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Topas

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quinta-feira, março 17, 2011

Palestra: Mas como disciplinar sem bater?

¹Palestra: Mas como disciplinar sem bater?

²Eduardo Campos

Todos os pais têm o dever de cuidar e educar os seus filhos. Toda a criança tem o direito de receber cuidados e educação para que se desenvolva bem e se torne um adulto saudável. Mas o que mudou na maneira de educarmos nossos filhos?
Antigamente, a forma de educar era autoritária. Dizia-se que criança não sabia nada e que os adultos tinham que ensinar, corrigir, dar castigo e bater. Hoje, a forma de educar mudou; a criança é muito mais respeitada em sua individualidade e em suas necessidades.
Mas com essa mudança nas relações com a criança, muitos pais estão tendo sérias dificuldades para dar limites e saber quando dizer SIM ou quando dizer NÃO sem traumatizar e, ao mesmo tempo, com a preocupação de criar futuros cidadãos que consigam praticar o bem.
É muito importante para os pais acreditarem que dar limites aos filhos desde pequeno é ensiná-los a compreender que as outras pessoas também devem ser respeitadas. Para isso, é preciso que a criança entenda que pode fazer muitas coisas, mas nem tudo e nem sempre.



As finalidades da infância

Para os pais, a infância é um tempo para:- Introduzir controles;- Educar com delicadeza;- Estabelecer limites;- Evitar confrontações;- Demonstrar 100% de firmeza, quando necessário.Para as crianças, a infância serve para:- Aprender a controlar seus corpos e comportamentos;- Aprender a usar o banheiro;- Controlar os impulsos, aprendendo a esperar;- Aprender que ter um acesso de raiva não significa conseguir o que quer;- Controlar a frustração, aprendendo a ter um pouquinho de paciência;- Conseguir ficar algum tempo separadas dos pais;- Saber dividir e adquirir a noção de que os outros também têm direitos.


Dar limites é:


Ensinar para os filhos que os direitos são iguais para todos;
Ensinar que existem outras pessoas no mundo;
Dizer SIM sempre que possível e NÃO quando necessário;
Só dizer NÃO quando houver uma razão concreta;
Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem e explicar o porquê;
Ensinar a criança a agüentar pequenas frustrações do dia-a-dia para que, no futuro, possa superar seus problemas com mais equilíbrio e maturidade;
Desenvolver na criança a capacidade de adiar a satisfação – se não der para comprar hoje, amanhã quem sabe vai dar;
Saber diferenciar o que é uma necessidade da criança do que é apenas desejo;
Ensinar que cada direito corresponde a um dever e que cada dever pode corresponder a um lazer;
Dar o exemplo – quem quer ter filhos que respeitem as leis e os homens tem de viver seu dia-a-dia dentro desses mesmos princípios.




Dar limites não é:


Bater nos filhos para que eles se comportem – quando se fala em limites muitas pessoas pensam que isso significa dar umas palmadas, bater ou até espancar. Isso só ensina a criança a ter medo, mas ela nada aprende; pior ainda, no futuro, pode vir a fazer a mesma coisa com seus próprios filhos;
Fazer só o que nós, pai ou mãe, queremos ou estamos com vontade, sem ceder nunca;
Ser autoritário, dar ordens e impor a lei do mais forte através de ameaças e da força física;
Gritar com as crianças para ser atendido.




Por que não bater?


· Bater nada tem a ver com dar limites. Quem bate dá uma verdadeira aula de falta de limites próprios e até de covardia;
· Existem muitas formas mais eficientes e humanas do que a agressão física para manter a disciplina; elas trazem mensagens mais positivas para o futuro cidadão;
· Com o tempo, a famosa “palmadinha leve no bumbum”, que tanta gente acha inofensiva, pode deixar de causar efeito e acabar se transformando em palmadas cada vez mais fortes e, ao final, em verdadeiras surras;
· Mesmo obedecendo, a criança não aprende verdadeiramente, apenas deixa de fazer certas coisas por medo de apanhar;
· Depois, quando os pais se acalmam, sentem-se culpados e tendem a afrouxar de novo os limites, e aí começa tudo de novo.



Mas como disciplinar sem bater?


· Premiando ou recompensando o bom comportamento do filho e não só ralhando quando fazem algo errado. Quando a criança recebe estímulo, fica com a sensação de que vale a pena fazer as coisas da maneira certa; entendendo que premiar não é só dar “coisas materiais”. Para a criança, por mais consumista que seja a nossa sociedade, mais vale um carinho, um olhar afetuoso e um elogio sincero do que presentes, dinheiro, passeios;
· Fazendo com que a criança assuma as conseqüências dos seus atos: com a mesma naturalidade com que elogiamos e premiamos nossos filhos, devemos conversar com eles quando eles erram, explicando e fazendo com que reflitam sobre as atitudes incorretas;
· Tendo o cuidado de nunca rotular a criança, relacionando uma atitude errada dela a seu jeito de ser, para que ela não se sinta humilhada e derrotada. Dizer, por exemplo: “Meu filho, não é correto pegar o que não é seu sem antes pedir ao dono” e não “Você é desonesto, egoísta e quer tudo para você”.
· Sabemos que mesmo sendo os pais mais compreensivos e atentos do mundo, mesmo reforçando o bom comportamento, as crianças desobedecem, quebram as regras. Se você deixou bem clara as regras do jogo, e seu anjinho, mesmo consciente delas as quebrou, use a conseqüência-responsabilização, ou o famoso castigo. Cada criança é um caso, e as responsabilizações vão desde a retirada de privilégios, pequenas privações da companhia de amigos ou pais, cancelamento de um passeio ou sobremesas. A conseqüência não precisa ser extremada ou terrível. Mas deve ser sempre acompanhada de uma explicação simples e numa linguagem acessível à criança, que deixe bem claro a relação transgressão e responsabilização. Pais não esqueçam, prometeu, execute, sempre.
· Tenham paciência, perseverança, tudo na educação leva tempo para ser interiorizado.



