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terça-feira, abril 24, 2012

sexta-feira, fevereiro 03, 2012

terça-feira, janeiro 17, 2012

Sem religiões ou em todas elas: a solução no Mundo é...

Budismo – “Não machuque os outros para que isso não te traga dor” (Udanavarga 5.18)

Cristianismo - “Em tudo, faça aos outros o que gostaríeis que fizessem por ti; pois esta é a lei” (Mateus 7:12)

Hinduismo – “Não faça aos outros nada que, se fosse feito a ti, te causaria dor” (Mahabharata 5.1517)

Islamismo – “Nenhum de vocês é um verdadeiro fiél até que desejem aos seus irmãos o mesmo que desejam para vocês mesmos” (Sunnab)

Jainismo – “Na felicidade e na tristeza, na alegria e no sofrimento, nós devemos cuidar de todas as criaturas da mesmo forma que cuidamos de nós mesmos” (Lord Mahavir 24º Tirthankara)

Judaísmo – “Aquilo que é odioso para você, não faça para os outros seres humanos. Esta é a lei, todo o resto é comentário” (Talmud, Shabbat 3 l a)

Xamanismo – “A humanidade não teceu a rede da vida. Nós somos apenas um fio dentro dela. Qualquer coisa que nós fizermos para a rede, nós faremos para nós mesmos” (Chefe Seattle)

Xintoismo – “Seja caridoso com todos os seres, pois o Amor é a representação de Deus” (KO-JI-KI Hachiman Kasuga)

Sikhismo – “Não crie inimizade com ninguém, pois Deus está dentro de todos” (Guru Arjan Devji 259. Guru Granth Sahib)

Taoísmo – “Veja o ganho de seu vizinho como seu próprio ganho, e veja a perda de seu vizinho como sua própria perda” (Tai Shang Kan Ying P'ien)

quinta-feira, outubro 13, 2011

quarta-feira, agosto 17, 2011

As plantas e os seus benefícios

Um pouco "americanizado", mas o conceito passado é importante:

terça-feira, agosto 02, 2011

Baleia "agradece" aos homens que a salvaram

Uma baleia, que se encontrava em risco de morrer, foi libertada das redes de pesca por três homens e "agradeceu" o resgate com uma exibição deslumbrante de saltos. Veja o vídeo

Um grupo de observadores de baleias deparou-se com o animal preso nas redes, na costa da Califórnia, e decidiu entrar na água para ajudar o animal.

2011-07-18
Uma baleia, que se encontrava em risco de morrer, foi libertada das redes de pesca por três homens e "agradeceu" o resgate com uma exibição deslumbrante de saltos.
Um grupo de observadores de baleias deparou-se com o animal preso nas redes, na costa da Califórnia, e decidiu entrar na água para ajudar o animal.

Michael Fishbach, um dos observadores, mergulhou na água e com algum esforço começou a cortar as redes que prendiam as barbatanas e a cauda da baleia. "A visão desta enorme criatura presa e tão perto da morte foi quase esmagadora", afirmou o observador.

Os três homens, que estiveram cerca de uma hora de volta do animal a tentar libertá-lo, conseguiram por fim retirar todas as redes de nylon que prendiam a baleia.

O desempenho dos observadores permitiu a libertação da baleia que começou rapidamente a nadar premiando, durante a hora seguinte, os que a salvaram com um deslumbrante espetáculo de mergulhos e saltos.

quarta-feira, maio 11, 2011

Comportamentos:

As referências e valores que orientam nossos comportamentos na sociedade poderiam se resumir em uma única regra presente em diversas tradições religiosas e culturais:

Na tradição cristã: “E, como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós também”. Evangelho de S.Lucas 6:31

Budismo: “Não prejudique os outros de maneiras que você mesmo julgaria prejudiciais”. Udanavarga

Judaísmo: “Aquilo que é odioso para você, não imponha aos outros”. Talmud, Shabbat 31ª

Hinduísmo: “Nenhum de vocês será fiel até que deseje para seu irmão aquilo que deseja para si mesmo”. Sunam

Confucionismo: “Não faça aos outros aquilo que não gostaria que lhe fizessem.” Analectos

Nessa única regra, está presente valores como respeito, compaixão, justiça, solidariedade, altruísmo, valores que devem ser cultivados no seio familiar e nas escolas desde os primeiros anos de vida.

