Olá Amigos!
Bem-vindos ao meu diário na internet. Espreitem as ligações do lado direito e conheçam-me melhor, aos meus amigos e ao meu Mundo. Não se esqueçam que podem sempre deixar-me uma mensagem.
Voltem sempre e não se esqueçam de cuidar da nossa Natureza!

Topas

Querem fazer parte da nossa mailing list, para serem os primeiros a saber as novidades do CEA - AdDP? Escrevam para cea@addp.pt (assunto: mailing list) e todos os meses receberão novidades nossas!

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Projeto - Permacultura no CEA - 2nd day of Ionut

DIA 27 (27 Day)

And this was the second day that Ionut was with us.
Him and Raquel were all day "rock and rolling"! There were to many rocks in the soil. And the tires keep rolling down the hill!
But the end result is very beautiful - it's like a earthship for the beans (fasole).
The tires were filled with land, compost, seeds and straw.
And it was a very funny and hard working day, for both of them.

TiresConstruction

FinalWork

Ionut named this garden as "TIREd? Save some energy with us!"

terça-feira, fevereiro 21, 2012

Garrafas e garrafões plásticos usados

Olá a todos.

Venho agradecer a todos os que disponibilizaram litros de óleo usado para o CEA.

E desta vez, venho pedir-vos, caso tenham, garrafas e garrafões de plástico vazios.
Vão ser usados para o projeto do CEA e para novas atividades.
Precisamos de muitos, por isso, todos serão bem-vindos!

Em dia de Carnaval» You've got the love...

... for the life and for nature!

AEA manhã

AEA "O Topas e o ciclo da água"

sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Bom Carnaval!

Um ótimo Carnaval para todos os meus amigos!
Por aqui, eu e a Tupilde já nos disfarçamos (a Raquel também, embora não pareça!).
Viva a fantasia!

Carnaval2012

AEA tarde

AEA "O Topas explica-te o que é a água"
JI Branzelo e JI Vila Cova

Infelizmente, esta instituição não nos deu autorização para a publicação de fotografias tiradas no decorrer desta AEA.
E eu adorei estar com estes meninos e com estas meninas.

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Projeto "Permacultura no CEA" - Ionut is here

So, today was the first day of Ionut in CEA.
I think that we'll be able to go in the same path as his expectations!
It will be a great period.
Hurray to Permaculture!
Hurray to new people here!

Welcome Ionut.
Bun venit Ionut.
Benvindo Ionut.

IonutExpectationsAndMeal

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

AEA tarde

AEA "O mistério da água para consumo humano"
ICBAS

AEATarde_15_2_2012

AEA manhã

AEA "A Tupile faz velas de óleo"
Jardim de Infância de São Caetano

Infelizmente esta instituição não nos deu autorização para a publicação de fotografias tiradas no decorrer da AEA.
Foi um grupo lindo, cheio de amigos novos e outros antigos.

terça-feira, fevereiro 14, 2012

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Quem disse que não dá para fazer música com lixo?

AEA tarde

AEA "Vem ser cientista com o Topas"
Agrupamento de Escolas do Couto Mineiro Pejão

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 24

Hoje foi dia de limpar a área de compostagem.
Ainda que se avizinhem novas áreas de compostagem e bem mais compostas do que esta, é essencial que todas as áreas estejam bem limpas, para alem de outros factores, não atrairem roedores. E estive a ainda a colocar jornal velho ripado para secar o composto. Está muito húmido. Ainda que não chova, esta área é tão próxima do Rio Douro que às 17h já se vê a humidade por todo o lado.

Compostagem

E pelo caminho, reparei que os chuchus que semeei estão queimados do gelo!
Devia ter colocado uma proteção (garrafão de plástico cortado ao meio). Será que ainda recuperam? Talvez a primavera os "atiçe"!

AEA manhã

AEA "O mistério da água para consumo humano"
Escola Profissional Agrícola Conde de S. Bento

Infelizmente, esta instituição não nos deu autorização para a publicação das fotografias tiradas no decorrer desta AEA.
E foi um grupo muito bem disposto!

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Comida vegetariana

Sabia que 6 em cada 10 portugueses morrem de cancro, acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e enfartes? O risco médio de doenças cardiovasculares de um homem que come carne, ovos e produtos lácteos é de 45%, e de 15% para um homem que se abstém de comer carne. Contudo, o risco para um vegetariano que se abstém de carne, ovos e produtos lácteos é de somente 4%.
O risco de cancro da próstata, mama e cólon é 3 a 4 vezes mais elevado em pessoas que consomem carne, ovos e produtos lácteos, quando comparados com os que ingerem com moderação ou não os consomem. Além disso, as mulheres vegetarianas têm ossos mais fortes e menos fracturas, e perdem menos massa óssea com a idade.

Porque são os vegetarianos mais saudáveis?
Uma alimentação vegetariana equilibrada é normalmente mais pobre em colesterol e gorduras saturadas. As hortaliças, leguminosas, oleaginosas e cereais são ricos em fibras e outras substâncias naturais – fitoquímicos – que nos protegem contra o cancro e infecções. Para além disto, os vegetarianos estão menos expostos a alguns tipos de vírus, bactérias e outras substâncias implicadas no aparecimento de doenças como o Cancro, BSE e a Gripe das Aves.
Outros hábitos de vida saudável são também mais frequentes em vegetarianos. Entre estes destacam-se o exercício físico, não fumar e não beber bebidas alcoólicas.

Uma opção saudável!
A Organização Mundial de Saúde recomenda que se consuma pelo menos 500g de frutas e vegetais por dia, incluindo pelo menos 30g de leguminosas, oleaginosas e outras sementes. A ingestão regular de frutas, vegetais e cereais integrais oferece uma protecção significativa contra o cancro e as doenças cardiovasculares.
Ser vegetariano é hoje uma opção saudável para cerca de 200 000 pessoas em Portugal e para muitos milhões noutros países. Considerados, há tempos, como fanáticos da nutrição ou hippies, os vegetarianos são, hoje, muito respeitados. Nos Estados Unidos da América, por exemplo, existem mais de 16 milhões de vegetarianos.
Povos vegetarianos, como os Hunzas dos Himalaias e os Adventistas do Sétimo Dia, que se mantêm saudáveis e activos apesar da sua longevidade, contrastam nitidamente com a curta média de vida dos Inuitas tradicionais (Esquimós), que dependem largamente do que caçam e pescam.