1 Fonte: “Limites sem trauma”, de Tania Zagury, Ed. Record – 14ª Edição

² Pedagogo. Especialista em Educação, Orientador Educacional.

Ética e ambiente

As vossas comunidades modernas confiam fortemente na tecnologia alimentada por energia eléctrica, por combustíveis fósseis ou nucleares.
Vocês verão muito rapidamente como estas sociedades se desfazem. Muitos de vocês esperam que uma vasta gama de produtos alimentares e outros estejam sempre disponíveis nas lojas, e isso permite-lhes ter uma longa gama de produtos alimentares, de todos os cantos do mundo. Então, não é preciso muita imaginação para perceber que quando as cadeias de abastecimento são cortadas por terramotos, vulcões e todo o tipo de catástrofes climáticas, irão provocar alguns grandes buracos nas prateleiras dos vossos supermercados.

As pessoas têm que saber que a sua sociedade nunca foi concebida para ser um incentivo ao lucro, mas sim para ser espiritual.
(…)
onde para muitos de vocês o dinheiro e riqueza tornaram-se o vosso verdadeiro Deus, para além da imaginação de muitos de vocês. Tragicamente, muitas pessoas pensam que isso é normal, que são como as coisas devem ser e se eles subiram até o topo da pilha, eles estão fazendo muito bem, obrigado. Mas é claro que isto é a custa de todos os outros, então as alavancas e os botões de controle deste sistema frágil vão ser retirados e é minha intenção de assumir o controle total sobre o vosso planeta e ver a Lei Divina aplicada como deveria ter sido, (…).


Encontrei este texto na internet e decidi partilhá-lo com todos. Há que VER com outros olhos as nossas realidades.

AEA's do dia 16/03/2011

AEA "O mistério da água para consumo humano"
Escola Secundária/3 Garcia de Orta
(manhã e tarde)

O que dizer sobre as visitas à ETA de ontem?
Cansativas, mas prazerosas. Dois grupos bem distintos um do outro. Cada um especial à sua maneira. Com perguntas nunca antes realizadas, com jovens muito interessados nesta temática, com energia para dar e vender, ...
Um conselho à turma da tarde: quando temos muita energia podemos centrá-la em actividades físicas diversas (desporto, por exemplo), em voluntariado, em escrita, em tantas coisas!

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AEA do dia 15/03/2011

AEA "O Topas veste o avental e vai para a cozinha"
Jardim de Infância André Gaspar

Como eu adorei conhecer estes meus amiguinhos. Foi uma bela manhã na nossa improvisada cozinha. Depois da colheita de plantas, umas mais outras menos, selvagens, foi tempo de cozinhar. Cozinhamos com novas palavras, sem forno solar, que o Sol decidiu ir passear para outro lados e com muita alegria e dança à mistura. Além disso, ainda houve tempo para colorir as receitas culinárias. Ora vejam:



Suni Ai

A SUPER LUA!

Estamos perto da Primavera - o lindo Equinócio da Primavera!
Aqui no CEA, vai haver uma semana de comemorações. É uma semana de Primavera Biológica, de água, árvores e florestas. Vai haver alegria e muita e boa energia.
Enquanto isso, a Lua aproxima-se da Terra. Isso é bom ou mau? É bom se essa energia for bem aproveitada, mas a verdade é que a Mãe Gaya vai sentir essa energia de uma forma bem física e vai expressá-la fisicamente também. Estaremos preparados?

O mundo está prestes a presenciar a aparição da maior lua cheia das duas últimas décadas.
No dia 18 de Março, a lua cheia vai aparecer mais exuberante do que o usual na noite celeste quando atinge o ponto máximo de um ciclo, conhecido como ‘Perigeu Lunar’.

É esperado um espectáculo visual quando a lua se aproximará da Terra a uma distância de 221,567 milhas da órbita – chegará mais próxima do nosso planeta desde 1992.

A lua cheia poderá aparecer no céu 14% maior e 30% mais luminosa, especialmente quando nascer no horizonte do oriente ao pôr-do-sol ou em condições atmosféricas bem favoráveis.

Este fenómeno é reportado como o mais relevante assunto sobre ‘supermoons’ que esta conectado com o as extremas manifestações do clima - como os terremotos, vulcões e tsunamis. A última vez que a lua passou tão próxima da Terra foi no dia 10 de Janeiro de 2005, nos dias próximos dos terremotos na Indonésia que registrou 9.0 na escala Richter.

O furacão Katrina em 2005 também foi associado com a lua cheia invulgar.

Previsões de ‘supermoons’ aconteceram em 1955, 1974 e 1992 – cada um destes anos tivemos a experiência de fortes manifestações climáticas.


Os cientistas têm (quase sempre) uma opinião contrária! Nada disto irá influenciar, seja de que forma for, a Terra. Vamos ver.

Eu e a Tupilde e todos os nossos amigos amos juntar-nos numa grande roda, na margem do Rio Paiva e vamos cantar, dançar e enviar boas energias para a nossa Mãe Gaya. Juntem-se a nós!
Então, registem nas vossas agendas:
19 de Março: Lua Cheia e Dia do Pai
20 de Março: Equinócio da Primavera
21 de Março: Dia da Árvore e das Florestas e Dia da Poesia

O plástico no Mundo - :-(

Compostagem e WC's

Cada vez mais me interesso por este tema, até porque a Mãe Gaya está "fartinha" de pedir que as atitudes e as acçõs mudem, mas há quem teime em não mudar. Aqui, podem ler um pouco mais sobre as casas de banho secas.

quarta-feira, março 16, 2011

Mais sobre o terramoto/tsunami no Japão

São os ninhos de albatrozes que desapareceram;
São as formas naturais que existem para as pessoas se protegerem das radiações;
São os relatos de quem por lá (sobre)vive.

