awards for Innovation & Excellence Consulting Award for Sustainable Technology'.
O projecto-piloto, da autoria de Alírio Rodrigues, catedrático de Engenharia Química da FEUP e director do laboratório associado, e de Viviana Silva, investigadora auxiliar desta unidade, vem criar um processo sustentável de produção de aditivos verdes para gasóleo, e já está patentado.
O desenvolvimento da nova tecnologia limpa para sintetizar aditivos de gasóleo atraiu já o interesse de várias empresas, mas ainda está limitado à FEUP.
O IChemE - Institution of Chemicals Engineers, uma organização internacional fundada em 1922, tem 27 mil membros em 113 países e procura, através dos seus prémios, incentivar e reconhecer a inovação e excelência da investigação na área da engenharia química.

D - Achigã no Alqueva

quarta-feira, outubro 15, 2008

Os peixes mosquito


Estão a ver esta imagem?

Agora imaginem dois peixes mosquito a fazer isto: uma espécie de rodinha de um casal destes peixes (cabeça para o rabo, rabo para a cabeça). Pois, dois dos nossos peixinhos fizeram isto. Isto quer dizer que aparecerão alevins daqui a uns dias!


Leiam este artigo interessantíssimo que fala sobre o desenho computorizado desta "dança"

quarta-feira, agosto 27, 2008

Ácido contaminou afluente do Douro que atravessa Gaia

Nos jornais de ontem e hoje a notícia de capa foi a contaminação de cerca de sete quilómetros de linhas de água em Gaia, causada pelo derrame de ácido clorídrico.

As minhas amigas bogas e enguias foram as mais sacrificadas. Os erros humanos têm sempre consequências nos pobres animais que nem se conseguem defender e na própria Mãe Natureza!

É triste, mas real.

Fica um alerta para que os responsáveis pela limpeza sejam instruidos para lidar correctamente com este tipo de acidentes.

segunda-feira, maio 05, 2008

Olha nós outra vez na televisão!


Os nossos peixes são estrelas: autênticas estrelas, não de Hollywood, mas da RTP2! Desta vez foram os ruivacos que apareceram no Biosfera. Diz-nos a DGF que o Ruivaco tem as seguintes características:

Nome científico (válido): Chondrostoma oligolepis
(outros): Chondrostoma macrolepidotum, Leuciscus aula e Rutilus macrolepidotus
Família: Cyprinidae
Autor, data: Robalo, Doadrio, Almada & Kottelat, 2005
Nomes comums: Ruivaco, Ruivaca, Pardelha-de-escamas-grandes
Distribuição Global: Endémica de Portugal
Morfologia: Espécie de pequeno tamanho com corpo levemente comprimido, perfil da cabeça ligeiramente convexa. A boca é ligeiramente infera, subterminal, arqueada e sem barbilhos. O ruivaco apresenta escamas de grandes dimensões, com uma linha lateral muito marcada geralmente com 32 a 40 escamas. A barbatana dorsal é sempre maior que a barbatana anal, sendo anterior à linha vertical da inserção posterior das barbatana pélvicas. A base da dorsal é maior que a base da anal.
Coloração: Não existe informação.
Nativa: Sim
Migrador anádromo: Não
Migrador catádromo: Não
Longevidade: 8
Tamanho máximo (cm): 15.5 CT
Maturação sexual machos: 8cm CF
Maturação sexual fêmeas: 8cm CF
Época de reprodução: Abril até meados de Junho
Habitat geral: O ruivaco ocorre preferencialmente nos troços inferiores dos rios.
Curiosidades: Inicia deslocações para as zonas mais a montante a partir de fins de Março, quando a temperatura da água varia de 13 a 16ºC. Esta espécie é parecida à Chondrostoma arcasii. A área de distribuição é em parte sobreposta. Existem grupos geográficos geneticamente distintos, que se separaram à cerca de 3 milhões de anos ou mesmo mais recentemente.
Sem estatuto de conservação definido
Factores de ameaça: Vários tipos de poluição, extracção de inertes; passagens para peixes inadequadas; introdução de exóticas; aumento da turbidez (extracção de inertes); destruição das zonas de postura por extracção de inertes; Destruição do habitat
Medidas mitigadoras: Protecção dos habitats prioritários para esta espécie. Monitorizar a qualidade da água. Criação de uma época de defeso. Promover estudos das populações de Ruivaco. Educação ambiental de forma a valorizar esta espécie.


