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quinta-feira, maio 24, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 56

Couvinhas!
Dia de as plantar. Obrigado pela oferta, Sr. S..

Ah, vejam o resultado da sementeira das batatas, feita em 22 de Março. As que foram semeadas em cima do cartão pegaram! No digging potatoes resulta mesmo!

Dia56

Vejam a minhoquinha que encontramos (pobre coitada, um pouco lesionada, mas devolvida ao seu habitat natural):


quarta-feira, maio 16, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 51

E na tarde de hoje aproveitamos para fazer uns trabalhinhos em falta nos nossos cultivos e afins.
Colhemos lenha para podermos estacar os tomateiros e de seguida, além de os estacar, ainda os capamos.
Preparando-nos para "sulfatar", fomos também colher folhas de feto águia (Pteridium aquilinum) - deixamos uma boa quantidade a macerar em água, num tanque velho que aqui tínhamos guardado.

Garrafões velhos irão transformar-se em lindos e artesanais garrafões e as folhas de eucalipto colhidas vão decerto amaciar as alergias dos sensíveis estagiários do CEA - brincadeirinha!

Ah, e um almirante vermelho veio ao CEA dizer-me um olá - são as transformações!
Uma linda borboleta. E depois de algumas pesquisas sobre a borboleta almirante vermelho, chegamos à conclusão que a larva que encontramos há semanas atrás se transformou nesta linda Vanessa atalanta!
Digam lá se a Natureza não é fantástica?

E esqueci-me de vos dizer que as batatas já crescem, tanto as que foram semeadas em cima do cartão, como as que foram enterradas na terra e que a Raquel ainda teve uma aulinha de cavaquinho.

Tantas coisas boas hoje, que espero não me ter esquecido de referir alguma!

Uma óptima permacultura para todos!

 Dia51

dia51_2

sexta-feira, maio 11, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 50

De estevas está o nosso bosque cheio. E o hipericão também marca alguns locais deste bosque. Engraçado como só na primavera conseguimos distinguir algumas espécies vegetais. É que se olharem para as matas conseguem ver muitas florinhas brancas. É a esteva.
Lindos os bosques portugueses.
Destas plantas fizemos duas macerações.
Daqui resultará um perfume e um desinfetante naturais.

EstevaNoBosque1

EstevaNoBosque

sexta-feira, março 30, 2012

Projeto - Permacultura no CEA» os girassóis!

DIA 42

Os girassóis estão a rebentar!
Edna e Maria José, lembram-se das sementes que colocamos na terra? Estão a germinar!
Que alegria!

GirassóisAGerminar

quinta-feira, março 15, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 34

E hoje o trabalho continuou.
Muitas "sacholadas" e muitas pedras (para variar!).
As framboeseiras foram plantadas em locais estratégicos: com água q.b. e perto do gradeamento. Ficará bonito cheio de framboesas que podem ser colhidas. Já que os chuchus acabaram por queimar.
Preparamos uma nova área para cultivo de hortícolas.
Ensacamos ervinhas para infusões, limpamos o coletor de águas pluviais, esvaziamos os compostores e fizemos uma nova área de compostagem e ainda tivemos a visita das formiguinhas trabalhadoras!

Dia34_3

Dia34_2

Dia34_1

quarta-feira, março 14, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 33

E aqui está o que hoje fizemos com um canteiro meio despido e muitas garrafas de vidro.
Espirais de ervas!

Espiral1

Espiral2

Depois de alguns planos e muita pesquisa, a Raquel, a Edna e a Maria José encheram-se de força e cavaram.
A terra estava bastante húmida o que ajudou um pouco o trabalho.
Antes disso, tiveram que fazer a seleção de algumas plantas que já aqui existiam, de forma a aproveitarem ao máximo algumas delas: alecrim, cidreira, absinto, menta, limonete e muitas outras.
Como esta espiral é bem perto do CEA, todo o trabalho foi feito com a música de escolha da Edna e da Maria José: Lura e Zé Espanhol. Bem africana e bem cheia de energia.