A compostagem é tão quentinha, tão quentinha...

... que há quem tivesse a ideia de lá cozinhar!
Querem ver?

7 formas de semear batatas

Nas minhas viagens "internéticas" encontrei este site muito interessante.
Querem saber 7 formas diferentes de semear batatas? É só verem aqui.

terça-feira, março 15, 2011

O Tsunami no Japão

Aqui podem ver imagens das áreas afectadas pelo Tsunami que decorreu a semana passada no Japão.
Opiniões sobre o sucedido há muitas. Consequências ambientais e humanas, há ainda mais.

AEA "O Topas e o ciclo da água"
Escola EB1 Baguim do Monte

Infelizmente, esta instituição não nos deu autorização para a publicação das fotografias tiradas no decorrer desta AEA.

A fidelidade animal...

Estou sem palavras...

segunda-feira, março 14, 2011

Morangos cultivados em Espanha

Toda a gente sabe, toda a gente comenta toda a gente envia emails, mas depois
todos comem...e esta máquina não pára.


Quando comprares morangos, verifica sempre a origem.

Se forem espanhóis.... cuida-te das consequências na tua saúde e dos teus.

Morangos , nossa saúde, os outros e ambiente...

O que já se sabe há demasiado tempo, sem que ninguém faça nada

Será que os morangos espanhóis cultivados em estufas são comestíveis?

A resposta é "NÃO"

... se o único problema destes morangos produzidos em estufas fosse a falta
de sabor, ainda nos poderíamos dar por felizes...

Infelizmente, estes morangos apresentam outros problemas bem mais graves, a
começar pelo facto de o seu cultivo cobrir cerca de seis mil hectares, dos
quais uma grande parte alastra já ilegalmente pelo parque nacional de
Doñana, uma extraordinária reserva de aves migradoras e nidificadoras da
Europa - embora o poder regional a isso feche os olhos.

Para que estes morangos cheguem aos mercados europeus, devem ser
transportados por camião e percorrer milhares de quilómetros. Cerca de
16.000 camiões fazem os percursos por ano.

A uma média de dez toneladas por veículo, esses morangos valem o seu peso em
CO2 e gases nocivos ao ambiente e ao homem.

Mas os perigos desta agricultura não são só estes.

Sabe o leitor como é que estes morangos espanhóis são cultivados?

O morangueiro é uma planta vivaz que produz durante vários anos. Contudo,
os morangueiros destinados a esta produção em estufa fora da época são
destruídos todos os anos.

Para dar morangos fora de época, as plantas produzidas in vitro são
colocadas em frigoríficos no pino do Verão, a fim de simular o Inverno, o
que activa a produção.

No Outono, a terra arenosa é limpa e esterilizada, e a microfauna destruída
por meio de bromometano (brometo de metilo) e de cloropicrina.

O bromometano é um poderoso veneno proibido pelo protocolo de Montreal sobre
os gases nocivos à camada de ozono.

A cloropicrina, composta de cloro e de amoníaco, não é menos perigosa, pois
bloqueia os alvéolos pulmonares.

Os morangueiros são cultivados em terreno coberto por plástico preto e a
irrigação inclui fertilizantes, pesticidas e fungicidas.

Quanto à água de irrigação, provém de furos artesianos - dos quais mais de
metade já foram instalados de modo ilegal.

Tudo isto está a transformar esta parte da Andaluzia numa savana seca,
provocando assim o êxodo das aves migradoras e a extinção dos últimos linces
pardel, pois estes pequenos carnívoros (dos quais somente uma trintena deve
subsistir ainda na região) alimentam-se de coelhos, animais também em vias
de desaparecer.

Por outro lado, para arranjar lugar para os morangueiros, já foram arrasados
pelo menos 2.000 hectares de floresta.

A produção e a exportação destes morangos produzidos em Espanha começa um
pouco antes do fim do Inverno e termina nos princípios do mês de Junho.

Os trabalhadores devem nessa altura voltar às suas casas ou exilar-se
algures em Espanha. Se contraíram doenças por causa dos produtos nocivos que
respiraram, têm o direito de se tratar... à sua própria custa.

A maior parte dos produtores destes morangos espanhóis utiliza mão-de-obra
marroquina, trabalhadores sazonais ou clandestinos, mal pagos e alojados em
condições precárias. Para se aquecerem à noite durante o Inverno, este
trabalhadores queimam os resíduos dos plásticos que cobrem os morangueiros.

De qualquer modo, todos os anos no fim da época desta cultura, as cinco mil
toneladas de plásticos utilizados serão levadas pelo vento, enterradas de
qualquer maneira e em qualquer sítio, ou queimadas no local...

Não será necessário dizer que nesta região da Andaluzia, onde prospera esta
aberrante agricultura, as doenças pulmonares e de pele estão em franca
progressão.

Quem se preocupa com isso? Ninguém!

Por que razão os meios de comunicação não falam sobre o assunto? Mistérios
do que não é política e economicamente correcto...

Quando a região tiver sido completamente vandalizada e a produção se tiver
tornado demasiado onerosa, os produtores transferirão tudo para Marrocos,
país onde aliás já começaram a instalar-se

Mais tarde, irão provavelmente para a China... A população europeia ainda em
vida encontrar-se-á doente ou no desemprego... mas feliz por comprar
produtos baratos...

Que podemos fazer para combater esta tendência?

