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Topas

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terça-feira, janeiro 08, 2008

Urros estrondosos e murros no peito anunciam um patriarca gorila no Congo!

Ao desfolhar a National Geographic deste mês, aqui no CEA, deparei-me com um tema interessantíssimo: Kingo e a sua família de gorilas ocidentais, que vivem numa área protegida da floresta que atravessa a fronteira da República do Congo e da República Centro-Africana. Com isto, lembrei-me de um filme que vi há muitos anos: Gorilas na Bruma.

E os gorilas, estão assim tão longe dos humanos, em termos de evolução, pergunto eu? São mamíferos primatas pertencentes ao género Gorilla, são endémicos das florestas tropicais do centro da África. Os machos medem entre 1,65 e 2 metros de altura, e pesam entre 180 e 250Kg e as fêmeas a metade dos machos, sendo considerado o maior dos primatas. É capaz de levantar até 2 toneladas com os dois membros anteriores. Está ameaçado devido à destruição do seu habitat e à caça furtiva. Vejamos a classificação científica:


Agora observemos a classificação científica do Homem:


E serão os humanos mais inteligentes do que os gorilas? Não são estes que matam só porque sim...


Ligações na internet sobre estes primatas: programa internacional de protecção dos gorilas, vídeo sobre gorilas na NG, informações gerais e o site da Koko.

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Porque ontem os Reis Magos chegaram à manjedoura...

... eu e as meninas do CEA arrumamos hoje a árvore de Natal e todos os enfeites natalícios que por aqui estiveram durante o último mês.
Ficaram as lembranças de um Natal cheio de Gaiatos e de crianças pequeninas desejosas por um presente do Pai-Natal.
Primeiro liguem as colunas, ouçam os 12 dias de Natal do Sr. Roger Whitaker e desfrutem dos "momentos Kodak".

No primeiro dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
1 Enfeite natalício para colocar na janela

No segundo dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela

No terceiro dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela

No quarto dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
4 Mantas de lã
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela

No quinto dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
5 Discos de música alegre
4 Mantas de lã
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela

No sexto dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
6 Doces de Natal diferentes
5 Discos de música alegre
4 Mantas de lã
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela

No sétimo dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
7 Palhaços divertidos
6 Doces de Natal diferentes
5 Discos de música alegre
4 Mantas de lã
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela


No oitavo dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
8 Renas juntamente com o Pai-Natal
7 Palhaços divertidos
6 Doces de Natal diferentes
5 Discos de música alegre
4 Mantas de lã
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela


No nono dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
9 Prendas para oferecer às crianças
8 Renas juntamente com o Pai-Natal
7 Palhaços divertidos
6 Doces de Natal diferentes
5 Discos de música alegre
4 Mantas de lã
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela


No décimo dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
10 Velas
9 Prendas para oferecer às crianças
8 Renas juntamente com o Pai-Natal
7 Palhaços divertidos
6 Doces de Natal diferentes
5 Discos de música alegre
4 Mantas de lã
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela

No décimo primeiro dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
11 Tintas para pintar a cara
10 Velas
9 Prendas para oferecer às crianças
8 Renas juntamente com o Pai-Natal
7 Palhaços divertidos
6 Doces de Natal diferentes
5 Discos de música alegre
4 Mantas de lã
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela


No décimo segundo dia de Natal
O meu amor verdadeiro mandou-me
12 Grandes sorrisos
11 Tintas para pintar a cara
10 Velas
9 Prendas para oferecer às crianças
8 Renas juntamente com o Pai-Natal
7 Palhaços divertidos
6 Doces de Natal diferentes
5 Discos de música alegre
4 Mantas de lã
3 Bombons de chocolate
2 Pinheiros para poder enfeitar com luzes
1 Enfeite natalício para colocar na janela


Quem é o amor verdadeiro?
Não mais do que o altruísmo! Fiquem bem e um óptimo 2008 para todos!

sexta-feira, janeiro 04, 2008

A Família Perdigão, ou pelo menos parte dela, veio ver a minha casa

E assim tivemos a nossa visitante mais idosa do CEA: 96 anos cheios de vigor, alegria e experiências para partilhar!

