quinta-feira, março 18, 2010
Lá fui eu de malas aviadas para Baguim do Monte
A manhã de hoje foi passada numa das escolas de Baguim do Monte.
Desta vez, as monitoras foram a Márcia e a Raquel.
Tiveram direito a flores e tudo...
Além disso, a biblioteca estava tão bonita e tão temática que esta instituição deveria ter o prémio de "Sabem bem receber".
Muito bem!
Escrito pelo Topas às 18:14 1 comentários
quarta-feira, março 17, 2010
Sem andar às turras...
... a Liliana e a Raquel conseguiram chegar a mais uma escola: a EB 2/3 Francisco Torrinha no Porto.
Um grupo bem interessante e demonstraram muito interesse nos temas debatidos!
Escrito pelo Topas às 17:02 0 comentários
terça-feira, março 16, 2010
Revista Saber Viver - Março de 2010
Para eliminar os ácaros que se escondem nos bonecos de peluche das crianças, congele-os durante 24 horas e depois lave-os, aconselham Cláudia Borges e Filomena Falcão no livro «Não consigo parar de espirrar».
Pensava eu que casar era fácil! Parece que este fim de semana eu e a Tupilde vamos lavar os peluches dos nossos filhotes lá em casa!
Escrito pelo Topas às 14:02 0 comentários
Amigos do Freecycle
Caros amigos do freecycle,
aqui no CEA andamos à procura de retalhos de tecido e oferecemos revistas e anéis.
Passem por lá e aproveitem!
Escrito pelo Topas às 10:03 0 comentários
segunda-feira, março 15, 2010
Este fim de semana no CEA
O CEA está a colaborar com a Equipa de Salvamento e Resgate Aquático dos Bombeiros Voluntários de Crestuma, no que respeita à cedência das nossas magníficas instalações do Centro de Educação Ambiental.
Tal colaboração é fundamental para o bom funcionamento desta Corporação, que como é sabido através da comunicação social, atravessa dificuldades no que toca a instalações operacionais e o que leva a que não tenham uma sala condigna para ministrar formação aos Bombeiros actuais e aos novos elementos.
Por essa razão, este sábado, alguns elementos desta corporação receberam formação relativamente a partos iminentes:
O Domingo foi cheio de amigos. Já nos preparamos para a Páscoa:
Escrito pelo Topas às 17:23 0 comentários
sexta-feira, março 12, 2010
quinta-feira, março 11, 2010
Um grupo bem especial fez-me companhia esta manhã
Foram crianças cheias de amor que vieram conhecer a minha casa e como salvá-la desta poluição tão forte e maligna que, infelizmente, tem vindo a acontecer ao longo dos tempos.
Querem ver como foi?
Escrito pelo Topas às 11:32 0 comentários
quarta-feira, março 10, 2010
O Mistério da Água para Consumo Humano
Hoje foi a vez de um grande grupo de Alpendorada nos visitar e ficar a conhecer a nossa Estação de Tratamento de Água para Consumo Humano. Um grupo heterogéneo, mas muito interessado. Foi assim:
Escrito pelo Topas às 17:12 0 comentários
terça-feira, março 09, 2010
E não é que o CEA é um case study no grupo Águas de Portugal?
Ora saibam tudo aqui.
Escrito pelo Topas às 15:27 0 comentários
Porque as árvores agradecem.
Aproveito para vos deixar este belo poema do nosso Fernando Pessoa:
Árvore verde,
Meu pensamento
Em ti se perde.
Ver é dormir
Neste momento.
Que bom não ser
'Stando acordado !
Também em mim enverdecer
Em folhas dado !
Tremulamente
Sentir no corpo
Brisa na alma !
Não ser quem sente,
Mas tem a calma.
Eu tinha um sonho
Que me encantava.
Se a manhã vinha,
Como eu a odiava !
Volvia a noite,
E o sonho a mim.
Era o meu lar,
Minha alma afim.
Depois perdi-o.
Lembro ? Quem dera !
Se eu nunca soube
O que ele era.
Escrito pelo Topas às 14:52 0 comentários
segunda-feira, março 08, 2010
Um Sábado e um Domingo repleto de amigos
Este fim de semana foi tão divertido!
A Lúcia e a Palmira tornaram o Sábado renovável; isto, claro, com a ajuda do grupo da Associação Nacional para o Estudo e Intervenção na Sobredotação.
No Domingo tive a visita de amigos que já não via há muito tempo.
Foi assim:
Escrito pelo Topas às 17:51 0 comentários
sexta-feira, março 05, 2010
Recordações
Lembram-se do Centro Social do Real?
Eles lembram-se de mim... foi um belo dia.
Escrito pelo Topas às 15:00 0 comentários
quinta-feira, março 04, 2010
E já que falamos em limpeza...