Cada um de nós é livre de agir em consciência e com conhecimento de causa:
comprar ou boicotar a compra de qualquer artigo que não seja produzido em
conformidade com as leis da natureza e/ou dos direitos humanos.

Todos podemos escolher fazer um boicote pessoal. E se a maioria dos cidadãos
assim procedesse, os grandes "tubarões" da economia seriam obrigados a mudar
os seus métodos, sob pena de também eles porem em perigo a sua própria
existência.


Texto de Nascimento João
Quanto mais não seja, este texto faz-nos pensar na origem dos alimentos que consumimos todos os dias.

"AEA "O Topas conta um conto"
Jardim de Infância Quinta do Sol

Já ouviram alguma história que tivesse lâmpadas, água e Yoga?
Pois hoje, a Raquel misturou isto tudo na varinha mágica e saiu uma história nova. Espero que os meus amiguinhos tenham gostado!

quinta-feira, março 10, 2011

AEA "Vem aprender a ser operador da ETA com o Topas"
Escola Secundária Filipa de Vilhena

Afinal, como é a água?

AEA "O Topas explica-te o que é a água"
Colégio Oceanus

A água é água!
Sabe a água, cheira a água e tem cor de água!
Os meus queridos amiguinhos do Oceanus, vieram de novo aprender coisas bem interessantes sobre a água e o início teve um aquecimento bem especial. Lembram-se?

Apresentação1

quarta-feira, março 09, 2011

Para ouvirmos:

Alguém é servido?

AlmoçoVegetariano

Torneira que poupa água desenvolvida em Portugal

Torneira que poupa água desenvolvida em Portugal
Produto deverá ser comercializado ainda este ano
2010-07-09


Os chuveiros e autoclismos são os responsáveis pelos gastos domésticos mais significativos de água, entre 70 e 80 por cento.O desperdício doméstico de água em Portugal atinge anualmente três mil milhões de metros cúbicos, o que equivale a 750 milhões de euros, mas está em vias de ser minimizado.

Um investigador da Universidade de Aveiro (UA) criou uma torneira misturadora inovadora que vai permitir reduzir o desperdício de água em casa. Este dispositivo, que se encontra patenteado a nível internacional, permite reutilizar a água que é desperdiçada cada vez que se abre a torneira da água quente e se espera que ela aqueça.

“Em média, são três litros de água potável que correm directamente para o esgoto, por cada utilização”, estima Vítor Costa, que desde 2007 tem vindo a trabalhar neste projecto que permite que a torneira só forneça água quando já está quente, de acordo com a temperatura desejada.

“A água fria, que se encontra na tubagem, entre a caldeira/esquentador e a torneira, é guardada num reservatório e entra novamente na rede, o que pode representar uma economia de centenas de litros de água no final do mês”, adiantou o docente da UA.

O sistema pode também ser usado em instalações antigas sem a necessidade de fazer grandes obras de construção. “Pode usar-se com uma torneira usual, mas é preciso acrescentar um componente hidráulico e um reservatório que vai acumular a água”, explicou.

Desenvolvido em conjunto com a Metalúrgica Luso-Italiana, uma empresa portuguesa que concentra a sua actividade no fabrico e comercialização de torneiras, este sistema misturador com função de poupança de água deverá chegar ao mercado ainda este ano. “Temos alguns protótipos que funcionam e, neste momento, estamos na fase de fazer as últimas afinações”, referiu Vítor Costa, que prevê que o produto possa estar à venda “muito em breve”.

De acordo com o investigador, a perspectiva de comercialização e conquista de mercado por um produto deste género é “muito grande” e, embora o sistema seja “mais caro” do que uma torneira convencional, a diferença de preços irá compensar a médio/longo prazo, em termos da poupança da água.

O investigador sublinha ainda que a escolha deste produto pode ser importante para obter uma boa classificação energética dos edifícios, acrescentando que o sistema não usa qualquer fonte adicional de energia.

segunda-feira, março 07, 2011

Escola ecológica


Receita de sopa de urtiga

Quase há 10 anos, desde os primordios da minha adesão ao vegetarianismo que desejava consumir algumas das ervas selvagens mencionadas no livro ERVAS - Aplicações Culinárias, Decorativas e Cosméticas de Jack Harvey. Um livrinho antiquissimo que fala sobre o enquadramento histórico do Herborismo e sua errônea associação à feitiçaria, quando é apenas a medicina natural através das ervas.

O livro é um tesourinho. Tem uma introdução subtil embora abrangente, passando pelos jardins de plantas medicinais dos mosteiros, pelos impérios das especiarias no tempo dos descobrimentos, pelas drogas e alucinogénios naturais, pelo combate de pragas nas hortas, perfumes e corantes, até que chega à divisão entre ervas domésticas e selvagens, dedicando um capitulo a cada categoria, de receitas triviais e receitas daninhas :)

Assim, descobri na época que a Urtiga é comestível. Desde a antiguidade considerada medicinal com acção anti-inflamatória, anti-histamínica, diurética, desintoxicante e antianémica. Óptima para combater alergias respiratórias como Sinusite e Rinite, imbatível no combate à retenção de líquidos, retenção de toxinas e ainda, uma ajuda valiosa na anemia e nas hemorragias.

Eis que, por altura da divulgação da BCFV conheço a Lina e no seu blog encontro uma Tortilha de Urtigas. Renasce então em mim, a vontade antiga de encontrar a erva daninha. Conversa vai, conversa vem, com várias pessoas e tenho a sorte de acertar em cheio! Um quintalinho biológico à espera de mim para o limpar das urtigas espontâneas :)

Digamos que urtigas têm textura de espinafre tenro, sabor adocicado, não picam na lingua e ao fim de algumas horas de serem apanhadas, também já não picam nas mãos.

