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quarta-feira, setembro 14, 2011

Viagens "internéticas"

Com este tempo maravilhoso, não há resistência possível a um almoço ao ar livre!
O Rio refresca os pensamentos, a música enche as bocas de letras e sonoridades diferentes, os visitantes tiram dúvidas e aproveitam o que este local tem de melhor para dar. Ai... que bom!
Enquanto isso, e porque o trabalho espera lá dentro, encontrei uns dados bem interessantes na net. Se não, vejam:

Os lindos e maravilhosos crocos tornam-se tratadores de cancro. Eu bem digo que o herbalismo é o futuro!

Mais umas instruções para a construção de um forno solar, aqui.

A solidariedade na arquitectura.

A República Checa com casas "verdes".


That's all folks!

terça-feira, março 01, 2011

Planeta Azul com tons de verde

Aqui fica uma entrevista à minha querida amiga Ema Magalhães no Planeta Azul:

16/02/2011
“Decidi-me a mudar, todos os dias, um comportamento menos amigo do ambiente”
Carlos Teixeira Gonçalves
Há listas e listas. Há listas que servem para organizar a sua vida (como a do supermercado) e listas que só servem para aumentar a frustração (1001 filmes para ver antes de morrer, 1001 livros ...). A lista de Ema Magalhães é feita para o transformar numa pessoa mais amiga do ambiente e está disponível num blogue chamado “365 coisas que posso fazer... para diminuir a minha pegada ecológica”.


Como surge o blogue “365 coisas que posso fazer... para diminuir a minha pegada ecológica”?

Na verdade já tinha um blogue “começado”, porque queria aprofundar os meus conhecimentos sobre uma vida mais sustentável, mas estava em banho-maria. Depois encontrei o livro da Vanessa Farquharson (Dormir nu é ecológico) e entusiasmei-me com o conceito. Comprei o livro, li-o e fiquei desapontada... Porque estava à espera de respostas, sugestões práticas e não as encontrei. Mas encheu-me de vontade de seguir o seu exemplo – apesar de tudo, apresentava uma lista inspiradora com 366 medidas – e só por isso valeu a pena. Renomeei o blogue e decidi-me a mudar, todos os dias, um comportamento ou um hábito menos amigo do ambiente, e a relatá-lo: primeiro para mim, para me “obrigar” a cumprir a minha resolução, e para outras pessoas que também procurassem soluções mais amigas do ambiente. Mas estava convencida que me manteria no meu círculo de amigos e conhecidos...

A sua pegada ecológica era muito grande ou, simplesmente, achou que devia ajudar os outros a diminuir a deles?

Até não era muito grande (1,53 “Terra”, o que quer dizer que se toda a gente vivesse como eu, seria preciso um pouco mais de uma Terra e meia...), comparada com a pegada média dos portugueses (2,23 “Terra”), que por sua vez não é das piores... Mas para mim já era o suficiente para não me sentir bem comigo própria. E esta foi a minha motivação, reduzir o mais possível o meu impacto no nosso planeta. Porque impacto vamos ter sempre, não é? Ainda que só respirássemos. O facto de poder contribuir para que outras pessoas mudassem hábitos foi, simultaneamente, um incentivo extra e uma responsabilidade. Nunca pensei que o “365 coisas que posso fazer...” chegasse a tantas pessoas. E gostava de deixar aqui um agradecimento profundo a todas as pessoas que seguem o blogue, a página no facebook, que me questionam, me esclarecem, me inspiram, sugerem assuntos, partilham experiências.

No seu dia-a-dia, que tipo de coisas evita fazer para não prejudicar o ambiente?

Prefiro dizer “faço” a “evito fazer”. “Evitar” tem uma conotação negativa, de que me estou a privar de algo, a fazer um sacrifício... Sinto que ao longo destes meses tenho modificado não só os meus hábitos, mas a minha perspectiva dos outros, do mundo que me rodeia, de mim até. Descobri que ainda tenho um longo caminho a percorrer. É todo um modo de vida que se reajusta, com implicações mais profundas do que parece. Mas é uma mudança positiva. Passei de alguém que pensava que já “fazia tudo o que vem nas listas dos comportamentos verdes” (reciclar, poupar água e energia), para alguém que sabe que antes do reciclar – e até do reutilizar – está o reduzir, que poupar água é muito mais do que não deixar a torneira a correr e que para poupar energia não basta desligar as luzes ao sair de uma divisão. Alguém que todos os dias põe em prática e procura novas formas de aplicar estas “regras”. Como já disse algures no blogue, é como um vício, mas um vício bom (ainda que tal seja contraditório). Não vou dizer que não há dias em que me apetece esquecer tudo. Há. Nesses dias digo a mim própria, em voz alta: “A ignorância é uma benção...” E como me soa ridículo, contrário à minha natureza, passam-me logo “os azeites”...

Qual das 189 medidas que inseriu até agora tem sido a mais difícil de pôr em prática?