... aqui fica a lista de alguns produtos ecológicos que ajudam na limpeza lá de casa.
Escrito pelo Topas às 19:17 0 comentários
ECOVER
O Centro de Educação Ambiental passou a lavar a louça e a higienizar as sanitas de uma forma ecológica.
São pequenas "gotas no oceano", mas "de grão a grão, enche a galinha o papo"!
Escrito pelo Topas às 15:35 0 comentários
quarta-feira, março 03, 2010
terça-feira, março 02, 2010
segunda-feira, março 01, 2010
AMI
A Liliana e a Raquel foram, hoje de manhã, fazer a entrega de todas as dádivas artesanais à AMI.
Ficaram no Armazém do Centro Porta Amiga (rouparia) para que todos os interessados pudessem ir buscar os gorros, mantas, cachecóis, luvas, meias, camisolas e casacos, quando necessário.
Escrito pelo Topas às 16:25 0 comentários
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
Ali, o burrinho de Sidi Mohammed
Dos Contadores de Histórias chega-nos esta:
Ainda há pouco a enorme duna fulgia de vermelho, mas agora, com o sol cada vez mais a pique, adquirira um brilho amarelo dourado. Ali, o burro, mal repara que as dunas haviam mudado de cor. Só dá conta de que o sol está a incidir-lhe no dorso, cada vez mais quente, demasiado até! Por volta do meio-dia, tornar-se-ia insuportável.
Ali detesta a duna. Detesta o sol que nela incide e aumenta a luz e o calor. Só quando descansa à sombra da palmeira, durante a pausa do meio-dia, é que Ali gosta do sol. Deita-se numa ilha fresca que paira numa concha de luz amarela do oásis. Vê como no começo do ano a cevada se ergue amarela dourada entre as palmeiras e, no Verão, espreita as tâmaras na copa das palmeiras. No entanto, os intervalos de descanso numa ilha fresca acabam demasiado depressa.
Ali põe um casco à frente do outro. As suas pegadas são imediatamente preenchidas até meio pela areia que desliza. Às costas leva pendurados, à direita e à esquerda, dois cestos, dos quais vão escorrendo duas tiras amarelas douradas, areia que o vento arrastara até às plantas do oásis. Ali carrega essa areia de volta para o outro lado da crista da duna.
Atrás de Ali segue Sidi Mohammed. Sidi Mohammed não leva nenhum cesto mas sim um pau, em parte para se apoiar e também para espicaçar Ali, quando ele se mostra cansado. Como Ali detesta a duna, cansa-se com mais frequência do que seria de esperar e Mohammed bate-lhe com o pau no dorso. Por volta do meio-dia, contudo, Ali sente-se realmente cansado. As pegadas parcialmente cobertas de areia dançam-lhe à frente dos olhos, e ele detesta não só a areia e o sol mas também Sidi Mohammed, que não lhe concede ainda descanso algum.
“Espera”, pensa Ali. “Espera! Qualquer dia fujo! Depois, carregas tu a areia às costas e bates no teu próprio traseiro quando andares devagar.”
Ali já tem três anos e é um burro adulto, mas ainda não viu nada do mundo, para além das palmeiras de Sidi Mohammed e, por cima delas, o céu.
Durante o intervalo do meio-dia, Ali mal olha para as tâmaras maduras. Perdido nos seus pensamentos, vai arrancando umas ervas e esfrega as costas contra uma palmeira. Isto é exactamente o mesmo que o coçar da cabeça de Sidi Mohammed. “Esta noite!”, pensa Ali. “Esta noite vou fugir daqui!”
Pelo lusco-fusco, Sidi Mohammed senta-se encostado à cabana. Assim que o sol desaparecer atrás da orla da duna, vai ficar mais fresco. Ali anda a pastar debaixo das palmeiras. Mal escurece, o dono dá um estalido com a língua. Ali acorre obedientemente e desaparece no interior do tabique.
O estábulo de Ali, feito de tábuas, é ao lado da cabana de Sidi Mohammed, e a porta abre para fora. Ali espera até que tudo esteja silencioso, depois levanta-se e força a cabeça pela frincha da porta. Sidi Mohammed tinha deixado a caixa de pé contra a porta. Esta cai no chão de areia. Cheio de medo, Ali espera uns momentos antes de meter o corpo pela frincha da porta. Nada, está tudo calmo!
As estrelas brilham tão intensamente que Ali consegue, sem dificuldade, ver as pegadas na areia. Não sabia que, de noite, as dunas eram tão frias. O ar também é frio. Ali está cheio de frio mas, sem os cestos, faz a subida rapidamente.
Na crista da duna volta-se mais uma vez. Ao fundo da duna, vê as folhas das palmeiras pretas e um ângulo da cabana de Sidi Mohammed. À frente dele, estende-se o deserto, o mundo onde Sidi Mohammed não manda.