INGREDIENTES:

•2 a 3 batatas biológicas pequenas;
•2 alhos-franceses (alho porro);
•1 courgette grande (abóbrinha);
•Azeite;
•Sal;
•Folhas de Urtiga (bastantes);
•1 cenoura grande ralada;
•Esparguette partido aos pedacinhos.
CONFECÇÃO:

Colocar as urtigas de molho em bastante água fria.

Preparar as batatas, alho-francês (parte branca) e courgette sem casca, tudo partido aos cubos, para dentro de um tacho de ferro. Cobrir de água e levar a cozer.

Enquanto cozem os legumes, trate das urtigas. Pegue no pé e com uma tesoura vá cortando as folhas, uma a uma. Se ainda estiverem a picar muito, use luvas.

Triture os legumes cozidos com uma liquidificadora de mão. Regue de azeite. Tempere de sal. Triture.

Junte o esparguete partido aos tronquinhos e deixe pré-cozer. Enquanto isso rale uma cenoura. Junte ao tacho. Deixe mais um bocadinho e por fim, adicione as folhas de urtiga.
retirado de : http://publicarparapartilhar.blogspot.com/

Amor em vez de CO2!

sexta-feira, março 04, 2011

Primeira mercearia solidária do país abriu ontem na Granja do Ulmeiro

Primeira mercearia solidária do país abriu ontem na Granja do Ulmeiro

A mercearia solidária inaugurada ontem, sábado, na Granja do Ulmeiro, Soure, pretende criar um novo sistema financeiro, no qual pessoas que não tenham acesso a bens os possam ter por troca com outros produtos. As trocas são mediadas por uma moeda social.

"Muitas senhoras daqui alguma vez pensaram ir à cabeleireira ou fazer uma limpeza de pele? Nunca, até porque são pessoas sem grandes meios que vivem da agricultura", explica Teresa Cunha, presidente da Acção para a Justiça e Paz (entidade promotora da iniciativa). No entanto, prossegue, "este sistema dá acesso a isso, e em contrapartida, dentro do mercado, essas senhoras arranjam produtos hortícolas, ou rendas, por exemplo".

Os produtos cedidos à mercearia solidária são mediados por uma moedas social, as "granjas", atribuídas a cada objecto. À entrada é possível ver a tabela de valores: um blusão custa 10 granjas, umas calças cinco, vinagre, sal, chá ou cereais duas. "Cada coisa que a pessoa põe ao serviço da comunidade é traduzido num valor de moeda. E com esse valor vai comprar outra coisa que tenha necessidade", afirma Teresa Cunha. A troca pode também ser feita em serviços, como cuidados médicos básicos ou até mesmo companhia.


Moradoras gostam

Julieta Rente e Amélia Castanheira são domésticas e vivem na Granja do Ulmeiro. Ontem, na inauguração da mercearia solidária, levaram sacos de laranjas e limões, sem precisarem a quantidade. "Era o que tínhamos e trouxemos", contam. O dia de ontem foi passado a ver o que havia no espaço (na sede da Acção para a Justiça e Paz). "Vamos ver o que é que há aqui e o que podemos trocar", explica Julieta Rente, satisfeita com a ideia. "É inovadora e esperemos que dê resultado".

Noutra sala, ao lado do espaço da mercearia, encontra-se Piombina Aleixo, reformada de 72 anos. "Hoje ainda não trouxe nada, foi só para conhecer. Mas tenho lá em casa bens alimentícios, uns feitos por mim e outros vindos da agricultura, que conto trazer", assegura. O que procura ainda não sabe, mas o que já tem na sede da instituição não tem valor nem em moeda social. "Companhia e amizade. Comprado já não é muito bom", graceja. Piombina considera o projecto da mercearia solidária "belíssimo" e um bom motivo para sair de casa.


Projecto pioneiro

A mercearia solidária da Granja do Ulmeiro é, segundo as responsáveis da Acção pela Justiça e Paz, a primeira do género em Portugal. "Há outro tipo de comércio social no país, mas nestes moldes é o primeiro", explica Teresa Cunha. A instituição tem também colaborado com iniciativas semelhantes, como em São Brás de Alportel, no Algarve. "Há muitas iniciativas de mercado solidário abaixo do Tejo, normalmente em zonas mais rurais, e em que a população tem menos recursos financeiros", justifica.

A iniciativa é apoiada por alguns parceiros locais, como a Junta de Freguesia da Granja do Ulmeiro e a Câmara Municipal de Soure, e por entidades privadas, como a Fundação EDP e os supermercados Lidl e Pingo Doce. O presidente da Junta de Freguesia da Granja do Ulmeiro, António César Gomes, mostra-se esperançado no sucesso do projecto. "Podem contar connosco para estas iniciativas, no que pudermos fazer", revela.


http://www.cjp.cirp.pt/campo-aberto/outras/mercearia-solidaria.html
Na TVI: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/mercearia-solidaria-granja-do-ulm...

Champô E Desodorizante Caseiros

Rita Vegan: Champô E Desodorizante Caseiros / Homemade Shampoo...: "Soluções caseiras muito simples para quem quer produtos baratos, 100% sustentáveis, biodegradáveis e ecológicos, 100% seguros para a sua saú..."

A Liliana e a Raquel passaram por aqui...

... apenas para desejar a todos um feliz Carnaval.
Com muita alegria e com muita fantasia. Por aqui, magicaram-se soluções para curar a Natureza. São as Aventuras de Liliana, a Bruxinha Fadunxa e Raquel, a Super Protectora do Ambiente. Uma veio do Planeta das Bruxas e das Fadas e outra veio do Marrocos Turbantino.


