Alguns parâmetros físico-químicos que indicam a qualidade da água - parte II
Não é uma sequela, é apenas um novo grupo de alunos desta escola!
Parece que de manhã me esqueci de referir que no nosso aquaterrário existe o musgo da água (Fontinalis antipyretica). E a este grupo fiz um desafio: qual a diferença entre colocar as gorduras numa garrafa plástica e posteriormente no contentor de resíduos sólidos e neutralizar as gorduras numa garrafa com detergente e depois tratar esse produto como se fosse água (enviá-lo pela cano da pia abaixo)?

Amigos, a enguia e os peixes mosquito mandam cumprimentos!
E não se esqueçam que as plantas são essenciais num aquaterrário para oxigenação da água e que o pH pode ser explicado com um limão e com leite!
Fico à espera dos vossos comentários.
Fiquem bem.

Depois de uma "viagem" pelo Rio Paiva, na qual poderam conhecer as toupeiras de água e o seu habitat, os vários tratamentos que a água do Rio Douro sofre na Estação de Tratamento de Água de Lever e as várias formas de poupança de água, puderam conhecer o nosso aquaterrário (ictiofauna, vegetação aquática e vegetação ripícola) e aprender a manutenção realizada ao mesmo. Nessa manutenção ficaram a conhecer os parâmetros físico-químicos que são medidos e que indicam a qualidade da água do aquaterrário (pH, nitratos, nitritos e amónia). Assim, souberam a diferença entre a qualidade da água para suporte da vida aquícola e a da água para consumo humano (referência aos Decretos de Lei nº 236/98 e 243/2001): 