E agora, para onde ir? Ali quer seguir em frente, mas em que direcção?
Quando, ao fim de muito tempo, a orla do céu começa a clarear e depois o sol se levanta rapidamente, Ali ainda está a caminhar sem ter visto uma palmeira. Não consegue deixar de pensar no poço de água do oásis. Mas a água, agora, está muito longe.
Terá seguido na direcção errada? Talvez os oásis, as palmeiras, os pastos dos camelos e os poços de água sejam na direcção do pôr do sol. Será melhor voltar para trás? Ali não sabia que também se fica cansado e triste sem cestos de areia.
As dunas sucedem-se umas às outras, todas iguais, como se Sidi Mohammed estivesse a rir-se dele. De repente, Ali dá de caras com um animal sentado, imóvel, na areia. Tem uma cauda espessa, orelhas grandes e pêlo amarelo claro.
— Quem és tu? — pergunta Ali. — Eu sou Ali, o burro de Sidi Mohammed.
O desconhecido olha-o de olhos arregalados de espanto, olhos espertos, e responde:
— Que és um burro, eu sei. Mas és um burro palerma, porque não sabes que eu sou um feneco, uma raposa do deserto.
Ali fica zangado mas, como há horas que não encontra nenhum ser vivo, não deixa transparecer nada. Talvez o feneco possa ajudá-lo!
— O que estás aqui a fazer? — pergunta Ali.
— Ando por aqui a vaguear.
— Também estás à procura de um novo dono?
— Eu não tenho dono, sou livre!
— E quem te dá água e comida? Não vejo por aqui uma única folha de erva!
— És mais burro do que o que eu pensava! Não sabes que todos os animais livres têm de tratar de si? Sou eu que caço as minhas presas, e eu mesmo procuro as nascentes de água. Dá-te por contente por eu não apreciar carne de burro!
— Eu não caço. Prefiro pasto de camelo! — explica Ali dignamente. — Erva é o melhor que podes imaginar! Água, dá-ma o novo dono que vou procurar.
— Aqui não há dono nenhum! — disse a raposa. — Nem erva nem água. Só areia!
— Onde é que há água?
— Isso depende. Se seguires em direcção ao nascer do sol, tens ainda um dia e uma noite pela frente. Se fores em direcção ao pôr do sol, tens meio dia e chegas a um oásis com erva suculenta e água doce. Era o melhor para ti.
— Para aí não quero ir! — atalha Ali rapidamente. — Até hoje andei lá a carregar areia às costas até à crista da duna! Já estou farto, quero ser livre como tu!
— Livre? Então também tens de ser tão rápido como eu e igualmente corajoso. Não podes ter medo da sede nem da fome, o calor e o frio não podem incomodar-te. Tens de amar o vento e a areia, tens de evitar os oásis para não seres apanhado pelos homens. E, além disso, precisas de um pêlo diferente. Os animais livres têm um pêlo amarelo cor-de-areia como sinal de que amam o deserto, mas tu tens um pêlo parecido com pó de argila.
Ali fica abatido. Não tinha imaginado que a vida em liberdade fosse tão difícil.
— Queres ser o meu dono — perguntou após uma longa pausa. — Queres mostrar-me como posso tornar-me livre?
— Não quero contrariar-te — respondeu a raposa — mas acho que foste criado para o oásis. Quem nasceu para o deserto sabe sempre o que quer. Tu tens muitas perguntas. No teu lugar, eu regressaria para Sidi Mohammed. Tornar-me-ia útil, para que ele gostasse de morar comigo no oásis dele.
— Eu sou muito útil! — explicou Ali com orgulho. — Sem mim, o oásis há muito que estaria enterrado na areia e não haveria mais tâmaras doces. Sidi Mohammed vai ficar triste por eu ter fugido.
— E que mais queres? Não é belo transformar a tristeza em alegria? Volta para trás, eu acompanho-te. Sinto simpatia por ti, embora sejas um burrito.
E foi assim que o burro e a raposa se puseram a caminho do poente, um com o pé leve, o outro com o coração pesado… pois Ali ia a pensar no pau de Sidi Mohammed.
Mas como Alá também ama os animais, enviou um sonho a Sidi Mohammed. Este carrega uma jeira de madeira sobre os ombros, de onde pendem, à direita e à esquerda, dois cestos de areia. Devagar, um pé à frente do outro, Sidi avança, ofegante, pela duna acima. O calor do dia é quase tão pesado como a areia que leva às costas. Atrás dele segue Ali. De cada vez que Ali se impacienta, bate com o focinho nas costas de Sidi Mohammed, de tal maneira que o pobre quase cai para a frente. Sidi Mohammed acorda completamente destroçado.
