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Topas

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quarta-feira, março 19, 2008

De mãos dadas com todos os Pais

Hoje comemora-se o dia do Pai. Já deram todos um beijo especial aos vossos pais? Pois, o dia do Pai deve ser todos os dias, certo? É como o dia da Mãe, Natal, e esses dias todos. Mas as crianças que hoje visitaram o CEA decidiram fazer alguns presentes para entregar à noite aos respectivos. Assim sendo, e porque alguns meninos não têm pais, houve presentes para as mães. E mais, um dos meninos, o Nuno Cruz, festejou hoje o aniversário! Foi o dia do seu pai e o seu próprio. Pois, ambos estão de parabéns! Tanto se fez, tanto se festejou, tanto se brincou e tanto se cansou! Ah e adocicamos os nossos corações, não só com amêndoas, mas também com um belo bolo de aniversário muito futebolístico! Querem ver como foi?

terça-feira, março 18, 2008

O dia do CEA dedicado à Páscoa - uma surpresa para os meus amiguitos

Afinal, o que é a Páscoa?

Através de um texto, e todos juntos, chegamos à conlusão que a Páscoa é um evento religioso cristão; é a festa da Cristandade. Celebra-se a ressurreição de Jesus Cristo. A palavra advém do nome hebraico da festa Judaica à qual a Páscoa Cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de "passagem", como a passagem do Inverno para a Primavera. Os símbolos pagãos são o coelho e o ovo. Por sorte, restam-nos o chocolate, as amêndoas e o folar. As amêndoas que aqui estavam desapareceram rapidamente: cerca de 15 bocas muito gulosas!

Cumprimentamo-nos com gestos, fizemos orelhas de coelho com a ajuda de cartões e folhas velhas, aprendemos coisas novas sobre a compostagem e estivemos a mexer, mais uma vez, o composto do CEA, aprendemos alguns símbolos de linguagem gestual, pintamos desenhos alusivos à Páscoa, fizemos imensos jogos (jogo do sapato, jogo do telefone estragado, jogo da chuva,...) e por fim dedicamos umas pinturas coloridas auns certos ovos vazios. Os ovos que fizeram o delicioso Bolo de Côco (muito obrigado Celeste pelo lanchinho).

Claro que todos tiveram direito a um certificado e a variados presentes. Pois amanhã cá vos espero. Para o Dia do Pai.


E os meus agradecimentos à Catarina (fotógrafa).

segunda-feira, março 17, 2008

Dia de surpresas no CEA

Para meu espanto hoje tivemos imensas visitas no CEA:

Foi a família Guedes, o Nuno Cruz, o Vasco, a Daniela e a Catarina. Aqui ficam alguns restos do dia (incluindo as aranhas e a muda de uma cobra!).

P.S. - Amanhã vou eu surpreendê-los: vou presenteá-los com imensas actividades e jogos ligados à Páscoa e à Primavera. Pode ser, Raquel? Até amanhã!

sexta-feira, março 14, 2008

As farpas, novamente

Atingiram, outra vez, o CEA! Concluimos sobre o significado de desenvolvimento sustentável e ficou por descobrir a antracite, uma das matérias filtrantes que é usada na ETA de Lever. Lembro-me da Tatiana e do Veber. E vocês, lembram-se de mim? Aquela toupeirita que as meninas tanto falavam... Olhem as fotografias que vos tirei:




E o belo do certificado:

quinta-feira, março 13, 2008

Centro de Dia de Lever

Este grupo é na prática o ditado "Nunca se é demasiado velho para aprender". Bem dispostos, com alegria e muita emoção, abraçaram a nossa Acção de Educação Ambiental. Vimos as suas casas do outro lado do Rio, cantamos, brincamos e arregaçamos as mangas! Cresceram porta-moedas e cordões de croché ecológicos. De pacotes de leite vazios nasceram os porta-moedas e de sacos plásticos de supermercados o croché que ainda muitas senhoras se lembravam de fazer. Pelo caminho encontramos um livro antigo, na nossa biblioteca do CEA, que fala, além de outras coisas, sobre a cultura leverense. Copelas, gigas, canastras, cestos e tanoeiros. Tantas profissões, tantos objectos, tantos artesanatos! E no fim de tudo, os parabéns à Associação de Solidariedade Social de Lever pelo seu segundo aniversário.