São os vegetarianos capazes de obter todos os nutrientes de que necessitam?
Facilmente! A principal preocupação que as pessoas têm é com as proteínas. Na realidade, não há necessidade de nos preocuparmos com isso. Vejamos porquê. A dose diária recomendada (DDR) de proteínas para adultos é de 0,7g por Kg de peso, por dia (45 a 60g). A maioria das pessoas em sociedades ocidentais consome proteínas em excesso, o que pode prejudicar os rins e aumentar o risco de osteoporose! Os vegetarianos, pelo contrário, consomem quantidades mais aconselháveis de proteína. Alimentos como as leguminosas, o feijão, o grão‑de-bico, a soja e as lentilhas são ricos em proteínas e não têm as gorduras perigosas que a carne contém. Estes alimentos, quando combinados com cereais integrais (ex.: arroz integral, pão integral e massas integrais), proporcionam quantidades excelentes de proteína e de excelente qualidade.
As gorduras de origem vegetal são as mais saudáveis para o corpo. O azeite, as nozes, as amêndoas e outras oleaginosas, contêm gorduras mono-insaturadas que podem contribuir para uma redução do colesterol e da tensão arterial. Recomenda-se o consumo de 30g de oleaginosas por dia, com preferência para as nozes, amêndoas e avelãs, como parte de um plano alimentar equilibrado.
O consumo de alimentos vegetais em grande variedade proporciona as vitaminas e sais minerais necessários para uma boa saúde, incluindo o ferro e o cálcio. Recomenda-se aos vegetarianos estritos (que não consomem produtos de origem animal) que tomem regularmente um pequeno suplemento de vitamina B12. Ovolactovegetarianos que consumam ovos e lacticínios em quantidades moderadas não têm necessidade de suplementação com vitamina B12.

Mudar para uma alimentação vegetariana irá afectar o meu peso?
Se substituir a carne na sua alimentação por bolos, chocolates, batatas fritas, e outros petiscos ricos em gordura e açúcares, é natural que aumente de peso. No entanto, se comer alimentos naturais, preparados com simplicidade, sem excesso de calorias, poderá perder o excesso de peso e estabilizar a um nível mais saudável.

Como pode ser feita a transição?
Algumas pessoas podem mudar rapidamente para um regime vegetariano, mas outras fazem-no gradualmente, eliminando primeiro as carnes vermelhas, depois as aves e por fim o peixe. Outra sugestão é começar por ter um ou mais dias por semana sem carne ou peixe no seu menu. Conforme for experimentando as receitas vegetarianas, poderá aumentar gradualmente as refeições sem carne ou peixe. Se não quiser eliminar completamente o peixe e a carne da sua alimentação, reduza o seu consumo significativamente e escolha sobretudo peixe em vez de carne. Uma palavra de atenção! Por vezes há a tendência para aumentar o consumo de ovos, lacticínios e derivados (especialmente o queijo) para compensar a ausência da carne e do peixe. Isto não é necessário e poderá até ser prejudicial, pois estes alimentos são ricos em gordura saturada e colesterol.
Há vários cursos de culinária vegetariana. Frequente um curso que ofereça muitas demonstrações práticas assim como noções teóricas.
As evidências contra a carne e o peixe continuam a aumentar, como acontece contra o tabaco. A alimentação vegetariana é uma opção muito saudável e saborosa, quando adequadamente planeada. Dê o primeiro passo e comece a gozar de mais saúde.

APMP

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Trabalhos manuais com resíduos:

Como reciclar recorrendo ao artesanato?
Aqui ficam 5 ideias:

trabalhosManuais

sexta-feira, fevereiro 03, 2012

Todos diferentes, todos iguais (mensagens da água)

Abrilhantar a cidade com alguns resíduos, no mínimo, brilhantes!

Gilding the City by Sayraphim Lothian
Sayraphim Lothian is a craft and visual artist interested in exploring playful and participatory experiences. She co-runs Pop Up Playground, an urban games collective; recently participated in a playful residency at the National Gallery of Victoria and some of her work can be found in the archives of the NGV, the collection at MOMA and now, on streets around the world.



When I was young one of my favourite books in the world was Pippi Longstocking. Pippi, the strongest little girl in all the world, had a number of interesting hobbies but the one which appealed most to me was her game of Turnup Stuffing in which she would walk around outside and keep an eye on the ground for ‘Stuffs’ that ‘turned up’. Anything she found she would happily take home. Although as a child I thought the things she found were a bit rubbish (from memory they were a rusty cake tin and an empty spool of thread), I decided I would become a Turnup Stuffer too and find much more interesting things and lots of them. From that day, whenever I was outside, I would spend most of my walking time carefully scanning the ground for anything I might find.

Over the years I’ve found and brought home a myriad of interesting, useful and (I have to be honest) not so useful things. You tend to see a lot of leaves and rubbish, bits of broken glass, cigarette butts and chewing gum but in between all the trash you’d be surprised how often you find other things. If you’re not already a Turnup Stuffer, try it next time you’re out and about and see what you discover for yourself.

A few years ago I noticed that I was regularly finding bits of broken jewellery; pendants that had snapped in half, twisted rings that didn’t fit anymore, stray beads that had made brave leaps off bracelets and necklaces and fake jewels that had come loose from their moorings along with random items that I couldn’t really place but had clearly come off something somewhere. I couldn’t just let all these things get swept away into the trash, it felt like such a waste! These were beautiful, if twisted and broken, and I reasoned that the world hardly needed more rubbish lining its streets. So, I collected up all these tiny, shiny, interestin’ bits and took them all home.

For years I didn’t know what to do with them. They all sat in a big clear glass jar slowly filling their way to the top. I was a bit worried that I was collecting all this stuff for no purpose at all but I couldn’t throw them out. The collection sat on my bookcase and quietly continued to grow as I went about my daily life.

Then one day I saw an interview with Daniel Lynch, the Melbourne street artist behind Junky Projects. “Junkys” are charming little figures created from flattened cans and beer bottle lids which are nailed up around Melbourne. In his interview, Daniel mentioned that he doesn’t introduce anything more to the streets when he makes his pieces; he only uses what he finds and rearranges it into these little creatures.