O musgo, mais uma vez!

E não é que me disseram que havia musgo à venda em vários hipermercados de Vila Nova de Gaia?
Os musgos, como já tenho dito várias vezes e tal como o azevinho, não devem ser colhidos, pois um dia destes, com tanta colheita, vão extinguir-se!

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Os famosos nas lides famosas ambientais

Não sei se para serem ainda mais famosos ou se porque se preocupam mesmo com esta causa. De qualquer forma, algo vai sendo feito no sentido da preservação do ambiente.
Vejam o caso do Leonardo Di Caprio. Ou então do Sting e da Miss James Bond (Keely Brosnan).
Até encontrei à venda este livro: "Environmental Causes (Celebrity Activists)".


Há sempre quem contrarie estas teorias dos famosos. Basta ler este texto:
Por doze anos, Sting, superestrela da música "pop", tem vindo a dizer que o homem está a levar a floresta Amazónica à beira da extinção. Ele e outras celebridades têm insistido que a Amazónia – 4,3 milhões de quilómetros quadrados da quase impenetrável floresta brasileira, uma área tão grande quanto os 48 estados menores dos EUA – está a ser destruída a uma taxa assustadora. Contudo, dois dos maiores eco-cientistas do mundo, Patrick Moore e Philip Stott, dizem que o movimento "salve a floresta tropical" está errado: no melhor dos casos, terrivelmente desorientado; no pior, uma gigantesca vigarice. "Todos esses argumentos 'salve a floresta' baseiam-se em má ciência", diz Moore, membro fundador do Greenpeace que recentemente retornou de uma missão de observação na Amazónia. "Eles estão simplesmente errados. Descobrimos que a floresta Amazónica está intacta em mais de 90 por cento. Sobrevoamos a região e reunimo-nos com autoridades ambientais. Estudamos fotos de satélites de toda a área", disse. O jornalista de TV Marc Morano, que passou mais de um ano a investigar as reivindicações dos movimentos "salve a floresta", para um programa da American Investigator TV, disse ter ficado atónito quando descobriu a verdade. Afirmou que as estatísticas que encontrou – baseadas em imagens de satélites das florestas – falam por si mesmas: "Descobrimos que apenas 12,5 % da Amazónia original tinha sido desmatada, estando 87,5% intacta", disse. "Dos 12,5% desmatados, entre um terço e metade desta área é de pousio ou está em processo de regeneração. Isto significa que, em qualquer tempo, até 94% do total da Amazónia está em seu estado natural. Isto não é uma destruição arbitrária". Stott, que passou quase trinta anos estudando florestas tropicais, concorda. "Muitas destas estrelas querem ter um impacto maior que suas músicas normais lhes proporcionam e a questão ambiental é uma área onde sentiram que poderiam mover-se silenciosamente. É bastante conveniente para eles. Por isso, um bocado de adolescentes os seguem". Todo mundo embarcou na "banda de música" da floresta tropical – do actor Leonardo DiCaprio à supermodelo Naomi Campbell, do Greenpeace à Rainforest Foundation, grupo formado por Sting e sua esposa, Trudie Styler. William Shatner – o Capitão Kirk da série "Guerra nas Estrelas" – foi "transladado" à terra para narrar um vídeo da National Geographic, dizendo "a floresta tropical está a ser dizimada a uma taxa de 20 campos de futebol por minuto". Estes eco-guerreiros dizem que as florestas tropicais são os pulmões da Terra, bombeando oxigénio. Sem elas, dizem, seremos todos sufocados na poluição dos hidrocarbonetos. Mês passado, os eco-guerreiros realizaram o 100 Concerto Anual de Rock "Salve a Floresta" no Carnegie Hall. Sting, Elton John, Billy Joel e Tom Jones juntaram-se a Ricky Martin, Gladys Knight e Stevie Wonder ante uma turba compacta de 1.800 pessoas. Depois do concerto, as celebridades foram para um leilão no Pierre. Glenda Bailey, editora da revista Marie Claire, pagou US$ 8 mil para lanchar com Courtney Cox. Um passeio nocturno no iate de Billy Joel custou US$ 20 mil. E a empresária Sarah Ban Breathnach deu US$ 140 mil para fazer um dueto com Sting. No conjunto, a noitada levantou