Abraço fraterno
Ana Lúcia Machado

quarta-feira, maio 04, 2011

Conexão com a Natureza:

Também necessitamos da natureza para que nos mostre o caminho de volta a casa, o caminho da saída da prisão de nossas mentes. Dependemos da natureza não só para nossa sobrevivência física .

Nos esquecemos o que as rochas, as plantas e os animais já sabem . Nos esquecemos de ser: de ser nós mesmos , de estar em silencio , de estar onde está a vida: Aqui e Agora .

Dirige a tua atenção a uma pedra , a uma árvore ou a um animal, não significa “pensar neles ”, senãosimplesmente percebê-los , tomar consciência deles.

Ao perceberes isto , tu também entras em um lugar de profundo repouso dentro de ti mesmo . Então eles te transmitem algo de sua essência . Sente o profundo que descansas no Ser, completamente unido com o que és e com onde estás.

Quando caminhes ou descanses na natureza , honra esse reino, permanecendo nele plenamente. Serena-te . Observa. Escuta .

Observa como cada planta e animal são completamente eles mesmos . A diferença dos humanos, não estão divididos em dois . Não vivem através de imagens mentais de sí mesmos , e por isso não têm que se preocupar em proteger e potenciar essas imagens .

Todas as coisas naturais , além de estar unidas consigo mesmas , estão unidas com a totalidade das coisas . Não se afastaram da totalidade reclamando uma existencia separada: o “Eu”, este grande criador de conflitos .

Tú não criaste teu corpo , e tampouco és capaz de controlar tuas funções corporais . Em teu corpo opera uma inteligência maior que a mente humana. É a mesma inteligência que sustenta tudo na natureza . Para acercar-te ao máximo a essa inteligência , seja consciente de teu proprio campo energético interno, sente a vida, a presença que anima o organismo.

Quando percebes a natureza tão só através da mente, do pensamento , não podes sentir sua plenitude de vida, seu ser. Únicamente ves a forma e não o ser consciente da vida que a anima, do misterio sagrado. O pensamento reduz a natureza a um bem de consumo, a um meio de conseguir benefícios , conhec imento , ou algum outro propósito prático

Observa, sente um animal, uma flor , uma árvore , e veja como descansam no Ser. É uma harmonia , uma sacralidade que além de compenetrar a totalidade da natureza , também está dentro de ti.. Cada um deles é ele mesmo . Têm uma enorme dignidade, inocência, santidade . No momento em que vês além das etiquetas mentais, sentes a dimensão inefável da natureza , que não pode ser compreendida pelo pensamento.

A respiração é natural. O ar que respiras é natural, como o próprio processo de respirar Dirige a tua atenção a tua respiração e veja que não és tú quem respira.


Conecta com a natureza de modo mais íntimo e interno percebendo tua própria respiração e aprendendo a manter nela tua atenção . Esta é uma práctica muito saudável , curativa e energizante . Produz uma cambio de consciência que te permite passar do mundo conceitual do pensamento ao da consciência incondicionada.

Necessitas que a natureza te mostre e te ajude a reconectar com teu Ser. Não estás separado da natureza . Todos somos parte da Vida Única que se manifesta em incontáveis formas em todo o Universo, formas que estão , todas elas , completamente interconectadas.

Quando reconheces a santidade, a beleza, a incrível quietude e dignidade que existe numa flor ou numa árvore, tu acrescentas algo a essa flor ou a essa árvore .

Pensar é uma etapa na evolução da vida. A natureza existe em uma quietude inocente que é anterior ao surgimento do pensamento . Quando os seres humanos se aquietam , vão além do pensamento . A quietude que esta além do pensamento, contém uma dimensão superior de conhecimento , de consciência .

A natureza pode levar-te a quietude . Este é o seu presente para ti. Através de ti, a natureza toma consciência de sí mesma . Quando percebes a natureza e te unes a ela no campo da quietude, se enche de tua consciência . Este é o teu presente para a natureza . É como se a natureza estivesse estado esperando durante milhões de anos por isso .

2012 vem aí ou já está a acontecer?

Estas teorias só me fazem pensar que a solução dos nossos problemas passa pela acção em comunidade.

Ai que me dói o dente!