Quando, pela manhã, descobre que Ali fugiu, não fica furioso mas triste. Triste consigo mesmo porque, sem a ajuda de Ali, o bonito oásis ficará soterrado na areia. Sidi Mohammed não tem um camelo e, a pé, não pode ir buscar o burro. Só lhe resta esperar que Ali volte de livre vontade.
O sol já está a pôr-se quando os dois amigos tão diferentes chegam ao seu destino.
— Adeus! — diz a raposa. — Não posso acompanhar-te mais. Estive a pensar em ti. Não é vergonha nenhuma trabalhar no oásis. Quem trabalha é útil e, ao mesmo tempo, valente como os animais livres. Se quiseres, podemos ficar amigos!
— Adeus! — diz Ali, a pensar novamente no pau de Sidi Mohammed.
A raposa afasta-se. As suas patas calcam a areia como uma fiada de pérolas.
Ali inicia a descida até ao fundo do oásis, muito lentamente.
Quando chega às palmeiras, já é quase escuro. Sidi Mohammed está sentado, encostado à cabana. Levanta-se de um salto. “O pau!” pensa Ali, muito assustado. “Ele vai buscar o pau à cabana!” mas Sidi Mohammed não vai buscar o pau. Em vez disso, corre ao encontro de Ali e coça-lhe a cabeça atrás das orelhas.
— Seu desertor! — diz ele. — Ainda bem que voltaste!
Ali, de pé, está muito quieto e sente-se o mais feliz dos burros. E, antes de correr para o poço para finalmente voltar a beber, esfrega a cabeça, agradecido, na túnica de Sidi Mohammed.
Hannelore Bürstmayr
Grün wie die Regenzeit
Mödling, Verlag St. Gabriel, 1986
Tradução e adaptação
Escrito pelo Topas às 15:23 0 comentários
Jardim de Infância de Igreja e Jardim de Infância do Cruzeiro
Infelizmente, estas instituições não cederam autorização para publicação das fotografias tiradas no decorrer desta Acção de Educação Ambiental.
Posso-vos dizer que estas crianças vestiram bem o papel que lhes calhou nesta hora do conto. Meteu água e guarda-chuvas abertos e até uma ida à praia! Haverá melhor do que isto?
Escrito pelo Topas às 15:12 0 comentários
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Como reagir...
... a este tipo de reacções?
Muito bem, é claro! Muito obrigado em meu nome e em nome da Liliana e da Raquel.
Escrito pelo Topas às 10:57 0 comentários
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
terça-feira, fevereiro 23, 2010
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Último fim de semana de primeiros socorros
Foi um fim em festa para mais tarde recordar.
Com danças, testes e muita diversão!
De resto, a chuva decidiu dar um ar da sua graça...
Escrito pelo Topas às 17:49 0 comentários
Escola EB1 do Crasto - O Topas e o Ciclo da Água
Infelizmente,o CEA não tem autorização para publicar as fotografias desta acção de educação ambiental que foi tão divertida!
Escrito pelo Topas às 17:46 0 comentários
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Escola Secundária Alexandre - O Mistério da Água para Consumo Humano
Infelizmente, esta instituição não cedeu a autorização para publicação das fotografias desta Acção de Educação Ambiental. Apesar disso, posso dizer que foi, no mínimo, divertida. É sempre bom conhecer jovens empenhados e divertidos!
Escrito pelo Topas às 12:32 0 comentários
Água, água...
... por onde andas tu?
Preciso de ti todos os dias e não te vejo boa de saúde!
Pois é! Se não tratarmos bem a água correremos o risco de ela deixar de existir e, consequentemente, toda a vida no mundo de esgotar.
Escrito pelo Topas às 12:32 0 comentários
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Lista de empresas que fazem ou não testes em animais
Para poderem aceder à lista mais actual das empresas que fazem e das que não fazem testes em animais podem clicar aqui.
Escrito pelo Topas às 18:33 0 comentários
Colónia de Férias da Páscoa - "Páscoa Colorida Com o Topas"
Para as crianças de Lever, foi organizada pelo CEA, uma colónia de férias de Páscoa.
Vejam todos os pormenores no poster e inscrevam-se o mais rápido possível!
Escrito pelo Topas às 18:18 0 comentários
A propósito da crise monetária...
... e do ambiente, claro:
Escrito pelo Topas às 13:34 0 comentários
AdDP a Limpar Portugal
A equipa de voluntários da AdDP para o movimento Limpar Portugal cresce a olhos vistos.
Se quiserem juntar-se à nossa equipa, inscrevam-se pelo email cea@addp.pt.
Vamos, todos juntos, Limpar Portugal!
Escrito pelo Topas às 12:06 0 comentários
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Bela família!
E não é que há famílias que me visitam à semana?
Esta já é minha amiga há algum tempo. Gosto muito deles.