Espiral3

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Amanhã, o trabalho, no outro lado do canteiro, continua!

terça-feira, março 13, 2012

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 18

E a revolução em forma de jardinagem vai começar.
As paredes cinzentas vão sorrir!
Vão passar de :-( para :-).
Plantas Unidas Jamais Serão Vencidas!

Dia18

terça-feira, janeiro 17, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Um "cheirinho" do que vem aí:

ParedeCinzenta

sexta-feira, dezembro 23, 2011

Sobreiro - Árvore Nacional de Portugal

Hoje, dia 22 de dezembro, pelas 12 horas e 36 minutos, o Parlamento português aprovou, por unanimidade, o Projeto de Resolução que institui o sobreiro como a Árvore Nacional de Portugal.
É um dia histórico para Portugal ou, como tão bem disse hoje, no Parlamento, o deputado Miguel Freitas:


A partir de agora, sempre que se abaterem sobreiros, não se abate apenas uma espécie protegida, abate-se um símbolo da nação.


Pegando nestas palavras, as Associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza relembram que o dia de hoje é um ponto de partida e não um ponto de chegada. Muito há ainda a fazer na defesa desta espécie. Como sempre, estamos inteiramente disponíveis para continuar a lutar, com aqueles que a nós se quiserem juntar, na defesa das causas relacionadas com o sobreiro e os seus povoamentos.
Hoje é o primeiro dia do resto da vida dos sobreiros e dos sobreirais…
Viva o sobreiro!


Texto e foto retirados do site da associação ÁRVORES DE PORTUGAL

quarta-feira, agosto 17, 2011

Os incêndios e o Rio Douro

Infelizmente, em Portugal, o verão é marcado pelos incêndios...




terça-feira, julho 12, 2011

segunda-feira, julho 11, 2011

Área do tamanho de 180 campos de futebol devastada por químicos na Amazónia

Uma área do tamanho de 180 campos de futebol na floresta da Amazónia acaba de ser devastada por químicos tóxicos pulverizados por avião, uma nova forma mais silenciosa e grave de desmatação, revelaram as autoridades. Quatro toneladas de veneno, prestes a ser utilizadas, foram apreendidas noutro local.
Bastaram duas horas de helicóptero sobre a floresta da Amazónia para o Ibama (Instituto brasileiro do meio ambiente e dos recursos naturais renováveis) descobrir, na segunda semana de Junho, uma área com milhares de árvores em pé, mas sem folhas e esbranquiçadas pela acção dos químicos, avança o jornal “A Folha de São Paulo”.

Esta desmatação química aconteceu no estado do Amazonas, a Sul do município de Canutama, perto da fronteira com o estado da Rondónia, entre o Parque Nacional de Mapinguari e a terra indígena Jacareúba/Katawixi, que ainda não foi demarcada.

Depois de o avião lançar os químicos tóxicos sobre a floresta, as árvores ficam esbranquiçadas, o solo e os lençóis freáticos contaminados e os animais e insectos acabam por morrer. No prazo de uma semana, todas as folhas das árvores caem e ficam apenas os troncos. As árvores com valor comercial são, então, derrubadas por madeireiros, explica o jornal. O terreno depois é limpo com queimadas, para criar pastos para o gado. O responsável pelo crime ambiental ainda não foi identificado.

O Ibama chegou à área destruída, de 178 hectares, depois de o sistema por satélite Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), ter revelado indícios do crime ambiental. "Fomos verificar e confirmámos a destruição”, contou Jerfferson Lobato, chefe da Divisão de Controle e Fiscalização do Ibama no estado do Amazonas, ao jornal.

Este não é caso único. Já em 2008, as autoridades descobriram uma área de cinco hectares destruída por herbicidas no estado da Rondónia, na região de São Francisco do Guaporé.
Apreendidas quatro toneladas de veneno escondidas na floresta

Em comunicado, o Ibama revela que apreendeu ainda cerca de quatro toneladas de herbicidas altamente tóxicos que seriam utilizados como desfolhante para destruir três mil hectares de floresta. “O herbicida estava armazenado em local inadequado, escondido no meio da mata e seria pulverizado na floresta com o uso de aeronave” disse Cícero Furtado, coordenador da operação.