Quais serão as formas naturais para se curar uma dor de dentes?
Com cristais, com almofadas, com camomila, ...
Vejam tudo o que podem fazer aqui.

terça-feira, maio 03, 2011

Mães de Transição

As Mães de Transição nasceram em Novembro de 2010 da solidão de uma mãe que percebeu que essa solidão era uma ilusão.
Então começou a alastrar por cada vez mais mães a certeza de que somos imensas mães superficialmente diferentes, mas com valores muito parecidos.
Embora inspiradas no movimento da transitionnetwork.org e na proposta ética da flor da permacultura proposta por david Holmgren, as Mães de Transição são um movimento próprio, com uma lógica própria e que se baseia em princípios de Fraternidade, Ecologia, respeito pelas crianças, respeito pela dignidade das pessoas, Maternidade, Vida, Evolução e Autonomia.

Então resolvemos confiar na nossa sabedoria, na nossa inteligência. Resolvemos que havia razões para confiar no futuro, porque temos instrumentos humanos mais do que suficientes para encontrar soluções.
Só não conseguiamos implementar essas soluções porque estavamos demasiado sós. Demasiado sempre em torno das nossas vidas demasiado cheias e ao mesmo tempo com enormes vazios.
Isso acaba quando encontramos as Mães de Transição.

Aqui estamos juntas. Somos uma. Estamos aqui para o que der e para o que vier.

Somos gente criativa, confiante, forte. Somos gente que transforma o medo em imaginação e a solidão em certeza de que precisamos nos cercar das pessoas certas, das relações certas, da envolvente certa, nutritiva e reciclada; onde as nossas ideias possam frutificar e causar impacto considerável pelas mães do país fora.

E porque somos Mães, e não pais, ou famílias...
Todos têm espaço, e podemos incluir as nossas famílias em actividades e iniciativas.
Mas muitas de nós sabem o que é ser o centro de toda uma estrutura familiar. O suporte moral em torno do qual giram as crianças, giram as dinâmica de cada casa.
E é por isso que precisamos de saber o que andamos a fazer. Saber quem somos. Saber qual é o nosso lugar, o nosso papel.
É preciso muita coragem para ser mãe.
isso todas sabemos.

Nas Mães de Transição queremos ao mesmo tempo nutrir a terra, poluir menos, consumir menos, partilhar mais, fazer mais coisas em união humana, unimo-nos em laços de amizade que um dia serão como laços de uma família escolhida. Procuramos agir, mas também transformamos as nossas casas em casas onde é bom viver e onde a vida do planeta é protegida.
Fazemos a nossa parte nos nossos ecossistemas naturais, e humanos.
Procuramos criar bom ambiente em toooodos os sentidos :)

E onde queremos começar por ter o melhor ambiente, é aqui mesmo: No nosso coração de mãe.

Com apoio. Com companhia. Com enquadramento. Com carinho e com fé em nós mesmas.


Isto são as Mães de Transição.
Somos nós.
Cada uma à sua maneira, ao seu ritmo, à sua maneira.
Sempre por prazer. Por ser bom.
Como ser mãe deve ser.

Abraço amigo
Sofia

quinta-feira, abril 07, 2011

Puxa para cima essa energia...

... porque é mesmo o que Mãe Gaya está a necessitar: muita e boa energia. Juntem-se a nós:

quarta-feira, abril 06, 2011



quinta-feira, março 17, 2011

Ética e ambiente

As vossas comunidades modernas confiam fortemente na tecnologia alimentada por energia eléctrica, por combustíveis fósseis ou nucleares.
Vocês verão muito rapidamente como estas sociedades se desfazem. Muitos de vocês esperam que uma vasta gama de produtos alimentares e outros estejam sempre disponíveis nas lojas, e isso permite-lhes ter uma longa gama de produtos alimentares, de todos os cantos do mundo. Então, não é preciso muita imaginação para perceber que quando as cadeias de abastecimento são cortadas por terramotos, vulcões e todo o tipo de catástrofes climáticas, irão provocar alguns grandes buracos nas prateleiras dos vossos supermercados.