mais de US$ 2,7 milhões para a fundação de Sting, e a sensação de "sentir-se bem" foi enorme. O movimento para "salvar" as florestas tropicais começou quando a empresa Body Shop decidiu comprar castanhas de indígenas da Amazónia para adicioná-las em suas loções. Para não ser superado, Sting levou três indígenas numa tourné mundial, em 1989. Primeiras paragens: o Papa e o presidente francês François Mitterrand. Otávio Moreira Lima, ministro brasileiro do meio ambiente [em verdade, ministro da Aeronáutica, ed.], ficou furioso: "Vemos este espectáculo melancólico de um cacique na Europa, sendo apresentado como um animal selvagem premiado nas mãos de um cantor de rock. Isto é revoltante e considero uma afronta". Mas foi ignorado. Agora, um número crescente de cientistas estão a ladear-se a brasileiros que, por anos, vêm insistindo que, apesar da sua política para a Amazonia, inicialmente, possa ter contido imperfeições, isso tem vindo a ser corrigido.
Entre estes cientistas estão Moore, um canadense que ajudou a fundar o Greenpeace, e Stott, professor de biogeografia na Escola de Estudos Oriental e Africano da Universidade de Londres e editor do Journal of Biogeography. Ambos começaram como ambientalistas "convencionais" – concordando com a "sapiência" corrente de que as florestas tropicais estavam ameaçadas. Moore, em particular, esteve nas campanhas pioneiras de "acção-directa" do Greenpeace, navegando entre campos de testes nucleares para forçar os Estados Unidos, depois a França, a pararem com seus testes nucleares na atmosfera. Contudo, nos anos 80 e início dos 90, ambos, independentemente, começaram a penetrar mais profundamente na questão das florestas tropicais. Separadamente, chegaram a conclusões notavelmente similares – a opinião pública está a ser enganada. "Se a floresta Amazónica estivesse a ser destruída à razão que seus críticos propalam, ela já teria desaparecida há muitos anos", diz Stott. "Um simples, mas muito importante facto, é que as florestas tropicais existem entre 12 a 16 mil anos. Isso pode parecer muito tempo, mas, em termos da história da Terra, é quando muito um arranhão. Antes disso, dificilmente haveria qualquer floresta tropical. Elas são muito jovens. É simplesmente um grande erro que as pessoas estão a cometer. O ponto importante é que, actualmente, e apesar da acção antrópica, elas são maiores que há 12 mil anos. Esse termo 'pulmão do mundo' é uma insensatez; a mais insensata de todas as teorias", acrescentou Stott. "Se você quiser promover algo que, no senso comum, evidencia o que está errado com toda a ciência que você defende, é esta imagem de 'pulmão do mundo'. De facto, uma vez que as árvores caem e se decompõem, as florestas tropicais, em realidade, tiram um pouco mais oxigénio do que emitem. A idéia de que elas retiram gás carbónico e fornecem oxigénio é um mito. Apenas árvores jovens em crescimento rápido podem realmente absorver gás carbónico", complementou Stott. "Em termos de sistemas globais, as florestas tropicais são basicamente irrelevantes. O clima mundial é governado pelos oceanos – o grande sistema da atmosfera oceânica. A maior parte das coisas que ocorrem sobre a terra não passam de 'ruídos de fundo' para o sistema". Ambos os cientistas dizem que o argumento de que a cura do cancro poderia estar oculta numa planta ou animal da floresta tropical – apesar de plausível – também baseia-se em falsa ciência porque o mar abriga muito mais mistérios sobre seres vivos que as florestas. E dizem ainda que os medos de que o homem está destruindo esta fonte de matéria-prima para a medicina são infundados porque as florestas amazónicas são notavelmente saudáveis. "Elas são simplesmente as mais saudáveis florestas do mundo. Essa coisa de que elas estão a desaparecer a uma taxa alarmante é uma vigarice baseada em má ciência", disse Moore. "Qualquer um que esteve na floresta tropical sabe que se você quiser viver lá, seria melhor que levasse alguns machados. De outra forma, a floresta tomará tudo de volta".