Estes produtos são usados na agricultura para controlar as ervas daninhas mas precisam de licença para aquisição e a sua aplicação tem de ser acompanhada por um engenheiro agrónomo. “Se forem aplicados inadequadamente podem causar sérios danos ao ambiente, como a poluição de lençóis freáticos, perda de diversidade biológica de solos e morte de animais e insectos”, explica o Ibama.

O responsável já foi identificado e sofrerá as penalidades previstas na Lei de crimes ambientais, que prevê multa de 500 a dois milhões de reais (220 a 882 mil euros).

Jerfferson Lobato afirma que o uso de agrotóxicos acelera o desmatamento de florestas públicas. O fenómeno é recente, no entanto. O mais comum é devastar com motosserras, tractores e queimadas. Os infractores “mudaram de estratégia porque em pouco tempo conseguem destruir mais áreas com os agrotóxicos", afirmou Lobato.

Em Maio foram derrubados 268 quilómetros quadrados de floresta da Amazónia, um aumento de 2,5 vezes em relação ao mesmo mês do ano passado, revela o Inpe.


Fonte: http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1501480

quinta-feira, junho 16, 2011

O que tem a Barbie a ver com o ambiente?

O Ken deixou a Barbie!
É a Mattel que compra pasta de papel na Ásia, onde se destroem florestas inteiras para produzir papel:

quarta-feira, junho 01, 2011

quarta-feira, maio 18, 2011

Efemérides

E por agora, estamos no Mês Internacional da Doula, na queda das sementes (no que respeita ao calendário antigo)e hoje comemora-se o Dia Internacional dos Museus.
UFA!
Acontecimentos bonitos e significativos, não?

sexta-feira, abril 15, 2011

As cabras



quinta-feira, abril 14, 2011

quarta-feira, abril 06, 2011

A Natureza pinta?

Ai pinta pinta! E que bem que o faz!
Seguindo as experiências que a Rosa Pomar tem feito com líquenes e cascas de cebola, hoje a Raquel atreveu-se a experimentar tingir uma meada de lã. Aliás, há bem pouco tempo, deu um programa interessantíssimo sobre a Cochonilha e o seu poder colorido!

Encontrei estes dados interessantes:

CORANTES NATURAIS
Comercialmente os tipos de corantes mais largamente empregados pelas indústrias alimentícias têm sido os extratos de urucum, carmim de cochonilha, curcumina, páprica, antocianinas e betalaínas.

A maioria dos corantes naturais é de origem vegetal. Costuma-se classifica-los em quatro grandes categorias:

os pigmentos porfirínicos: clorofila
os flavonóides e derivados: antocianinas,...
os carotenóides: β-caroteno, licopeno, xantofila,..
as quinonas: ácido carmínico, carmim,..
As essas quatro principais categorias convém adicionar as xantonas, a betalaina, a cúrcuma, os taninos e o caramelo.


OS PIGMENTOS PORFIRÍNICOS:


Clorofila

Origem: vegetais folhudos e algumas frutas.

Coloração: verde.



A clorofila é o único corante natural verde permitido.Ë o pigmento responsável pela cor verde dos vegetais folhudos e de algumas frutas.

a clorofila natural é insolúvel em água, mas mediante tratamento ácido alcalino pode-se produzir a clorofilina, a qual é solúvel em água. Tanto a clorofila quanto a clorofilina não são muito estáveis quando expostos ao calor ou à luz. Em tratamento controlado com presença de íons de cobre ou zinco, é possível substituir o átomo metálico central de magnésio, sendo os compostos cúpricos, ou de zinco, assim obtidos muito estáveis. (A clorofilina cúprica de sódio, é obtida através da hidrólise da clorofila, seguida por purificação, introdução de cobre e conversão para o sal de sódio. Possui alta estabilidade ao calor e excelente estabilidade à oxidação e à incidência de luz).