As pessoas têm que saber que a sua sociedade nunca foi concebida para ser um incentivo ao lucro, mas sim para ser espiritual.
(…)
onde para muitos de vocês o dinheiro e riqueza tornaram-se o vosso verdadeiro Deus, para além da imaginação de muitos de vocês. Tragicamente, muitas pessoas pensam que isso é normal, que são como as coisas devem ser e se eles subiram até o topo da pilha, eles estão fazendo muito bem, obrigado. Mas é claro que isto é a custa de todos os outros, então as alavancas e os botões de controle deste sistema frágil vão ser retirados e é minha intenção de assumir o controle total sobre o vosso planeta e ver a Lei Divina aplicada como deveria ter sido, (…).


Encontrei este texto na internet e decidi partilhá-lo com todos. Há que VER com outros olhos as nossas realidades.

segunda-feira, maio 03, 2010

A espiritualidade da permacultura

From an interview with Starhawk:

“Permaculture began as a way to imitate the relationships found in nature in order to design human communities and agricultural systems. As Star tells us in this interview, two Australians — Bill Mollison and David Holmgren — discovered many of the principles of permaculture while studying the Tasmanian rainforest. Their interest began when they started to ask questions like “Why is the rainforest thriving when no one is pruning it, spraying it for bugs, or fertilizing the soil? How does it care for itself? And why couldn’t we grow food for humans in the same way that the rainforest provides for itself?”

According to Star, Bill and David developed a set of ethics and principles based on what they discovered about natural systems. The ethics are quite straightforward: 1) Care for the Earth, 2) Care for people, and 3) Care for the future a) by sharing the surplus, b) by returning what you have to the land, and c) by limiting your consumption. These ethics guide the way permaculture implements its principles and creates and designs its systems.

According to Starhawk, permaculture’s many principles derive from one overarching understanding, namely that we should look at systems and relationships rather than at separate, isolated objects. This is also the core of Pagan philosophy and indigenous spirituality. For example, the Lakota say “Ho mitakuye oyasin,” meaning “all our relations,” a saying that indicates many times a day that we are a part of an interconnected whole. Within the Goddess movement, we also view life as a set of relationships. It’s our relationship with the natural world that sustains our lives, and it’s the relationships within nature that sustain the biodiversity, abundance, and beauty in our world.

Permaculture’s principles can be easily deduced, according to Starhawk, if you ask a few basic questions: For example, where are things in relationship to each other? If systems are designed to create the right relationships, Star told me, it saves a lot of energy, a lot of material, and a lot of human effort. So, for instance, if you catch water high enough up in your landscape, you won’t need to pump it. Or if you place your garden near your house, you will be able to tend it as you walk through it during the course of your day. And if you place those plants that need the most tending closest to your house, you’ll notice their needs and take care of them in a timely maner. One of the sayings of the permaculture movement is that if your woodpile is between the house and the outhouse, you’ll be able to bring in a few sticks at a time and never have to burden yourself with the heavy task of fetching wood.

Another good question from the perspective of permaculture is when things happen in relation to each other. Using the example of a garden again, you need to prepare the ground first, before you plant any seeds. Then the seeds can take root and thrive. This principle doesn’t just apply to gardens, Star told me, but is a sound economic standard as well. We need businesses to become rooted in our communities and become responsible to them. We desperately need these moral values at this time in history as a counter to climate change and to the oppressive aspects of globalization. Local institutions will not deplete our energy resources as quickly as those located far away. And instead of extracting wealth for shareholders who live someplace else, our businesses will be accountable and serve the needs of their own communities and provide a decent livelihood for the people work for them.

Another permaculture principle Starhawk talked about is catching and storing energy. The sun showers us everyday with energy, and if we can catch it, store it, and reuse it, that provides us with abundance. We can capture sunlight with solar panels, but we can also absorb it in the plants we grow and eat. This principle can also be translated into an economic concept. It’s easy to see that it’s not the number of dollars that come into a community that generates wealth, but how often they recirculate before they leave the area.

In nature, there’s no waste, Starhawk went on to say. When one thing dies, it feeds another. In fact, even one creature’s excretions can become another creature’s resource. Permaculture has developed a corollary to this natural principle, namely that pollution is an unused resource. Star’s example highlighted this concept. Sewage can be a tremendous pollutant, she said, but when dealt with properly, it can become a great source of nutrients. Millions of children die every year from water contaminated by sewage, but in reality, it’s not hard to deal with human waste. It’s only dangerous when it’s flushed away in water that then can’t be used for other purposes. Star tells her students that there’s nothing easier than building a composting toilet that can turn that lethal substance into a natural fertilizer that can then help grow crops or trees. What’s so interesting is that when we start to learn these things, we realize that there’s a cycle of destruction that we can turn around, creating a cycle of regeneration and rebuilding instead. “The problem is the solution,” Star said, quoting another permaculture saying.”

