terça-feira, setembro 27, 2011
segunda-feira, setembro 19, 2011
terça-feira, setembro 13, 2011
terça-feira, julho 12, 2011
quarta-feira, maio 18, 2011
Efemérides
E por agora, estamos no Mês Internacional da Doula, na queda das sementes (no que respeita ao calendário antigo)e hoje comemora-se o Dia Internacional dos Museus.
UFA!
Acontecimentos bonitos e significativos, não?
Escrito pelo Topas às 14:17 0 comentários
Vacinação - A verdade oculta
Muita gente pergunta o que fazer em relação a vacinas. Ficam aqui uma série de vídeos para ver e pensar...
Excelente documentário australiano de 1998, mostrando dados e fatos surpreendentes e pouco conhecidos ou divulgados sobre o que pode ser talvez um dos maiores erros da história da medicina e ao mesmo tempo um dos maiores golpes já perpetrados na sociedade humana.
"De acordo com as informações baseadas no estudo de revistas médicas qualificadas, escritas por vacinadores, as vacinas não previnem doenças, elas causam doenças. Elas tornam as pessoas vacinadas mais suscetíveis à doença que a vacina supostamente vai prevenir e a várias outras infecções bacteriológicas e virais. As vacinas causam alergias, sensibilidade a alimentos e a substâncias químicas, sendo que a relação causal entre a aplicação de vacinas e os efeitos colaterais observados é irrefutável. Quer seja dano cerebral ou morte, está tudo bem documentado." Dra. Viera Scheibner
Escrito pelo Topas às 13:30 0 comentários
terça-feira, maio 03, 2011
Mães de Transição
As Mães de Transição nasceram em Novembro de 2010 da solidão de uma mãe que percebeu que essa solidão era uma ilusão.
Então começou a alastrar por cada vez mais mães a certeza de que somos imensas mães superficialmente diferentes, mas com valores muito parecidos.
Embora inspiradas no movimento da transitionnetwork.org e na proposta ética da flor da permacultura proposta por david Holmgren, as Mães de Transição são um movimento próprio, com uma lógica própria e que se baseia em princípios de Fraternidade, Ecologia, respeito pelas crianças, respeito pela dignidade das pessoas, Maternidade, Vida, Evolução e Autonomia.
Então resolvemos confiar na nossa sabedoria, na nossa inteligência. Resolvemos que havia razões para confiar no futuro, porque temos instrumentos humanos mais do que suficientes para encontrar soluções.
Só não conseguiamos implementar essas soluções porque estavamos demasiado sós. Demasiado sempre em torno das nossas vidas demasiado cheias e ao mesmo tempo com enormes vazios.
Isso acaba quando encontramos as Mães de Transição.
Aqui estamos juntas. Somos uma. Estamos aqui para o que der e para o que vier.
Somos gente criativa, confiante, forte. Somos gente que transforma o medo em imaginação e a solidão em certeza de que precisamos nos cercar das pessoas certas, das relações certas, da envolvente certa, nutritiva e reciclada; onde as nossas ideias possam frutificar e causar impacto considerável pelas mães do país fora.
E porque somos Mães, e não pais, ou famílias...
Todos têm espaço, e podemos incluir as nossas famílias em actividades e iniciativas.
Mas muitas de nós sabem o que é ser o centro de toda uma estrutura familiar. O suporte moral em torno do qual giram as crianças, giram as dinâmica de cada casa.
E é por isso que precisamos de saber o que andamos a fazer. Saber quem somos. Saber qual é o nosso lugar, o nosso papel.
É preciso muita coragem para ser mãe.
isso todas sabemos.
Nas Mães de Transição queremos ao mesmo tempo nutrir a terra, poluir menos, consumir menos, partilhar mais, fazer mais coisas em união humana, unimo-nos em laços de amizade que um dia serão como laços de uma família escolhida. Procuramos agir, mas também transformamos as nossas casas em casas onde é bom viver e onde a vida do planeta é protegida.
Fazemos a nossa parte nos nossos ecossistemas naturais, e humanos.
Procuramos criar bom ambiente em toooodos os sentidos :)
E onde queremos começar por ter o melhor ambiente, é aqui mesmo: No nosso coração de mãe.
Com apoio. Com companhia. Com enquadramento. Com carinho e com fé em nós mesmas.
Isto são as Mães de Transição.
Somos nós.
Cada uma à sua maneira, ao seu ritmo, à sua maneira.
Sempre por prazer. Por ser bom.
Como ser mãe deve ser.
Abraço amigo
Sofia
Escrito pelo Topas às 17:03 0 comentários