Olá Amigos!
Bem-vindos ao meu diário na internet. Espreitem as ligações do lado direito e conheçam-me melhor, aos meus amigos e ao meu Mundo. Não se esqueçam que podem sempre deixar-me uma mensagem.
Voltem sempre e não se esqueçam de cuidar da nossa Natureza!

Topas

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terça-feira, novembro 18, 2008

Limpeza verde...

... não de côr, mas porque é amiga da Natureza. Com simples produtos podemos limpar as nossas casas e ajudar a manter uma Natureza saudável. De um modo mais prático, que vantagens traz para o ser humano esta limpeza? Vamos pensar esquematicamente:

limpeza "verde" » ambiente caseiro mais saudável para os humanos » produção de produtos químicos de limpeza que são prejudiciais ao ambiente diminui » natureza saudável » melhor qualidade de vida para todos » uso mais responsável de produtos de limpeza que são amigos do ambiente » despesas relativas à limpeza reduzidas » natureza saudável

Que mais podemos querer?



Cliquem aqui para descarregarem o nosso guia de limpeza verde.

Boas limpezas!

segunda-feira, novembro 17, 2008

Campanha "O Topas ajuda animais abandonados"

Esta campanha faz parte do Projecto "O Topas quer morar em Lever". O início estava programado para 2009, mas quis o "mundo canino"que esta fosse iniciada mais cedo. Este tema é bastante complicado, pois trata-se de uma mudança muito radical na forma como os nativos de Lever vêm os animais, pelo menos os abandonados.
Como fazer compreender que os animais são tão especiais (ou mais) quanto os Humanos?
Talvez começando pela embriologia:



O início antecipado, deve-se a estas 4 maravilhas da Natureza que brincam e amam como ninguém: a Maria, a Erica, a Rita e o Lourinho Arisco. Apelem aos vossos corações e adoptem estes seres com muito amor e, não nos esqueçamos, dentadas para dar!



No âmbito do tema "Educar / Instruir, Valores, Crueldade » competição, individualismo" num fórum de discussão ambiental, alguém comentou:
«"Confesso que me sinto melhor acompanhado pelo meu cão do que com alguns seres humanos. São coisas..."
Pois eu não tenho cão. Acho eticamente indefensável do ponto de vista ambiental. Numa altura em que todos procuramos reduzir consumos para diminuir a pegada ambiental a detenção de animais para exclusivo prazer dos seus donos parece-me indecorosa. São coisas.»

Pois, eu acho eticamente possível que as pessoas queiram cuidar de animais domésticos que foram abandonados por outras pessoas ou que nasceram, simplesmente, no seio de uma rua sem aquecimento e comida disponível todos os dias. Não será isso o altruísmo e a solidariedade? Cuidar só porque sim sem esperar nada em troca? Para mim, sim, isto é que "são coisas"!

Carta de um filho aos pais do Mundo


Para aceder ao ficheiro clicar aqui.

Projecto Combo

Além da tradição aliada à moda e à arte eu ainda vejo nestes objectos a reutilização e a reciclagem! Viva a inovação e a imaginação!



de http://combo.aforest-design.com/

A importância dos cogumelos

Encontrei este artigo interessantíssimo da Andreia Gama. Leiam e entendam a verdadeira importância dos cogumelos nas nossas vidas:




Cogumelos. A IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA

Os fungos são componentes importantes do ecossistema, representando um papel de equilíbrio dos espaços florestais. A ocorrência dos fungos, surge em diversos tipos de habitats, mas será na floresta que os encontramos com maior frequência e diversidade.
A ocorrência dos fungos, surge em diversos tipos de habitats, mas será na floresta que os encontramos com maior frequência e diversidade. É nestes espaços que os fungos encontram as condições que melhor garantem as suas necessidades fisiológicas, representando igualmente um papel essencial para o equilíbrio dos espaços florestais, através das diferentes relações que estabelecem com as outras espécies e que poderão ser, essencialmente, simbiótica, saprofitica ou parasítica, desempenhando ainda um papel importante nas cadeias tróficas como alimento de alguns animais. As espécies macrofúngicas podem então ser classificadas em distintos grupos ecológicos:
Micorrízicos – associação com as raízes de uma planta, constituindo a denominada micorriza, com a qual a planta aumenta a sua capacidade de absorção dos elementos minerais, e como troca o fungo obtém dela as substancias orgânicas necessárias para sobreviver (associação simbiótica);
Saprófitas – estes fungos desempenham um papel crucial como decompositores da matéria orgânica, mineralizando-a e colocando-a de novo à disposição das plantas;
Parasitas – fungos que vivem sobre plantas e animais, provocando, por vezes, graves doenças ou até mesmo a morte aos seus hospedeiros.
Cerca de 80% das plantas estabelecem micorrizas em condições naturais, o que representa grandes vantagens para as plantas, não apenas pelo aumento de absorção de nutrientes – estimulando o seu crescimento –, mas também alguns fungos micorrízicos podem reduzir efeitos provocados por alguns organismos patogénicos, tornando-se deste modo elementos de luta biológica.Os fungos, juntamente com as bactérias, são os únicos seres vivos existentes capazes de digerir duas das substâncias presentes numa árvore – lenhina e celulose – realizando a decomposição da matéria orgânica. Através desta decomposição, os fungos promovem a reciclagem de nutrientes que já fizeram parte de outros seres vivos.Algumas estimativas do número de espécies de fungos existentes na Terra apontam para valores na ordem 1.500.000 (Hawksworth, 1995). Segundo Gillean T. Prance (1993) algumas espécies fúngicas já se encontram em declínio em alguns habitats, por razões de diversa ordem, desde a chuva ácida até à colheita excessiva das espécies comestíveis mais populares. Os macrofungos são fungos com “grandes” estruturas reprodutoras, designadas por esporocarpos, carpóforos ou então o nome mais comum – cogumelos. Estes são os corpos frutíferos dos fungos, ou seja, são a parte visível que os fungos necessitam para a sua reprodução, os quais têm por função a produção e dispersão de esporos (o equivalente às sementes nas plantas) que permitem a sua disseminação. O fungo é constituído pelo micélio – rede de filamentos, através dos quais fazem a absorção de nutrientes e de água essenciais ao seu desenvolvimento – e pelo cogumelo em si – estrutura reprodutora. Os períodos de frutificação são muito aleatórios e algumas espécies não ocorrem todos os anos, sendo o Outono e a Primavera a época por excelência para o seu aparecimento. Se alguns carpóforos persistem alguns anos, a maior parte desaparece em menos de uma semana. As espécies mais pequenas são ainda mais efémeras – alguns Coprinus ou Mycenas minúsculas esvanecem-se em algumas horas. O aspecto morfológico do cogumelo varia não só com a espécie mas também em função da idade, o que por vezes pode complicar a sua identificação se não se tiver exemplares em diferentes estágios de crescimento.A sazonalidade é das questões mais importantes quando se tenta estimar a diversidade macrofúngica, dependendo o aparecimento dos carpóforos de factores como a temperatura, precipitação, ph do solo, disponibilidade de nutrientes e os padrões de sucessão da vegetação.A inventariação das espécies fúngicas é um passo essencial que falta concretizar na maioria dos países, entre os quais se inclui Portugal. É necessário efectuar inventários, mapeamento e criar listas vermelhas, sendo que a avaliação da diversidade de macrofungos exige alguns anos de inventário até que a curva espécies/área estabilize. Segundo Régis Courtecuisse (2001) um passo muito importante deverá e pode ser dado de forma rápida e efectiva como estratégia de conservação, e que consiste na conservação dos seus habitats. Os fungos não podem ser protegidos individualmente, pois a sua biologia, as frequentes dificuldades inerentes à sua identificação, mesmo por parte dos especialistas, entre outras peculiaridades, não se adequam com esta opção.Existem três factores que dificultam a tentativa de analisar a diversidade macrofúngica de acordo com Arnolds (1995):
Tempo de vida do carpóforo - podem viver desde apenas algumas horas até mais de um ano;
Sazonalidade das frutificações – fortemente relacionada com as condições climatéricas;
Flutuações - em que as condições climatéricas condicionam a produção de esporocarpos.Contudo, pequenos passos começam a ser dados em Portugal. Em várias áreas protegidas têm vindo a ser desenvolvidos trabalhos de inventariação de macrofungos. É essencial a compilação desta informação e que estes sejam trabalhos continuados. É igualmente indispensável a sensibilização de todos sobre a importância dos macrofungos, com o seu papel fundamental na ecologia e o seu lugar de destaque na esfera económica.“Desde há alguns anos que a necessidade de fornecer protecção adicional às espécies fúngicas foi reconhecida dentro do grupo da Convenção de Conservação da Vida Selvagem e Habitats Naturais da Europa (Convenção de Berna). Até ao momento, não existem espécies fúngicas representadas nos Apêndices da Convenção.” Uma das razões reside no facto do “estado de conservação de muitas espécies ser desconhecido (...) ” (in Swedish proposal to include fungi species in Appendix 1 of the Bern Convention, 2002). Efectivamente, uma das formas de colmatar esta lacuna consiste na criação das listas vermelhas nos diferentes países. Se já foi difícil definir o estatuto de novidade das espécies para Portugal, definir o seu estatuto de conservação é sem dúvida ainda mais complicado. Tomando esta situação em consideração apresentam-se seguidamente alguns itens para a conservação dos macrofungos no seu todo.

