A maioria dos peixes são
dióicos,
ovíparos, a
fertilização dos
óvulos é externa e não existem
cuidados parentais. Nas espécies que vivem em
cardumes, as fêmeas
desovam nas próprias águas onde os cardumes vivem e, ao mesmo tempo, os
machos libertam o
esperma na água, promovendo a fertilização. Em alguns peixes
pelágicos, os
ovos flutuam livremente na água – e podem ser comidos por outros organismos, quer
planctónicos, quer
nectónicos; por essa razão, nessas espécies é normal cada
fêmea libertar um enorme número de óvulos. Noutras espécies, os ovos afundam e o seu desenvolvimento realiza-se junto ao fundo – nestes casos, os óvulos podem não ser tão numerosos, uma vez que são menos vulneráveis aos
predadores.

(Ruivaco e Pimpão no aquaterrário do CEA-AdDP)
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