Hummm... Coser e tricotar... Sempre fui meio maria-rapaz e sou boa a “carpinteirar” (o hobby do meu pai) mas fugia a sete pés das minhas avó e tia que me queriam prendada... Ainda não lhe tomei o gosto. Também não gosto muito de apanhar o lixo dos outros, ainda que ande sempre com umas luvas para esse fim. Agora no Inverno tomar o duche com a água mais para o fresquinho (apesar de saber que é bom para a minha saúde)... Também tenho andado frustada porque uma das nossas gatas resolveu fazer greve à serradura, começou a deixar “presentes” em locais menos próprios e tivemos que voltar a comprar areia “má”. Estou a ver se lhe passa a crise da adolescência...

Pode revelar qual é a próxima ideia que vai adicionar ao “365 coisas...”? O que vai ser a número 190?

Vou falar sobre passadeiras: automóveis, peões, ciclistas... Por acaso foi uma sugestão lançada por um leitor. Como disse anteriormente, são indispensáveis!

Quando chegar às 365 entradas vai desistir? Já pensou no futuro do blogue?

Nos primeiros cinco meses deste desafio consegui manter o ritmo a que me tinha proposto – uma resolução e um post por dia. Depois coisas boas aconteceram na minha vida, mas deixaram-me menos tempo para me dedicar ao blogue. Também me tornei mais minuciosa, pesquisando cada tema quase até à exaustão antes de escrever. Senti-me mais responsável por tanta gente ler os meus textos. Andei angustiada durante uns tempos, até que me convenci, com a ajuda de quem partilha comigo o dia-a-dia, a relaxar mais, a aceitar um novo ritmo. Também quero que as pessoas percebam que, ao contrário da Vanessa, eu não me dediquei a este desafio com o apoio financeiro do jornal/editora e não fazendo mais nada. Continuo com os meus trabalhos, encaixando o blogue na minha vida “normal”. Da mesma maneira que não previ nada do que aconteceu até agora, não faço a mínima ideia – e ainda bem – do que virá. A minha resolução mantém-se (ainda que modificada): mudar 365 coisas na minha vida de modo a reduzir a minha pegada ecológica e continuar a partilhar as minhas “aventuras” com quem segue o desafio. Depois logo se verá!

sexta-feira, junho 11, 2010

Grupo de 'Biologia Evolutiva em Portugal'

Em Setembro de 2005, foi criada uma rede informal entre os biólogos evolutivos portugueses, trabalhando quer em Portugal quer no estrangeiro. O objectivo foi o de melhorar a comunicação no seio desta comunidade, de forma a tomarmos conhecimento dos trabalhos desenvolvidos e dos eventos que se realizam na área.

Foi realizado um primeiro Encontro Nacional de Biologia Evolutiva em Dezembro de 2005, que reuniu colegas de todo o país e vários portugueses trabalhando no estrangeiro, que aproveitaram a sua viagem de férias a Portugal para também participar. Desde então um encontro tem vindo a realizar-se todos os anos (alternando entre Lisboa e Porto), tendo já ocorrido cinco encontros.

Existe um sítio na internet onde podem ver o historial do grupo e dos encontros, incluindo aceder aos programas de anteriores encontros, assim como hiper-ligações relevantes, incluindo ligações para vários grupos de investigação que trabalham em Biologia Evolutiva em Portugal
http://biologia-evolutiva.net/
Foi também formada uma lista electrónica «Biologia Evolutiva em Portugal», que conta com mais de 200 membros, e que serve para coordenar os encontros, divulgar eventos (conferências, defesas de tese, bolsas, etc.), e discutir temas relacionados com a biologia evolutiva. Para inscrição no grupo basta visitar
http://groups.google.com/group/biologia_evolutiva
É fundamental que esta lista se actualize por forma a manter a sua eficácia na comunicação entre colegas. Solicita-se assim a todos os que, directa ou indirectamente fazem a sua investigação em temáticas relacionadas com esta áera integrativa de toda a Biologia, que se inscrevam no grupo.
Margarida Matos

Professora Auxiliar com Agregação
Centro de Biologia Ambiental; Departamento de Biologia Animal
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Edifício C2 - Piso 1, sala 2.1.41, Lab 2.1.30
Campo Grande 1749-016
Lisboa Portugal
Phone +351 96 807 24 31

quarta-feira, março 03, 2010

terça-feira, janeiro 26, 2010

Permacultura

Hoje, nas minhas viagens pela internet, encontrei este fórum: Permacultura Portugal - Cuidar da terra, cuidar das pessoas, partilhar justamente. Lá podemos encontrar um livro que nos explica os fundamentos da permacultura. Explorem, pois vão ver que vale a pena.

quinta-feira, janeiro 21, 2010

As religiões e a ecologia

When the pope says, "respect creation," people are going to listen. And over the past few years, religious figures representing all faiths have been increasingly spreading the same message to the 85 percent of the world's population that holds religious beliefs. From Ecumenical Patriarch Bartholomew, the leader of the Eastern Orthodox Church, to the Akal Takht, the highest temporal authority in Sikhism, spiritual leaders have been telling their followers that protecting the environment is their moral and religious duty. Here are eight ways members of religious groups are paying heed.