Escrito pelo Topas às 17:15 0 comentários
Será que são rosas santificadas?
Adorei estar com este grupo de jovens tão interessante.
Rodeamo-nos de peixes, anfíbios, répteis, aves e até insectos.
Escrito pelo Topas às 16:13 0 comentários
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
CARNAVAL - 2010 - Paz, amor e muita personalidade!
Por cá, o carnaval fez um regresso ao passado. Foi a comunhão entre os anos 60 e os anos 80! Querem ver como correu?
Faço um agradecimento muito especial à Marta C-R. G. pela disponibilidade e pela arte nas faces da Liliana e da Raquel.
Um óptimo carnaval para todos!
DIVIRTAM-SE!
Escrito pelo Topas às 10:52 1 comentários
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Flora e o Violino - do Clube dos Contadores de Histórias
Esta manhã, Flora chegou à estação do comboio. A grande estação da grande cidade.
Ontem, caminhou todo o dia para apanhar o comboio.
Viajou toda a noite.
Viajou, ou melhor, fugiu, porque há guerra no seu país.
Uma explosão assustadora, a casa em fogo, e ninguém para apagar o incêndio que começava.
Por isso, Flora enfiou à pressa alguma roupa na mochila, depois pegou no ursinho e não esqueceu a caixa com o violino. E com os pais, fugiu para longe da sua aldeia.
Quando descem do comboio, já estão noutro país. As pessoas têm um ar apressado, falam uma língua esquisita. Flora vê que fazem gestos mas não percebe o que dizem.
Sente-se perdida…
Felizmente umas pessoas muito generosas emprestaram uma casa aos pais de Flora. E na escola do bairro há um lugar para ela, na classe dos mais novos. Vai poder aprender francês, a língua esquisita que ouviu na estação.
No primeiro dia, o pai acompanha-a à escola.
Assim que a vêem, os meninos começam a fazer troça dela.
–– Olha, tem os cabelos cor de laranja!
–– E a cara cheia de sinais!
–– Não é de cá! De onde é que tu vens?
–– Olha os óculos! Eh, tiraste-os à tua avó, ou quê?
Todos se riem. Todos, menos Flora.
Esta manhã, Flora trouxe o seu violino. Depois das aulas vai à escola de música. Ao verem a caixa, os meninos voltam a troçar dela.
–– O que é aquilo? A caixa da metralhadora?
–– Não, é o cesto de ir ao mercado. Ela só come peras!
–– Cuidado, ela escondeu um crocodilo lá dentro!
Todos se riem. Todos, menos Flora. Até fica cada vez mais triste mas ninguém se dá conta.
Ninguém, excepto António que, à saída da escola, se abeira dela.
–– Vais para casa, Flora?
–– Não, vou escola música.
–– Fazer o quê? –– pergunta António.
–– Tocar violino…
–– Queres que vá contigo?
Flora sorri e faz que sim com a cabeça.
Nesta escola ouve-se música por todo o lado, por detrás de cada porta. António reconhece o som de um piano, de um trompete e de uma flauta.
O professor da Flora é muito simpático e deixa António ficar na sala, com a condição de não perturbar.
Flora toca bastante bem tanto a solo, como em duo com o professor. António escuta-os sem se mexer.
Um dia, na escola, as crianças estavam a fazer um desenho quando, de repente, grandes nuvens escuras cobrem o céu. Nuvens de tempestade, que deixam uma pessoa assustada. Os raios caem de todos os lados, o trovão ruge e estala como um chicote. Zás! Não há luz: foi um trovão que cortou a electricidade.
–– Eu vou procurar velas –– diz a professora. –– Fiquem tranquilos.
As crianças estão com muito medo. Gritam e escondem-se a chorar debaixo das mesas. Flora bem gostava de as acalmar. Mas como?
De repente tem uma ideia, uma ideia muito boa.
Muito devagar, tira o violino da caixa, depois o arco…
Um… dois… três sons sobem na escuridão da sala de aula e balançam-se suavemente. Dir-se-ia uma canção de embalar. Depois, uma enfiada de notas forma uma dança. Como toca depressa, a Flora! Escolheu fazer o seu violino cantar uma toada do seu país. É alegre, triste, as duas coisas ao mesmo tempo. E graças a ela, todas as crianças esqueceram a trovoada.
Que pena! A electricidade voltou…
As crianças aplaudem.
–– Obrigada, Flora, muito bem! –– diz a professora. E depois acrescenta: –– Para amanhã não há trabalhos de casa. Mas vão todos fazer um bonito desenho ou um poema para agradecer à Flora.
–– Yupiii! –– gritam os meninos. Agora todos querem ser amigos de Flora. Mas ela só tem um amigo: António. Ele acompanha-a todas as semanas à aula de música.
O professor de música deu a António uma linda flauta.