Considera-se então necessário:
. Conservação dos seus habitats, pois só assim será possível garantir a sua conservação;
. Sistematização da informação já existente sobre a ocorrência das espécies macrofúngicas, de forma a tornar a sua consulta mais simplificada;
. Realização de estudos de inventariação dos macrofungos, contribuindo para o crescimento do conhecimento relativo ao nosso património fúngico;
. Investir na formação de técnicos especializados na área dos macrofungos;
regulamentação da colheita de cogumelos, realidade com relevância económica mas que não tem qualquer instrumento legal que a regule;
. Sensibilização da população para a importância dos macrofungos no equilíbrio ecológico.


A implementação destas medidas permitirá a criação de uma Lista Vermelha de fungos para Portugal, a sua conservação e uma boa gestão do património micológico.
Colheita de Cogumelos em Portugal
Para além do importante papel no equilíbrio dos ecossistemas, outros papéis relevantes dos cogumelos encontram-se na alimentação, na medicina (para obtenção de diversos medicamentos), e na economia, fazendo parte de um mercado vasto e em crescendo que necessita de ser regulamentado.A colheita de cogumelos silvestres são uma fonte de rendimento importante de muitas famílias em Portugal, contudo, esta actividade não é regulamentada, existindo num mercado paralelo. Os principais clientes vêm de Espanha, França, Itália, países onde o consumo de cogumelos faz parte das suas realidades culturais e gastronómicas, mas em que a colheita já se encontra regulamentada.A colheita de cogumelos em Portugal não se tem realizado da melhor forma, e por desconhecimento da importância deste grupo de seres vivos para o equilíbrio do meio natural, os seus colectores cometem algumas incorrecções, as quais serão importantes corrigir para que se garanta a continuidade das mesmas. Deixamos aqui algumas técnicas e princípios que os colectores de cogumelos deverão ter em consideração para que todos os anos, estes extraordinários e misteriosos seres vivos, essenciais ao equilíbrio dos ecossistemas, continuem a ocorrer. A colheita deve então ser efectuada de acordo com determinadas técnicas e princípios:
. Colher apenas os cogumelos que tenham atingido a maturidade (deverão ter já o chapéu aberto, de forma a terem libertado os esporos), de modo a se garantir a continuidade da espécie;
. Colher os cogumelos cuidadosamente pela base, utilizando um canivete, de forma a não danificar o micélio nem a vegetação circundante ou as raízes das árvores;
. Os cogumelos devem-se transportar em cestos ou outro recipiente similar, para que permita o arejamento destes e a dispersão dos esporos (nunca em sacos ou contentores plásticos);
. Não colher indivíduos muito maduros ou deteriorados (poderão estar atacados por larvas, insectos ou fungos, tornando-se perigoso o seu consumo);
. Não colher todos os cogumelos de uma mesma espécie presentes num determinado local (deixando alguns exemplares garante a dispersão dos esporos e promove o aumento do número de indivíduos da espécie);
. Não colher cogumelos que suscitem dúvidas na sua identificação;
. Não destruir os cogumelos não comestíveis, pois estas espécies desempenham um papel fundamental na natureza.
Por sua vez, determinadas práticas deverão ser erradicadas:
. Colheita de exemplares em ovo de Amanita-dos-césares (Amanita caesarea);
. Colheita de exemplares de Boletus com diâmetro de chapéu inferior a 3 cm, e de Cantharellus com diâmetro inferior a 2 cm;
. Colheita durante a noite (do pôr do sol até ao amanhecer);
. A colheita de cogumelos junto a estradas, zonas industriais e terrenos de agricultura intensiva (os cogumelos têm a capacidade de acumular nos seus tecidos metais pesados e outros produtos tóxicos como pesticidas, cogumelos comestíveis poderão tornar-se venenosos devido à absorção destes produtos tóxicos);
. Não colher cogumelos após as chuvas, mas somente em dias secos.E assim teremos uma colheita sustentável!


Andreia Gama

Bibliografia:
ARNOLDS, E. (1995). Problems in Measurements of Species Diversity of Macrofungi – CAB International. Netherlands.COURTECUISSE, R. (2001). Current trends and perspectives for the global conservation of fungi. In MOORE, D. ; NAUTA, M. M. ; EVANS, S. E ; ROTHEROE, M. (Editors). Fungal Conservation – Issues and Solutions, pp. 7 - 18 Cambridge University Press, Cambridge.DURRIEU, G. (1993). Écologie des Champignons. Masson, Paris.GAMA, A. (1995). Cogumelos. CMCB, Castelo Branco.GERHARDT, E. (1997). Guide Vigot des Champignons. Vigot. Paris.HAWKSWORTH, D. L.; KIRK, P. M.; SUTTON, B. C.; PEGLER, D. N. (1995). Ainsworth&Bisby’s - Dictionary of the Fungi. Eighth Edition. Cab International, Cambridge.LARGENT, L. D. (1977). How to Identify Mushrooms to Genus I: Macroscopic Features. Mad River Press Inc. Eureka. MAUBLANC, A. (1995). Champignons comestibles et vénéneux. Éditions Lechevalier. Paris.NEVES, S. (1999). Os cogumelos e a floresta – Mata da Margaraça. Instituto da Conservação da Natureza.PRANCE, G. T. (1993). Preface. In D. N. Pegler, L.; Boddy, B. Ing.; P. M. Kirk (Editors). Fungi of Europe – Investigation, Recording & Mapping. The Royal Botanic Gardens. KewRANDY, M. et al. (2001) Fungal Conservation in the 21st Century : Optimism and pessimism for the future. In MOORE, D. ; NAUTA, M. M. ; EVANS, S. E. ; ROTHEROE, M. (Editors). Fungal Conservation – Issues and Solutions, pp. 247 - 255 Cambridge University Press, Cambridge.Swedish proposal to include fungi species in Appendix 1 of the Bern Convention. Ministry of the Environment, Stockholm, Sweden, 23 de Outubro de 2002.

