Olá Amigos!
Bem-vindos ao meu diário na internet. Espreitem as ligações do lado direito e conheçam-me melhor, aos meus amigos e ao meu Mundo. Não se esqueçam que podem sempre deixar-me uma mensagem.
Voltem sempre e não se esqueçam de cuidar da nossa Natureza!

Topas

Querem fazer parte da nossa mailing list, para serem os primeiros a saber as novidades do CEA - AdDP? Escrevam para cea@addp.pt (assunto: mailing list) e todos os meses receberão novidades nossas!

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Projeto - Permacultura no CEA» o que fazer com latas velhas?

DIA 21

Por cá temos algumas latas de leite desidratado.
Pensamos, e pensamos e pensamos, ...
E chegamos a esta conclusão:

LatinhasDeLeite

quinta-feira, janeiro 19, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 20

ATEA "Dia dedicado à permacultura"
Escola Profissional Agrícola Conde de S. Bento

Um dia dedicado à Permacultura!
Foi um dia fantástico, do qual só tenho bons momentos no coração.
Cansativo, mas tão proveitoso que quero repetir esta experiência MUITAS vezes.

ComidinhaBoa

Sabãozinho

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Caros seguidores do Blog do Topas,

No seguimento da criação das novas atividades de educação ambiental no CEA-AdDP, há algum material que é necessário e que é um pouco difícil de recolher, não só pelas quantidades, mas também pelas práticas alimentares diárias.

Assim, e para conseguir fazer velas e sabão com produtos reciclados, vimos pedir-vos para entregarem no CEA o óleo alimentar usado que possam dispor, ou se tal não for possível contactar-nos.

Gratos.

AEA tarde

AEA "Vem ser cientista com o Topas"
Escola EB1/JI Sta. Eulália

Dançamos, jogamos, contamos histórias, brincamos e aprendemos.
Foi uma bela tarde passada com os meus amigos Gondomarenses.

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 18

E a revolução em forma de jardinagem vai começar.
As paredes cinzentas vão sorrir!
Vão passar de :-( para :-).
Plantas Unidas Jamais Serão Vencidas!

Dia18

Era uma vez...

... um conto que queria ser contado.
Com pozinhos de perlimpimpim e flores no jardim,
eu e a Tupilde viemos espreitar
o que estes dois pintores andam a pintar.
São as cores do arco íris e mais algumas.
Terantãotão, estou curioso, pois então!

PinturaHoraConto

NOTA:
As tintas usadas nesta pintura são ecológicas (possuem a etiqueta ecológica europeia).

terça-feira, janeiro 17, 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Um "cheirinho" do que vem aí:

ParedeCinzenta

e-JORN@L DO TOP@S

Aqui está a 8ª edição do e-JORN@L DO TOP@S.

Com muita permacultura à mistura!

JornalecoTopas_Tupilde

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 17

De olho numa tarefa que podemos chamar, por enquanto, de "xô-parede cinzenta", dei de caras com as nossas sementeiras e outras aparições não menos vegetais. Até o musgo que foi colocado há tempos está a dar um ar da sua graça!

MusgoDeFavas

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 16

O sal pode sempre ficar melhor com um pouco das nossas colheitas vegetais.
Assim, as malaguetas secas anteriormente e oregãos do nosso canteiro aromático, deram um pouco mais de sabor a este sal. Para refeições mais picantes! Ou para um esfoliante circulatório.

SalPicante

NOTA: cuidadinho onde colocam as mãos depois de manusear as malaguetas, porque mesmo depois de as lavarem muitas vezes, continuam a "picar".

Sem religiões ou em todas elas: a solução no Mundo é...