1. Campaigning for Climate Action
Though a faction of evangelical Christians has been notoriously cold to the climate change issue -- with some even calling it a "distraction" from "the great moral issues of our time," such as abortion, abstinence, and same-sex marriage -- other members of the same faith have been pressing the government to do more about global warming since at least 2006. "This is God's world, and any damage that we do to God's world is an offense against God himself," the Evangelical Climate Change Initiative, a group of more than 85 Christian leaders, wrote in its call to action. The U.K.-based development charity Christian Aid has been one of the loudest voices for change, with members marching on the London Stock Exchange, biking to Copenhagen, and beaming climate-justice slogans onto a power-station cooling tower to get that message across.

2. Building LEED-Certified Houses of Worship
With its reclaimed-wood exterior, recycled cinder blocks, and sunflower-husk cabinets, the synagogue of the Jewish Reconstructionist Congregation in Evanston, Illinois, is the country's first religious building to achieve the highest LEED rating from the U.S. Green Building Council. But it won't be the last. Ten U.S. congregations are already LEED-certified and more than 50 have applied for approval for their green churches, synagogues, chapels, seminaries, and other houses of worship. Eco-friendly changes at the the Prestonwood Baptist Church in Plano, Texas, to give just one example, have helped the congregation cut its yearly gas and water bill in half. "It was about making a sacred statement. If we were going to talk the talk, we needed to walk the walk," said Rabbi Brant Rosen of the Evanston synagogue. "The whole process forced us to look at our values in a deeper way."

3. Making Religious Rituals Lighter on the Earth
Like just about everything else we do, religious rituals can have a not-so-positive impact on the earth, one that members of various faiths are working to alleviate with clever updates on holiday traditions. Concerned that the palm leaves used on Palm Sunday are contributing to overexploitation of forests in Central America, more than 1,000 churches are now distributing sustainably harvested "eco-palms." Likewise, awareness about the water pollution caused by the dunking of plastic and plaster-of-paris idols into rivers as part of Hindu festivals celebrating Ganesha Chaturthi and the warrior goddess Durga has sparked a return to natural clay figurines colored with natural pigments that dissolve quickly and more harmlessly.

4. Greening Ramadan and the Hajj
Any event that brings 3 million people to one place offers plenty of opportunity for improved environmental practices, and the holy Muslim pilgrimage to Mecca, known as the hajj, is no exception. Our friends over at Green Prophet have reported that a variety of measures are being taken to green the hajj, including the creation of a fast train linking Saudi Arabia's holy cities, Mecca and Medina, with its largest port. Medina is additionally "reducing exhaust emissions for public transport, and reducing the number of plastic bottles used by pilgrims by improving the quality of tap drinking water."

Islam's holiest month of the year, Ramadan, is also getting a green makeover, with Chicago mosques using the holiday to educate Muslims about environmental issues, increased attention to the use of healthy and organic foods at fast-breaking meals in Jordan and Turkey, and a global online movement to use the holy month as an opportunity "to care about our environment, the earth, animals, and our health, practice positive and healthy habits, to make a positive impact, and make a difference."

5. Bringing Environmentalism to the Dinner Table
Going "eco-kosher" is a growing trend for American Jews, who are increasingly using organic and local foods at Sabbath dinners and other meals to "elevate their practice of Judaism" by making ethical eating choices. A controversy over a kosher slaughterhouse has also prompted the creation of a new kosher certification, Magen Tzedek, or shield of righteousness, that protects workers and the environment, and a boost in consumption of kosher grass-fed beef.

In related developments, a Jewish Farm School in Israel and the U.K.-based group Operation Noah are both promoting sustainable, self-sufficient agricultural practices, while Hindu temples are developing their own gardens and British Quakers are "implementing a strict food policy at the Quaker headquarters including total food recycling, a 35 percent increase in organic produce, and 40 percent of food sourced from greater London."

6. Saving Energy in Mosques
The Koran verse calling Allah "the light of the heavens and the earth" is reflected in the extensive use of lighting in mosques -- a beautiful architectural feature that's also a big energy drain. Mosques in Turkey, however, are reducing electricity costs by up to 65 percent by replacing conventional bulbs with energy-saving versions. The country's Religious Affairs Directorate is additionally establishing policies to save energy on heating and cooling, as well as ways to conserve water. Mosques in Manchester, the United Arab Emirates, Singapore, and Mumbai are also employing energy- and water-saving techniques including maximizing natural light, incorporating solar panels, installing low-flow taps, and harvesting rainwater.

7. Building Solar-Powered Temples
Hindus around the world are being urged to "openly bless environmental causes" and make their temples more environmentally friendly -- a call that some are already heeding. The BAPS Shri Swaminarayan Mandir temple and cultural center being developed in Chino Hills, California, will be entirely powered by a 60 kW solar system that returns electricity to the grid. The complex's design also incorporates solar tube lighting and extensive tree planting. Meanwhile, the Sri Venkateswara Temple in Tirupati, Andhra Pradesh, India -- perhaps the most-visited pilgrimage location in the world -- now uses solar-cooking technology instead of diesel generators to prepare some 30,000 meals per day.