Há quem passeie por aí só para os conhecer:
MOGADOURO.

Torneira de água a vaguear pelas ruas da Maia

A Águas Douro e Paiva e a Câmara da Maia lançaram na passada sexta-feira uma campanha onde se apela ao consumo da água da torneira. Vejam a notícia do JN:

Aguadeiros vão abrir a torneira pelas ruas
2008-11-15
HUGO SILVA


E se um estranho lhe oferecer um copo de água, numa rua da Maia, isso é... água da torneira. E não é nenhum impulso. Aguadeiros vão andar pelas principais artérias do concelho para promover o consumo de água da rede pública.
A iniciativa é da Águas de Douro e Paiva e da Câmara da Maia, começa depois de amanhã e não se esgota no esforço dos aguadeiros. Da ementa constam uma minimaratona, no centro da cidade (no próximo dia 30), um concurso escolar de banda desenhada, acções em 500 cafés, bares e restaurantes e uma campanha publicitária que inundará jornais, rádios, televisões e cinemas.
Os aguadeiros, com o depósito às costas, vão andar pelas ruas mais movimentadas da Maia, Vermoim, Gueifães, Águas Santas, Pedrouços, Vila Nova da Telha, Moreira e Castelo da Maia. Vão oferecer também copos e garrafas de água especialmente concebidas para a campanha nos bares, cafés e restaurantes.
Não foi estipulado um volume de água a distribuir. Sabe-se, apenas, que a campanha acaba no dia 15 de Dezembro. Até essa data, o objectivo é distribuir muita água. O importante é convencer a população das virtualidades do líquido que jorra das torneiras.
Para os mais novos, há motivação extra: o concurso de banda desenhada, destinado a todas as escolas EB 2,3 do concelho, tem como primeiro prémio, para a turma vencedora, uma viagem ao Oceanário, em Lisboa. Tudo pago.
"Segundo todos os estudos científicos realizados nos últimos anos, a água disponibilizada pela rede pública é de elevada qualidade. A actual crise económica potencia o consumo da chamada 'água da torneira', tornando-se fundamental informar que esta é tão boa ou melhor que a 'água engarrafada'", garante a Câmara.
A Águas do Douro e Paiva, uma das duas empresas que fornece a água à Maia (a outra é a Águas do Cávado) também procura convencer as pessoas pelo bolso: o presidente, Martins Soares, recordou que, ao consumirem água da torneira, as famílias poupam na factura do supermercado.
Convém não esquecer, porém, que a água da torneira também se paga. E que para o próximo ano se perspectiva mais um aumento na ordem dos 5% por parte da Águas de Douro e Paiva (fornece os municípios). Pelo menos a Câmara da Maia já garantiu que a subida para o consumidor não será tão elevada, devendo ficar-se pelo valor da inflação.
Ainda no que a números diz respeito, refira-se que a campanha apresentada ontem de manhã na Tertúlia Castelense representa um investimento de 200 mil euros, apoiado por fundos europeus.

Limões e Laranjas

Os problemas informáticos só me permitiram escrever hoje sobre os meus amiguinhos que vieram ao CEA no dia 13.

Não foram estes frutos, mas bem parecia com a coloração dos chapéus destes pequenos cozinheiros! Alegria, boa disposição, novos conhecimentos e muita aprendizagem. Bem haja a quem permite a aquisição de novos conhecimentos!

Água reciclada no espaço

Estação vai usar água reciclada
NASA vai abastecer a Estação Espacial Internacional com água obtida através da purificação de desperdícios, incluindo urina

No JN de Domingo:

A Agência Espacial norte-americana está a preparar a duplicação da tripulação a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês). Um dos principais problemas de abastecimento - a água potável - será solucionado com uma máquina que seguiu a bordo do vaivém "Endeavour" que ontem de madrugada foi lançado a partir do Centro Espacial Kennedy e que vai reciclar águas usadas, incluindo a urina dos astronautas.
"Fizemos testes de sabor da água", explicou Bob Bagdigian, o engenheiro responsável pelo sistema. "Ninguém apresentou qualquer objecção. Exceptuando um ligeiro sabor de iodo, é tão refrescante como qualquer outro tipo de água". "Tenho alguma no meu frigorífico e sabe-me bem", acrescentou Bagdigian.
O transporte desta máquina que custou 250 milhões de dólares é um dos objectivos da missão do vaivém "Endeavour". Juntamente com o sistema de reciclagem seguem dois pequenos quartos, o primeiro refrigerador para a estação, novo equipamento de exercício e outro dos equipamentos tidos como essenciais - uma segunda casa de banho.
"Com seis pessoas a bordo da ISS são mesmo necessárias duas casas de banho. É muito mais conveniente e mais eficiente", explicou Sandra Magnus, uma das astronautas do "Endeavour" que vai susbitituir Greg Chamitoff como engenheira de voo da estação espacial. Chamitoff está a bordo da ISS desde o último voo de uma vaivém, em Junho passado.
Porém, antes de aumentar a tripulação da ISS em mais três astronautas, a Nasa quer ter a certeza de que o sistema de reciclagem de água funciona sem problemas.
A reutilização da água a bordo é um aspecto essencial perante a perspectiva da Nasa retirar do activo os seus vaivéns, que produzem água como subproduto do sistema eléctrico. Até agora, em vez de lançar a água borda fora, a Nasa estava a transferi-la para a estação espacial.
Porém, os dias de vida dos vaivéns estão contados. Sobram apenas mais dez voos, incluindo a última viagem de serviço ao telescópio espacial "Hubble". A Nasa prepara-se para concluir o programa em 2010, após o que a nave russa "Soyuz" passará a ser a única forma de transporte de tripulantes para a estação.
"Não podemos estar permanentemente a enviar água para seis pessoas", explicou o director de voo do vaivém, Ron Spencer. "Reciclar é essencial".
A agência espacial dos Estados Unidos espera processar 23 litros de água por dia com a nova máquina. O objectivo é recuperar cerca de 92% da água presente na urina dos astronautas e também no ar da estação. "A água potável de hoje eram os desperdícios de ontem", conclui Bob Bagdigian.

quarta-feira, novembro 12, 2008

Conservação da natureza investe no conhecimento

Foram detectados vários problemas pelos técnicos que elaboraram o Relatório Nacional de Implementação da Directiva Habitat, diz a notícia do Expresso.

O Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade(ICNB) garantiu que irá reforçar os investimentos na área do conhecimento científico após ter detectado "grandes carências", nesta área, aquando da elaboração do Relatório Nacional de Implementação da Directiva Habitats. Tito Rosa, presidente do ICNB, reconheceu hoje, na apresentação pública das conclusões do referido relatório, a importância de se investir mais na área do conhecimento sobre património natural.
À pergunta do Expresso de que modo iria ser conseguido investimento, o presidente do ICNB respondeu: "O dinheiro pode ser muito mas se não houver uma boa gestão dos recursos não serve para nada". O que disse ser prioritário é o investimento "na atitude, na organização e gestão dos recursos. Este é o nosso primeiro investimento". Quanto a numerário, Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente, presente na sessão, referiu não poder adiantar montantes, mas que o ICNB poderia recorrer ao Quadro de Referência Nacional (QREN), como um dos meios onde poderá obter verbas. Outros problemas foram detectados pelos técnicos que elaboraram o relatório nacional. Os mapas cartográficos e as suas escalas, verificou-se, em alguns casos, ser impossível avançar com os trabalhos, como aconteceu com no caso da flora. No resumo não técnico do documento afirma-se: "A ausência de cartografia actualizada, relativamente à distribuição de parte das espécies da flora e fauna, e dos habitas naturais, particularmente no que diz respeito ao território continental (...) foi um importante constrangimento à elaboração do relatório nacional". Do documento estão identificados 99 habitats e 347 espécies, num cenário onde a maioria dos habitats, como é afirmado, "está num estado de conservação, desfavorável/inadequado"
Situação que se verifica sobretudo a nível continental devido à pressão urbana na zona costeira que acaba por produzir impactos negativos nas áreas dunares salinas e turfeiras. Nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores os indicadores ao nível de fauna e em particular da flora referem uma "avaliação global favorável". Curiosamente, os anfíbios e répteis representam as espécies faunísticas em situação "favorável". O relatório cita também existirem "importantes lacunas de conhecimento" no que se refere aos grupos dos invertebrados, morcegos não cavernícolas, mamíferos e répteis marinhos".