Para os verem na TV, é só clicarem neste link. Então boa curta metragem e um viva aos nossos famosos peixes!

segunda-feira, abril 28, 2008

VENHA CÁ FREGUÊS!

VENHA VER O PEIXINHO FRESQUINHO! Aqui.

E porque não dar um pezinho de dança, já que amanhã se comemora o Dia Mundial da Dança? Uma dança aquática...





Porque nem só os nosso peixinhos são "famosos":


no site da FAPAS
Até amanhã, num mercado mais perto de si!

sexta-feira, abril 18, 2008

No British people but they can speak english!

Um tabuleiro de jogo bem verdinho: é a cor da Natureza! Espero que tenham gostado desta pequena aventura, no vosso Green Day!

Aqui estão as vossas fotografias:

Richie: em resposta à tua pergunta, eu e as meninas estivemos a pesquisar nos nossos livros do CEA, nomeadamente o "Peixes dos Rios de Portugal" do Carlos Almaça, e em duas fontes na internet muito importantes (Carta Piscícula Nacional da DGRF e as fichas de espécie do ICN). Então, em todos estes documentos refere o Ruivaco (Chondrostoma oligolepis) como uma espécie endémica lusitânica (Portuguesa). Esta espécie piscícula só existe em Portugal.
Ambos estavamos errados: nem é endémica da Península Ibérica, nem existe em França! Espero ter esclarecido qualquer dúvida. Qualquer coisa, deixa aqui um comentário para podermos falar sobre este assunto.

E como disse o Richie, aqui fica o registo do presente divino que nos foi enviado:

quinta-feira, março 20, 2008

Biosfera - e finalmente aparecemos na TV com os nossos peixes-mosquito

Peixes mosquito ou gambúsias.



As informações da DGF são as seguintes:
Nome científico (válido): Gambusia holbrooki (outros) Gambusia affinis
Família: Poeciliidae
Autor, data (Agassiz, 1859)
Nomes comums: Gambusia, Gambusino
Distribuição Global: Ocorre na costa este dos Estados Unidos; Todos os continentes; Na Peninsula Ibérica ocorre em praticamente todas as bacias
Morfologia: Espécie de reduzidas dimensões, com barbatana caudal homocerca e abertura bocal dorsal com a maxila inferior proeminente. Os machos apresentam na barbatana anal com o 3º e 5º raios transformados em orgão copulador. Corpo é acentuadamente mais estreito para trás da barbatana anal. As fêmeas geralmente são de maiores tamanhos que os machos e com o ventre mais dilatado.
Nativa: Não
Migrador anádromo: Não
Migrador catádromo: Não
Longevidade: 1+ (Machos), 3+ (Fêmeas)
Tamanho máximo (cm): 4 (Machos) 7 (Fêmeas)
Maturação sexual machos: 2.4-2.9 (6 semanas)
Maturação sexual fêmeas: 3.9-4.2 (6 semanas)
Época de reprodução: Abril/Maio-Setembro/Outubro; Abril a Setembro (Guadalquivir); Sado: Abril a Setembro (postura); Sudoeste Espanha: Maio a Setembro;
Nº médio de ovos por fêmea: 32 embriões; Guadalquivir - 44 embriões; Ebro: 39 embriões Habitat geral: A gambusia vive em troços de águas lentas e temperadas, com abundante vegetação e abaixo dos mil metros. Suporta águas muito contaminadas, elevadas temperaturas e baixos valores de oxigénio.
Alimentação: Esta espécie consome pequenos animais aquáticos (zooplâncton) nomeadamente, copépodes, cladóceros, ostrácodes e rotíferos, afídeos, colêmboles, isópodes, anfípodes e adultos de dípteros. A gambusia alimenta-se também de hemípteros, himénopteros e aracnídeos. Curiosidades: São ovoviviparos sexualmente muito precoces e fecundos. Espécie introduzida nos cinco continentes com fins ornamentais e para controlar indirectamente algumas doenças transmitidas por mosquitos. No entanto o efeito controlador sobre os mosquitos parece ser reduzido. Podem atingir densidades elevadas mais de 11000 por hectare. Foi introduzido em Espanha em 1921 e em 1931 detectado no rio Sorraia, Tejo.
Sem estatuto de conservação definido
Medidas mitigadoras: Tem um efeito negativo sobre espécies nativas que ocupam o mesmo habitat
Localizações: aqui
Referências principais: Doadrio, I. (2001), Atlas y Libro Rojo de los Peces Continentales de España


Sim, as fotografias são péssimas, mas foi o que se pôde arranjar. Espreitem o nosso lindo aquaterrário na TV. Uau! O filme está aqui.