Budismo – “Não machuque os outros para que isso não te traga dor” (Udanavarga 5.18)

Cristianismo - “Em tudo, faça aos outros o que gostaríeis que fizessem por ti; pois esta é a lei” (Mateus 7:12)

Hinduismo – “Não faça aos outros nada que, se fosse feito a ti, te causaria dor” (Mahabharata 5.1517)

Islamismo – “Nenhum de vocês é um verdadeiro fiél até que desejem aos seus irmãos o mesmo que desejam para vocês mesmos” (Sunnab)

Jainismo – “Na felicidade e na tristeza, na alegria e no sofrimento, nós devemos cuidar de todas as criaturas da mesmo forma que cuidamos de nós mesmos” (Lord Mahavir 24º Tirthankara)

Judaísmo – “Aquilo que é odioso para você, não faça para os outros seres humanos. Esta é a lei, todo o resto é comentário” (Talmud, Shabbat 3 l a)

Xamanismo – “A humanidade não teceu a rede da vida. Nós somos apenas um fio dentro dela. Qualquer coisa que nós fizermos para a rede, nós faremos para nós mesmos” (Chefe Seattle)

Xintoismo – “Seja caridoso com todos os seres, pois o Amor é a representação de Deus” (KO-JI-KI Hachiman Kasuga)

Sikhismo – “Não crie inimizade com ninguém, pois Deus está dentro de todos” (Guru Arjan Devji 259. Guru Granth Sahib)

Taoísmo – “Veja o ganho de seu vizinho como seu próprio ganho, e veja a perda de seu vizinho como sua própria perda” (Tai Shang Kan Ying P'ien)

sexta-feira, janeiro 13, 2012

ATEA - manhã

ATEA - Participação no Seminário para a Sustentabilidade
IEFP

Hoje de manhã, a Raquel teve a oportunidade de estar presente neste seminário e expor as suas ideias, no que respeita à água e à Permacultura.
Saibam mais aqui.

CEA_17_09_2011

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Alentejo

terça-feira, janeiro 10, 2012

Limpar Portugal 2012

AMO Portugal – Boletim Informativo de 4 de janeiro de 2012

A dois meses e meio do dia 24 de março, está na hora de arregaçar as mangas, pegar no equipamento e zarpar a caminho de mais um DIA L!

Vamos LIMPAR PORTUGAL… e tu? Vais ficar em casa?

Primeiro passo: acede ao site www.amoportugal.org e inscreve-te no núcleo da tua área de residência ou da região onde queres colaborar.

Segundo passo: reconhece os preparativos e as orientações logísticas e organizativas.

Terceiro passo: junta a família, um grupo de amigos, colegas do trabalho, vizinhos e “MÃOS À OBRA! LIMPAR PORTUGAL 2012”:

Vamos erradicar as lixeiras ilegais, NUM SÓ DIA!

Este evento pretende promover a educação ambiental e refletir sobre a problemática do lixo, do desperdício, do ciclo dos materiais e do crescimento sustentável, por intermédio da iniciativa de limpar os espaços verdes, cidades e praias, removendo o lixo ali depositado indevidamente.

Uma iniciativa da AMO Portugal - Associação Mãos à Obra Portugal, integrada na ação internacional “Let’s do It! World Cleanup 2012”, com o objetivo de se atingir a participação de mais de 100 países, de 300 milhões de pessoas e recolher mais de 100 milhões de toneladas de lixo!

AMO Portugal

sexta-feira, janeiro 06, 2012

ATEA tarde

ATEA - Visita à Estação Elevatória de JovimParóquia de Santa Cruz - Jovim

Bispo

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Eco-Furoshiki

FANTÁSTICO!





Afinal, o que é o Furoshiki?
É uma técnica japonesa fantástica em que se utiliza tecidos e nós para podermos transportar objectos pequenos e grandes.

Aqui, podem encontrar muitas técnicas e muitos nós diferentes.

"Originating from Japanese culture where it promotes caring for the environment and reducing waste; Furoshiki is the eco-friendly wrapping cloth. Using techniques similar to origami, it can be used for gift wrapping, grocery shopping or simply as decor. Choose from a wide variety of sizes and designs to complement your lifestyle. Why furoshiki? It is reusable and multipurpose. Each year billions of plastic bags end up as litter; reusable bags, such as furoshiki can help reduce the impact to our environment. Its versatility allows you to wrap almost anything regardless of its shape or size."

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Livro do Mês - Janeiro 2012

AtasSerralves



No volume 2, vem o artigo referente ao projeto de arquitetura dos percursos pedonais da mata sobranceira à ETA de Lever. Vejam aqui.