Robin dos Bosques

E se eu fosse uma espécie de Robin? Chamavam-lhe um fora da lei (mas há tantas leis que são erradas!) que roubava aos ricos para dar aos pobres. Um Herói!

Na floresta tinha a sua "morada". De amigos era rodeado. De altruísmo enchia o seu coração.

Será condenável?

Deixo-vos algo que poderão fazer, caso andem pela floresta à procura do Robin e encontrem umas bolotas pelo caminho:





Retirado de "Joga com a Natureza" da Caminho; ISBN: 972-21-1199-X

terça-feira, novembro 11, 2008

Os Magustos e as suas personagens



Hoje, eu e a Tupilde, vamos fazer uma grande festa dedicada às castanha, lá em casa e com toda a família. Estive a pensar naquilo que não poderia faltar na festa e da lista faz parte o seguinte:



- Água Pé: 1 bebida com baixo teor de álcool que se prepara deitando água no pé ou bagaço das uvas, depois de espremido; 2 vinho ordinário
- Jeropiga: 1 bebida muito alcoólica feita de mosto, aguardardente e açúcar; 2 vinho a que se suspendeu a fermentação por meio da aguardente; vinho abafado; 3 vinho de fraca qualidade
- Castanhas: fruto (aquénio de cúpula esférica e espinhosa) produzido por várias árvores, especialmente em Portugal, pelo Castanheiro
- S. Martinho: Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França. Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo.Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre. Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão!Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.

sexta-feira, novembro 07, 2008

A Ciência pode ser um bom negócio

Ora vejam a notícia no Expresso:

Há alguns anos emigraram para se doutorarem nas biociências. Agora muitos investigadores portugueses estão a regressar, mas para se tornarem empresários de sucesso. Em poucos anos podem tornar-se milionários.

Reutilização de Água

Como reutlizamos a água aqui no CEA?

- Com garrafões de 5 Litros cortados e colocados no exterior do CEA podemos "guardar" a água que a chuva nos entrega de bom grado!
- A água retirada do aquaterrário serve para regar as plantas no interior e no exterior do CEA;

Têm mais algumas ideias?

quinta-feira, novembro 06, 2008

Com 7 pedras na mão?

Não fomos violentos, não senhor! Apenas falamos sobre a Geologia que nos rodeia e tanto nos influencia no nosso dia-a-dia.






Mas não estamos a falar de Geologia? O que irá a Raquel fazer com os livros?



Caras feias?!


Lixo no mar

Como é possível que as seres aquáticos consigam sobreviver a tanta poluição humana?

Caça submarina ao lixo no fundo do mar é o objectivo de um projecto de âmbito nacional que já reúne 15 escolas de mergulho portuguesas e é lançado sábado na Reserva Marinha Luiz Saldanha, no Parque Natural da Arrábida.
O ProjectMar foi criado pela Divetek, uma empresa dedicada a actividades náuticas, que por não ter conseguido angariar quaisquer subsídios está a custear este plano de recolha subaquática de resíduos, que são depois encaminhados para reciclagem.
"Contando com a construção do site e com os sacos de recolha de lixo e outros equipamentos para os mergulhadores, posso dizer que já suportámos uns largos milhares de euros", afirmou Gabriel Neves, da Divetek.
Até agora já aderiram ao projecto metade das escolas de mergulho que existem no país, mas Gabriel Neves salienta que a iniciativa está aberta a todos os mergulhadores interessados.
O objectivo é os mergulhadores andarem sempre com os sacos de recolha de lixo, ajudando a limpar o fundo dos oceanos, onde frequentemente encontram pneus, chapas de ferro, redes, sacos de plástico, embalagens de comida, garrafas e latas de bebida.
Enquanto entidade gestora do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE), a Sociedade Ponte Verde (SPV) está associada a este projecto assegurando o encaminhamento de resíduos como embalagens de vidro, metal, ou madeira.
A Amarsul - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, disponibilizará o ecoponto no local de recolha dos lixos, procedendo posteriormente à triagem e encaminhamento para reciclagem, através da SPV.
As estimativas - da Associação Portuguesa de Conservação dos Cetáceos e da Liga para a Protecção da Natureza - indicam que todos os anos é atirada ao mar uma quantidade de lixo três vezes superior ao peixe pescado.
O ProjectMar pretende ainda sensibilizar e mudar os comportamentos: "Temos de lembrar às pessoas que o mar não é um contentor. Hoje em dia fala-se muito em questões ambientais, mas muito pouco ou quase nada tem sido feito no mar", lamentou Gabriel Neves, adiantando estar prevista também a criação de outros 'dias ProjectMar', como o de sábado na Reserva Marinha Luiz Saldanha, onde todos os mergulhadores inscritos no projecto se juntam para limpar uma zona marítima do país.

Gafanhotos

Sabiam que os gafanhotos são considerados praga na Austrália, África, Brasil e Portugal?

Por outro lado, vi uma notícia do Expresso, onde pude ler que os gafanhotos podem salvar vidas!

O trabalho, liderado pela investigadora britânica Claire Rind, da Universidade de Newcastle, incide sobre o gafanhoto-africano (Locusta migratoria) e está a pesquisar as formas de reacção deste insecto que, em voo, consegue evitar colidir com os seus semelhantes, mesmo em nuvens de milhares de gafanhotos.
"Eu acho que foi a minha própria experiência como condutora, mas também como peão [que me levou a este estudo] mas também o facto de me aperceber das capacidades dos gafanhotos, de que poderiam ser valiosos", afirma Claire Rind. "Os gafanhotos são muito rápidos a reagir e os circuitos deles são muito fiáveis. Eles fazem os cálculos deles no meio de uma grande confusão, que é o mesmo que conduzir numa cidade", acrescenta.
A cientista chegou à conclusão que o segredo do gafanhoto reside na capacidade de a informação passar directamente dos olhos para as asas, por impulsos nervosos, sem recorrer ao cérebro, algo que a Volvo, o construtor sueco "famoso" pelas preocupações com a segurança, está a levar muito a sério. "Eles [Os gafanhotos] são mesmo especialistas em evitar colisões e nós estamos a tentar perceber como eles conseguem isto. O cérebro deles é mínimo, não consome quase energia e evitam mesmo assim os acidentes. Queremos perceber porquê", afirma Jonas Ekmark, director do Departamento de Segurança Activa da Volvo.
Se a marca sueca conseguir descodificar os mecanismos de "prevenção de acidentes" dos gafanhotos, espera implementar a médio prazo (10 a 15 anos) uma solução idêntica num chip colocado nos automóveis, de forma a utilizar este conhecimento - adquirido ao longo de quatro biliões de anos pelos insectos - numa forma eficaz de evitar os acidentes rodoviários.


Ora vejam o vídeo no Youtube.