Por outro lado há teorias científicas que contrariam outras:

A ministra do Ambiente brasileira, Marina Silva, confirmou sexta-feira em Brasília que a destruição da selva amazónica aumentou 10%, entre Agosto e Novembro, face ao mesmo período de 2006. A ministra fez esta declaração na presença do Presidente Luís Inácio Lula da Silva, no Palácio da Alvorada. "A notícia não pode ser considerada um presente de Natal para o Presidente Lula", disse a ministra, acrescentando que se trata de "um castigo para a sociedade". Dando razão ao que tem sido denunciado pelos ecologistas, o director-geral do Serviço Florestal brasileiro, Tarso Rezende de Azevedo, que estava presente na reunião da ministra com Lula da Silva, explicou que o crescimento da destruição das matas, se pode dever "ao avanço do cultivo de soja, da cana de açúcar e da agropecuária nas áreas da selva". No mesmo dia em que a ministra deu a má notícia, o chefe de Estado brasileiro assinou um decreto destinado a combater a destruição da selva. O diploma prevê a criação de uma lista negra dos municípios com maiores índices de destruição da selva, o embargo de terras em que se detectem crimes contra o ambiente e multas pesadas para os que adquiram, intermedeiem, transportem ou comercializem produtos de fazendas embargadas. Comunicação Lusa

Não sei em que ficamos, mas a meu ver de Toupeira da água, pelo nosso bem estar e pelo bem estar dos nossos filhos, vamos unir-nos por uma feliz Natureza! Afinal, eu e a Tupilde queremos ter mais toupeirinhas!

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Jardins Verticais

Olá amiguinhos!
Pelo desejo de um ano mais "verde", hoje decidi falar-vos de jardins.
Um jardim é uma estrutura espacial ao ar-livre, construída e projectada pelo Homem. Caracteriza-se por uma forte presença da vegetação. É um espaço verde destinado à exploração lúdica, ou com uma finalidade específica, como por exemplo um Jardim Botânico. No fundo, um jardim é um espaço verde.
Em Portugal, e mais propriamente aqui no Norte podem visitar imensos. Espreitem aqui no site, do lado direito, variados links para variados parques.

Mas eu gostava de vos mostrar algo muito especial e que eu, até hoje, apenas vi em Madrid, quase em frente ao Museu do Prado e ao Jardim Botânico da cidade. Falo dos Jardins Verticais. O que são? Dizem os peritos que esta é uma grande solução para a falta de espaço, de tempo, de apetência, de jeito e de paciência para cuidar das plantas. Encontrei vários exemplos: Patrick Blanc e este. Como fazê-los? Aqui encontram-se instruções para este exemplar. Tem treliças para suportar o crescimento de plantas trepadeiras, pequenas plataformas para apoiar vasos, e para incrementar o projecto foi instalada uma casinha para pássaros e um bebedouro. Há quem utilize vasos, e plante tomates ou morangos ou mesmo couves de uma forma vertical. A técnica mais complicada, mas mais bonita, é chamada de hidroponia, praticada pelo biólogo-arquitecto Patrick Blanc. Deixo-vos alguns sites para saberem mais sobre a Jardinagem Vertical:
- Universidade de Nebraska;
- Universidade do Missouri;
- No Dig;
- Dicas;
- Conversas sobre Jardins Verticais;
- The GrowSpot;
- Espiral de ervas.