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Rio Paiva



Daqui.

sexta-feira, dezembro 30, 2011

PulinhosPostal2012

Saltinhos e pulinhos de felicidade para todos
Num 2012 verde cheio de Natureza
Que as adversidades sejam o salto para uma vida melhor
Que sejam rodeados de música que vos preencha
Que cada ser pequenino (vegetal ou animal)vos guie para a felicidade
Porque vamos todos ser felizes
Sabemos que sim

Topas & Tupilde

quinta-feira, dezembro 29, 2011

sexta-feira, dezembro 23, 2011

Porque vai ser um fim de semana cheio de Natal

Luzinhas

NatalinhoColorido

Sobreiro - Árvore Nacional de Portugal

Hoje, dia 22 de dezembro, pelas 12 horas e 36 minutos, o Parlamento português aprovou, por unanimidade, o Projeto de Resolução que institui o sobreiro como a Árvore Nacional de Portugal.
É um dia histórico para Portugal ou, como tão bem disse hoje, no Parlamento, o deputado Miguel Freitas:


A partir de agora, sempre que se abaterem sobreiros, não se abate apenas uma espécie protegida, abate-se um símbolo da nação.


Pegando nestas palavras, as Associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza relembram que o dia de hoje é um ponto de partida e não um ponto de chegada. Muito há ainda a fazer na defesa desta espécie. Como sempre, estamos inteiramente disponíveis para continuar a lutar, com aqueles que a nós se quiserem juntar, na defesa das causas relacionadas com o sobreiro e os seus povoamentos.
Hoje é o primeiro dia do resto da vida dos sobreiros e dos sobreirais…
Viva o sobreiro!