Eu cá acho que os gafanhotos pensam como diz o ditado: "quando não o podes vencer, junta-te a eles"!
«GAFANHOTOS UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS!»

quarta-feira, novembro 05, 2008

Ligações "verdes" na internet

Como tornar todos os dias Dia da Terra? Seguindo estes conselhos.


Ser-se "verde" será assim tão difícil?

- it's easy being green;
- Julia Roberts e Sandra Bullock;
- equipa verde;
- mais um freegan secreto;

Yes We Can - Sim nós podemos!


Sabiam que a campanha eleitoral nos Estados Unidos da América terminou e que os resultados já saíram? O candidato eleito foi o Sr. Obama.
Claro que as decisões do novo presidente irão influenciar o nosso planeta, tal como as decisões do presidente anterior (Sr. Bush). Encontrei este site na internet interessantíssimo, onde podemos saber a relação entre decisões políticas e o ambiente. De que forma ficará ou fica a Natureza mediante determinados actos pré e pós eleitorais?


Aqui ficam algumas "coisinhas":

"America embraced change today. And the planet will be better for it."
-LCV president Gene Karpinski



McCain Embracing Outdated Energy Policy
WASHINGTON, DC – The League of Conservation Voters responded today to the twisted logic behind Senator John McCain’s press availability, during which he called for more drilling in coastal waters while, in the same breath, calling for renewable energy sources to reduce global warming pollution.
“Just mentioning the words ‘renewable energy’ doesn’t hide the fact that Senator McCain is now embracing the outdated energy policies of the past,” LCV President Gene Karpinski said. “If Senator McCain is serious about ending our addiction to oil and helping working families with inefficient cars, why has he voted against or missed every fuel efficiency bill since 1990? Drilling in protected areas offshore won’t solve our energy needs in the short term and in the long term, will increase the threat of global warming. We need to break our addiction to oil — not look for another fix.”


BARACK OBAMA – POSITION SUMMARY
The League of Conservation Voters has endorsed Sen. Barack Obama for President because his plan to stop global warming pollution will break America’s addiction to oil and will create jobs across the country. Moreover, Sen. Obama’s plan is more than words, it is backed by a strong environmental voting record and forward-looking policy proposals for America’s renewable energy future.
In his time in the U.S. Senate, Sen. Obama has been a consistent supporter and co-sponsor of pro-environment legislation, serving as a strong advocate for the environment. In the Illinois Senate, then State Sen. Obama earned a 100 percent “Environmental Voting Record Award” from the Illinois Environmental Council in 20031, which highlights his commitment to the environment at every step of his political career.
Obama has shown strong commitment to renewable energy. From 2005 to 2007, LCV scored 12 key oil-related votes, and Sen. Obama voted pro-environment every single time, making it back to Washington in the midst of the presidential primary campaign last year to cast his vote in favor of renewable energy2. Sen. Obama has set a strong goal of getting 25 percent of our electricity from clean energy by 2025.3
Obama committed to cutting America’s addiction to oil and creating new green collar jobs. Sen. Obama has proven this commitment to renewable energy by voting to repeal tax credits for Big Oil and to override the filibuster against the renewable electricity standard.4 Sen. Obama’s plan will help create 5 million new green collar jobs, through investments in renewables, fuel economy and energy efficiency.5
Obama’s votes on global warming and his policies show leadership and science-based solutions. Sen. Obama understands the threat of global warming and the urgent need for action. He plans to use the revenue from the emissions allowance auctions to support development of clean energy and to address transition costs, including helping workers adjust.6
Obama proved his support for raising CAFE standards by voting to support new, higher standards, and by discussing the issue in speeches to special interest groups. Sen. Obama has voted purposefully and persistently to raise fuel efficiency standards for vehicles, and gave a bold speech to the Detroit Economic Club about the need to raise auto efficiency standards.7 He has set a strong goal of doubling the fuel efficiency of our cars in 18 years, which would reduce oil consumption by at least 35 percent, or 10 million barrels per day.8 Sen. Obama has not pandered to Big Oil with a gimmicky gas tax holiday.
Unlike McCain, who has flip-flopped on the issue, Obama has stood firm against pressure from Big Oil to drill in our sensitive coastal waters. As Sen. Obama looks to the future in supporting the use of renewable energy, increasing CAFE standards, and implementing a mandatory cap and trade on emissions, he knows we cannot achieve these goals while maintaining our addiction to oil. In 2006, Sen. Obama rejected efforts to open up 8 million acres off the coasts of Florida, Alabama, Mississippi, and Louisiana for oil and gas drilling.9 Even today, Sen. Obama has continued to be honest with the American people, opposing efforts such as offshore drilling and gas tax holidays which pander to Big Oil but do nothing to help reduce gas prices.10
As part of his long-term commitment to public health and environmental justice, Obama has repeatedly voted to ensure clean water for all Americans. In 2005, Sen. Obama voted in favor of an amendment that would include $900 million over six years to manage flooding and pollution caused by runoff from roads and highways in the transportation bill.11 He also voted to reject an EPA rule that would delay enforcing meaningful reductions in mercury emissions from coal-burning power plants.12


JOHN McCAIN – POSITION SUMMARY
While the League of Conservation Voters recognizes Sen. John McCain is a candidate who is willing to engage in discussions on global warming, energy, and the environment, he repeatedly clings to outdated policies and flip-flops on core environmental issues. In his 25 years in Congress, McCain has faced 294 crucial environmental votes and he voted in favor of the environment only 71 times -- earning a lifetime score from LCV of just 24 percent.
In 2007, Sen. McCain scored 0 percent, due to missing all 15 votes scored, including the key vote on repealing tax giveaways to Big Oil -- a measure that failed by just one vote.1 This year, instead of exerting leadership on the key energy challenges facing the nation, Sen. McCain has offered a series of harmful policy proposals recycled from the Bush administration including an massive expansion of offshore drilling and major tax breaks for oil companies.2
McCain has rejected even the weakest renewable energy programs. Sen. McCain voted against giving increased funding to solar and renewable energy programs in 1994 and 1999.3 In 2005, he voted against a national renewable electricity standard (RES) that would have required utilities to get 10 percent of their electricity from alternative energy.4 Last year, he missed all of the renewable electricity votes.5 Sen. McCain supports giving billions of dollars in subsidies to the nuclear industry while actively opposing similar support for wind and solar energy.6 Renewable energy must be an essential part of any global warming plan, yet Sen. McCain has stood in the way of such progress throughout his career.7
McCain has blown many opportunities to improve fuel efficiency standards. Although increasing the fuel efficiency of vehicles would decrease our dependence on foreign oil and help consumers save money at the pump, Sen. McCain has repeatedly voted against raising efficiency standards.8 Even today, with record oil and gas prices, Sen. McCain still opposes setting a specific target for an increase in fuel efficiency standards.9 Further, Sen. McCain has proposed extending the Bush administration’s policy of rewarding Big Oil, even at a time when they are enjoying record profits, by proposing $3.8 billion in new tax breaks to oil companies.10
Despite early leadership on global warming, McCain’s policies fall short of what science shows is necessary. The international scientific consensus indicates that the U.S., along with other developed nations, must reduce emissions at least 80 percent by 2050 to have any chance of averting the worst impacts of climate change. Sen. McCain, like President Bush, supports measures that fall far short of where the science says we need to be.11
McCain and Bush do oil company bidding. Even though in May, Sen. McCain said drilling off our coasts and in the Arctic National Wildlife Refuge will do nothing to lower gas prices, just six weeks later he decided to pander to oil companies and called for drilling off our protected coasts.12 Fellow Republican, Gov. Arnold Schwarzenegger, said: “Anyone who tells you that this will bring down our gas prices immediately or any time soon is blowing smoke. America is so addicted to oil it will take us years to wean ourselves from it and to look for new ways to feed our addiction is not the answer.”13
McCain insists nuclear energy is a safe form of clean energy—as a long as it’s not in his backyard. Sen. McCain has adamantly expressed his support for storing nuclear waste at Yucca Mountain.14 However, when asked in an interview if he would be comfortable with nuclear waste traveling through Arizona to get to Yucca Mountain, he responded, “No, I would not.”15
McCain’s support for tax breaks to Big Oil and nuclear show disdain for renewables. Sen. McCain has failed to vote for opportunities to repeal at least $13 billion in subsidies for Big Oil implemented by Bush-Cheney, including a 2007 version to create a clean energy fund that failed by just one vote.16 His tax plan would generate an additional $3.8 billion in tax breaks for the five largest oil companies.17 He supports increasing massive subsidies for the nuclear power industry.18 He opposes any tax breaks for wind, solar and other forms of clean energy.19
McCain opposes major efforts to protect clean water. In Congress, Sen. McCain cast 10 votes against clean water, including against drinking water protection and enforcement, controlling microbes in water, and funds for water pollution control, and in favor of delaying funds for leaking underground storage tanks and allowing municipalities to set their own standards for toxic waste.20