Agora xauzinho que eu vou ali dar a novidade aos "mosquititos" e alimentá-los. Resta-me apenas desejar uma óptima Páscoa a todos! Até Segunda-feira!

terça-feira, março 04, 2008

"Paços" para o conhecimento

Estes 7 jovens ensinaram-me hoje novos passos. Todos juntos descobrimos o que é Malária (isto tudo porque os peixes-mosquito foram introduzidos nos nossos rios para comerem as larvas dos mosquitos que transmitem a malária). Deixo aqui o registo fotográfico.

Ah! E fui ver o que era o arsénio (ou menino de casaco amarelo :-P). Eu sabia: é um elemento químico!
Gostei muito de vos conhecer e espero mesmo que tenham gostado e aprendido coisas novas.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

O Peixe-Mosquito ou Gambúsia

A olhar para o aquaterrário do CEA, lembrei-me de falar dos peixes mais pequeninos que por aqui andam e que fazem as delícias das crianças que visitam o CEA: os peixes-mosquito.


Espécie originária da América do Norte. Foi introduzida na bacia do Tejo nos finais da década de 20 do século XX com o objectivo de combater a malária, porque se acreditava que esta espécie se alimentava fundamentalmente de larvas dos mosquitos vectores do agente da doença.
Identificação: Coloração acinzentada com minúsculos pontos negros dispersos pelo corpo e pelas barbatanas. Boca súpera e barbatana dorsal muito recuada, sendo posterior à barbatana anal. Acentuado dimorfismo sexual, alguns raios da barbatana anal são mais alongados nos machos, transformando esta barbatana num órgão copulador. As fêmeas têm um ventre proeminente e são maiores que os machos.
Habitat: Prefere águas calmas, de substrato arenoso, pouco profundas e com vegetação aquática. Podem ser encontradas em rios e nas zonas marginais das albufeiras. Toleram baixas concentrações de oxigénio, altas temperaturas e elevados níveis de poluição orgânica.
Reprodução: Alcançam a maturidade sexual aos poucos meses de vida. Após um ritual de corte em que os machos perseguem as fêmeas ocorre a fecundação que neste caso é interna. Cerca de um mês após a fecundação as fêmeas, consoante o seu tamanho, dão à luz 20 a 70 crias. Num ano podem reproduzir-se até 4 vezes.
Alimentação: Alimentam-se essencialmente de larvas de insectos e de outros pequenos invertebrados.

Retirado deste site.

Curiosidade: a gambúsia foi introduzida pelo Homem nas nossas águas para combater a Malária, já que estes alimentam-se de larvas de mosquito (que transmite a doença Malária).

terça-feira, novembro 27, 2007

Afinal quem é a "cegonha" dos peixes?

A maioria dos peixes são dióicos, ovíparos, a fertilização dos óvulos é externa e não existem cuidados parentais. Nas espécies que vivem em cardumes, as fêmeas desovam nas próprias águas onde os cardumes vivem e, ao mesmo tempo, os machos libertam o esperma na água, promovendo a fertilização. Em alguns peixes pelágicos, os ovos flutuam livremente na água – e podem ser comidos por outros organismos, quer planctónicos, quer nectónicos; por essa razão, nessas espécies é normal cada fêmea libertar um enorme número de óvulos. Noutras espécies, os ovos afundam e o seu desenvolvimento realiza-se junto ao fundo – nestes casos, os óvulos podem não ser tão numerosos, uma vez que são menos vulneráveis aos predadores.

(Ruivaco e Pimpão no aquaterrário do CEA-AdDP)

quinta-feira, novembro 01, 2007

E o meus amigos peixes estão a ficar famosos!

Os jornalistas do programa Biosfera da RTP estiveram no CEA para filmarem alguns peixes que moram no nosso Aquaterrário. Os bilhetes de identidade do Pimpão, do Ruivaco e do Peixe-Mosquito foram explicados pela Dra. Ana Jervis Cunha. Para os poderes conhecer melhor, vem ao Centro de Educação Ambiental ou então fica atento à televisão e espreita este programa dedicado ao ambiente.
Aqui fica o registo fotográfico dessas horas de filmagem:

 
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