Texto e foto retirados do site da associação ÁRVORES DE PORTUGAL

quinta-feira, dezembro 22, 2011

As luzes de Natal

Antes de o meu pai morrer, o Natal era uma época mágica nos longos e escuros invernos de Bathrurst, em New Brunswick. Os dias frios e tempestuosos começavam cedo, logo no fim de setembro. A dada altura, acendiam-se as luzes de Natal e a expectativa crescia. Por alturas da véspera de Natal, o vulgar pinheiro que o meu pai arrastara até nossa casa dez dias antes adquiria uma vida própria, plena de magia e de luz. O seu brilho era de tal forma maravilhoso que conseguia, sozinho, afastar toda a escuridão do inverno.
Na véspera de Natal, pouco antes da meia noite, agasalhávamo-nos bem e íamos à missa do galo. A beleza do som do coro causava-me arrepios e, quando a minha irmã mais velha, que era solista, cantava Noite Feliz, a minha face corava de orgulho.
No dia de Natal de manhã, eu era o primeiro a levantar. Saía da cama atabalhoadamente e descia em direção ao brilho intenso da sala de estar. Embora tentasse manter-me direito, os olhos cheios de sono faziam-me cambalear. Quando entrava na sala, via-me diante do esplendor do Natal. Os meus olhos toldados e cheios de sono criavam uma auréola à volta de cada luz, amplificando-a e aquecendo-a. Após uns breves instantes, esfregava os olhos e via uma infinidade de fitas e laços e um amontoado de presentes coloridos. Nunca me esquecerei da sensação do primeiro vislumbre dessa manhã. Após alguns minutos a sós com a magia do Natal, ia buscar os meus irmãos e juntos acordávamos os nossos pais.
Certa noite de novembro, quando faltava um mês para o Natal, eu estava sentado à mesa da sala de jantar a jogar o Solitário. A minha mãe estava ocupada na cozinha, mas, de vez em quando, aproximava-se da sala de estar para ouvir o seu programa de rádio preferido.
Embora estivesse escuro e frio lá fora, o interior da casa estava agradável. O meu pai tinha-me prometido que à noite jogaríamos as cartas, mas já estava quase na hora de ir para a cama e ele ainda não tinha chegado. Quando o ouvi entrar pela porta da cozinha, levantei-me de um salto e fui ao seu encontro. Embora lançasse um olhar preocupado à minha mãe, o que achei estranho, abraçou-me quando corri para os seus braços. Adorava abraçar o meu pai numa noite de inverno. O casaco grosso e frio comprimia-se contra a minha cara e o cheiro do gelo misturava-se com o cheiro da lã.
Só que desta vez foi diferente. Depois dos segundos iniciais do abraço habitual, o seu corpo começou a ficar hirto. Fiquei um pouco assustado com esta reação anormal e senti-me aliviado quando a minha mãe me arrancou dos braços dele. Naquela altura, não compreendi que o meu pai acabava de sofrer um enfarte. Pediram-me para descer para o quarto de jogos e para brincar com os meus irmãos. Do fundo da escada, vi chegar o médico e o padre. Mais tarde, vi os enfermeiros entrar e depois vi-os sair, transportando uma maca coberta com uma manta vermelha. Não chorei na noite da morte do meu pai, nem no dia do funeral. Não que reprimisse as lágrimas. Simplesmente, não tinha lágrimas para chorar.
Na manhã do dia de Natal, como habitualmente, fui o primeiro a levantar-me. Mas este ano era diferente. A manhã já despontava no céu. Mais acordado do que de costume, desci para a sala de estar. Só me apercebi de que havia algo de estranho quando entrei na sala. Em vez de ficar ofuscado com as luzes brilhantes, conseguia ver tudo com nitidez naquela sala sombria. Conseguia ver o pinheiro, os presentes e até, através da janela, um pouco do exterior. O meu pai já não estava presente para assegurar que as luzes do pinheiro tinham ficado acesas. Quebrara-se a magia do Natal da minha infância.
Entretanto, os anos passaram. Durante a minha juventude, voluntariei-me sempre para trabalhar no Natal. O dia de Natal não era bom, nem era mau. Era mais um dia cinzento de inverno, com a vantagem de receber algum dinheiro extra pelo facto de trabalhar.
Depois apaixonei-me e casei-me. O primeiro Natal do nosso filho foi o melhor que eu tinha tido em vinte anos. À medida que ele foi crescendo, o Natal foi melhorando. Quando a nossa filha nasceu, já recuperáramos algumas tradições familiares e o Natal tornou-se, de novo, uma época maravilhosa. Era divertido esperar pelo Natal, ver a excitação das crianças e, acima de tudo, passar o dia de Natal com a minha família. Na véspera de Natal, continuei a tradição iniciada pelo meu pai e deixava as luzes do pinheiro ligadas naquela noite para que, de manhã, as crianças pudessem viver aquela experiência maravilhosa.
Numa noite de Natal, tinha o meu filho nove anos, a mesma idade que eu tinha quando o meu pai faleceu, enquanto via a missa do galo na televisão adormeci no sofá. O coro cantava lindamente e a última coisa de que me lembro foi de desejar ouvir outra vez a minha irmã a entoar Noite Feliz. Acordei de manhã cedo com o barulho que o meu filho fazia enquanto descia para a sala de jantar. Vi-o parar e olhar o pinheiro, boquiaberto. Então, lembrei-me da minha infância e soube que o meu pai me tinha amado da mesma forma que eu amava o meu filho. Soube que ele tinha sentido por mim uma mistura de orgulho, de alegria e de amor ilimitado. E, naquele instante, soube como me tinha zangado com o meu pai por ele ter morrido e quanto amor tinha escondido durante toda a minha vida por causa desse sentimento de raiva.
Senti-me um rapazinho, cujas lágrimas estavam prestes a brotar, e não havia palavras para exprimir a imensa pena e a alegria irresistível que experimentava em simultâneo. Esfreguei os olhos com as costas da mão para ver melhor. Com os olhos húmidos e a visão toldada, olhei para o meu filho que estava diante do pinheiro. Meu Deus, que pinheiro magnífico! Era o pinheiro da minha infância.
Através das lágrimas, as luzes do pinheiro irradiavam um brilho quente e cintilante. Os amarelos, verdes, vermelhos e azuis, tremeluzentes e suaves, envolveram-nos. Tinham-me sido roubados pela morte do meu pai. Mas, ao amar o meu filho tanto quanto o meu pai me amara, pude ver, uma vez mais, as luzes de Natal. E, a partir desse dia, recuperei toda a magia e alegria do Natal.
Michael Hogan

J. Canfield, M. V. Hansen, J. Matthews, R. Aaron
Chicken Soup for the Canadian Soul
Florida, HCI, 2010
(Tradução e adaptação)