Mediante estes dois últimos textos escritos a verde claro, só me resta dizer que a vitória do Sr. Obama só trará vantagens ambientais e que os habitantes dos EUA se tornaram sensatos! Claro que o Sr. eleito terá um trabalho muito grande anterior a estas concretizações para refazer o que ficou mal feito...
Nota: para traduzirem os textos de Inglês para Português, é só clicarem aqui e transceverem os mesmos.

Há famosos que nasceram em aldeias

Não que isso tenha alguma influência seja no que for, mas a questão prende-se no facto de haver uma ligação imaginária entre a fama e a cidade. Pois esta reportagem só vem provar que nem todas as ligações são reais e que as pessoas não se medem nem aos palmos nem pelas aparências!

Aldeias de nomes desconhecidos viram nascer muitos dos ilustres desta grande aldeia que é Portugal.
Timidez, genuinidade, respeito pelo dinheiro, mas, sobretudo, tenacidade são características comuns a quem nasceu na dureza do Portugal profundo.
Seguem-se memórias de locais, momentos e cheiros que marcaram, como ferros, o resto das suas vidas.


1
Banhos na ribeira
Joaquim Pina Moura*

Loriga, Guarda
Ir aos fins-de-semana passear de carro até ao Mondego era luxo que poucos meninos da província podiam gozar. Joaquim pôde. O pai tinha o seu próprio automóvel. Oriundo de uma família burguesa de Loriga (à época uma aldeia), o pequeno Joaquim nunca soube o que era trabalhar.
A sua tarefa era estudar. Desde muito cedo se habituou a correr pelas fábricas de lanifícios, as grandes empregadoras de Loriga de que os seus avós, de ambos os lados, eram sócios. Na década de 20 tinham ganho dinheiro em Manaus, no Brasil, para potenciar esta indústria na terra. Lá viveu dois anos com direito a queda aparatosa que lhe deixaria na face uma marca que o obriga, até hoje, a repetir a história: num baldio, frente à casa, caiu direitinho em cima de uma garrafa partida. A mãe, professora primária, muda-se para casa alugada numa aldeia ainda menor, o Carvalhal.
Benvinda toma conta dos dois irmãos até aos quatro anos, data em que rumam ao Porto. Pelas suas ideias políticas, o pai, veterinário na autarquia de Seia, é demitido. Mas encontra trabalho na Invicta. "Dizem os anais que não me adaptei à vida na cidade, sentia uma nostalgia por um meio mais pequeno." Joaquim volta à província sem os pais. No Pereiro, uma tia zela por ele em casa e na escola, onde era professora. Hoje recorda a música e o movimento na festa das "papas", os banhos em Ribeira de Loriga, as rezas diárias e as férias grandes com primos e amigos. Volta anualmente a Loriga no primeiro dia de Agosto, para levar o pai à festa de Nossa Senhora da Guia. Embora orgulhoso das suas raízes, sente-se, sobretudo, urbano.
*Presidente da Iberdrola


2
À pesca no Côa
Jaime Silva*
Almeida, Guarda
Os peixes fritos pela mãe, comia-os mas sem grande prazer. Do que gostava, mesmo, era de pescá-los nas frias águas do Côa. A semana inteira só fazia sentido porque havia um sábado, o dia que antecedia a missa era, na verdade, o dia santo para Jaime e o milagre dava-se à beira rio. Saía de casa antes do sol nascer, pelas seis da manhã.
Chegava-se lá na égua ou no cavalo emprestados pela tia Maria. Nas cestas, as famílias de Almeida levavam a merenda. Jaime adorava pescar com os homens da casa: o pai, o avô e o irmão, enquanto as mulheres tagarelavam. De cana bem segura, o bargo mordia amiúde. Era um miúdo e estava a anos-luz de imaginar que seria ministro das pescas. Aos cinco anos deu as primeiras braçadas. Ainda hoje se perde por povoações dentro de muralhas, como a sua Almeida.

É como tudo lhe parece mais organizado: as casas arrumadinhas e, lá fora, o campo. Limitação territorial que lhe transmitia uma sensação de protecção. Soará, por isso, a contraditório o desejo que lhe corria nas veias de ultrapassar a fortaleza e ver o mundo lá fora. A abertura de um colégio até ao 5º ano protelou a, fatal, saída do rapaz. Partiu já com 15 anos mas só mais tarde, quando chegou aos estudos superiores, em Lisboa, saciou a fome de tudo o que esteve fora do seu alcance.
Tem feito vida entre Portugal e Bruxelas, onde reencontrou as suas queridas merujes, iguais às que comia na terra. Apressou-se a comprá-las mas, desilusão, sabiam apenas a nada. Volta ao aconchego das muralhas no Verão e no Natal, que não é Natal se não for com muito frio, muita geada, com a mãe e demais família em Almeida. "É lá que durmo melhor."
*Ministro da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas


3
A pé pela serra
Horácio Roque*

Mogadouro, Oleiros
Fotografias não abundavam em Mogadouro. De pequeno não guarda nenhuma
Tinha quatro anos quando o telefone (à manivela) foi instalado lá em casa. Um acontecimento histórico. O telefone do sr. Roque, exemplar único no povoado mas que acabava por ser relativamente comunitário, era sinal exterior de riqueza. Como boa casa agrícola, também aquela dispensava os filhos do trabalho campestre, e eram cinco. Ainda que folgada, a vida nas beiras não se prestava a facilidades.
Todos os dias Horácio palmilhava 10 quilómetros, distância que separava a escola, em Oleiros, da casa dos pais - a única com WC. "Mesmo com condições, era uma grande dureza atravessar a serra fria", lembra. Pelas paredes da grande casa dos Roque ecoava a reza familiar do terço, rotina diária. A casa, construída há 80 anos pelo seu pai, ainda hoje está impecável, fruto da manutenção. Tal como o forno onde a mãe cozia pão ou a cerejeira que Horácio plantou em miúdo, que revisitou há coisa de um mês. Lembra a matança do porco, e de quando construía o presépio com o pai, homem ligado à Igreja e sempre pronto a oferecer repasto "às forças vivas do distrito".
Um diplomata, portanto, que só perdeu as estribeiras quando o filho mais novo lhe roubou a pistola para disparar no caminho da escola: "Foi a única vez que me chegou a roupa ao pêlo." Horácio estava com 13 anos quando o pai lhe anunciou a partida para Angola. "Muitas das pessoas de Luanda eram gente da província, como eu. Só isso permitiu que se criasse uma sociedade que transmitia confiança, onde não havia contratos, bastava a palavra. Nas cidades não era assim." "Continuo muito genuíno, essas são as minhas raízes." Aprecia tudo o que é bom... mas pelo mais baixo preço. "Não esbanjo." No porto de embarque, um irmão ofereceu-lhe um porta-moedas. "Atirei fora o velho e o meu pai insultou-me, que assim nunca teria nada na vida. Dei-lhe razão. Voltei atrás a apanhá-lo."
*Presidente do Banif