Carnaval_2011 017



Carnaval1

Carnaval2

AEA "Vem ser cientista com o Topas"
Escola EB1 de Torregim

Eu chamaria à AEA de hoje "Vem ser um cientista fantasiado com o Topas".
E correu tão bem...
Entre bruxas, damas antigas, chinesas, karaté kids, bonecas, punks, góticos, ninjas, fadas e princesas, os cientistas foram revelados.

quinta-feira, março 03, 2011

Tantas actividades que pintam o nosso mês de Março!

O Carnaval no CEA vai começar já amanhã. Os nossos amiguinhos de Torregim vão ser uns cientistas bem especiais.
Enquanto isso, segunda-feira, já é tempo de férias para as escolas do nosso país, e aqui vai ser pintada com todas as cores que o Carnaval permite. Afinal, “no Carnaval, ninguém leva a mal”!
Por isso, no fim de semana de 12 e 13 de Março, o Domingo aberto do CEA vai ter as seguintes actividades:
13 de Março - 10:15 - O Topas ajuda-te a criar uma nova máscara (CEA)
15:15 - O Topas ajuda-te a criar uma nova máscara (CEA)

Nos dias que se seguem o Topas e a Tupilde vão arregaçar as mangas e colocar as patas à obra já que se avizinham dias muitos especiais (Dias da Água, Floresta, Árvore, de subir às árvores e Poesia, a Semana da Primavera Biológica, Tempo dos Ventos no calendário Antigo e Equinócio da Primavera). Ora vejam:

22 de Março – Tarde
CASTIIS
15:00 – Os 15 idosos desta instituição vêm ao CEA comemorar os Dias da Água, Floresta, Árvore e Poesia e ainda a Semana da Primavera Biológica.
23 de Março – Manhã e Tarde
CASTIIS
10:00 – AEA “O Topas e o ciclo da água”
Escola Secundária Garcia da Horta
15:00 – AEA “O Mistério da Água para Consumo Humano”
24 de Março - Manhã
CASTIIS
10:00 - AEA “O Topas e o ciclo da água”
25 de Março – Manhã e Tarde
CASTIIS
10:00 – AEA “O Topas e o ciclo da água”
Escola EB1 de Painçais
15:00 - a Poesia Aquática
15:30 - de que é feita a Primavera?
27 de Março – Manhã e Tarde
Visitas guiadas à ETA de Lever, conforme indicado anteriormente.


**************
Nos segundos e quartos Domingos do mês, o CEA abrirá as portas ao público.
O horário passará a ser o seguinte:
10:00 - 12:30
15:00 - 17:30

Têm sempre de pré-marcar a vossa visita e já sabem que terão sempre actividades à vossa espera.
Além disso, agora já será possível fazerem visitas à ETA de Lever nos dias estipulados.



NOTA IMPORTANTE relativamente às actividades que decorrem no CEA:
- As actividades no CEA estão reservadas nos dias estipulados mensalmente
- A entrada nas instalações, bem como a actividade, são gratuitas.
- Temos capacidade para receber 25 pessoas.
- Estas actividades estão indicadas para grupos familiares.
- Não poderão participar crianças com idade inferior a 9 anos sem a presença de um adulto.
- Tem duração de cerca de 1h30.
- A inscrição é feita por email (
cea@addp.pt e lazevedo@addp.pt). Este pedido tem de ser enviado até à Quinta-feira anterior à data das actividades.
- Na Sexta-feira anterior à data das actividades será enviada a confirmação de visita pelo CEA-AdDP.
- As actividades iniciam imperativamente às 10:15 e às 15:15.
- A confirmação da inscrição só é válida aquando do envio do Termo de Responsabilidade e a ficha de inscrição devidamente preenchidos.




NOTA IMPORTANTE relativamente às visitas à ETA de Lever:

- As visitas à ETA de Lever ao fim de semana estão reservadas nos dias estipulados mensalmente.
- A entrada nas instalações, bem como a actividade, são gratuitas.
- Temos capacidade para receber 15 pessoas.
- Os participantes devem ter idade igual ou superior a 16 anos.
- A visita à ETA de Lever ao fim de semana não inclui a passagem pelo Laboratório.
- A visita tem início nas instalações do Centro de Educação Ambiental, situado no mesmo complexo, onde é feita uma breve apresentação, após a qual seguem para a ETA de Lever. Os participantes devem trazer calçado e vestuário adequado, já que a visita inclui passagem por espaços exteriores, sujeitos às intempéries.
- Tem duração de cerca de 2h, podendo variar mediante questões que sejam colocadas, ou uma explicação mais exaustiva de um ou outro processo, de interesse da instituição que nos visita.
- A inscrição é feita por email (
cea@addp.pt e lazevedo@addp.pt). Este pedido tem de ser enviado até à Quinta-feira anterior à data da visita.
- Na Sexta-feira anterior à data da visita será enviada a confirmação de visita pelo CEA-AdDP.
- As visitas iniciam imperativamente às 10:15 e às 15:15.
- A confirmação da inscrição só é válida aquando do envio do
Termo de Responsabilidade e a ficha de inscrição
devidamente preenchidos.

Peixes esquisitos

PLANTAR ÁRVORES PARA CURAR A TERRA - do Clube das Histórias

PLANTAR ÁRVORES PARA CURAR A TERRA

Desde a independência do Quénia, nos anos 60, que o governo tem trabalhado para modernizar o país, mas muitos problemas se têm deparado. À medida que a população cresce, mais árvores são cortadas para se obter terra para cultivar e lenha para cozinhar e aquecer. Sem as raízes das árvores para segurar a terra, as chuvas fortes fazem desaparecer o solo fértil. As florestas estão a dar lugar a novos desertos.