8. Turning Vice into Virtue
In what's likely the most visually stunning example of religious groups going green, Buddhist monks from Thailand's Sisaket province collected a million beer bottles to build the beautiful Wat Pa Maha Chedi Kaew temple, an intricately patterned mix of green Heineken and brown local Chang beer containers. Even the washrooms and the crematorium are built of bottles. Buddhists from New York to Japan are also talking, in person and online, about how to use their practices to live lower-impact lives in harmony with nature.

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Estive nas minhas pesquisas...

... e encontrei este texto com o qual me identifiquei bastante. Pelo menos, aqui em casa, eu a Tupilde pasamos estas informações aos nossos filhotes:

Ganhar menos para viver melhor ou simplicidade voluntária
By We Are Not Tyical - WANT

Os adeptos do decrescimento («downshifters» ou «downsizers») [literalmente, desaceleradores ou retardadores] vivem nas grandes cidades, nas pequenas e até no campo. Existem em todas as gerações e profissões, mas a maioria pertence às classes médias ou altas. Falam de liberdade, de redescoberta dos prazeres simples, de bem-estar, de harmonia. Sabem que menos pode ser mais. Talvez alguns sejam nossos vizinhos. Com a subida dos preços da alimentação, o peso das energias nos orçamentos e o espectro sempre presente da derrocada do mercado imobiliário, toda a gente poderá, em breve, ter de se esforçar por viver melhor com menos.
No livro “Affluenza” [termo que designa o “complexo de opulência”] Clive Hamilton, director do Australia Institute, ligado à esquerda, define assim os adeptos do decrescimento: são “indivíduos que procedem a uma mudança voluntária e a longo prazo do seu modo de vida, o que passa por rendimentos menos elevados e uma diminuição do consumo” e que aspiram a uma vida com mais sentido. Libertos do jugo da rotina capitalista, trabalham menos, gastam menos dinheiro e de modo mais construtivo.
O bem-estar, seja no sentido moral ou como forma de prazer, foi o que levou Niki Harre e o marido, Keith Thomas, ao decrescimento na sua vida familiar. Keith, que trabalhava como artista, está a lançar a sua actividade: plantação e manutenção de hortas e pomares na região de Auckland. Niki é psicóloga na Universidade de Auckland.
Ambos têm em conta as grandes repercussões sociais e ecológicas de tudo o que compram ou consomem e isto traduz-se num decrescimento progressivo. “Basta ler um artigo sobre os malefícios dos copos de plástico para deixarmos de os utilizar", explica Keith Thomas. Niki especifica: “Furamos o esquema, mas com remorsos”.
Ter um comportamento que respeite o ambiente não é difícil nem penoso, garantem. “Sob certos aspectos, é mais complicado do ponto de vista prático. É preciso avaliar tudo o que fazemos. Temos que assentar num enquadramento sólido para determinar o que fazemos. Isso torna tudo mais claro”, reconhece Niki Harre. “Desperdiçamos a vida nos pormenores... Simplifiquemos, simplifiquemos”, escrevia Henry David Thoreau, muito antes de terem aparecido os primeiros adeptos do decrescimento.
Em 1981, Duane Elgin criou a expressão “simplicidade voluntária” para definir a atitude dos indivíduos que querem viver melhor com menos, consumir de forma responsável e fazer uma avaliação das suas vidas para estabelecer aquilo que é importante e o que não o é. Longe de ser uma renúncia geral ao materialismo, uma visão romântica da pobreza ou até uma privação auto-infligida, a filosofia da simplicidade voluntária consiste em viver de acordo com os meios e os valores de cada um.
Niki Harre e Keith Thomas têm vindo a intensificar as suas práticas ecológicas: só consomem ovos de galinhas criadas ao ar livre, passaram de dois automóveis para um, vão trabalhar de bicicleta, resistem à tentação de renovar tudo. Na mesinha baixa da sala, há dois livros: “The Rough Guide to Climate Change» [manual sobre as alterações climáticas, da célebre colecção de guias de viagem Rough Guides, não editado em português] e “The Ethics of What We Eat” [A ética do que comemos, Rodale Books, também sem edição portuguesa]. Por trás da casa, a horta de Keith Thomas está luxurian­te. “Parecemos um bocado apanhados, mas somos completamente normais”, brinca Niki Harre.
Os dois filhos mais novos de Niki e Keith vão para a escola de bicicleta. Ambos já foram atropelados, mas escaparam com simples arranhadelas. A maioria das vezes, Niki também faz de bicicleta os seis quilómetros que a separam do local de trabalho. A família pertence ao SALT, sigla de «slower and less traffic» [trânsito mais lento e menos intenso], associação de bairro com mais de 200 membros. Objectivo? Melhorar a segurança nas ruas.
Nild e Keith recusam-se a levar os filhos ao outro extremo da região para as actividades