4
Ir aos ninhos
Henrique Granadeiro*

Serra d'Ossa, Redondo, Évora
Henrique Granadeiro na fotografia que lhe serviu para fazer o bilhete de identidade
Quem conhece a original serra d'Ossa, onde esteva e tojo lutam, bravos, pela vida num solo mais rico em pedra do que em água, percebe que é metáfora perfeita para a vida de Henrique Granadeiro. Parido em casa, assistido pela Ti Paula, parteira e madrinha da rapaziada lá da zona, foi sexto filho e teve uma infância "muito feliz". Faltava sempre dinheiro, nunca harmonia familiar. "Era uma vida de grande dureza mas com espaço para brincadeiras." A predilecta era ir aos ninhos: "descobri-los, ficar dono deles e acompanhar a sua evolução".
Brincadeira que, reconhece, lhe dava o mesmo sentimento de conquista e de poder que ainda hoje o faz correr. Dois braços para trabalhar no campo eram uma riqueza não negligenciável, mas para a família Granadeiro não ir à escola nunca foi opção. Na primária em Santiago de Rio de Moinhos, notas acima da média deram-lhe lugar de destaque, que as conquistas da inteligência ofuscam mais do que as do dinheiro. Era estudante trabalhador. O dia começava cedo: fizesse chuva ou sol, "só um cataclismo" o impediria de cumprir as suas tarefas.
Quando punha o pé (descalço) no pátio da escola já tinha horas de rega 'em cima'. À volta guardava o gado. Os rigores do Inverno, sem abafos, endureceram corpo e alma. A sensação das pontas dos dedos gelados na apanha da azeitona ou as lágrimas nas primeiras noites de seminário (onde estudou) animam-no quando a outros baixam braços. Combateu a timidez de quem pouco conhece. Amiúde a vida o obrigou a silenciar o menino da Ribeira. Ainda assim ele fala. Na OPA chateou os assessores da casa, contrários a frases provincianas: "Isso é um negócio à Sonae, dá um chouriço para receber um porco."
Para quê estrangeirismos snobes? Um chouriço é mais claro. O mercado entendeu-o na perfeição. Respeita "profundamente" o dinheiro. Passa sem um Rolex e não arrisca em jogos da sorte, mas no Natal permite-se uma lotaria. Semanalmente ruma, religiosamente, à sua fonte inesgotável de força: o Alentejo.
*"Chairman" da Portugal Telecom


5
Mimos da terra
Daniel Proença de Carvalho*

Soalheira, Fundão
Daniel Proença de Carvalho no seu primeiro dia de aulas. Em Soalheira há uma rua com o seu nome
Dia de "derby", Sporting-Benfica. O rádio Telefunken, estrategicamente colocado na varanda da casa, deliciava dezenas de ouvintes, que no largo vibravam com o relato. No 13 de Maio, as beatas tinham direito a entrar em casa e rezavam acompanhando a missa, pelo rádio, directamente do Santuário de Fátima. A tia, fervorosa católica, tratava do lar e dos meninos enquanto a mãe ensinava o ABC na escola primária.
Daniel, que um dia seria presidente da RTP, era o dono do rádio e gostava desta agitação. Nado na Soalheira, a sua foi, de facto, uma meninice ao sol. Nem o racionamento - impacto que a guerra tinha na mesa de cada um - o incomodava. Da quinta do avô vinha tudo aquilo que a família precisava. O gosto pela caça ficou-lhe da infância. De caçadeira, no raiar da manhã, lá ia com o avô paterno às lebres e às perdizes. Outro grande programa era ouvir o tio que, vindo do Porto, narrava histórias da cidade. "Não tínhamos televisão e a minha aprendizagem - da vida, da sociedade e da política - era por ali."
Marcou-o a tal ponto que tenta fazer o mesmo com os netos, porque "os alicerces familiares acompanham-nos para o resto da vida e hoje os meus filhos e netos (cinco) têm uma vida menos rica por causa das solicitações". O meio agreste da cidade, onde valores como a solidariedade são apenas tema de campanha de publicidade, não ajuda. "Quando deixar de trabalhar volto para o campo." Concorda que frontalidade e tenacidade sejam características comuns aos que vieram da província e reconhece-as em si.
"Na minha profissão há mais esforço e disciplina do que talento. Nada está adquirido. E dar o meu melhor é herança da minha origem, sem dúvida." Na voz já não se lhe sente a pronúncia beirã. A veia musical e os muitos anos que leva na capital explicam o sucedido. Em Soalheira, onde lhe restam parentes afastados, Daniel viu o seu nome ser dado à rua da escola onde a mãe, Maria Irene, dava aulas. Um mimo da terra que o emocionou. Hoje, vai lá menos. A planície encantou-o e, ultimamente, encontra-se mais nela.
*Advogado


6
Natal na aldeia
Fernando Pinto Monteiro*

Porto de Ovelha, Almeida
Com a irmã Maria Helena, em Porto de Ovelhas. À data da fotografia, Pinto Monteiro estava com 3 anos
Sempre o encantou a coincidência de ter nascido na velha casa de família, num dia da Páscoa de 1942, quando a procissão religiosa passava, justamente, à sua porta. "Nesse dia (como ainda hoje) as pessoas da aldeia enfeitavam as ruas com muitas flores."
Fernando viveu nessa casa de avós e bisavós até aos 4 anos, altura em que rumou ao Sabugal, onde fez a escola primária. Aos 10 anos seguiu o caminho natural de um menino de boa condição social: foi para a Guarda para frequentar o, então, 7º ano. Vai religiosamente à aldeia todos os Natais e alguns dias nas férias do Verão. Recorda os avós, o canto dos pássaros nas noites de lua cheia do mês de Maio, o canto das rãs, dos grilos e dos ralos nas noites quentes de Verão; o cheiro das maçãs e da relva cortada; o branco da neve; a beleza das cerejeiras em flor; o riso das raparigas e tantas outras coisas...
Nem os anos, nem a vida, nem os compromissos apartam os Pinto Monteiro das suas raízes, vão sempre lá os quatro irmãos e demais família, porque em Porto de Ovelha já não há familiares próximos, mas há as casas e existem memórias de uma infância feliz que ainda hoje garante transportar consigo. "Os melros que viviam no grande quintal da casa, ainda hoje pousam na minha mesa de trabalho."
*Procurador-geral da República