Vamos ver como foi tudo? Vejamos:

Livro Verde dos Transportes Urbanos


A propósito do conjunto de iniciativas organizadas pelo IMTT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, IP, exclusivamente dedicado à divulgação do Livro Verde, e destinado à obtenção de comentários e contributos sobre as questões que o documento coloca, Marco Pereira escreveu:


Eu, Marco Pereira, tive o prazer de estar presente no passado dia 18 de Fevereiro, no Sheraton Porto Hotel, no Workshop sobre esta problemática, em representação da FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLOTURISMO E UTILIZADORES DE BICICLETA.
O Tema em que participei foi Vilas e cidades mais verdes. Nesta consulta pública senti que dei o meu contributo, é pena não fazerem este tipo de acções nas mais diversas matérias.
Verifiquei que de facto existe uma consciência colectiva que a situação não está bem no que respeita ao ambiente, saúde, mobilidade, etc. Contudo, verifico também que todos têm várias opiniões e até bastante positivas, mas no que respeita a mudança cultural e de hábitos tudo é diferente. Parecemos todos políticos, pois pensamos de uma forma e fazemos o oposto. Este é realmente o maior problema.

Entre muitas questões vou referir a área que defendi, quando intervim disse que a utilização da bicicleta e co-modalidade com os transportes públicos seria o futuro. O que na realidade dá um maior contributo nas diversas áreas (financeira, ambienteis, saúde, etc.), de realçar que estamos a falar em distâncias entre os 5 e os 50 km (Co-modalidade, transportes públicos bicicleta).
Todos foram unânimes em dizer que realmente é uma opção muito viável e possível, até um dos moderadores, professor Catedrático Paulo Pinho da Faculdade de Engenharia da UP, deu um exemplo que passo a citar “foi dar umas aulas á universidade de Genéve e à universidade de Luanda, na primeira, à chegada foi-lhe entregue um mapa de ciclóvias e um titulo de transportes públicos e na segunda um carro com motorista”. Com este exemplo, podemos realmente verificar, que a questão é cultural e de hábitos.
Perante esta situação eu disse algo que não deve ter agradado aos presentes, que foi estamos a debater estes temas e temos consciência que teremos que mudar, então vamos dar o exemplo, cada um de nós começa a partir de hoje a usar os transportes públicos e a bicicleta. Ouve algum silêncio, claro, pois eu utilizo a bicicleta em co-modalidade com o metro, no inicio custou-me a habituar, agora não dispenso, salvo raras excepções.
Quero realçar que nos quatro Workshops, bem como no livro de referência que a União Europeia enviou-nos está bem presente a temática e o apelo à utilização da bicicleta, bem como incentivos à criação de ciclóvias, mas deu-me a sensação que o poder político, nomeadamente a Sra. Secretária de Estado dos Transportes, bem como o Presidente do IMTT, têm alguma dificuldade em colocar a Bicicleta nos seus discursos, o que lamento pois a Sra. Secretária de Estado até participa em alguns eventos de Bicicleta promovidos pela FPCUB.
Também ficamos a saber que está em curso um estudo sobre uma rede de ciclóvias para a área Metropolitana do Grande Porto.
Neste meu relatório sobre a minha participação no Workshop, refiro que gostei de participar e de verificar que existem algumas pessoas a partilhar as minhas ideias, mas também e devido à problemática em causa julgo que poderia haver mais entidades envolvidas. Fiquei triste, por não estar nenhum representante nem da minha profissão nem da minha Faculdade, mas estou consciente que dei a minha opinião e o meu contributo.
Em suma, refiro algumas questões que considero importantes para pensarem:

v Diminuir a cultura do cimento;

v Planeamento e ordenamento do território, gestão urbana e desenho urbano (Projectarem, planearem a médio e longo prazo, não construírem e é claro destruírem passado alguns anos porque já não serve), sejam abordados de forma entrecruzada com a mobilidade;

v A tecnologia só por si não resolve os problemas da mobilidade;

v A perspectiva da “mobilidade para todos”, tendo presente o envelhecimento da população e a sinistralidade;

v O impacto negativo que resulta da “disponibilidade de estacionamento nos empregos e nas universidades”, como estímulo à utilização do automóvel;

v A valorização da sensibilização “por uma nova cultura” como um instrumento para consolidar a prazo a mobilidade e transportes sustentáveis;