extra-escolares. Ao contrário do seu vizinho, que fez 55 quilómetros de automóvel para levar o filho a um jogo de futebol.
O nosso ritmo de vida está sempre a acelerar. É preciso trabalhar mais para podermos consumir cada vez mais. Mas há quem esteja cansado do stress diário e da febre consumista e tenha decidido agir. (…) São indivíduos que optaram por fazer uma pausa na corrida louca em que se transformara a sua vida e que estão dispostos a trocar dinheiro por tempo.
Não se tratava de dizer adeus ao mundo do trabalho, antes de começar por fazer semanas de 30 horas em vez de 40. A perda de rendimentos é compensada por uma vida mais modesta e por uma forma de consumo revista em baixa, outra das ideias-chave do movimento.
Comprar uma casa grande com alguns amigos.
Utilização comunitária do automóvel.
Para festejar um acontecimento, organizar uma refeição em que cada um leva um prato, em vez de ir ao restaurante. São estas as recomendações dos defensores da simplicidade voluntária.
O facto de o movimento incentivar um modo de vida que respeita mais o ambiente também agradou a Jörgen Larsson, que tem o cuidado de sublinhar, no entanto, que não se trata de uma nova versão da vaga ecológica, que defende o regresso à terra e a auto-suficiência. Pelo contrário. Os adeptos do movimento consideram que a vida nas cidades tem uma série de vantagens: não se perde tempo nos transportes, usa-se menos o carro e poupa-se no aquecimento de uma casa grande no campo, quase sempre dispendioso, e que consome muita energia.
Nos Estados Unidos, muitos adeptos da simplicidade voluntária verificaram que os seus próximos mostravam indiferença ou cepticismo em relação ao seu novo modo de vida. Um deles teve mesmo de fingir que tinha um segundo emprego, para escapar às perguntas daqueles que se espantavam por o verem sair tão cedo. “
Jörgen não encara a ausência de perspectivas profissionais como um sacrifício. As suas ambições são outras, explica. Trata-se, sobretudo, de ter influência sobre o mundo.



Anna Lagerblad
in Courrier Internacional, Fevereiro de 2008
via SNPC

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Estive mais uma vez na internet...

... e a ler a National Geographic deste mês.
Aprendi imenso sobre os Hadza. Ora vejam:

OS HADZA

Os Hadza são caçadores-recoletores que vivem no Norte da Tanzânia, situados nas margens do Lago Eyasi. Também são conhecidos por Tindiga ou Kindinga mas rejeitam tais nomes por considerar que são depreciativos e discriminatórios. O seu território faz parte de 3 distritos administrativos, pertencendo cada um a uma região diferente.
A sua organização social pode ser estudada através das suas relações económicas estabelecidas com os seus vizinhos pastores e agricultores (estes consideram os Hadza como inferiores). Os Hadza sempre foram caçadores-recolectores e orgulhosamente o afirmam; apesar de mais recentemente o seu estilo de vida se ter modificado um pouco.
O seu ambiente ecológico, é dominado pela savana seca do Este de África, o que influencia a sua economia e as relações sociais e políticas. O seu território é considerado como infestado por causa das moscas tsé-tsé (responsáveis pela propagação de doenças), do escasseamento de água potável e por níveis de precipitação baixos, o que faz com que seja impossível a prática da agricultura. Os acessos são quase inexistentes e todos estes factores contribuiram para que eles se mantivessem em relativo isolamento ( comunidades encapsuladas) do resto das outras sociedades, excepto dos vizinhos.
A sua organização económica é rudimentar baseada na subsistência e não existe uma mentalidade de acumulação, pelo menos a longo prazo. É uma sociedade que dá importância à partilha e ao poder da igualdade.


Uma breve caracterização histórica:

Durante a colonização receberam muitos refugiados entre eles de outras sociedades de pastores e agricultores seus vizinhos por estes estarem em conflito com os colonizadores alemães e ingleses que, no entanto, ignoravam os Hadza.
Mas entre 1927 e 1939 a administração britânica fez um esforço no sentido de os forçar a estabelecerem-se como agricultores com vista a transformá-los em cidadãos “úteis”. A ideia era utilizar a mão-de-obra e ensiná-los a trabalhar nas colheitas da agricultura. Tais tentativas levaram ao aparecimento de muitas doenças na comunidade. O contacto com outros povos foi considerado perigoso e foi necessário o reforço da sua política de minimização do contacto. As tentativas falharam, e eles foram abandonados pois o Governo achou melhor não gastar mais dinheiro num grupo que não se conseguia sedentarizar e que não produzia nada de útil.
Desde a década de 60, os Hadza vivem em pequenos acampamentos nómadas deslocando-se todas as duas ou três semanas. Mas com os processos da independência, em 1964 surgiram novas tentativas para voltar a restabelecê-los em novos locais. O Governo da Tanzânia adoptou uma política de sedentarização de modo a se estabelecerem e aumentarem a colheita, a agricultura e a pastorícia. Foram construídas casas, escolas e uma série de infra-estruturas, para melhor os ajudar nesse processo. O Estado disponibilizou uma grande área para eles porem em prática essas actividades. A comida era-lhes dada até conseguirem produzir o suficiente para se alimentarem e terem acesso a água canalizada (algumas torneiras pela povoação).
Isto despertou a inveja das sociedades vizinhas pois queriam ter as mesmas regalias sociais. De repente o novo território tornou-se bastante atractivo para outras sociedades. Algumas pessoas das sociedades vizinhas começaram a fazer-se passar por Hadza para acederem aos serviços, à alimentação, etc.
O projecto teve bastante sucesso mas a verdade é que isso aconteceu devido à facilidade com que os Hadza obtinham comida. Essa era umas das únicas razões para estes não quererem voltar à natureza. Em 1972, quando a comida começou a escassear, devido a políticas internas, grande parte voltou para o seu território de origem. Então, os falsos Hadza mantiveram-se nos povoados e foram eles que beneficiaram das infra-estruturas.
A falha de todas estas tentativas levou as autoridades nacionais a olharem para esta sociedade como condenada, que devia ser deixada até se extinguir.