And then a light went off in my head.

I love Melbourne and I wanted to show my love for Melbourne by making it jewellery to wear and, since Melbourne is a city, jewellery created from broken bits found in the streets seemed the perfect type of jewellery to give. I think the city is beautiful so adding jewellery to it was almost like gilding the lily. So I called the project Gilding the City and I got down to work.

The first ‘Gild’ I created was the Victorian Mourning Brooch, inspired by an ivory coloured resin rose which I found in Dandenong (a suburb on the outskirts of Melbourne). I added black glass beads found in South Melbourne and a crystal bead found outside the Melbourne Theatre Company and finished it off with a pearl drop earring at the bottom. I should clarify that, though I remember where I found most of these items, I’m not obsessive about the collection of broken bits. Instead everything that went into this piece, bar the earring, were found only recently which is why I still remember where they came from. Looking over the photos of the other pieces I couldn’t tell you where most of the other bits came from!

I’ve never worked in the medium of jewellery before and I’ve found the process both interesting and inspiring. Every Gild is created around a central piece that dictates the piece’s theme. For instance, ‘The Garden’ started with the silver spiral bead at the bottom which made me think of a snail shell and I went into my collection and found green beads and other interesting, garden type items to match it. ‘The Night Sky’ was created around the broken semi-circular silver earring, which to me was absolutely a moon, that I then wired to a cubic zirconia still in it’s setting to create a star hanging from the top of the moon.

It’s really important to me that I am not introducing anything new into the environment in the creation of these pieces. I don’t want to create more litter; what I want to do is refashion the things already on the streets into beautiful and interesting works of art.

I see the Gilds as secular versions of the ritual items hung off trees and thrown down wells in earlier societies; little trinkets that hold wishes and hopes, prayers to gods big and small. They also echo the natural debris and rubbish that gets caught in low hanging river trees after a flood. At the same time, they’re little decorations hung on the streets; surprises for those who see them, tiny magical moments bubbling through the city.

This project was released on the streets of Melbourne on January 2 and it’s already evolving. With the help of members of the Agency of Coney, a UK based company whose three principals of adventure, loveliness and curiosity helped inspire this project, Gilding pieces will start appearing on the streets of England and America in the next few weeks which is a thrilling development.

Now, if you’ll excuse me, I need to go out and Turnup more Stuff. Gilding the City has just become Gilding the World and that’s going to need heaps more discarded and broken bits to create enough pieces!

quinta-feira, fevereiro 02, 2012

AEA tarde

AEA "Porque não se afundam os peixes?"
JI Medas

Peixinho peixinho
Peixinho a nadar
Com as barbatanas
Vamos conquistar

Salamandrinha

Salamandra



Olhem para a visita que tive hoje no CEA!
Fantástico.
Gratidão ao E. e ao Z.
Aqui estão os factos.

Livro do mês - Fevereiro

Abelhas

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

ATEA - Dia dedicado à Permacultura
Escola EB1/JI Fundo de Vila

Que dia em cheio!
Adorei, adorei, adorei!
Adorei estes novos amiguinhos, adorei transmitir os conhecimentos que foram transmitidos, adorei aprender o que eles me ensinaram.
Adoro a Permacultura e os grupos que a vêm conhecer:

PermaculturaEmPontoPequeno3

PermaculturaEmPontoPequeno2

PermaculturaEmPontoPequeno

Aqui ficam os blogs da escola e da turma que veio hoje ao CEA (um belo trabalho):
http://somoslivresb.blogspot.com/
http://escolagiraquegira.blogspot.com/

AEA manhã

AEA "O Topas explica-te o que é a água"
ANEIS

sexta-feira, janeiro 27, 2012

AEA Manhã

AEA "O Topas explica-te o que é a água"
Casa Nossa Senhora da Conceição

Infelizmente, esta instituição não nos deu autorização para a publicação das fotografias tiradas no decorrer desta AEA.
Foi um grupo maravilhoso!

quinta-feira, janeiro 26, 2012

O Rap da Permacultura!

AEA manhã

AEA "O Topas conta um conto"
Conservatório de Música do Porto

Será que a Raquel lhes deu música ou eles à Raquel?
Foi uma hora do conto cheia de exercício físico e de muita brincadeira!

HoraDoConto

NOTA:
Tal como prometido a estes alunos, fiz a pesquisa da origem das pastilhas elásticas.
Na América Central, a borracha natural extraída de uma árvore chamada Sapodilla, era a origem das pastilhas elásticas.
Os Maias gostavam de mascar esta goma ou borracha a que chamavam "chicle".
A partir da segunda Guerra Mundial, os químicos inventaram a borracha sintética e esta veio substituir a goma natural das chicletes.
Esta borracha sintética é fabricada a partir de outra substância (etileno) que é extraído do petróleo bruto nas refinarias.
Ou seja, as pastilhas elásticas são feitas a partir do petróleo, assim como a gasolina, o gasóleo e o alcatrão.
Além desta borracha, as chicletes possuem açúcares ou adoçantes, corantes, aromatizantes e glicerina que actua como amaciador para que não fique muito dura.
As chicletes não são digeridas pelo sistema digestivo e o mais certo é que se engolires uma, ela saia tal qual como foi engolida.
No entanto em casos raros, a chiclete pode ficar presa no intestino e ficar calcificada formando as pedras intestinais ou enterolitos!

E aqui ficam algum mitos e verdade sobre as pastilhas elásticas o chicletes.

Ator brasileiro a falar sobre a eco-sustentabilidade e permacultua



quarta-feira, janeiro 25, 2012

O que fazer perante as adversidades?

As adversidades podem ser coisas boas, pelo menos eu vejo-as assim.
Se não, leiam esta reportagem:

Usar mais os transportes públicos ou levar comida para o trabalho são apenas alguns exemplos que identificamos de imediato como hábitos que se poderão acentuar em 2012. Mas o PÚBLICO foi ouvir, entre outros, historiadores, sociólogos e escritores sobre o tema e há respostas mais surpreendentes. Há quem acredite que o associativismo e as tertúlias regressarão; os adolescentes procurarão trabalho nas férias; os universitários tentarão arranjar part-time para pagar os cursos; os quintais terão mais hortas; e os vizinhos passarão a conhecer-se melhor.