7
Amor aos livros
Amadeu Ferreira*

Sendim, Miranda do Douro
A chegada da biblioteca itinerante da Gulbenkian à aldeia de Sendim era o acontecimento do mês. Contornar a limitação dos três livros - número máximo de obras por pessoa - não foi problema para Amadeu. À época era aluno da segunda classe e, avessos às leituras, os colegas iam à carrinha buscar livros e passá-los ao único que lia, noites a fio, à luz da vela ou do borralho.
Gostava da escola, até ajudava a professora a corrigir os deveres dos outros, mas ler era amor puro. As histórias do velho Joaquim Viriato, contador em mirandês, são recordação da meninice. Desde cedo palmilhou os quatro quilómetros que o levavam à horta da família, lá no fundo do vale, junto ao Douro. Regar às seis para estar na escola às nove.
Durante uma saída a Vinhais, Amadeu está ao centro, é o rapaz à esquerda atrás do arbusto
No caminho, ainda noite escura, pelava-se de medo daquele silêncio "que gritava de uma maneira assustadora". Cantava para espantar os espíritos. Segundo de cinco irmãos, Amadeu viu o pai, sapateiro, emigrar para França. A mãe trabalhava no campo e deixava uma sopinha com migas junto às cinzas, que depois das aulas lhe sabiam "pela alma". Apesar das dificuldades, era feliz: "Nunca pensei em sair dali." Mas saiu, aos 10 anos. "Prà frentex", a mãe fazia questão que o filho estudasse: "Vós desaparecei daqui", dizia.
Maria de Jesus, a professora, assinava por baixo. Com o prior lá da terra moveu mundos e fundos e pôs Amadeu no seminário. Chorou muito com saudades, mas sabia que o seu destino era tentar mudar a sorte da sua aldeia: "Não era justo que a gente da minha terra vivesse assim." Uma certa ideia de afectividade em relação ao mundo, de valorização das pessoas e da noção da responsabilidade - que lá se tomava muito cedo -, de ter obrigações para com a sociedade, tudo isso, ainda vem de lá. "É um imenso orgulho ser filho daquela gente, que se construiu a si própria. Aqueles é que são património universal." A reforma é lá. "O meu paraíso é aquele, é ali que quero voltar."
* Docente na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, membro do Conselho Directivo da CMVM


8
O cheiro da região
Rui Pereira*

Duas Igrejas, Miranda do Douro
Em Chaves, tinha então 6 ou 7 anos. Ainda hoje se identifica com a paisagem de Trás-os-Montes
O boneco não se chamava Rosebud nem tinha qualquer outro nome, mas desfazia-se e reerguia-se miraculosamente. O avô materno tinha-o oferecido ao neto pouco antes de se despedir da vida.
Era de madeira, articulado, e deliciava o miúdo num tempo em que o mais habitual era a bola de trapos. Rui Pereira, "transmontano jus soli (por direito de solo) e jus sanguin (por direito de sangue)", sairia de Duas Igrejas, estação terminal da linha do Sabor, logo aos 3 anos. Rumou a Chaves, onde viveu toda a adolescência. "Enquanto aluno de liceu, tinha a plena consciência de que não poderia frequentar a Faculdade de Direito em Trás-os-Montes - na época, aliás, universidade e Trás-os-Montes eram expressões contraditórias." Por isso, com 17 anos, migrou para Lisboa.
Não é apreciador da expressão Portugal Profundo, mas não tem dúvidas em, ainda hoje, identificar-se com a paisagem torguiana. "Considero em sentido amplo Trás-os Montes como a minha terra" a tal ponto que "o cheiro da região é algo que tenho a pretensão de reconhecer de olhos fechados".
*Ministro da Administração Interna


9
Entre kings e suecas
A ligação do social-democrata com Vila Real é afectiva e política
Pedro Passos Coelho*

Vila Real
O social-democrata não tem dúvidas: "Apesar de não ser onde nasci, Vila Real é a minha cidade afectiva." Regressado de Angola em 1974, mudou-se com a família para Vale de Nogueiras de Panóias, uma aldeia transmontana onde tinha raízes paternas.
"A primeira impressão foi de choque", recorda. Acostumado à cosmopolita Luanda, quando chegou nem se apercebeu bem onde estava: "Fazia escuro como breu e o caminho era estreito. Sem electricidade, tudo o que via era alumiado por uma candeia." A casa continha um vasto espólio religioso, "bizarro" e "assustador" para alguém com 10 anos. "Passei a noite pregado à cama, num quarto enorme cheio de cristos em chagas e armários de paramentos."
Uns anos mais tarde, a família Passos Coelho mudou-se para Vila Real. "Reconciliei-me com a cidade num Verão entediante em que entrei na sede do PSD para ver se conhecia alguém." "Entre 'kings' e 'suecas', convidaram-me para entrar numa comissão política do partido, e fui eleito para a concelhia." Clareza no discurso e desinibição tornaram-no "imprescindível" nos encontros nacionais do PSD, levando-o até Porto e Lisboa. Eleito para o Conselho Nacional em 1980, pela lista de Rui Gomes da Silva, Passos Coelho foi destacado representante da JSD com 16 anos. "Ir para Lisboa tornou-se uma obsessão política", confessa. Conciliar política e estudos tornar-se-ia impossível, pelo que deixou a faculdade no segundo ano.
A ligação política com Vila Real mantém-se: "Em 1997 já me tinham convidado para ser cabeça de lista da assembleia municipal, mas só há três anos acabei por assumir este cargo."
*Ex-dirigente do PSD



Texto publicado na Única da edição do Expresso de 25 de Outubro de 2008

Curiosamente, não há um único nome feminino nesta lista! Será porque "não há" mulheres suficientemente famosas em Portugal, ou porque o jornalista se esqueceu?

We will rock you - ou vamos transformar-vos em água?

Da água vim
E à água vou parar
Evaporação, condensação, precipitação, escoamento e filtração
Não vão esquecer não!

Falta ainda a evapo-transpiração
Por causa das folhinhas das árvores
Tem sempre tudo a ver com a água
E essa sim não vão esquecer não!




terça-feira, novembro 04, 2008

A máquina de bebidas quentes do CEA deixou de ter copos de plástico!



Reciclar 1 tonelada de plástico significa economizar energia equivalente a 400Kg de petróleo!

O plástico, dependendo da sua composição, demora cerca de 200 a 450 anos para se decompor!

O plástico é um dos materiais usados pelo Homem mais poluentes!

Até a Oprah baniu os copos de plástico na sua equipa de trabalho!

Aprende um pouco mais sobre a reciclagem de plásticos aqui.


Vamos banir o plástico das nossas vidas!

Compota de maçã "Home-Made" - a entregar aos intervenientes do Projecto "O Topas quer morar em Lever"





A Escola EB1 de Painçais já recebeu um frasquinho juntamente com o poster deste projecto!



BEBE-ME!



Sempre que vierem ao CEA terão à vossa espera uma caneca cheia de água boa para beber! Água proveniente da torneira.





A água da torneira é tua amiga! Porquê? Tenho 10 razões para ti:

1 - Porque é analisada 2 vezes por dia para saber se está em condições de ser consumida;
2 - Porque é tratada numa fábrica (ETA) que foi premiada pela Qualidade do seu trabalho;
3 - Porque o trabalho da AdDP centra-se na qualidade, ambiente, higiene e segurança;
4 - Porque basta abrires a torneira para a teres e usares;
5 - Porque é a "fonte" aquática mais rápida e acessível;
6 - Porque ela está presente em todos os dias da tua vida;
7 - Porque ela serve para brincares, beberes, te banhares e cozinhares;
8 - Porque valorizas o trabalho de muitas pessoas;
9 -Porque é a escolha mais prática e mais óbvia;
10 - Porque é a escolha que permite aos teus Pais poupar mais dinheiro, para poder divertir-se um pouco mais contigo numa visita ao Centro de Educação Ambiental da AdDP ou numa visita a um Parque Natural de Portugal.

Lembras-te de mais alguma?




A água da torneira é tua e sem ela não podes viver! Aposta nesta amizade!

segunda-feira, novembro 03, 2008

Jornal do Topas - Outubro de 2008




Para o lerem melhor, podem clicar aqui.

Livro do Mês - Novembro


Porque este mês, além de outras coisas, é dediado especialmente à Educação Ambiental.

O CEA nas revistas

Por causa dos nossos lindos pufs, criados pela querida amiga Maria João Pires, da Sublimais, o CEA foi mencionado na edição de Novembro da revista Attitude - interior design - número 24.

Ora vejam:




 
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