Mobilidade e estabelecimento:

Os Hadza ao longo da sua história fizeram um esforço para manterem o seu modo de vida face a grandes pressões para os mudar e para se sedentarizarem. A sua mobilidade não é apenas o modo de melhorar o acesso à comida, à água e outras matérias que necessitam mas, também, funciona como um modo de prevenção de doenças (abandonam a áreas onde as pessoas tenham tido doenças ou tenham morrido). A composição dos acampamentos é flexível, os movimentos são constantes dentro dos grupos.
Devido às pressões exercidas pelas autoridades da Tanzânia para se estabelecerem muitos deles acolheram essas políticas para acederem aos benefícios cedidos pelo Governo. Contudo, muitos continuaram a sua vida nómada, apesar dos seus movimentos serem agora mais restritos (resultado da perda de terras), o que afecta de um certo modo, a sua organização social e económica.


Organização política e social:

Os grupos de caçadores-recolectores são pequenos que normalmente são facilmente conqusitados. É o caso dos Hadza que tiveram de se render aos seus vizinhos apesar de terem armas bastante eficientes (arcos, setas, machado). O poder dos seus vizinhos era superior.
Segundo o antropólogo James Woodburn as suas fronteiras confrontam-se com diferentes culturas, e isso nunca os deixou viver em plena paz, e além disso, existe outro ponto que ameaça a sua estabilidade e integridade, que foram os caçadores “outsiders” atraídos pela imensa caça do seu território.
A ideologia Hadza dá principal importância tanto à igualdade como ao status entre os homens. Não têm grandes hierarquias de poder, pois, denota-se a ausência de chefes ou mesmo líderes.
Na sua organização política não existem grandes regras que delimitam a sua estabilidade no fundo a comunidade é regida por todos de forma igualitária, devido sobretudo, ao nomadismo. Segundo James Woodburn a organização social dos Hadza, está inserida num sistema de “immediate – return”, em que os grupos são flexíveis e mudam constantemente a sua composição.
Isto permite-lhes grande mobilidade - cada um caça ou recolhe o que quiser, durante o tempo que quiser. Não há grande dependência de pessoas específicas para satisfazer as necessidades básicas do grupo. Neste sistema as actividades estão mais orientadas para o presente dentro do qual as suas ferramentas e armas são simples e, não existe rendimento pessoal ou bens considerados económicos.
Consideram-se como uma comunidade muito unida baseada na divisão e reciprocidade. Para muitos estudiosos estes inserem-se na “lei da hospitalidade”. Morgan compara essa lei com o comunismo primitivo como substância final da igualdade. Pode-se dizer que os Hadza consideram-se uma grande família, pois tratam todos os outros como parentes. Por isso, a escolha individual e autonomia pessoal é respeitada entre eles.
Homens e mulheres, usualmente, tomam a decisão acerca de com quem casarão. A residência, depois do casamento, é matrilocal, sendo, assim um modo de preservar a solidariedade feminina que é muito importante na vida das mulheres depois de casarem. O casamento (ou melhor a ausência do mesmo) tem sido um factor de declínio desta sociedade. Têm vindo a perder raparigas na idade de casar; o movimento tem sido de saída e não de entrada devido à impossibilidade de pagar o elevado preço pela noiva (lobolo) e além disso, são tidos como tendo um estatuto social inferior ao das outras sociedades, logo poucas raparigas querem casar com um Hadza.
No contexto religioso, os homens e mulheres são diferenciados. Muitas das cerimónias são realizadas separadamente. Os homens, assim que possível, são logo iniciados na comunidade igualitária dos homens na qual eles têm direitos e privilégios. Entre eles mantêm segredos sobre as mulheres e crianças. Por outro lado, as mulheres também têm os seus segredos sobre os homens. A circuncisão feminina é organizada apenas pelas mulheres e é vista como matéria inteiramente delas (existem indicações de que hoje em dia as mulheres podem escolher entre fazer ou não a circuncisão).
Os rituais na maioria estão associados à caça. Contudo, têm um ritual muito importante, o “Esperne Dance” - é um acontecimento executado na escuridão nas noites sem luar. Considerado indispensável para o seu bem-estar e pode ser interpretado como uma cerimónia de reconciliação entre homens e mulheres.