O corante de clorofila é empregado em sorvetes, sucos, massas com vegetais, iogurtes, biscoitos, queijos ...



OS FLAVONÓIDES E DERIVADOS:



Antocianinas

Origem: flores, frutos e plantas superiores (uva, repolho vermelho, milho peruano).

Coloração: Vermelha, azul, púrpura ou violeta



Encontram-se amplamente distribuídas em flores, frutos e demais plantas superiores.Os sub-produtos da indústria da uva e do vinho já são empregados na preparação comercial de antocianinas.

Apresentam estrutura básica C6-C3-C6. Diferente de outros flavonóides, as antocianinas são capazes de absorver fortemente a luz na região do espectro visível, conferindo uma infinidade de cores entre o laranja, o vermelho, o púrpura e o azul de pendendo do meio em que se encontrem.

O pH é certamente o fator mais importante no que diz respeito à coloração das antocianinas.Além do pH, a cor das soluções de antocianinas depende de outros fatores como concentração, tipo de solvente, temperatura, estrutura do pigmento, presença de substâncias capazes de reagir reversível ou irreversivelmente com a antocianina, entre outras.

As uvas do tipo Cabernet Sauvignon contêm quatro principais antocianinas: delphinidin-3-monoglicosídio, petunidina-3-monoglicosídio, malvidina-3-monoglicosídio e malvinidina-3-monoglicosídio acetilado com ácido clorogênico.

O milho da espécie Kcully zea mays é uma variedade especial de milho caracterizando-se por seu alto teor de antocianos na sua espiga. Trata-se de uma variedade produzida somente no Peru. Uma das suas vantagens é a ausência de sulfitos, ao contrário do que ocorre normalmente com antocianos obtidas a partir das cascas de uva tinta, após o processo de fermentação alcoólica.

Outro pigmento da família dos antocianos é o suco do repolho vermelho (Brasica oleracea). Produz cores entre o rosa escuro e o vermelho, em produtos com pH inferior a 4. Um pH superior faz com que os pigmentos antociânicos tomem uma coloração do tipo púrpura azulada, altamente instável. Um problema com este corante é o gosto que ele deixa.



OS CAROTENÓIDES:



Existem duas maneiras de classificar os carotenóides. A primeira considera a existência de duas grandes famílias: os carotenos e as xantofilas. O segundo sistema divide os carotenóides em três tipos acíclico (licopeno), monocíclico (γ-caroteno) e bicíclico (α-caroteno e β-caroteno). O licopeno é a substância que atribui a cor característica ao tomate. O açafrão produz um pigmento chamado crocina.

A gordura do leite também contém carotenóides, variando entre 2 e 13 ppm, dependendo da estação, a qual influi na alimentação do animal. Por isso, a manteiga às vezes parece muito branca e, para torna-la com uma melhor aparência é necessário adicionar corante.

Em princípio, as operações de processamento têm pouca interferência nos carotenóides. Os complexos carotenóide-proteína são geralmente mais estáveis do que os carotenóides livres. Como os carotenóides são altamente não saturados, o oxigênio e a luz são os fatores que mais os afetam. As operações de processo destroem as enzimas que causam a destruição dos carotenóides. Os carotenóides em alimentos congelados ou esterilizados com calor são bastante estáveis. Por outro lado, a estabilidade é pouca em produtos desidratados, a menos que embale o produto com gás inerte. Uma exceção notável é o damasco, que mantém muito bem a cor nas mais variadas condições. Cenouras desidratadas perdem a cor rapidamente.

Hoje, os carotenóides são produzidos sinteticamente; os principais são o β-caroteno, o apocarotenol e cantaxatina. Por terem alto poder tintorial, são utilizados em alimentos em níveis de 1 a 25 ppm. São estáveis à luz e, de modo geral, apresentam boa estabilidade em aplicações alimentícias. O β-caroteno propicia uma cor do amarelo claro ao laranja, o apocarotenol do laranja claro ao vermelho alaranjado e a cantaxantina, cores mais vermelhas. Os carotenóides naturais aplicados em alimentos são o urucum (annatto), a oleoresina de páprica e o óleo de palma bruto.