♦♦♦♦♦♦

Esta é a história de alguém que está a trabalhar para melhorar a vida dos habitantes do Quénia. O nome dela é Wangari Maathai, e o seu trabalho não é nada fácil. Wangari Maathai foi uma das quenianas que tiveram a sorte de receber uma formação académica. Na escola, disseram-lhes, a ela e aos outros jovens, que seriam eles os futuros líderes do país. Teriam a responsabilidade particular de trabalhar para ajudar o povo queniano. Wangari tomou a sério esta responsabilidade. Quando acabou a escola e viu o que estava a acontecer à terra, decidiu ajudar a plantar árvores. Não umas poucas árvores no jardim lá de casa, nem algumas centenas numa pequena floresta, mas milhares de árvores, milhões mesmo.
O seu primeiro projecto não correu muito bem. Conseguiu obter de graça seis mil árvores, mas estas eram frágeis, com raízes pequenas e apenas algumas folhas. Decidiu dá-las a plantar a pessoas que precisavam muito de trabalho. Mas essas pessoas não tinham nem as ferramentas necessárias, nem dinheiro para irem de autocarro até ao trabalho. Acresce que, devido a uma época de seca excessiva, o governo decidiu que não se podia utilizar água nos jardins. Apenas duas das pequenas árvores não morreram. Foi um começo muito desencorajador.
Por essa altura, Wangari foi a uma conferência das Nações Unidas no Canadá. Conheceu pessoas como Margaret Mead e Madre Teresa, pessoas com muita experiência no tocante a melhorar as vidas dos outros. Isso deu-lhe forças para continuar a tentar, mas percebeu que não poderia fazê-lo sozinha. Wangari voltou então para o Quénia e fundou uma associação de mulheres de todo o país. O seu primeiro projecto foi levar líderes importantes a plantar sete árvores em Nairobi, a capital do Quénia, em honra de sete grandes heróis quenianos. As suas fotografias saíram nos jornais, tendo tido assim muita publicidade. Infelizmente, as pessoas que deveriam ter tomado conta das árvores não lhes deram água suficiente. As árvores depressa morreram.
Em seguida, Wangari e a associação estabeleceram o objectivo de plantar milhões de árvores em terrenos públicos. As pessoas que viviam perto olhariam por essas árvores. Chamaram ao projecto “Salvem a Terra Haram-bee” (Ha-rahm-BAY quer dizer ”Caminhemos na mesma direcção”). O departamento florestal do governo gostou dos projectos das mulheres empenhadas e concordou em dar-lhes, de graça, plantas semeadas. Mas quando o comité pediu quinze milhões de plantas ainda novas, o departamento decidiu que não podia ser assim. Quinze milhões eram demasiado.
Isto deu outra ideia a Wangari. Além de ajudar a plantar árvores, queria também dar poder às pessoas que não tinham nenhum: por que não treinar as mulheres para criar viveiros de árvores? Assim, as mulheres poderiam ganhar dinheiro ao fornecer-lhe as árvores que ela queria plantar. A ideia funcionou. As mulheres foram ensinadas a fazer enxertos de árvores que cresciam naturalmente nas suas zonas. Aprenderam a plantar árvores, a cuidar delas e a gerir um pequeno negócio. Estavam a aprender a ajudar-se a si próprias e, ao mesmo tempo, a ajudar a terra. Era maravilhoso. Em breve, muitas pessoas começaram a plantar os tipos certos de árvores, da forma correcta. Plantavam-nas em fila, de modo a servir de barreira contra o vento e a manter a humidade do solo. À medida que as árvores cresciam e os seus ramos se expandiam, podiam ser podadas. As que eram abatidas serviam como lenha. O que era igualmente maravilhoso.
Todas as rádios e televisões davam notícias sobre as plantas e as árvores novas. Chegaram cartas de escolas, de igrejas, de instituições públicas, a pedir árvores para plantar. A ideia de Wangari ganhou um novo nome. Passou a chamar-se Green Belt Movement. Por todo o Quénia, tanto nas cidades como nas aldeias, as pessoas começaram a formar associações. Os membros do Green Belt reuniam-se para explicar a importância das árvores. Arranjavam ferramentas de jardim, tanques de água, e davam formação àqueles que eram contratados para olhar pelas árvores. Muitas vezes, contratavam pessoas com deficiência, para as quais encontrar trabalho era ainda mais difícil. Centenas de pessoas conseguiram assim um emprego.
Wangari descobriu que, frequentemente, as pessoas plantavam as árvores com grande entusiasmo, mas que, depois, desistiam de cuidar delas. Por isso, muitas árvores morriam. Então, os membros do Green Belt tentaram uma ideia nova. Sempre que se plantavam novas árvores, prometiam mandar a essas pessoas dinheiro pelas árvores que ainda estivessem vivas seis meses depois da plantação. Saber que seriam monetariamente recompensadas fazia com que as pessoas fossem mais cuidadosas com as pequenas árvores enquanto estas criavam raízes.
Mas Wangari estava preocupada: muitos plantadores de árvores tinham trazido novos tipos de árvores que cresciam rapidamente. Estas podiam ser cortadas e vendidas mais cedo do que as árvores naturais do Quénia. As pessoas descobriram que, assim, conseguiam dinheiro mais depressa… Mas as árvores que são plantadas para serem abatidas dentro de poucos anos não resolvem o problema da erosão do solo. E estas árvores perturbam o equilíbrio próprio da natureza. Além de lenha e material para construção, as árvores nativas do Quénia fornecem igualmente forragem para animais, frutas, mel e ervas medicinais, coisas que as árvores importadas não provêm.
Wangari começou então a trabalhar arduamente para ensinar às pessoas que as árvores nativas são melhores para o Quénia e foi-se apercebendo de que os seus esforços não têm sido em vão: em apenas doze anos, foram criados mil e quinhentos viveiros de árvores. Mais de dez milhões de árvores nativas foram plantadas em terrenos públicos pelo Green Belt Movement. Muitas estão em recintos verdes perto de escolas e são as crianças que tomam conta delas. Mais de um milhão de crianças fazem este trabalho. Cada criança cuida de uma ou de duas árvores. Em 1989, o Global Windstar Awards deu a Wangari Maathai dez mil dólares pelo seu trabalho de plantação de árvores e de defesa do ambiente no Quénia. As pessoas perguntaram-se o que iria ela fazer com todo esse dinheiro. Na cerimónia de entrega do prémio, Wangari anunciou que o daria a viveiros de á rvores e às associações do Green Belt Movement noutras partes de África.
Wangari Maathai fala muitas vezes sobre “aquilo que há de Deus” em todos nós. Acredita que “o que há de Deus em nós” é a nossa capacidade de nos importarmos com as pessoas – todas as pessoas – e com a nossa Terra preciosa.