Organização económica:

A estigmatização dos grupos de caçadores-recolectores afecta a natureza das trocas. Inseridos num sistema de “immediate-return” (retorno imediato), asseguram o seu modo de vida e a sua sobrevivência sem grandes dependências dos vizinhos. Apesar de obterem destes produtos como tabaco, metal para setas, facas e machados, roupas, farinha, isto pode revelar que estão dependentes dos seus vizinhos mas na realidade não é essa a verdade, no entender de J. Woodburn.
A sua subsistência provem de tudo o que a natureza oferece - fazem a recolha e caça de alimentos para o próprio dia ou para alguns dias seguintes. Os produtos são para si próprios e negoceiam apenas os excedentes porque não costumam trabalhar para os seus vizinhos de forma a evitar compromissos para com os outros. Na obtenção de um ou outro bem podem depender dos seus vizinhos mas isso não significa que há grandes relacionamentos entre eles. Tentam evitar o estabelecimento de relações de troca muito fortes para não se criar uma dependência entre eles e para não estarem sujeitos a uma dominação por parte dos seus vizinhos. Dentro do seu sistema de produção e de transacção tentam evitar compromissos, por isso, estabelecem relações efémeras para evitar grandes dependências.
A sua alimentação é constituída à base de raízes selvagens, mel, carne de animais, batata doce, etc. A procura de comida leva a que haja uma divisão sexual do trabalho, em que homens ficam encarregues da caça e as mulheres da recolecção (raízes, plantas, frutos, insectos). É relativamente fácil obterem alimentos. Mas existem tipos de comida que rejeitam, como répteis, certos insectos, peixe, moluscos, etc. Em contrapartida dão especial valor ao mel. A carne é partilhada com as pessoas do acampamento, não é apenas reservada ao caçador e à sua família; acreditam fortemente que se deve partilhar sem esperar recompensa – pode ser entendido como altruísmo. Normalmente, na caça não usam armadilhas sendo necessário mais agilidade e pratica diária com maior esforço.
Alguns Hadza, agora trabalham fora dos acampamentos ou estão ocupados com o comércio. Não lutam para se adaptar à modernidade como se tivessem ficado presos no passado, eles são um povo esperançoso no futuro e, por enquanto, auto-suficiente.
Conseguiram escapar à marginalização imposta pela exploração agrícola e industrial ocupando áreas que não servem para essas actividades. Isso não significa que a sua qualidade de vida seja miserável. A sua dieta é bastante equilibrada e estão menos sujeitos a fomes do que os povos vizinhos. Como não têm que trabalhar muito sobra-lhes tempo para o lazer, para a vida social e ritual.
Hoje em dia enfrentam graves crises que abala a sua continuidade. Provavelmente, eles terão de recorrer à prática da agricultura e da criação de gado para poderem sobreviver (como deseja o Governo). Contudo, resistem à mudança porque acreditam que o seu modo de vida”primitivo” é melhor do que a “civilização”.

quinta-feira, dezembro 31, 2009

2010 - quase quase...

O que desejamos para 2010?
Que se pense antes de agir. Pensar nos outros, pois todas as acções têm reacções.
Que se enfrentem os desafios como futuras conquistas.
Que se vivam os dias intensamente.
Que as actividades sejam brilhantes nas suas filosofia e concretização.
Que os esforços tenham sempre um objectivo concreto.
Que a meditação faça parte dos nossos dias.
Que a paz seja conquistada.



E a propósito da meditação e do contacto com o nosso EU, lembrei-me de um texto que li há uns dias na internet.

"A ÉTICA PROFISSIONAL COMO TRADUÇÃO DO AMOR"

Prof. Emerson Barros de Aguiar, doutor em Filosofia pela Universidad de Zaragoza (Espanha), Escritor e Professor Universitário em João Pessoa (PB).

"Alguém pode não saber ler ou nunca ter ouvido falar de ética, mas só será feliz se for ético. Ética não é uma condição que a gente tem de atender para agradar a empresa ou ao chefe; não é recitar códigos ou doutrinas. Ética é o que fica da vida que levamos, das coisas que fazemos todo dia, agora; é o saldo que resta em nosso coração das ações que praticamos.

Não se pode aprender ética apenas em livros ou em aulas e, menos ainda, em palestras. Ela está lá no Evangelho de Jesus: no Sermão da Montanha e em muitas outras passagens. Mas não é difícil encontrar a ética dentro de nós, saber o melhor caminho a seguir.