_____________________________________________________

Caros leitores,
O Projecto intitulado Clube de Contadores de Histórias, nascido em 2006 na Escola Secundária Daniel Faria – Baltar, tem vindo, ao longo dos anos, a difundir-se de uma forma significativa, não só em Portugal, mas também no Brasil e nos países africanos de língua portuguesa. No sentido de assegurar a continuidade de referido clube, foi constituída uma equipa pedagógica, formada por professores de vários grupos disciplinares e provenientes de diversos estabelecimentos de ensino, que tomarão a seu cargo a selecção, preparação e envio de uma história semanal por correio electrónico, tal como habitualmente tem vindo a ser feito.
Esperando que o projecto continue a merecer a melhor atenção por parte do público leitor, despede-se com os melhores cumprimentos,

A Equipa Coordenadora do Clube das Histórias

ac@contadoresdehistorias.com

Pinheirinho, pinheirinho... tralalalala...

quinta-feira, dezembro 15, 2011

Ai ai...uma visita arrepiante aqui no CEA!



Cobrinha:-S

Cogumelos mágicos

Um estrunfe de cada vez,
com o seu nariz azul
foram cheirando na floresta,
à procura do cogumelo mais mágico de todos.
A magia que só se vê pela cor.
A lembrar o Natal.
E a floresta ofereceu-lhes muita magia.
Cada cogumelo encontrado
enchia o coração dos estrunfes!
Enchia-os de magia.
Porque a vida é mágica.
Com ou sem cogumelos.

AmanitaMágica

(Amanita muscaria)

Sapatilhas ecológicas

A sola é feita de pneu!

Pneusinhos

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 15

De presentes de Natal sobram caixas de cartão... muitas!

dia15

Casa na árvore

Quem já sonhou ter uma destas casas que coloque o braço no ar!
É linda, não é?

best-treehouse-hut

AEA manhã

AEA "O Mistério da água para consumo humano"
Escola Profissional António Largo Cerqueira

AEAManhã_14_12_2011

terça-feira, dezembro 13, 2011

O Natal chegou hoje ao CEA...

... cheio de luzes coloridas.
Sem árvore de Natal.
Com os resíduos a dar uma luz.
Luz que ilumina as mentes dos mais imaginativos.
Para um Natal solidário e cheio de brincadeiras.
E claro, muita animação.
Natal pisca pisca.
Natal engarrafado.
Natal iluminado.
NATAL!

NatalinhoPiscaPisca

Lua Cheia

Já foi.
E esqueci-me de vos mostrar como eu a vi.
Linda como sempre.
Cheia de boas coisas.

LUACheia

AEA manhã

AEA "Porque não se afundam os peixes"
Escola EB1 de Alvarinha

Infelizmente, não vou poder colocar fotografias desta AEA, pois a minha Tupilde hoje não esteve cá.
Mas tenho a dizer-vos que correu muito bem e que adorei conhecer e reconher estes meus amigos.
Espero que voltem a visitar-me.

sexta-feira, dezembro 09, 2011

A Natureza que nos rodeia...

... aqui no CEA é linda!
As favas rebentaram e os cogumelos estão "louquinhos" a nascer.
Linda linda a Natureza...

NATUREZALinda

NaturezaLinda

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Salamandra noturna

Salamandra salamandra
que o meu coração aqueces
com uma pequena luz
já sei que de mim não esqueces

SalamandraNoturna

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 14

Cogumelos estufados...que delícia!
Foram os excedentes de alguém que me alimentaram!

Cogumelos

terça-feira, dezembro 06, 2011

AEA tarde

AEA "O mistério da água para consumo humano"
IEFP

AEAtarde_6_12_2011

Livro do Mês - Dezembro

LivroÁgua

quinta-feira, novembro 24, 2011

AEA tarde

AEA "A Tupilde faz Yoga com os filhotes"

Com muito soninho o meu amigo R. hoje fez esta AEA a "20 à hora"!
Mas a irmã superou as expetativas. Foi uma aula fantástica em que, algum tempo depois, e já desperto, o R. conseguiu fazer algumas coisinhas.

ATupildeFazYogaComOsFilhotes

A permacultura na TV:



quarta-feira, novembro 23, 2011

Olhem a mini natureza...

... que aparece por aqui:



Favas esquecidas e cogumelos!