"Jardinem" mais este ano!

segunda-feira, dezembro 31, 2007

Com a barriga cheia de docinhos pouco consigo dizer

Foram os formigos, foi a aletria, o leite creme, o bolo-rei, o pão-de-ló, os bilharacos e tudo o mais que possa ser "nataliciamente" comido!

Queria apenas deixar-vos uma imagem que vale uma mensagem bem humorizada e preciosa, porque uma imagem vale por mil palavras!
Ora vejam:

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Os Sapos, as Rãs e as Relas

São diferentes ou são iguais?

O sapo-comum (Bufo bufo) ou sapo-europeu encontra-se distribuído por toda a Europa, com a excepção da Irlanda e algumas ilhas mediterrânicas. A sua área de distribuição estende-se até Irkutsk na Sibéria a este e até ao Norte de África a sul, nomeadamente nas montanhas do Norte de Marrocos, Algéria e Tunísia.
Os adultos podem atingir os 18 centímetros e a sua pele tem uma aparência verrugosa. Apresentam uma cor de pele que vai desde o verde até ao castanho. Como defesa contra predadores, segregam uma substância tóxica, de sabor desagradável. Esta substância é normalmente suficiente para deter a maior parte dos predadores. Apesar dos adultos passarem a maior parte do tempo em terra, as fêmeas migram para charcos e outras fontes de água parada para depositar os ovos. Estes diferem dos ovos das rãs porque formam longos fios ao invés de uma massa amorfa. Os ovos são depositados na Primavera, quando as fêmeas tentam regressar ao local onde nasceram. Os girinos são semelhantes aos de outras espécies exceptuando que a sua cabeça é maior, mais redonda e mais escura.
O sapo-comum alimenta-se de invertebrados como insectos, aranhas, lesmas e minhocas, que caçam com as suas línguas pegajosas. Os sapos caçam geralmente à noite, e são mais activos em dias húmidos.
Durante a migração para os locais de reprodução, muitos sapos são atropelados nas estradas. Em alguns locais, túneis especiais são construídos por baixo das estradas de maneira a que os sapos possam passar e algumas associações organizam patrulhas para ajudá-los a atravessar estradas movimentadas carregando-os em baldes.



A rã é um anfíbio anuro da família Ranidae, que vive na proximidade de lagos ou outros lugares húmidos. Como outros anuros, possui membrana nictante e pulmões quando adulta, mas a sua respiração dá-se principalmente pela pele.
Alimenta-se de insectos, vermes e outros pequenos animais, sendo quase sempre carnívora, que captura com a língua, inserida na frente da boca. Emite sons variados que servem para diferentes propósitos como atracção da fêmea e delimitação da territorialidade com outros machos. Algumas poucas espécies possuem glândulas paratóides produtoras de veneno, que no entanto são uma protecção passiva, já que não possuem mecanismos de inoculação e só têm efeito quando em contato com mucosas.

A rela (Hyla arborea) é um pequeno anuro (anfíbio sem cauda), geralmente com menos de 5 cm de comprimento. Possui olhos proeminentes e laterais; a íris é dourada com reticulado escuro. Tem membros compridos com 5 dedos nas patas posteriores e 4 nas anteriores. Os dedos terminam em discos adesivos (característica que lhes permite trepar, mesmo em superfícies escorregadias). A pele das relas é lisa e brilhante superiormente e mais granulosa ventralmente. A coloração é em geral verde-vivo, mas podem aparecer indivíduos azulados, acinzentados ou acastanhados. Apresentam tipicamente uma linha escura lateral (bordada dorsalmente por uma linha branca ou amarelada) que começa no focinho, passa pelo olho e se estende até à região inguinal. Ventralmente são brancas ou acinzentadas. Os machos apresentam um saco vocal externo muito grande que, quando insuflado, chega a ser maior que o tamanho da cabeça. Quando o saco vocal não está insuflado, podem observar-se pregas cutâneas na garganta. Os girinos desta espécie nunca ultrapassam os 5 cm de comprimento. Ao eclodirem medem entre 0,5 e 1 cm. Superiormente são esverdeados com manchas e reflexos prateados. A região muscular da cauda apresenta dorsalmente uma banda comprida mais escura.. As membranas caudais são translúcidas com pequenas manchas escuras. Ocupa grande parte do centro da Europa. Na Península Ibérica está ausente na costa mediterrânica e Andaluzia. Em Portugal só não existe no Algarve e no interior do Alentejo. Em Portugal é considerada não ameaçada.
Vamos para a cabine de som?
Canto de um macho de sapo comum.
Canto de um macho de rã ibérica.