A felicidade de comercial não é sustentável. A satisfação dos cartões de crédito, do consumo, dos vícios ou da corrupção... A felicidade que tira dos outros, diminui muito mais de nós mesmos. Isto não é moralismo, não é pieguice, é realidade! “Ignorante” é o nome dado por Sócrates a quem ainda não sabe disso. Todo mundo vai descobrir que o mal não vale a pena, que o egoísmo não constrói nada, só estraga, destrói. De uma maneira ou de outra vai descobrir isso.

A boa vontade será a melhor maneira e a decepção, a pior... Não precisamos sofrer tanto para aprender que a vida é muito mais ajudar e compartilhar do que competir, ferir e derrotar. Quem tem o coração cheio de amor, tem ética, naturalmente.

Ética é não estar preocupado com a reputação, mas com o caráter.

O comportamento espontâneo, generoso e fraterno, é ético.

Quando a ética não é uma escolha, mas um dever imposto pela consciência, isto é ética.

Quando estamos empenhados em dar o melhor de nós e não em sermos os primeiros, isto é ética.

Quando nos esforçamos para ter bondade e não para aparentar bondade, isto é ética.

Quando o cuidado com os sentimentos dos outros lapida a dureza das palavras, isto é ética.

Quando olhamos para os outros e nos colocamos no lugar deles, quando vemos Deus nos outros, isto é ética.

Quando perdoamos, deixando espaço livre na nossa memória para paisagens de ternura e humanidade, isto é ética.

Quando descobrimos uma qualidade nova em alguém de quem não gostamos, isto é ética.

Quando identificamos em nós algum defeito e enxergamos como a vida é maravilhosa, isto também é ética.

Quando não nos vingamos de quem nos prejudicou, mesmo tendo a oportunidade ideal, isto é ética.

Quando olhamos os filhos dos outros como nossos próprios filhos e os empregos dos outros como o nosso “ganha-pão”, isto é ética.

Quando sabemos que o dinheiro, o conforto, a posição ou o status de que desfrutamos são apenas privilégios e não direitos, pois podem nos ser tirados a qualquer momento pelo infortúnio, pelo imponderável ou pela morte: isto é ética!

Quando aquilo em que acreditamos não é expresso como uma declaração de princípios, mas sai da nossa boca como poesia, isto é ética!

Quando somente conseguimos conspirar pela felicidade dos outros, isto é ética.

Quando sabemos que o amor pela pedra, pelo inseto, pela planta, pela brisa e por todas as coisas, que a ação em benefício de alguém que nem conhecemos e que a gratidão pela vida são tesouros permanentes, isto é ética.

Quando sentimos que o amor invadiu cada sílaba que pronunciamos, cada lembrança, cada gesto, olhar e tarefa, enfeitando o templo do coração com as flores do bem, isto é felicidade..."

NOTA:
A Meditação é um estado que promove auto-conhecimento, pois reconhece como mutável os padrões de comportamento, crenças e valores internos adoptados pela sociedade, educação e familiares. E também é um estado que reconhece como imutável a serenidade natural do Ser por trás de todos pensamentos, sentimentos e sensações.

segunda-feira, maio 11, 2009

Sustentabilidade em forma de festa

Foi aqui que eu li sobre o Whole Earth Festival.

E devíamos festejar a vida todos os dias. Leiam e interiorizem.

terça-feira, abril 14, 2009

quarta-feira, abril 01, 2009

Quinta das Águias

Para conheceram bons projectos.

Aqui está um que merece toda a minha atenção: Quinta das Águias.


A Quinta das Águias acolhe vários animais resgatados de serem abatidos para consumo humano, nomeadamente galinhas, patos, ovelhas e coelhos. Para além disso, também acolhe em FAT animais protegidos pela Associação Animais de Rua.
É um espaço de 6 hectares, situado em Paredes de Coura, onde se respira paz, tranquilidade e respeito pela Natureza e por todos os animais.
Para além das suas actividades de auxílio animal, a Quinta das Águias recebe e promove eventos e retiros de vários tipos, uma vez que dispõe de instalações para alojar cerca de 16 pessoas (mais algumas se for em regime de campismo).
No Blog, poderão encontrar também receitas vegetarianas, fotografias dos vários animais acolhidos pela quinta e notícias sobre os eventos realizados.

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

sexta-feira, novembro 21, 2008

Este sítio nos outros sítios

Já visitaram o Miudagem? Vale bem a pena ler pessoas que escrevem sobre o que sentem e sobre o que se passa por aí no que respeita aos mais pequenos. Naveguem!

quarta-feira, novembro 05, 2008

Ligações "verdes" na internet

Como tornar todos os dias Dia da Terra? Seguindo estes conselhos.


Ser-se "verde" será assim tão difícil?

- it's easy being green;
- Julia Roberts e Sandra Bullock;
- equipa verde;
- mais um freegan secreto;

quarta-feira, julho 18, 2007

Do velho pode-se fazer novo!

Encontrei este site na internet. Está muito engraçado: dá-nos ideias para podermos fazer coisas novas com objectos que supostamente iriam para o lixo!
Ora espreitem lá (é só clicar nos números para irem vendo ideias novas): umdenken.

 
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