Passar mais tempo em casa, conhecer melhor os vizinhos

À força de consumirmos menos e pouparmos mais, vamos reduzir as idas ao restaurante e a outros espaços de lazer, e estar mais tempo em casa. Uma das consequências será o aumento das refeições caseiras, até para levar também comida para o trabalho. O escritor Mário Zambujal acredita que as pessoas vão "visitar-se mais": "Vão juntar-se nas casas umas das outras para uma festinha."

Os encontros familiares serão mais frequentes e, em alguns casos, diferentes gerações poderão viver juntas: "É possível que deixe de ser viável que as pessoas da classe média tenham familiares em instituições privadas, que são caras. E que os familiares mais idosos fiquem mais tempo junto das famílias, que voltam a ser alargadas", avança o sociólogo e professor da Universidade de Coimbra, Elísio Estanque.

Maria Filomena Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Demografia, também acredita que tal poderá acontecer, sobretudo "nas famílias com baixos recursos": "Haverá um retorno dos avós ao lar. Com o desemprego, as pensões dos idosos acabam por ajudar na gestão do orçamento." Estanque também sustenta que poderão surgir relações de proximidade entre vizinhos: "Se as pessoas passarem a estar mais na sua zona, têm mais probabilidade de se encontrarem com as que residem ao lado, e que muitas vezes nem sabem quem são". E, cada vez mais, a casa será o escritório: "Trabalhar em casa de pijama é algo que já está a acontecer", diz Zambujal.

Maior vivência comunitária, tertúlias e associativismo

Não será só a preferência pelos transportes públicos que poderá aumentar, mas também uma utilização partilhada do carro: "Os vizinhos que vivem na periferia irão organizar-se mais colectivamente [para se deslocarem]", diz Elísio Estanque.

Maria Filomena Mendes realça também o recurso à bicicleta ou a andar a pé, até porque muita gente abandonará os ginásios. Nas palavras de Pedro Moura Ferreira, sociólogo do Instituto de Ciências Sociais, "a grande mudança passará pela filosofia do menos em quase todas as esferas da nossa vida".

O presidente da Cáritas Diocesana do Porto, Barros Marques, acredita que estes comportamentos fomentarão "um estilo de vida mais comunitário e menos individualista: "Vamos criar laços de alguma economia doméstica, familiar, fazer reuniões com amigos", partilhando comida. "E regressarão as grandes tertúlias e o associativismo, como espaços de debate, de troca de impressões, de esclarecimento, nos quais as pessoas sintam que estão a remar juntas."

Trabalhar mais

Vamos trabalhar mais horas por menos dinheiro. Entre outras medidas, as férias serão mais curtas e os bancos de horas e gestão de pontes mais flexíveis. Mas as alterações no que respeita ao trabalho não se ficarão por aqui e há quem acredite que a crise fará com que os adolescentes procurem trabalhos nas férias e os universitários em regime part-time .

O humorista Nilton realça que sempre trabalhou nas férias quando era adolescente e admite o regresso dessa opção: "Esta transformação deve acontecer e tem um lado positivo, até na mudança de mentalidades. Os nossos universitários vão para a faculdade de carro, com telemóveis e computadores... E há outros países em que é vulgar os estudantes trabalharem em restaurantes, a servir às mesas e a lavar pratos, para pagar os estudos". Nilton acredita ainda que também trabalharemos mais em casa: "O desenrascar vai voltar a ser a alma portuguesa. Nos últimos anos, habituámo-nos a pagar a alguém para vir arranjar a máquina da roupa, para pintar as paredes de casa, para consertar a porta... Vamos voltar a fazer essas coisas todas", diz. E acrescenta: "Vamos fazer a limpeza da casa e deixar de ter empregadas domésticas, ou vamos ter menos horas. Vamos lavar nós o carro e não pô-lo a lavar."

Fazer férias em Portugal, trabalhar no estrangeiro

Elísio Estanque destaca que as saídas nos fins-de-semana prolongados podem diminuir, até porque haverá menos pontes, e que muitas pessoas abdiquem de férias no estrangeiro. Mário Zambujal acredita, porém, que "de um mal pode vir um bem": conhecer melhor o país, à força de fazer férias cá dentro.

"Às vezes, ouço turistas perguntarem a portugueses se conhecem as grutas de Mira de Aire e não conhecem. Conhecemos as praias do Algarve e pouco mais", afirma. O estrangeiro passará a ser, antes, sinónimo de emigração, sobretudo para os mais jovens: "Os jovens não se vão acomodar", diz Filomena Mendes, salientando que a mobilidade terá ainda como efeito o decréscimo na aquisição de casa própria. "Há uns anos, era compensador comprar casa; actualmente, não. Os jovens já têm essa consciência e querem arrendar. Porque isso dá mais liberdade para mudar."

Maior disponibilidade para a mudança

Dalila Pinto de Almeida, que tem participado em projectos de gestão da mudança em empresas multinacionais e é autora do livro Mudar de Vida , não tem dúvidas de que "a forma de encarar o emprego" vai mudar: "Não vamos poder continuar a encará-lo como algo certo, definitivo. Vamos ter de ver o emprego como trabalho", diz, salientando que as pessoas estarão também mais "disponíveis" para mudanças dentro da própria empresa.

"Não vamos poder ficar presos às funções que sempre tivemos, vamos ter de pegar em projectos diferentes." As alterações também se notarão na iniciativa das pessoas: "Vão criar alternativas, o seu próprio emprego e fazerem aquilo que sabem e gostam, mesmo ganhando menos e trabalhando mais."

Outro aspecto que antevê é "o surgimento de uma economia informal: sobretudo os desempregados aproveitarão as habilidades para, por exemplo, fazer carteiras em tecido para vender através do Facebook, na sua casa ou na de amigos". Aparecerão "negócios pequenos, de nicho": "Vai fomentar-se a criatividade", defende.

Elísio Estanque concorda: "Poderão surgir negócios como lojas de roupa em segunda mão. Em Inglaterra, há lojas dessas há muitos anos. É possível que volte a ser natural e que as pessoas cá aceitem essa reciclagem."