AEA's manhã e tarde

Escola EB 2/3 Sobreira
AEA "Vem aprender a ser operador da ETA com o Topas"

AEAmanhãEtarde_23_11_2011 002



AEAmanhãEtarde_23_11_2011 014

terça-feira, novembro 22, 2011

AEA tarde

Centro de Reabilitação Profissional de Gaia
AEA "A Tupilde faz velas de óleo"

Adorei conhecer estes meus amigos. E o mundo vai ficar um pouco mais iluminado com estas velas ecológicas.

AEAtarde_22_11_2011 003

AEA manhã

Casa Nossa Senhora da Conceição
AEA "O Topas explica-te o que é a água"

Infelizmente, esta instituição não deu autorização para a publicação das fotografias tiradas no decorrer desta AEA.

segunda-feira, novembro 21, 2011

AEA tarde

AEA "A Tupilde faz yoga com os filhotes"

O meu querido R. e o seu amor encheram-me o coração.
Com amor, com alegria, com orgulho e com muito carinho.
E claro, com muita brincadeira lá para o meio!

TupildeYogaComOsfilhotes

quinta-feira, novembro 17, 2011

Mini-estufa

Aqui está uma ideia para fazer uma mini-estufa.

quarta-feira, novembro 16, 2011

Vamos morar para os Himalaias?



Eu quero!

AEA tarde

AEA "O mistério da água para consumo humano"
Universidade Lusófona



AEAtarde_16_11_2011

AEA manhã

AEA "Porque não se afundam os peixes?"
Escola EB1/JI de Painçais

1 Peixinho
2 Peixinhos
3 Peixinhos a nadar

O primeiro Peixinho fez uma acrobacia
E os outros Peixinhos foram ao ar!

PainçaisEosPeixes

terça-feira, novembro 15, 2011

Reciclar as fitas VHS e audio dos "antigamentes"



Para quem gosta de fazer croché e aproveitando esta ideia.

Há que ter cuidado no manuseamento destas fitas e não consegui saber mais pormenores sobre o conteúdo químico das fitas ser prejudicial à saúde.
Alguém sabe alguma coisa sobre isto?

Ontem na Escola Profissional do Infante

Ação de sensibilização para o consumo da água da torneira
Escola Profissional do Infante

quinta-feira, novembro 10, 2011

Os 3R's cantados!

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 13 (continuação)

Estes são os resultados dos produtos realizados com as colheitas de ontem:

AzeitePicante

quarta-feira, novembro 09, 2011

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 13

Andei na mata do CEA à "caça" de coisas boas. Pelo caminho passei na horta para colher as restantes malaguetas.
Castanhas e medronhos.
E havia muitos cogumelos - como se fosse uma floresta mágica.
O que fazer com estas colheitas? Um belo magusto, licor de medronho e azeite aromatizado. Amanhã trago os resultados!



Acho que era o Sepp Holzer que dizia que numa árvore, os frutos estão divididos em 3 partes: a fruta que cai à terra é para os insetos e outros animais, a do meio é para nós e a do topo é para os pássaros. Tem lógica, certo?

AEA tarde (8/11/2011)

AEA "A Tupilde faz Yoga com os filhotes"

Com elefantes e outros animais à mistura a Tupilde divertiu-se com o seu novo amigo:

terça-feira, novembro 08, 2011

Aracnídeos que vão dando um ar da sua graça aqui no CEA

aracnídeos

Quantas pessoas podem viver no Mundo?







Opiniões da atividade de educação ambiental realizada a 4/11/2011

Da Escola Profissional Agrícola Conde S. Bento (Santo Tirso):

"Uma tarde inesquecível"
Daniela
"Uma tarde muito fixe em que ficamos a saber coisas que alguns de nós não sabiamos"
Diana
"Gostei muito da tarde; a Raquel era muito simpática...e no final o melhor foi o lanche"
Pedro
"Adorei semear as favas...e depois do trabalho o leitinho quente!!"
Paulo
"Gostei muito da visita...espero voltar lá"
Rita



VIVA!

Em transição...

O movimento de transição surgiu na Irlanda e foi criado por Louise Rooney sendo popularizado por Rob Hopkins na Inglaterra. Depressa se difundiu por todo o mundo, encontrando-se neste momento numa fase de enorme expansão.