–– Experimenta tocar um bocadinho!
António experimentou e gostou muito do som da flauta. A partir de então, passou a tocar todos os dias.
Muito rapidamente, começou a tocar peças com Flora. Violino e flauta, flauta e violino, é muito divertido e tem uma certa magia…
–– E se vocês fizessem um pequeno concerto na escola? – propõe o professor de música.
–– Boa ideia! –– exclama Flora. –– E depois vamos ao hospital tocar para os meninos doentes. No meu país faz-se isso muitas vezes. A música ajuda a curar e a esquecer as preocupações.
–– Que peças queres tocar, António?
–– Hum… As mais fáceis? Oh, e daí não, as difíceis também! Vou trabalhar todos os dias e fazer muitos progressos!
Os dois preparam então dez peças e, com a ajuda do professor, desenharam um cartaz muito bonito. Toda a escola vem ouvi-los. É um sucesso, um concerto magnífico! À saída, todos os meninos estão decididos a aprender a tocar um instrumento.
E depois?
Ora bem, Flora e António continuaram a tocar juntos.
PARA PRAZER DELES!
Viva a música!
Gerda Muller
Quand Florica prend son violon
Paris, l´école des loisirs, 2001
(Texto adaptado)
Será que dá ideias para uma fantasia de carnaval?
Uma menina vestida de flor, por exemplo...
Escrito pelo Topas às 16:33 0 comentários
Piscinas unidas jamais serão vencidas - Campanha "O Topas tem aulas de natação"
A AdDP está ciente dos compromissos para com valores sociais patentes na sua própria missão. Assim, tem vindo a desenvolver várias acções na esfera social, quer na vertente mais estritamente relacionada com a sua actividade – a responsabilidade pelo abastecimento de água para consumo humano – quer no que se refere à Comunidade em que se insere e aos seus Colaboradores.
O Centro de Educação Ambiental (CEA) constitui um edifício da empresa Águas do Douro e Paiva (AdDP), onde são prestados serviços de Educação Ambiental à comunidade.
Este projecto foi criado pelo CEA e tem como objectivo principal a promoção da integração da comunidade Leverense nas Actividades do CEA da AdDP.
Os objectivos da campanha “O Topas tem aulas de natação” são os seguintes: sensibilizar os utentes das Piscinas de Lever, Maravedi, Vila D’Este e da Granja para as medidas de utilização racional da água, para o uso racional do papel higiénico e para a importância do uso de produtos de higiene pessoal amigos da Natureza.
Irão ser colocados cartazes A5, nas várias áreas de intervenção, relativamente às temáticas indicadas acima.
As áreas de intervenção, em cada uma das piscinas, são as indicadas de seguida:
Escrito pelo Topas às 16:02 0 comentários
Águia de asa redonda a dar um ar da sua graça
As minhas amigas Bruna, Ivone e Tatiana têm sempre a sorte de ver a águia. Desta vez, houve tempo para fotografá-la e filmá-la:
Escrito pelo Topas às 16:02 0 comentários
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Viram o AVATAR do James Cameron?
Então vejam isto:
É uma história como no filme Avatar: tribo pequena luta contra corporação gananciosa. E então a tribo pediu ajuda a um especialista no assunto: o próprio James Cameron.
A luta do povo dongria kondh, de Orissa, na Índia, faz lembrar a luta dos na’vi no filme Avatar, de James Cameron.
Tantas são as semelhanças com a história de Avatar que a Survival – uma organização que luta pelos direitos dos povos indígenas – resolveu publicar um anúncio na revista Variety dirigindo um apelo directo a James Cameron, pedindo-lhe ajuda e a convidando-o a ver um documentário de dez minutos onde toda a situação é explicada: «Nós vimos o seu filme, agora veja o nosso: www.survival.es/lamina», diz o anúncio, publicado ontem.
Os dongria kondh veneram a sua montanha como «sagrada» e também se sentem ameaçados pela ganância de uma civilização tecnologicamente superior que serve insensíveis e pouco ecológicos interesses corporativos; em Pandora, uma corporação – a RDA – tenta expulsar os na’vi da Casa da Árvore, local que lhes é sagrado, para ter acesso à rica reserva de um minério chamado unobtainium; na Terra, uma empresa altamente cotada na bolsa de Londres, a Vedenta Resources, propriedade do multimilionário indiano Anil Agarwal, prepara-se para abrir uma mina na montanha sagrada dos dongria kondh para ter acesso ao bauxite, mineral a partir do qual se obtém alumínio.
Os dongria kondh são um dos povos indígenas mais antigos do mundo. Vivem nas colinas de Niyamgiri, no Estado de Orissa, na Índia, e veneram a sua montanha como se fosse um deus.