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Amigos dos animais

No dia 1o de fevereiro de 2010, às 11 horas da manhã, Dr. Marcel Benedeti, médico veterinário, escritor e defensor dos animais, desencarnou, em São Paulo, aos 47 anos. Dr. Marcel Benedeti lutava contra um câncer de fígado.
Ele era vegetariano e dedicou a vida aos animais e à conscientização das pessoas sobre a necessidade de tratar todas as espécies com respeito e compaixão. Além de seu trabalho como médico veterinário, Dr. Marcel escreveu diversos livros sobre os animais na ótica espírita, bem como participava do programa “Nossos Irmãos Animais”, na Rádio Boa Nova.
No programa da Rádio Boa Nova, único no gênero, mostrava os animais como seres inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles. Com o programa, Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós.
Marcel, ainda na tentativa de ampliar a consciência nas pessoas, criou uma associação (ASSEAMA), que tem como objetivo educar por meio de cursos, que envolvem o aprendizado da ética no trato com os animais. Por intermédio da associação, Marcel conseguiu arrecadar rações e medicamentos, distribuídos aos animais carentes, contribuindo assim para salvar milhares de vidas animais.
Certo de que a educação é o caminho correto para uma vida melhor e mais digna aos animais e pessoas, Marcel Benedeti defendia que, ampliando o seu pequeno projeto de educação ética, se ampliariam os horizontes da dignidade humana para com os animais. Seu objetivo era ver os animais sendo tratados com dignidade e respeito, pois acreditava que um crime cometido contra um animal possui a mesma gravidade de um crime cometido contra uma pessoa.
Marcel Benedeti publicou os livros:
- Todos os Animais Merecem o Céu;
- Todos os Animais São Nossos Irmãos;
- Animais no Mundo Espiritual;
- A Espiritualidade dos Animais;
- Histórias Animais que as Pessoas Contam;
- Errar é Humano – Perdoar é Canino;
- Os Animais Conforme o Espiritismo.

Ele realizou um trabalho maravilhoso e deixa para nós um excelente exemplo, pois sempre mostrou que os animais são nossos irmãos, e merecem todo nosso respeito e consideração.

quinta-feira, janeiro 21, 2010

As religiões e a ecologia

When the pope says, "respect creation," people are going to listen. And over the past few years, religious figures representing all faiths have been increasingly spreading the same message to the 85 percent of the world's population that holds religious beliefs. From Ecumenical Patriarch Bartholomew, the leader of the Eastern Orthodox Church, to the Akal Takht, the highest temporal authority in Sikhism, spiritual leaders have been telling their followers that protecting the environment is their moral and religious duty. Here are eight ways members of religious groups are paying heed.

1. Campaigning for Climate Action
Though a faction of evangelical Christians has been notoriously cold to the climate change issue -- with some even calling it a "distraction" from "the great moral issues of our time," such as abortion, abstinence, and same-sex marriage -- other members of the same faith have been pressing the government to do more about global warming since at least 2006. "This is God's world, and any damage that we do to God's world is an offense against God himself," the Evangelical Climate Change Initiative, a group of more than 85 Christian leaders, wrote in its call to action. The U.K.-based development charity Christian Aid has been one of the loudest voices for change, with members marching on the London Stock Exchange, biking to Copenhagen, and beaming climate-justice slogans onto a power-station cooling tower to get that message across.

2. Building LEED-Certified Houses of Worship
With its reclaimed-wood exterior, recycled cinder blocks, and sunflower-husk cabinets, the synagogue of the Jewish Reconstructionist Congregation in Evanston, Illinois, is the country's first religious building to achieve the highest LEED rating from the U.S. Green Building Council. But it won't be the last. Ten U.S. congregations are already LEED-certified and more than 50 have applied for approval for their green churches, synagogues, chapels, seminaries, and other houses of worship. Eco-friendly changes at the the Prestonwood Baptist Church in Plano, Texas, to give just one example, have helped the congregation cut its yearly gas and water bill in half. "It was about making a sacred statement. If we were going to talk the talk, we needed to walk the walk," said Rabbi Brant Rosen of the Evanston synagogue. "The whole process forced us to look at our values in a deeper way."