Este movimento tem como base o facto de nos aproximarmos do fim da era do petróleo barato e tem como finalidade sensibilizar e dotar as comunidades de capacidades para enfrentar esta situação e as alterações climáticas.

Surgem por todo o mundo, em muitas cidades, associações/ONGs dedicadas à realização das mais diversas acções que têm sempre como objectivo a sensibilização e preparação das pessoas para as duas questões mencionadas.

Resumidamente, é um movimento que tem como objectivo transformar as cidades em modelos sustentáveis, menos dependentes do petróleo, mais ligadas à natureza e mais resistentes a crises externas, tanto económicas como ecológicas.

De forma a orientar as iniciativas interessadas em aderir ao movimento, o Rob Hopkins criou os “12 passos para a transição” que se encontram no seu livro “The transition Hand Book” (O livro de bolso da transição).

Esses 12 passos são os seguintes:

1.Formar grupos na sociedade para procurar possíveis medidas para a diminuição do consumo de energia na comunidade. Questões como a importação de alimentos, energia, educação, moeda local, urbanismos e transportes. É muito importante que o sucesso colectivo seja colocado acima dos interesses pessoais. Deve haver um representante para cada grupo.
2.Identificar possíveis alianças e construir redes de trabalho. Preparar a sociedade em geral para falar sobre as consequências do pico do petróleo e sobre o aquecimento global e alterações climáticas. Normalmente realizam-se palestras com especialistas e mostras de filmes relacionados com o tema.
3.Incorporar ideias de outras organizações e iniciativas já existentes.
4.Organizar o lançamento do movimento que pode ocorrer entre seis meses e um ano após o passo número um.
5.Formar subgrupos que vão olhar para as suas regiões específicas e imaginar como a sociedade pode torna-se resiliente, ou seja, ser auto-suficiente e capaz de suportar choques externos, como a falta do petróleo.
6. Fazer eventos em espaços abertos. É importante que a sociedade perceba o movimento e queira fazer parte dele.
7.Realizar actividades que requerem acção, como por exemplo, plantar árvores de fruto autóctones.
8. Recuperar hábitos perdidos como fazer concertos públicos, cozinhar, fazer jardinagem, cultivar hortas e andar de bicicleta.
9. Construir bom relacionamento com o governo local.
10.Escutar os mais velhos. As pessoas que viveram entre 1930 e 1960, época em que o petróleo ainda não era tão importante, podem ter muito para ensinar.
11. Não manipular o processo de transição para essa ou aquela tendência. O papel do movimento não é levar todas as respostas, mas deixar que a população encontre meios para a transição. O movimento deve ser um catalisador de ideias.
12.Criar um plano de acção para reduzir o consumo de energia da cidade.


In Transition 1.0 from Transition Towns on Vimeo.

sexta-feira, novembro 04, 2011

Livro do mês - Novembro

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Atividade de Educação Ambiental - tarde

Atividade de Educação Ambiental
Escola Profissional Agrícola Conde de S. Bento

agricultores

De sachola na mão e algumas sementes, estes alunos conseguiram deixar o seu testemunho na horta do CEA.

quinta-feira, novembro 03, 2011

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 12 - continuação...

Percebem quando vos digo que temos de fazer um sistema de recolha da água da chuva aqui no CEA?

Projeto - Permacultura no CEA

DIA 12

A Tupilde tem um colar novo... e é picante!





Hoje foi dia de colher as malaguetas e colocá-las a secar. Lembrei-me de técnicas que eram usadas antigamente - coser ou enfiar as malaguetas com uma agulha de costura e pendurá-las num local seco e ao abrigo da luz.
Aqui estão elas! As restantes que não foram ainda colhidas vão servir para outros projetos, mas isso mostro daqui a uns tempos.
Cuidado com as más línguas, que eu agora sei defender-me!



Entretanto, vejam como os chuchus cresceram e como as couves e os espinafres materializam a máxima: "agricultura permanente".

quarta-feira, novembro 02, 2011

AEA manhã e tarde

AEA "Vem aprender a ser operador da ETA com o Topas"
Externato Santa Clara

Agitadas, mas muito proveitosas as AEA's de hoje.

 
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