Partiu provavelmente do responsável pela organização Survival, Stephen Corry, a ideia de comparar a situação real na Índia com a ficção de Avatar. Um brilhante golpe publicitário que fará com que todos os fãs do filme se interessem pelo que se passar com aquele povo e por tudo o que Corry quiser dizer: «Assim como os na’vi descrevem a selva de Pandora como um todo, também para os dongria kondh vida e terra estão profundamente ligadas. Se descontarmos os elementos de ficção científica, a história fundamental de Avatar está a suceder ali, nas colinas de Niyamgiri.»
«Tal como os na’vi de Avatar, os dongria kondh também se encontram em perigo e a ponto de ver as suas terras minadas pela Vedanta Resources, que não recuará perante nada para conseguir os seus objectivos. A mina destruirá os bosques dos quais dependem os dongria kondh e arruinará as vidas de outros povos indígenas kondh que vivem na zona. Espero sinceramente que James Cameron se junte a esta luta para salvar a montanha sagrada dos dongria e assegurar o seu futuro», declarou Stephen Corry.
Ainda antes do mediático apelo a Cameron, já as tribos locais se tinham juntado aos dongria para uma manifestação contra a empresa e o multimilionário indiano. Na sexta-feira da semana passada, 5 de Fevereiro, mais de 3000 manifestantes juntaram-se na cidade de Muniguda – uma entre as muitas iniciativas de protesto que já incluíram corte de estradas e marchas.
«Deixem as nossas florestas, os nossos córregos e a nossa montanha sagrada em paz», gritam os povos desprotegidos, à espera que Cameron os oiça, se comova como o marine Jake Sully do filme, ponha de parte alguns dos milhões que ganhou com Avatar e os ajude a vencer a tirania corporativista dos maus da fita. Fontes: El Mundo, Survival e Wikipédia.
Escrito pelo Topas às 16:04 0 comentários
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
terça-feira, fevereiro 09, 2010
Jardim de Infância de S. Geão
Infelizmente, não nos foi dada autorização para publicar as fotografias da Acção de Educação Ambiental decorrida hoje.
Com pena, não podemos retratar fotograficamente o dinamismo e o interesse deste grupo tão pequeno, mas tão completo!
Escrito pelo Topas às 17:01 0 comentários
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Será este um mundo animal
Não consegui ver este filme até ao fim, pois é demasiado doloroso.
É uma revolta misturada com choro e outras coisas menos boas...
Mas estes vídeos servem para abrir os olhos de quem os tem fechados...
Escrito pelo Topas às 15:17 0 comentários
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Livro do Mês - Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal
Este é nosso livro deste mês. Sempre exposto na nossa biblioteca. Venham conhecê-lo, porque, infelizmente, há sempre espécies em perigo!
Escrito pelo Topas às 15:40 0 comentários
Escola EB1 do Crasto
Infelizmente, a instituição que nos visitou hoje não nos deu autorização de publicação das fotografias relativas à Acção de Educação Ambiental realizada hoje.
Fica apenas a recordação mental deste grupo.
Escrito pelo Topas às 10:16 0 comentários
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
Jardim de Infância do Crasto e Jardim de Infância de Baguim do Monte
Infelizmente, as instituições que nos visitaram hoje não nos deram autorização de publicação das fotografias relativas à Acção de Educação Ambiental realizada hoje.
Fica apenas a recordação mental destes grupos.
Escrito pelo Topas às 10:29 0 comentários
terça-feira, fevereiro 02, 2010
O projecto do uniforme
É incrível como usar o mesmo vestido de diferentes formas dá a impressão de se usar roupas diferentes todos os dias! Ora vejam este projecto solidário que mistura roupa, índia e ambiente.
Escrito pelo Topas às 14:10 0 comentários
Geão, geãozinho vem cá ouvir uma estorinha
Com muita água à mistura para acordar as mentes mais sonolentas.
Muita música e palavras. E dança até.
Para a Cristalina contar a sua história.
Escrito pelo Topas às 12:20 0 comentários
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Receitas culinárias - vegan
Será que é difícil?
Nem pensar!
Basta clicarem nestes sites e rapidamente irão ter a maravilhosas e fáceis receitas:
Alcachofras, cogumelos e crostini
Guacamole com queijo
Canecas de manteiga de amendoim
Deliciem-se!
Escrito pelo Topas às 15:04 0 comentários
sexta-feira, janeiro 29, 2010
Porque o Dia dos Namorados está próximo...
...lembrei-me de vos falar sobre as formas mais "verdes" que o poderão festejar com a vossa "cara-metade". Encontrei estas informações num blog muito interessante e o qual eu costumo ler. Ora leiam (podem utilizar o tradutor do google, caso tenham dificuldades em entender o inglês):
Looking for a Green Way to Say I Love You?
Sometimes it's tough to come up with new and creative ideas for romance when you don’t want to spend or consume resources.