Mais debate político

A historiadora Irene Pimentel acredita que o agravamento das condições de vida poderá "dar mais força à discussão política". "É uma esperança que eu tenho, que vai aumentar o debate político". Outras expectativas passam por haver "mais responsabilidade nos actos políticos" e "mais estima pelo bem público". Irene Pimentel sublinha ainda que "vamos assistir à maior proletarização da classe média": "Pensávamos que havia uma seta para a frente e para cima. E a classe média está a ver que, afinal, o futuro não será melhor, mas pior", nota, antevendo tensões sociais.

Inês Pereira, investigadora nas áreas dos movimentos sociais e novas tecnologias da informação no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, acredita que este ano, e no que respeita à contestação, acentuar-se-á "o recurso à Internet, como forma de divulgar causas, como meio de convocar e concertar acções transnacionais, e como palco de uma "guerrilha informacional"". Mais humor e voluntariado

O humorista Nilton prevê um bom ano para os seus espectáculos: "As pessoas vão querer rir-se mais. O humor é uma arma contra a crise", diz, notando que é cada vez mais solicitado para ir a empresas, que procuram alguém que consiga motivar e levantar o "astral" dos funcionários. Já Irene Pimentel defende que, como ir ao teatro e ao cinema será cada vez mais caro, a tendência passará pela procura de conteúdos na Internet e espectáculos gratuitos. Filomena Mendes também prevê cortes na formação das crianças: "Algumas famílias vão privar os filhos da música, da natação, do ballet...", diz, acrescentando que os centros de explicações poderão perder clientes.

Em alguns casos, serão os próprios pais, se tiverem o tempo e os conhecimentos para tal, a apoiar os filhos nas tarefas escolares. Mas há quem anteveja outras soluções como o voluntariado: "Podemos ver professores reformados a dispor do tempo para cuidar de crianças num bairro, porque os pais deixaram de ter dinheiro para o ATL", defende Maria Filomena Mendes. Também o sociólogo Elísio Estanque considera que o "humanismo e a solidariedade podem ser mais visíveis".

Novo perfil de consumidor

O escritor Mário Zambujal considera que este ano será inevitável travar-se o consumismo das últimas décadas: "Há um excesso de ambições pequeninas, de mudar de telemóvel e fazer filas à porta das lojas só porque vem aí um que tem mais um botão. Reduzindo esse consumo, vamos ter mais tranquilidade mental, alguma acalmia nesta vertigem do ter que é infernal", sustenta. Prevê um perfil diferente de consumidor: "Entraremos numa fase em que temos de tra var esta sede desesperada de consumo, de querer ter tudo, sempre mais, e vamos chegar a um ponto de nos voltarmos para coisas que não estão à venda nos shoppings , como ver nascer o sol na Arrábida", brinca.

Também o humorista Nilton acredita que voltaremos "às coisas simples e a repensar o que é supérfluo". Mesmo em áreas como a alimentação, as pessoas tenderão a comprar de outra forma, não só pondo de parte produtos que não são absolutamente necessários, como preferindo os mais baratos: "A própria selecção dos alimentos vai mudar", diz Maria Filomena Mendes. Já Elísio Estanque acredita que as hortas vão regressar, mesmo nas cidades: "As pessoas com quintal, com pequenos talhões de terra, poderão usufruir dessa actividade não só para responder a necessidades materiais, mas também como forma lúdica de ocupação do tempo."

Projeto - Permacultura no CEA» Nabos há muitos...

... pelo menos aqui no CEA.
Sobraram da passada quinta-feira.
E o que fazer com tantos nabos?
Saber tudo sobre eles e depois arregaçar as mangas!
Aqui fica o resultado:
CONSERVA DE NABOS

Nabitos

ComoFazerConservaNabos

terça-feira, janeiro 24, 2012

Um relato do que foi a quinta-feira passada aqui no CEA... pelos participantes:

Um dia dedicado à Educação Ambiental e à Permacultura

Na passada quinta-feira a turma do 3º ano de Gestão do Ambiente passou o dia no Centro de Educação Ambiental das Águas Douro e Paiva. A visita foi realizada no Âmbito da disciplina de Projetos em Ambiente e os objectivos foram conhecer os “Bastidores da Educação Ambiental” e o conceito de Permacultura.
A parte da manhã foi essencialmente dedicada à educação ambiental; depois de nos apresentarmos, realizamos atividades e jogos de grupo que podem ser realizadas com um grupo no âmbito da educação ambiental, tomando consciência das principais dificuldades de implementação dessas actividades.
O final da manhã foi já dedicado ao projecto de permacultura e consistiu na preparação do nosso próprio almoço “Massa à Lavrador à Vegana”, uma ementa típica mas adaptada ao mundo vegetariano, uma refeição completa e bastante nutritiva.
De tarde conhecemos os princípios da Permacultura e realizamos depois uma atividade de produção de sabão a partir de óleo alimentar usado, uma forma de reaproveitamento de um resíduo e de produção de um bem utilizável.
Foi um dia bastante recheado que constituiu uma mais valia para a formação de todos e em que conhecemos uma forma de vida mais sustentável.
3ºB

"The garbage warrior"

AEA manhã

AEA "Porque não se afundam os peixes?"
Escola EB1/JI de Leirós

E lá fui eu com a Tupilde de malas aviadas para Pedroso.
Foi uma manhã muito luminosa, cheia de calor e com muitos peixes à mistura.
Revi amigos e conheci outros tantos.
Manhãs assim valem bem a pena!

LeirósCheiaDeSol

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Projeto - Permacultura no CEA» o que fazer com latas velhas?

DIA 21

Por cá temos algumas latas de leite desidratado.
Pensamos, e pensamos e pensamos, ...
E chegamos a esta conclusão:

LatinhasDeLeite

quinta-feira, janeiro 19, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 20

ATEA "Dia dedicado à permacultura"
Escola Profissional Agrícola Conde de S. Bento

Um dia dedicado à Permacultura!
Foi um dia fantástico, do qual só tenho bons momentos no coração.
Cansativo, mas tão proveitoso que quero repetir esta experiência MUITAS vezes.

ComidinhaBoa

Sabãozinho

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Caros seguidores do Blog do Topas,

No seguimento da criação das novas atividades de educação ambiental no CEA-AdDP, há algum material que é necessário e que é um pouco difícil de recolher, não só pelas quantidades, mas também pelas práticas alimentares diárias.