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Os ecossistemas ribeirinhos

Vieram ao CEA 6 meninos aprender mais um pouco sobre os ecossistemas ribeirinhos; eram eles o Tiago, a Ana, a Catarina, a Gilda, o Leo e o Bruno (não me enganei, pois não?).
Em relação às dúvidas colocadas ficaram todas respondidas menos esta:
Os Rios que a Águas do Douro e Paiva usa para as suas ETA's são o Rio Douro, Rio Paiva, Rio Ferreira, Rio Vizela e Rio Ferro. E espero que cumpram a promessa de voltar quando o tempo estiver um pouco mais quente!

quarta-feira, dezembro 19, 2007

O Orfeão veio saber sobre a poluição

Hoje foi dia de rimas aqui no CEA.

Com letras formamos palavras que dizem o que se aprendeu.
Ensinei todos os meninos a não poluir, tal como eu!

Grandes Ameaças e Viagens sem Fim foram os temas do cinema.
Depois passeamos no lago mágico para aprendermos mais sobre este tema.

De seguida vestimos as batas para sermos cientistas.
Experiências fizemos e por isso "demos nas vistas".

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Família Carvalho no CEA

O Afonso, a Maria, a Avó Arlete e a Tia Teresa vieram conhecer o CEA.
Disseram olá às carpas, ao pimpão, aos ruivacos, às bogas, aos peixes-mosquito e tentaram encontrar a enguia. Pelo caminho ainda conheceram os nossos 2 alevins sobreviventes.
E por fim a pintura dos desenhos foi a última actividade que aqui puderam fazer. Ficou prometida uma visita no Verão, bem próxima do aniversário da Maria. Cá vos espero!

Perdidos e Achados

Ratita Matilde está perdida em parte certa do CEA.

Já ficou minha amiga, mas quer desesperadamente encontrar a amiguinha pequenina dela.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Alterações Climáticas no Bali

Andam os adultos no Bali a falar sobre estes assuntos. Esperemos que as conclusões tenham sido benéficas para a Natureza e que o Mundo vá ficando mais verde e azul!

Espreitem este site que fala sobre o futuro do clima.

Este fim de semana vou andar por aqui no CEA - surpresas natalícias aproximam-se. Não percam!

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Constipação: nariz de toupeira cheio de ranhoca e muitos espirros

Mas nada me impede de vos escrever aqui.
As manhãs de ontem e de hoje, aqui no CEA, foram preenchidíssimas. Comecemos por ontem: Externato D. Duarte.
Falamos sobre hormonas. É verdade! Tudo para que todos eles as pudessem "controlar". E depois tudo correu "sobre rodas". Lá fomos todos "de carrinho" aprender sobre o meu habitat, o ciclo da água, biodiversidade de um ecossistema ribeirinho (aquaterrário) e conhecer também alguns insectos (libelinhas e borboletas) e répteis (cobra de escada) e ver algumas células vegetais cheias de cloroplastos com clorofila. Mas como as acácias e os azevinhos foram "chamados ao barulho" decidimos ir lá fora ver o que são as mimosas. Sim, as mimosas não são vacas que dão leite, meus meninos!
Bom, espero que tenham gostado e que preencham os vossos MP3's com boa música! E voltem mais vezes. Hoje, foi a vez dos meninos da Cercilamas.
Apenas 6, mas cheios de vontade de ver coisas novas. Lá vimos o filme todos juntos e depois viajamos pelo mundo aquático dos peixes. Diana, o pimpão perguntou-me por ti! E a libelinha só fala no resto do pessoal. Amiguinhos, aguardo-vos por aqui na Primavera. Vão ver como o Sol está quentinho e o rio espelhado! Voltem, voltem!

terça-feira, dezembro 11, 2007

Renas, as nossas amigas natalícias!