3. Making Religious Rituals Lighter on the Earth
Like just about everything else we do, religious rituals can have a not-so-positive impact on the earth, one that members of various faiths are working to alleviate with clever updates on holiday traditions. Concerned that the palm leaves used on Palm Sunday are contributing to overexploitation of forests in Central America, more than 1,000 churches are now distributing sustainably harvested "eco-palms." Likewise, awareness about the water pollution caused by the dunking of plastic and plaster-of-paris idols into rivers as part of Hindu festivals celebrating Ganesha Chaturthi and the warrior goddess Durga has sparked a return to natural clay figurines colored with natural pigments that dissolve quickly and more harmlessly.

4. Greening Ramadan and the Hajj
Any event that brings 3 million people to one place offers plenty of opportunity for improved environmental practices, and the holy Muslim pilgrimage to Mecca, known as the hajj, is no exception. Our friends over at Green Prophet have reported that a variety of measures are being taken to green the hajj, including the creation of a fast train linking Saudi Arabia's holy cities, Mecca and Medina, with its largest port. Medina is additionally "reducing exhaust emissions for public transport, and reducing the number of plastic bottles used by pilgrims by improving the quality of tap drinking water."

Islam's holiest month of the year, Ramadan, is also getting a green makeover, with Chicago mosques using the holiday to educate Muslims about environmental issues, increased attention to the use of healthy and organic foods at fast-breaking meals in Jordan and Turkey, and a global online movement to use the holy month as an opportunity "to care about our environment, the earth, animals, and our health, practice positive and healthy habits, to make a positive impact, and make a difference."

5. Bringing Environmentalism to the Dinner Table
Going "eco-kosher" is a growing trend for American Jews, who are increasingly using organic and local foods at Sabbath dinners and other meals to "elevate their practice of Judaism" by making ethical eating choices. A controversy over a kosher slaughterhouse has also prompted the creation of a new kosher certification, Magen Tzedek, or shield of righteousness, that protects workers and the environment, and a boost in consumption of kosher grass-fed beef.

In related developments, a Jewish Farm School in Israel and the U.K.-based group Operation Noah are both promoting sustainable, self-sufficient agricultural practices, while Hindu temples are developing their own gardens and British Quakers are "implementing a strict food policy at the Quaker headquarters including total food recycling, a 35 percent increase in organic produce, and 40 percent of food sourced from greater London."

6. Saving Energy in Mosques
The Koran verse calling Allah "the light of the heavens and the earth" is reflected in the extensive use of lighting in mosques -- a beautiful architectural feature that's also a big energy drain. Mosques in Turkey, however, are reducing electricity costs by up to 65 percent by replacing conventional bulbs with energy-saving versions. The country's Religious Affairs Directorate is additionally establishing policies to save energy on heating and cooling, as well as ways to conserve water. Mosques in Manchester, the United Arab Emirates, Singapore, and Mumbai are also employing energy- and water-saving techniques including maximizing natural light, incorporating solar panels, installing low-flow taps, and harvesting rainwater.

7. Building Solar-Powered Temples
Hindus around the world are being urged to "openly bless environmental causes" and make their temples more environmentally friendly -- a call that some are already heeding. The BAPS Shri Swaminarayan Mandir temple and cultural center being developed in Chino Hills, California, will be entirely powered by a 60 kW solar system that returns electricity to the grid. The complex's design also incorporates solar tube lighting and extensive tree planting. Meanwhile, the Sri Venkateswara Temple in Tirupati, Andhra Pradesh, India -- perhaps the most-visited pilgrimage location in the world -- now uses solar-cooking technology instead of diesel generators to prepare some 30,000 meals per day.

8. Turning Vice into Virtue
In what's likely the most visually stunning example of religious groups going green, Buddhist monks from Thailand's Sisaket province collected a million beer bottles to build the beautiful Wat Pa Maha Chedi Kaew temple, an intricately patterned mix of green Heineken and brown local Chang beer containers. Even the washrooms and the crematorium are built of bottles. Buddhists from New York to Japan are also talking, in person and online, about how to use their practices to live lower-impact lives in harmony with nature.

 
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