If you'd like to keep expenses and ecological impact to a minimum there are plenty of ways to have an excellent time without spending much, if anything.
Consider the following ideas:
1. Cuddle. Sometimes when you're both busy, you may forget how good it feels to cuddle up to each other and relax. It's a great activity to enjoy when things have been stressful and you just need a calm break. A good cuddle session will do much more for your relationship than a flower basket.
2. Go to the mall. You don't have to spend money when you go to the mall, although it may be tempting. Walking the mall can be a great way to get out of the house without having to worry about the cold weather.
3. Listen to music. If you and your partner happen to share some musical tastes, you can always enjoy listening to music together. Chances are you can even find some live music at public winter festivals with no entry fee. Or maybe you can ask each other to come up with one or two songs that they would dedicate to you and then listen to them together. Slow dance like you were still in highschool.
4. Play games. Games are a popular choice for people of all tastes and ages. The variety is astounding! You can play a slow paced puzzle game against each other like Scrabble or Dominoes or you can play strategy games like Uno or Hearts. Some of them can really draw you into the action… strip poker anyone?
5. Say I Love You. Challenge each other to find a unique way to say "I love You" in a photo. Spell out I love you with rocks or hold up a sign from on top of a bridge… just find a unique way to say it capture it via a photo to gift to each other. Get them printed out via Flickr for just a few dollars and treasure them forever.
6. Watch a movie. Agree on a genre and then find a good movie to watch together. You may be able to find one on TV or you can rent one for a day for a dollar or two. If you can’t agree on a movie then each of you pick one and watch both.
7. Go out in the snow. Take some time to play in the snow. After all, it's not something that you can do anytime. Put on your winter gear and go for a walk. You can even bring out your inner child and make snow angels, build a funny snowman, or have a snowball fight.
8. Make a meal together. You can still have a romantic dinner even if you aren't going out. Choose a nice meal that you can cook together. You're probably used to either you or your partner cooking. It'll be a nice change to have the two of you in the kitchen together.
9. Plan a Garden. Spend some deciding where your spring garden will go and what you will plant. Look over catalogs and order seeds. Plant a few flowers that represent love like red tulips, Forget-Me-Nots, and Daisies. You could even call that area the “love” garden and bring the cut flowers indoors in the summer to enjoy together.
10. Volunteer together. Spend a day at a homeless shelter, a food bank, a clean-up site, or some other place that needs volunteers. Working together to better your community and better yourselves is a win-win for everyone.
Just because it's cold outside or because Valentine’s Day is approaching doesn't mean that you need to go broke or sit around and be bored. Try some of these activities together and create some new memories!
Escrito pelo Topas às 12:44 0 comentários
quinta-feira, janeiro 28, 2010
Boucinha - Parte II
Não esquecerei muitos dos meninos deste grupo: dos nomes, das respostas na ponta da língua, da energia e da simpatia.
Escrito pelo Topas às 12:21 0 comentários
quarta-feira, janeiro 27, 2010
O mistério da água para consumo humano
Hoje tivemos a presença de 3 grupos diferentes. A Estação de Tratamento da Água para Consumo Humano e o Laboratório foram as personagens principais:
Escrito pelo Topas às 15:51 0 comentários
terça-feira, janeiro 26, 2010
Permacultura
Hoje, nas minhas viagens pela internet, encontrei este fórum: Permacultura Portugal - Cuidar da terra, cuidar das pessoas, partilhar justamente. Lá podemos encontrar um livro que nos explica os fundamentos da permacultura. Explorem, pois vão ver que vale a pena.
Escrito pelo Topas às 15:09 0 comentários
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Sr. Faria e Sr. Neves
Muito nos custou escrever sobre isto, mas a verdade é que tentamos interiorizar que estas duas almas estão num lugar melhor, de surpresa ou a contar, o ser humano nunca gostou de perder, nem a feijões!
Perdemos duas presenças extraordinárias.
Duas almas que muito trouxeram ao Mundo.
Foram duas pessoas muito especiais para nós, ambos ligados ao ambiente, nas suas diferentes formas e feitios.
Não podemos dizer que o Mundo ficou mais pobre. Muito pelo contrário! Ambas ficamos mais ricas por os termos conhecido e por termos aprendido tantas coisas novas com o Sr. Faria e o Sr. Neves.
Um grande abraço a ambos das duas malucas (como nos chamavam).
Com saudades,
Liliana e Raquel
Escrito pelo Topas às 12:19 0 comentários
sexta-feira, janeiro 22, 2010
quinta-feira, janeiro 21, 2010
Muitas "compostagens"
E foi uma bela manhã recheada de composto e para "matar" saudades destas simpáticas professoras que já cá tinham estado com outros meninos e outras meninas.
Escrito pelo Topas às 16:32 0 comentários