Quem são?
A rena, tal como o cervo e o veado, faz parte da família dos "cervídeos". Aliás, é muito parecida com os seus primos, mas muito mais pequena!
Antigamente, nos países nórdicos, lá muito para o norte da Europa, os habitantes utilizavam as renas como meio de transporte sobre a neve (para puxar trenós), alimentavam-se do seu leite, comiam a sua carne e vestiam-se com a sua lã e pele.
Para sobreviver em lugares tão frios como o norte da Europa, as renas têm algumas características muito especiais.
Por exemplo, têm pernas mais curtas e fortes e focinho peludo. A fêmea é a única da família dos cervídeos que tem armações (chifres) como o macho, embora sejam um bocadinho menos desenvolvidas do que as dos machos.
A maior parte dos animais não se alimenta de musgo. Além de ser de difícil digestão, não alimenta muito. No entanto, a rena adora comê-lo porque tem uma substância química especial que a ajuda a manter o corpo aquecido!
A gravidez da mãe rena demora sete meses até ter o seu filhote e têm apenas um de cada vez. Como vivem 15 anos podem chegar a ter 14 filhotes!
Quando nascem, na Primavera, as renas bebés não têm chifres, mas quinze dias depois começam logo a crescer. O problema é que estes caem logo, mas dois meses depois já têm uma armação igual à dos pais.
No Verão as armações da rena são revestidas por uma pele fina que parece veludo. No Inverno essa pele seca e cai. Para acelerar este processo, o animal esfrega a armação o mais que pode!
A armação da rena fica então toda branquinha e começa a época de acasalamento e as lutas entre machos por causa das fêmeas.
As armações das renas são verdadeiras armas. Mas não são usadas só contra os inimigos de outra espécie, também podem ajudar a estabelecer a hierarquia do grupo, onde os machos lutam entre si, usando as armações como arma de combate, para determinar o dominante (o chefe do grupo).

(no site Júnior)

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Não sabes o que fazer nas férias do Natal?

Vem ao CEA e o Topas ajuda-te a transformar garrafas de plástico (tens de as trazer de casa) em brinquedos!

"We wish You a Merry Xmas, We wish You a Merry Xmas and a happy New Year!"

O Natal chegou a Lever, ao Centro de Educação Ambiental! Parece que o Natal deve ser todos os dias - para que sejamos boas pessoas, ou melhor, boas Toupeirinhas, devemos encarar o Natal como sendo um acontecimento diário e não anual.
Devemos ser generosos, companheiros, brilhantes, compreensivos, solidários e gratos.
Porquê?
Porque dando recebemos, porque sendo amigos ganhamos amizades, porque compreendendo somos compreendidos, porque sendo solidários fazemos com que todos juntos alcancemos bons objectivos e porque sendo gratos damos valor aos bons sentimentos.
Devemo-nos preencher de alegria pura e real.
Para que a hipocrisia fique de lado ou para trás, mas bem longe.

Eu, a Liliana e a Raquel desejamos a todos uma óptima Ceia Natalícia e um ano cheio de aventuras "verdes". P.S.- não se esqueçam de não colher Azevinho e Musgo para enfeitar os presépios, pois a Natureza agradece! Para que a extinção não seja uma realidade!