Concluo comentando, uma questão também levantada, “a necessidade de reduzir as “ medidas avulsas” e intuitivas”, eu há muito tempo que sou defensor desta questão. Nomeadamente no poder político, quando se diz vulgarmente “é melhor isto do que se não houvesse nada”, é mau princípio, vale mais aguardar algum tempo e haver um estudo, um planeamento do que se quer e, então sim começar a fazer, realizar as coisas com pés, cabeça, troncos e membros. Disto é exemplo a Ciclóvia da Cidade do Porto, sobre este tema ainda não vi nenhum meio de comunicação social falar. Em Setembro do ano anterior, na semana Europeia da Mobilidade, a Câmara do Porto inaugurou a ciclóvia do Freixo à Foz, mas era preferível que inaugurassem a ciclóvia da Avenida Brasil. Esta crítica é construtiva e não depreciativa, pois até admiro o trabalho realizado pelo Dr. Rui Rio. Mas, enquanto utilizador de bicicleta, defensor da mobilidade para todos e até conhecedor na área de cicloturismo e utilizadores de bicicleta tenho como obrigação alertar para esta problemática.

1º- Esta ciclóvia atravessa muitas vezes a estrada principal;
2º- Entre o Freixo e a Ponte Luís I não tem espaço para se cruzarem duas bicicletas em sentido oposto e um peão;
3º- Circula-se muitas vezes nos trilhos do eléctrico, se vier o eléctrico quem tem prioridade?
4º- Na avenida Brasil poderia ter ficado um pouco mais larga;

O que os técnicos fizeram foi pintar e colocar uns sinais, na certeza de que raramente andam de bicicleta. Mas, se formos analisar pelas questões dos utilizadores de cadeiras de rodas que também têm direito a utilizar as ciclóvias, estes sim, se conseguirem deslocarem-se em toda a sua extensão chegam ao final muito cansados e tecnicamente mais capazes, pois concluem um labirinto com alguma dificuldade técnica.
Estas questões são importantes e devemos reflectir sobre elas.

A utilização de Bicicleta só traz vantagens.


Vamo-nos mover mais a pé, ou de bicicleta! Faz bem ao corpo e à Natureza!

quarta-feira, março 12, 2008

Os escritos de Almeida Garrett

Olha mais outro escritor! Desta vez é o Almeida Garrett. Lembro-me do Tomás, do Fortuna, da Cláudia, do Rui e de tantos outros que ficaram incógnitos, mas todos especiais. Estudem para serem "grandes"; "grandes" como o Garrett!

Escola com selo verde, pois assim podem voltar ao CEA, para mais Acções de Educação Ambiental novas e diferentes. Cá vos esperamos!
Querem ver-vos?
Espreitem:

segunda-feira, março 10, 2008

As Farpas de Ramalho Ortigão

Ramalho Ortigão "escrevia farpas". As farpas doem! Também doiam naquele tempo...

Enquanto isso, escrevem-se outros textos; textos sobre os ecossistemas ribeirinhos, sobre as toupeiras de água, sobre a fotossíntese e sobre o tratamento de água para consumo humano. Não se esqueçam que aqui não tinha badejo, mas tinha carpas, pimpões, ruivacos, peixes-mosquito e bogas.
Ora vejam lá o registo fotográfico:
Nota: esta escola faz parte do Protocolo Porto de Futuro.

sexta-feira, março 07, 2008

S. Brás e uma espécie de inauguração

Dizem que é o Santo Padroeiro das doenças da garganta; por isso os rebuçados verdes para a tosse se chamam Rebuçados S. Brás! Estou sempre a aprender!

Estes meninos, tão pequeninos, cantaram comigo e dançaram. Tudo para aprenderem o que é o ciclo da água. Foi a Cristalina Gota d'Água que nos ajudou. Depois aparecereu a Rosa, o Amor-Perfeito e a Orquídea. E também os Patos e o Pedrosco. Afinal, a água é muito importante, porque «sem ela, não podias viver, sem ela, o que é que tu podias beber?; sem ela, ninguém tinha saída». Pois «ela é fresca e cristalina, ela é o segredo da vida»!

Entretanto inauguramos os novos caixotes de separação de resíduos e a nova "Fantasia Fotográfica com o Topas e a Tupilde". Ora vejam:


Aqui está o certificado:

terça-feira, março 04, 2008

"Paços" para o conhecimento

Estes 7 jovens ensinaram-me hoje novos passos. Todos juntos descobrimos o que é Malária (isto tudo porque os peixes-mosquito foram introduzidos nos nossos rios para comerem as larvas dos mosquitos que transmitem a malária). Deixo aqui o registo fotográfico.

Ah! E fui ver o que era o arsénio (ou menino de casaco amarelo :-P). Eu sabia: é um elemento químico!
Gostei muito de vos conhecer e espero mesmo que tenham gostado e aprendido coisas novas.

 
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