Assim, e para conseguir fazer velas e sabão com produtos reciclados, vimos pedir-vos para entregarem no CEA o óleo alimentar usado que possam dispor, ou se tal não for possível contactar-nos.

Gratos.

AEA tarde

AEA "Vem ser cientista com o Topas"
Escola EB1/JI Sta. Eulália

Dançamos, jogamos, contamos histórias, brincamos e aprendemos.
Foi uma bela tarde passada com os meus amigos Gondomarenses.

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 18

E a revolução em forma de jardinagem vai começar.
As paredes cinzentas vão sorrir!
Vão passar de :-( para :-).
Plantas Unidas Jamais Serão Vencidas!

Dia18

Era uma vez...

... um conto que queria ser contado.
Com pozinhos de perlimpimpim e flores no jardim,
eu e a Tupilde viemos espreitar
o que estes dois pintores andam a pintar.
São as cores do arco íris e mais algumas.
Terantãotão, estou curioso, pois então!

PinturaHoraConto

NOTA:
As tintas usadas nesta pintura são ecológicas (possuem a etiqueta ecológica europeia).

terça-feira, janeiro 17, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Um "cheirinho" do que vem aí:

ParedeCinzenta

e-JORN@L DO TOP@S

Aqui está a 8ª edição do e-JORN@L DO TOP@S.

Com muita permacultura à mistura!

JornalecoTopas_Tupilde

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 17

De olho numa tarefa que podemos chamar, por enquanto, de "xô-parede cinzenta", dei de caras com as nossas sementeiras e outras aparições não menos vegetais. Até o musgo que foi colocado há tempos está a dar um ar da sua graça!

MusgoDeFavas

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 16

O sal pode sempre ficar melhor com um pouco das nossas colheitas vegetais.
Assim, as malaguetas secas anteriormente e oregãos do nosso canteiro aromático, deram um pouco mais de sabor a este sal. Para refeições mais picantes! Ou para um esfoliante circulatório.

SalPicante

NOTA: cuidadinho onde colocam as mãos depois de manusear as malaguetas, porque mesmo depois de as lavarem muitas vezes, continuam a "picar".

Sem religiões ou em todas elas: a solução no Mundo é...

Budismo – “Não machuque os outros para que isso não te traga dor” (Udanavarga 5.18)

Cristianismo - “Em tudo, faça aos outros o que gostaríeis que fizessem por ti; pois esta é a lei” (Mateus 7:12)

Hinduismo – “Não faça aos outros nada que, se fosse feito a ti, te causaria dor” (Mahabharata 5.1517)

Islamismo – “Nenhum de vocês é um verdadeiro fiél até que desejem aos seus irmãos o mesmo que desejam para vocês mesmos” (Sunnab)

Jainismo – “Na felicidade e na tristeza, na alegria e no sofrimento, nós devemos cuidar de todas as criaturas da mesmo forma que cuidamos de nós mesmos” (Lord Mahavir 24º Tirthankara)

Judaísmo – “Aquilo que é odioso para você, não faça para os outros seres humanos. Esta é a lei, todo o resto é comentário” (Talmud, Shabbat 3 l a)

Xamanismo – “A humanidade não teceu a rede da vida. Nós somos apenas um fio dentro dela. Qualquer coisa que nós fizermos para a rede, nós faremos para nós mesmos” (Chefe Seattle)

Xintoismo – “Seja caridoso com todos os seres, pois o Amor é a representação de Deus” (KO-JI-KI Hachiman Kasuga)

Sikhismo – “Não crie inimizade com ninguém, pois Deus está dentro de todos” (Guru Arjan Devji 259. Guru Granth Sahib)

Taoísmo – “Veja o ganho de seu vizinho como seu próprio ganho, e veja a perda de seu vizinho como sua própria perda” (Tai Shang Kan Ying P'ien)

sexta-feira, janeiro 13, 2012

ATEA - manhã

ATEA - Participação no Seminário para a Sustentabilidade
IEFP

Hoje de manhã, a Raquel teve a oportunidade de estar presente neste seminário e expor as suas ideias, no que respeita à água e à Permacultura.
Saibam mais aqui.

CEA_17_09_2011

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Alentejo

terça-feira, janeiro 10, 2012

Limpar Portugal 2012

AMO Portugal – Boletim Informativo de 4 de janeiro de 2012

A dois meses e meio do dia 24 de março, está na hora de arregaçar as mangas, pegar no equipamento e zarpar a caminho de mais um DIA L!

Vamos LIMPAR PORTUGAL… e tu? Vais ficar em casa?

Primeiro passo: acede ao site www.amoportugal.org e inscreve-te no núcleo da tua área de residência ou da região onde queres colaborar.

Segundo passo: reconhece os preparativos e as orientações logísticas e organizativas.

Terceiro passo: junta a família, um grupo de amigos, colegas do trabalho, vizinhos e “MÃOS À OBRA! LIMPAR PORTUGAL 2012”:

Vamos erradicar as lixeiras ilegais, NUM SÓ DIA!

Este evento pretende promover a educação ambiental e refletir sobre a problemática do lixo, do desperdício, do ciclo dos materiais e do crescimento sustentável, por intermédio da iniciativa de limpar os espaços verdes, cidades e praias, removendo o lixo ali depositado indevidamente.

Uma iniciativa da AMO Portugal - Associação Mãos à Obra Portugal, integrada na ação internacional “Let’s do It! World Cleanup 2012”, com o objetivo de se atingir a participação de mais de 100 países, de 300 milhões de pessoas e recolher mais de 100 milhões de toneladas de lixo!

AMO Portugal

sexta-feira, janeiro 06, 2012

ATEA tarde

ATEA - Visita à Estação Elevatória de JovimParóquia de Santa Cruz - Jovim

Bispo

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Eco-Furoshiki

FANTÁSTICO!





Afinal, o que é o Furoshiki?
É uma técnica japonesa fantástica em que se utiliza tecidos e nós para podermos transportar objectos pequenos e grandes.

Aqui, podem encontrar muitas técnicas e muitos nós diferentes.

"Originating from Japanese culture where it promotes caring for the environment and reducing waste; Furoshiki is the eco-friendly wrapping cloth. Using techniques similar to origami, it can be used for gift wrapping, grocery shopping or simply as decor. Choose from a wide variety of sizes and designs to complement your lifestyle. Why furoshiki? It is reusable and multipurpose. Each year billions of plastic bags end up as litter; reusable bags, such as furoshiki can help reduce the impact to our environment. Its versatility allows you to wrap almost anything regardless of its shape or size."