Urucum
Origem: urucuzeiro

Coloração: amarelo-alaranjado



O urucuzeiro é um arbusto grande, ou uma pequena árvore, originário da América Latina, tipicamente tropical e, atualmente, pantropical, ou seja, cultivado nos trópicos de todo o mundo. Pertence à família Bixaceae e responde ao nome botânico de Bixa Orellana. O urucuzeiro é uma planta perene, não sendo muito exigente quanto a solos, clima e tratos culturais. Suporta variações de temperatura entre 22 e 30oC e sobrevive em locais onde a pluviosidade varia entre 800 a 2000 mm anuais.

O urucum é o único corante natural que tem sua origem em solo brasileiro. Além disso, extraído há séculos pelos índios, que utilizam seu poder tintorial como maquiagem tribal, o urucum tem sido objeto de profissionalização de cultivo, deixando no passado remoto a coleta selvagem e hoje contando com cerca de 6 mil hectares de plantações pelo país. Atualmente, cerca de 70% da produção brasileira é cultivada, com utilização de técnicas de manejo e tratos culturais adequados e beneficiamento em máquinas. Pequena parcela da produção ainda é silvestre ou utiliza métodos tradicionais de manejo.

O corante do urucum é extraído a partir da polpa da semente, constituída de uma fina camada resinosa de coloração vermelha alaranjada.

O corante urucum é disponível comercialmente nas formas hidrossolúvel e lipossolúvel, dependendo do método de extração e dos processos subseqüentes de preparação para chegar a diluições, suspensões, misturas, emulsões e pós. A forma lipossolúvel, a bixina é obtida amolecendo as sementes com vapor e extraindo o pericarpo com etanol, um hidrocarboneto clorado ou óleo vegetal. A bixina pode ser cristalizada e oferecida em forma de pó cristalina com concentração de 28 a 90%. A bixina é um carotenóide e está presente nas sementes entre 70 a 80%. O valor comercial do urucum está diretamente relacionado com seu teor de bixina. Considera-se como comercialmente satisfatório um teor de bixina de 2,5%.

A norbixina é hidrossolúvel e é tecnicamente possível obter soluções contendo mais de 5% dela. Na prática, 2,5% é o máximo de concentração que se obtém, sendo as soluções ao redor de 1%, as mais freqüentemente encontradas. As soluções de norbixina podem ser spray-dryed, obtendo-se assim um pó fino: a concentração de norbixina nesses pós pode ser de até 15%.

Obviamente, é a aplicação que irá determinar qual é a forma de urucum – bixina ou norbixina- mais indicada, sendo que a solubilidade é um dos determinantes principais.

Ao contrário de vários corantes sintéticos, o urucum não é carcinogênico. Possui um longo passado de aplicações diversas nas medicinas regionais de todos os países onde é encontrado.

Investigações realizadas na Holanda sobre a toxicidade do urucum, com experiência em ratos, camundongos e suínos, comprovam que o pigmento não apresenta toxicidade, podendo ser empregado para colorir manteigas, margarinas, queijos e outros alimentos processados. Uma ingestão diária temporária de 1,25 mg/kg de massa corpórea para extratos de urucum foi permitida pela FAO/OMS desde 1970. Os pigmentos são satisfatoriamente metabolizados.

Como alguns países do mundo não permitem o uso de corantes artificiais em produtos alimentícios, o urucum acaba sendo cada vez mais procurado no mercado internacional. É permitido em todos os países do mundo. Por causa das restrições aos corantes sintéticos, o urucum aparece como alternativa para as indústrias alimentícia, farmacêutica e cosmética.


E deixo de seguida os resultados conseguidos pela Raquel:






E a propósito da cortiça:

As plantas são um bom público para um concerto musical

Já todos sabem que a água e toda a Natureza é influenciada pelo Homem. Se não, vejam este vídeo:



Ora, houve quem pensasse que as plantas seriam um bom público para um concerto de música clássica. Ora vejam:



Maravilhoso!

 
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