Olá Amigos!
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Topas

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quinta-feira, maio 08, 2008

Então chamam-se Alheiras e não me trouxeram nenhuma alheira para comer?

Mas trouxeram vontade de conhecer coisas novas:
- O ciclo natural da água;
- Separação de resíduos;
- Formas de cuidar a água para não termos de a usar de forma rogada;
- O cilo urbano da água;
- Formas de tratamento da água para consumo humano.
Foram estes os nossos cientistas de hoje:


quarta-feira, maio 07, 2008

À terceira é de vez!

Vila d'Este de novo no CEA. Grupos diferentes, mas igualmente inteligentes. Aqui fica o registo fotográfico:





E mais especial ainda: encontramos uma borboleta que nunca tinhamos visto aqui na nossa mata! Ora vejam:

Quinta do Sol sem Sol, mas cheios de vontade de aprender

Sem Sol, mas muito activos:
- Caminhada pelo campo para colheita dos nossos ingredientes secretos e aprendizagem sobre a flora ripícola;
- Avental colocado, mangas arregaçadas e mãos à obra, ou melhor, na cozinha!
Querem ver como foi?

Resultados da nossa brincadeira:
Arroz

Gelo florido
Xarope
Chá
Ah! E não se esqueçam de espreitar aqui o blog, para verem como ficou o xarope eo gelo. Combinado?

terça-feira, maio 06, 2008

Jornal do Topas de Abril

Ora, aqui está o nosso número 4!



Divirtam-se na leitura.

Como chegar ao Centro de Educação Ambiental com a ajuda de transportes públicos?

Através da Auto Viação Sandinense. Aqui ficam os horários 1 e 2. Estarão sempre disponíveis aqui de lado. É só clicarem e já está!
Boa viagem!

Vila d'Este de novo no CEA


Tão interessados e tão espertos como o grupo de ontem. Aqui fica o registo fotográfico.


A sessão de cinema
Os ecossistemas ribeirinhos

Aqui foi a vez do Bufo bufo entrar em acção

A fauna ripícola




Livro do Mês de Maio

Este mês escolhemos um livro próprio para ser usado em férias!

Para pensarem como e onde podem ir para fora cá dentro. É o "Parques e Reservas Naturais de Portugal" da Verbo.

Para saberem que parques naturais existem no interior e perto da costa. Podem viajar desde o Gerês até ao Algarve. Podem ir até ao ponto mais alto de Portugal Continental e até a ilha da Berlenga. Venham ao Centro e espreitem: vão ver que vale a pena. Já sabem: o livro está no sítio do costume!

segunda-feira, maio 05, 2008

Olha nós outra vez na televisão!


Os nossos peixes são estrelas: autênticas estrelas, não de Hollywood, mas da RTP2! Desta vez foram os ruivacos que apareceram no Biosfera. Diz-nos a DGF que o Ruivaco tem as seguintes características:

Nome científico (válido): Chondrostoma oligolepis
(outros): Chondrostoma macrolepidotum, Leuciscus aula e Rutilus macrolepidotus
Família: Cyprinidae
Autor, data: Robalo, Doadrio, Almada & Kottelat, 2005
Nomes comums: Ruivaco, Ruivaca, Pardelha-de-escamas-grandes
Distribuição Global: Endémica de Portugal
Morfologia: Espécie de pequeno tamanho com corpo levemente comprimido, perfil da cabeça ligeiramente convexa. A boca é ligeiramente infera, subterminal, arqueada e sem barbilhos. O ruivaco apresenta escamas de grandes dimensões, com uma linha lateral muito marcada geralmente com 32 a 40 escamas. A barbatana dorsal é sempre maior que a barbatana anal, sendo anterior à linha vertical da inserção posterior das barbatana pélvicas. A base da dorsal é maior que a base da anal.
Coloração: Não existe informação.
Nativa: Sim
Migrador anádromo: Não
Migrador catádromo: Não
Longevidade: 8
Tamanho máximo (cm): 15.5 CT
Maturação sexual machos: 8cm CF
Maturação sexual fêmeas: 8cm CF
Época de reprodução: Abril até meados de Junho
Habitat geral: O ruivaco ocorre preferencialmente nos troços inferiores dos rios.
Curiosidades: Inicia deslocações para as zonas mais a montante a partir de fins de Março, quando a temperatura da água varia de 13 a 16ºC. Esta espécie é parecida à Chondrostoma arcasii. A área de distribuição é em parte sobreposta. Existem grupos geográficos geneticamente distintos, que se separaram à cerca de 3 milhões de anos ou mesmo mais recentemente.
Sem estatuto de conservação definido
Factores de ameaça: Vários tipos de poluição, extracção de inertes; passagens para peixes inadequadas; introdução de exóticas; aumento da turbidez (extracção de inertes); destruição das zonas de postura por extracção de inertes; Destruição do habitat
Medidas mitigadoras: Protecção dos habitats prioritários para esta espécie. Monitorizar a qualidade da água. Criação de uma época de defeso. Promover estudos das populações de Ruivaco. Educação ambiental de forma a valorizar esta espécie.


Para os verem na TV, é só clicarem neste link. Então boa curta metragem e um viva aos nossos famosos peixes!

Uma vila que fica a este

Este grupo de crianças, cheios de morangos com açúcar no ar, mas felizmente também com o novo programa "Desafio Verde" nas suas agendas televisas, conseguiram, entre muitas coisas aprender o que é um ecossistema ribeirinho. Vejam o registo fotográfico:





E não se esqueçam do nosso nome científico meus senhores: Homo sapiens!

Tantas coisas, tantos contecimentos!

Por onde hei-de começar?
Em primeiro lugar quero agradecer à querida Isabel Lima pelos sacos plásticos! Assim, o croché vai ser um sucesso.
Depois, queria falar-vos de um certo animal mágico: o pirilampo.



Mas o que é um pirilampo? Lembro-me que há uns anos a música dizia: "pode o lusco fusco vir, a descer pelo outeiro, com seus pezinhos de lã"... la la la... Só isto nos dá uma pista de que "fibra" é feito o pirilampo. Ora vejam:


Os pirilampos são controladores de pragas
Os pirilampos alimentam-se de caracóis e lesmas, principalmente. Como sabemos à conta destes moluscos gastrópodes, perdem-se milhares e milhares de euros, todos os anos, um pouco por todo o mundo, em culturas danificadas. Por vezes assumem proporções de praga e podem tornar-se realmente prejudiciais. Mas os pirilampos, por sua vez, se não foram incomodados, podem controlar um pouco esses números, e como predadores eficazes que são, equilibram o ambiente normalizando e estabilizando a ecologia dos locais onde conseguem prosperar. Factos sobre o assunto:

* Na Nova Zelândia foram introduzidos uns pirilampos provenientes da Europa (Lampyris noctiluca) para controlar o número de gastrópodes excessivos que estraga as culturas.

* No Nepal, para travar a invasão de caracóis gigantes provenientes de África, usou-se um pirilampo gigante e os resultados foram efectivamente interessantes. Em agricultura biológica são prezados pelo papel benéfico que exercem, pois assim não é preciso usar produtos nocivos ao ambiente e a nós mesmos, como pesticidas para controlar as pragas que se alimentam dos produtos vegetais que cultivamos.
Por LightAlive
Aprendam um pouco mais sobre eles aqui.



Imagem retirada deste site.
Ah! Já me esquecia da estreia televisiva de ontem na RTP2. Viram o Desafio Verde? Vamos lá ser mais verdes: ajudamos todos, incluindo nós e os nossos futuros!

 
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