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Livro do Mês - Janeiro 2012

AtasSerralves



No volume 2, vem o artigo referente ao projeto de arquitetura dos percursos pedonais da mata sobranceira à ETA de Lever. Vejam aqui.

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Rio Paiva



Daqui.

sexta-feira, dezembro 30, 2011

PulinhosPostal2012

Saltinhos e pulinhos de felicidade para todos
Num 2012 verde cheio de Natureza
Que as adversidades sejam o salto para uma vida melhor
Que sejam rodeados de música que vos preencha
Que cada ser pequenino (vegetal ou animal)vos guie para a felicidade
Porque vamos todos ser felizes
Sabemos que sim

Topas & Tupilde

quinta-feira, dezembro 29, 2011

sexta-feira, dezembro 23, 2011

Porque vai ser um fim de semana cheio de Natal

Luzinhas

NatalinhoColorido

Sobreiro - Árvore Nacional de Portugal

Hoje, dia 22 de dezembro, pelas 12 horas e 36 minutos, o Parlamento português aprovou, por unanimidade, o Projeto de Resolução que institui o sobreiro como a Árvore Nacional de Portugal.
É um dia histórico para Portugal ou, como tão bem disse hoje, no Parlamento, o deputado Miguel Freitas:


A partir de agora, sempre que se abaterem sobreiros, não se abate apenas uma espécie protegida, abate-se um símbolo da nação.


Pegando nestas palavras, as Associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza relembram que o dia de hoje é um ponto de partida e não um ponto de chegada. Muito há ainda a fazer na defesa desta espécie. Como sempre, estamos inteiramente disponíveis para continuar a lutar, com aqueles que a nós se quiserem juntar, na defesa das causas relacionadas com o sobreiro e os seus povoamentos.
Hoje é o primeiro dia do resto da vida dos sobreiros e dos sobreirais…
Viva o sobreiro!


Texto e foto retirados do site da associação ÁRVORES DE PORTUGAL

quinta-feira, dezembro 22, 2011

As luzes de Natal

Antes de o meu pai morrer, o Natal era uma época mágica nos longos e escuros invernos de Bathrurst, em New Brunswick. Os dias frios e tempestuosos começavam cedo, logo no fim de setembro. A dada altura, acendiam-se as luzes de Natal e a expectativa crescia. Por alturas da véspera de Natal, o vulgar pinheiro que o meu pai arrastara até nossa casa dez dias antes adquiria uma vida própria, plena de magia e de luz. O seu brilho era de tal forma maravilhoso que conseguia, sozinho, afastar toda a escuridão do inverno.
Na véspera de Natal, pouco antes da meia noite, agasalhávamo-nos bem e íamos à missa do galo. A beleza do som do coro causava-me arrepios e, quando a minha irmã mais velha, que era solista, cantava Noite Feliz, a minha face corava de orgulho.
No dia de Natal de manhã, eu era o primeiro a levantar. Saía da cama atabalhoadamente e descia em direção ao brilho intenso da sala de estar. Embora tentasse manter-me direito, os olhos cheios de sono faziam-me cambalear. Quando entrava na sala, via-me diante do esplendor do Natal. Os meus olhos toldados e cheios de sono criavam uma auréola à volta de cada luz, amplificando-a e aquecendo-a. Após uns breves instantes, esfregava os olhos e via uma infinidade de fitas e laços e um amontoado de presentes coloridos. Nunca me esquecerei da sensação do primeiro vislumbre dessa manhã. Após alguns minutos a sós com a magia do Natal, ia buscar os meus irmãos e juntos acordávamos os nossos pais.
Certa noite de novembro, quando faltava um mês para o Natal, eu estava sentado à mesa da sala de jantar a jogar o Solitário. A minha mãe estava ocupada na cozinha, mas, de vez em quando, aproximava-se da sala de estar para ouvir o seu programa de rádio preferido.
Embora estivesse escuro e frio lá fora, o interior da casa estava agradável. O meu pai tinha-me prometido que à noite jogaríamos as cartas, mas já estava quase na hora de ir para a cama e ele ainda não tinha chegado. Quando o ouvi entrar pela porta da cozinha, levantei-me de um salto e fui ao seu encontro. Embora lançasse um olhar preocupado à minha mãe, o que achei estranho, abraçou-me quando corri para os seus braços. Adorava abraçar o meu pai numa noite de inverno. O casaco grosso e frio comprimia-se contra a minha cara e o cheiro do gelo misturava-se com o cheiro da lã.
Só que desta vez foi diferente. Depois dos segundos iniciais do abraço habitual, o seu corpo começou a ficar hirto. Fiquei um pouco assustado com esta reação anormal e senti-me aliviado quando a minha mãe me arrancou dos braços dele. Naquela altura, não compreendi que o meu pai acabava de sofrer um enfarte. Pediram-me para descer para o quarto de jogos e para brincar com os meus irmãos. Do fundo da escada, vi chegar o médico e o padre. Mais tarde, vi os enfermeiros entrar e depois vi-os sair, transportando uma maca coberta com uma manta vermelha. Não chorei na noite da morte do meu pai, nem no dia do funeral. Não que reprimisse as lágrimas. Simplesmente, não tinha lágrimas para chorar.
Na manhã do dia de Natal, como habitualmente, fui o primeiro a levantar-me. Mas este ano era diferente. A manhã já despontava no céu. Mais acordado do que de costume, desci para a sala de estar. Só me apercebi de que havia algo de estranho quando entrei na sala. Em vez de ficar ofuscado com as luzes brilhantes, conseguia ver tudo com nitidez naquela sala sombria. Conseguia ver o pinheiro, os presentes e até, através da janela, um pouco do exterior. O meu pai já não estava presente para assegurar que as luzes do pinheiro tinham ficado acesas. Quebrara-se a magia do Natal da minha infância.
Entretanto, os anos passaram. Durante a minha juventude, voluntariei-me sempre para trabalhar no Natal. O dia de Natal não era bom, nem era mau. Era mais um dia cinzento de inverno, com a vantagem de receber algum dinheiro extra pelo facto de trabalhar.
Depois apaixonei-me e casei-me. O primeiro Natal do nosso filho foi o melhor que eu tinha tido em vinte anos. À medida que ele foi crescendo, o Natal foi melhorando. Quando a nossa filha nasceu, já recuperáramos algumas tradições familiares e o Natal tornou-se, de novo, uma época maravilhosa. Era divertido esperar pelo Natal, ver a excitação das crianças e, acima de tudo, passar o dia de Natal com a minha família. Na véspera de Natal, continuei a tradição iniciada pelo meu pai e deixava as luzes do pinheiro ligadas naquela noite para que, de manhã, as crianças pudessem viver aquela experiência maravilhosa.
Numa noite de Natal, tinha o meu filho nove anos, a mesma idade que eu tinha quando o meu pai faleceu, enquanto via a missa do galo na televisão adormeci no sofá. O coro cantava lindamente e a última coisa de que me lembro foi de desejar ouvir outra vez a minha irmã a entoar Noite Feliz. Acordei de manhã cedo com o barulho que o meu filho fazia enquanto descia para a sala de jantar. Vi-o parar e olhar o pinheiro, boquiaberto. Então, lembrei-me da minha infância e soube que o meu pai me tinha amado da mesma forma que eu amava o meu filho. Soube que ele tinha sentido por mim uma mistura de orgulho, de alegria e de amor ilimitado. E, naquele instante, soube como me tinha zangado com o meu pai por ele ter morrido e quanto amor tinha escondido durante toda a minha vida por causa desse sentimento de raiva.
Senti-me um rapazinho, cujas lágrimas estavam prestes a brotar, e não havia palavras para exprimir a imensa pena e a alegria irresistível que experimentava em simultâneo. Esfreguei os olhos com as costas da mão para ver melhor. Com os olhos húmidos e a visão toldada, olhei para o meu filho que estava diante do pinheiro. Meu Deus, que pinheiro magnífico! Era o pinheiro da minha infância.
Através das lágrimas, as luzes do pinheiro irradiavam um brilho quente e cintilante. Os amarelos, verdes, vermelhos e azuis, tremeluzentes e suaves, envolveram-nos. Tinham-me sido roubados pela morte do meu pai. Mas, ao amar o meu filho tanto quanto o meu pai me amara, pude ver, uma vez mais, as luzes de Natal. E, a partir desse dia, recuperei toda a magia e alegria do Natal.
Michael Hogan