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Estreia da rubrica "Entrevista, ou algo parecido, a alguém pronto a divagar sobre assuntos verdes ou esverdeados"

Topas: Rita, sabes-me dizer quando te começaste a preocupar com o ambiente?
Rita: Acho que foi quando andava no 7º ano. Tive de fazer um trabalho para a disciplina de Ciências da Natureza sobre poluição. Na altura não se faziam pesquisas na Internet, sabes? Íamos para a biblioteca, pesquisar em livros e enciclopédias. Lembro-me que encontrei um livro com muitas fotografias de ambientes poluídos e fiquei horrorizada. Como era possível que o Homem deixasse que aquilo acontecesse? Aliás, que contribuísse para que aquilo acontecesse? Nesse momento tomei uma decisão: não queria ser mais um a contribuir para poluir o ambiente, queria fazer a diferença.

Topas: Achas que tens conseguido?
Rita: Bem, essa decisão foi feita quando eu tinha 11 ou 12 anos… Nessa idade, achamos que somos capazes de tudo e que quando formos "grandes" seremos ainda mais. (risos) Na prática, é impossível alguém não contribuir para a poluição do meio ambiente. Eu ando de carro e de avião, meios de transporte com emissões gasosas terríveis. Consumo energia, gasto água e produzo águas residuais e resíduos. Como qualquer outra pessoa, claro. Na prática, não podemos eliminar o nosso impacto poluidor sobre o planeta mas podemos tentar diminui-lo, e é isso que eu procuro fazer.

Topas: Achas que as tuas preocupações ambientais tiveram influência na profissão que escolheste?
Rita: Não tenho a mínima dúvida. Desde cedo que decidi que queria trabalhar na área ambiental. Tinha o sonho secreto de despoluir o mundo. Ou, pelo menos, uma parte dele. Pensei em tirar o curso de Engenharia do Ambiente mas, na altura, este curso estava a dar os primeiros passos em Portugal. Ainda não se sabia bem se iria ter futuro, não havia grande confiança quanto à qualidade do curso… Por isso, acabei por tirar o curso de Engenharia Química, e escolher no último ano o ramo Ambiente.

Muito obrigado Rita!

E venham mais "babalistas" ou "jajalistas" (AMBIENTALISTAS) que o ambiente agradece!

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Eu vi uma águia de asa redonda a sobrevoar o CEA

A águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) é uma ave de rapina originária do Velho Mundo. Tem tipicamente entre 51-57 de comprimento e 110 a 130 cm de envergadura de asas. Habita a maioria da Europa e parte da Ásia. É uma ave residente exceptuando as partes mais frias da sua área de distribuição. Habita a floresta e caça habitualmente em campo aberto. Alimenta-se de pequenos mamíferos e carcaças de animais.
Normalmente não formam bandos, mas podem ser observados vários indivíduos juntos aquando de migrações ou em habitats óptimos.
A sua plumagem é de cor diversificada, predominando a cor escura, sendo nesta notável uma característica banda transversal branca no peito.
Voa com batimentos lentos e em círculos planados. Executa com frequência curtos voos picados, aparentemente para treino.

segunda-feira, dezembro 03, 2007

AVENTUR(a) e com os SMAS de Sintra!

Sexta feira foi o dia de eu falar inglês.

Let's talk english? 26 young people were here on friday to talk about environment. They were from Greece, Hungary, Poland, Romania, Check Republic and Turkey. We spent the time talking about fishes, trees, water and about our different cultures. Did you know that in Romania there are no “green” culture? No environmental education centres, no residues politics, no nothing related to the environment! There’s the hope that the entrance to the European Union brings green thoughts to this people. There was a guy that was studding, among other stuff, to be a priest. In fact, he had a degree in environmental education. There was a girl that used to collect leaves for many years. Oh! And we met Maria: the hills are alive with the sound of music, la la la... They gave me two things: a beautiful drawing made by Eva, from Hungary, and a DVD from Maria about Heraklion.


Hoje foi dia de conhecer as colegas do SMAS de Sintra, essa bela localidade.
Pudemos conhecer a educação em prol do ambiente que se tem vindo a fazer em Sintra pelos técnicos do SMAS. Olha um Gotas!

 
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