J. Canfield, M. V. Hansen, J. Matthews, R. Aaron
Chicken Soup for the Canadian Soul
Florida, HCI, 2010
(Tradução e adaptação)

_____________________________________________________

Caros leitores,
O Projecto intitulado Clube de Contadores de Histórias, nascido em 2006 na Escola Secundária Daniel Faria – Baltar, tem vindo, ao longo dos anos, a difundir-se de uma forma significativa, não só em Portugal, mas também no Brasil e nos países africanos de língua portuguesa. No sentido de assegurar a continuidade de referido clube, foi constituída uma equipa pedagógica, formada por professores de vários grupos disciplinares e provenientes de diversos estabelecimentos de ensino, que tomarão a seu cargo a selecção, preparação e envio de uma história semanal por correio electrónico, tal como habitualmente tem vindo a ser feito.
Esperando que o projecto continue a merecer a melhor atenção por parte do público leitor, despede-se com os melhores cumprimentos,

A Equipa Coordenadora do Clube das Histórias

ac@contadoresdehistorias.com

Pinheirinho, pinheirinho... tralalalala...

quinta-feira, dezembro 15, 2011

Ai ai...uma visita arrepiante aqui no CEA!



Cobrinha:-S

Cogumelos mágicos

Um estrunfe de cada vez,
com o seu nariz azul
foram cheirando na floresta,
à procura do cogumelo mais mágico de todos.
A magia que só se vê pela cor.
A lembrar o Natal.
E a floresta ofereceu-lhes muita magia.
Cada cogumelo encontrado
enchia o coração dos estrunfes!
Enchia-os de magia.
Porque a vida é mágica.
Com ou sem cogumelos.

AmanitaMágica

(Amanita muscaria)

Sapatilhas ecológicas

A sola é feita de pneu!

Pneusinhos

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 15

De presentes de Natal sobram caixas de cartão... muitas!

dia15

Casa na árvore

Quem já sonhou ter uma destas casas que coloque o braço no ar!
É linda, não é?

best-treehouse-hut

AEA manhã

AEA "O Mistério da água para consumo humano"
Escola Profissional António Largo Cerqueira

AEAManhã_14_12_2011

terça-feira, dezembro 13, 2011

O Natal chegou hoje ao CEA...

... cheio de luzes coloridas.
Sem árvore de Natal.
Com os resíduos a dar uma luz.
Luz que ilumina as mentes dos mais imaginativos.
Para um Natal solidário e cheio de brincadeiras.
E claro, muita animação.
Natal pisca pisca.
Natal engarrafado.
Natal iluminado.
NATAL!

NatalinhoPiscaPisca

Lua Cheia

Já foi.
E esqueci-me de vos mostrar como eu a vi.
Linda como sempre.
Cheia de boas coisas.

LUACheia

AEA manhã

AEA "Porque não se afundam os peixes"
Escola EB1 de Alvarinha

Infelizmente, não vou poder colocar fotografias desta AEA, pois a minha Tupilde hoje não esteve cá.
Mas tenho a dizer-vos que correu muito bem e que adorei conhecer e reconher estes meus amigos.
Espero que voltem a visitar-me.

sexta-feira, dezembro 09, 2011

A Natureza que nos rodeia...

... aqui no CEA é linda!
As favas rebentaram e os cogumelos estão "louquinhos" a nascer.
Linda linda a Natureza...

NATUREZALinda

NaturezaLinda

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Salamandra noturna

Salamandra salamandra
que o meu coração aqueces
com uma pequena luz
já sei que de mim não esqueces

SalamandraNoturna

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 14

Cogumelos estufados...que delícia!
Foram os excedentes de alguém que me alimentaram!

Cogumelos

terça-feira, dezembro 06, 2011

AEA tarde

AEA "O mistério da água para consumo humano"
IEFP

AEAtarde_6_12_2011

Livro do Mês - Dezembro

LivroÁgua

 
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