Janet Sabina e Marnie Clark

Lighting Candles in the Dark
Philadelphia, FGC, 2001

Mostarda caseira e biológica

Encontrei esta receita aqui. Ora vejam:

INGREDIENTES:
•125 gr Grão de Mostarda Biológica;
•1/2 colher (café) Canela em pó;
•1/2 colher (café) Açafrão em pó;
•50 ml Vinagre de Maçã;
•1 colher (chá) sal fino;
•Água q.b.;
•Molho branco de soja.
CONFECÇÃO:
Passar os grãos de mostarda no flocker. 3 vezes ou até ficarem completamente espalmados. Convém na primeira moagem não apertar muito as rodas. Ajustar na 2ª e 3ª moagem.
Juntar manualmente todos os ingredientes (à excepção do molho branco). Atenção que não é para triturar. A lâmina retirará paladar aos flocos de mostarda. Adicione a água por último até obter uma papa grossa embora pouco liquefeita (ver pasta na última foto do artigo).
Tapar o pote com pelicula. Guardar em local fresco e escuro durante 5 dias. Ao fim desse tempo pode ser usada, embora seja muito forte. Caso queira a mostarda para barrar no pão, então junte 2 colheres (sobremesa) de pasta de mostarda a 1 copinho de molho branco e triture com a liquidificadora de mão. A restante pasta guarde no frigorifico e utilize em pequenas porções nos cozinhados, ou para fazer mais mostarda de barrar.
Se quiser uma mostarda de barrar mais amarelinha, adicione açafrão em pó aquando do molho branco.

Eu vou experimentar!

AEA "Vem ser cientista com o Topas"
Escola EB1 de Torregim

Olhem só para estes novos cientistas!
Categoria!
Cientistas atentos a tudo o que lhes foi explicado. Gostei muito de os conhecer.

terça-feira, março 01, 2011

Líquenes para tingir têxteis

Ao "caminhar" ou "navegar" pela internet, deparo-me muitas vezes com leituras bastante interessantes. Uma delas foi esta. Como os líquenes ou outros elementos naturais nos ajudam a termos artesanato mais natural e pró-ambiente.


Na Gralheira o chão estava coberto de líquenes. Colhemos um saco deles, mesmo sem saber se seriam os mais indicados para tingir. À noite secaram junto à lareira e no dia seguinte, já em Lisboa, pu-los num tacho com água e deixei ferver uns minutos. Pareceu-me que a água não mudava de cor e achei que a experiência não ia resultar, mas juntei-lhes uma meada de Beiroa e deixei cozer em lume muito brando durante cerca de uma hora. Passado este tempo a lã tinha ganho uma cor dourada muito bonita. Não foi preciso juntar vinagre nem nenhum dos mordentes que muitos pigmentos naturais exigem para se fixar à lã.

É mais um tema que apetece estudar e experimentar. Algumas pistas de leitura:

Pigmentos e corantes naturais entre as artes e as ciências: resumos de um colóquio decorrido em Évora em 2005.
Plantas tintureiras: um artigo de Maria do Carmo Serrano, Ana Carreira Lopes e Ana Isabel Seruya.
A História e Técnica dos Tapetes de Arraiolos: tese de mestrado de Rita Carvalho Teixeira de Oliveira Marques que vou ler de fio a pavio.
Dyeing with Lichens & Mushrooms: do blog sobre cogumelos da Universidade de Cornell.



www.rosapomar.com

Alunos do 1º Ciclo reflorestam Serra da Cabreira

Alunos do 1º Ciclo reflorestam Serra da Cabreira

No âmbito do projecto “ Cabreira ConVida”a Serra da Cabreira viveu, na passada Sexta-feira um momento especial. Tratou-se da sua reflorestação.


Logo pela manhã, mais de 500 alunos das EB1’S do Concelho, acompanhados dos seus respectivos professores deixaram as salas de aula e subiram à Serra da Cabreira para por mãos à obra e dar vida ao projecto e tornar verde uma das áreas ardida no passado Verão.

Cedros e Pinheiros foram algumas das espécies que os alunos plantaram da Serra da Cabreira, mais propriamente na Serradela, considerada o pulmão do concelho. Para além da população escolar, estiveram também presentes no local algumas das entidades de apoiam o projecto, nomeadamente a Câmara Municipal de Vieira do Minho, os Bombeiros Voluntários, a GNR, Polícia Municipal, Sapadores Florestais e empresas privadas.

Esta iniciativa foi uma verdadeira aula de ambiente ao ar livre, que teve por objectivo incutir nas crianças valores fundamentais para a preservação da floresta e dos espaços verdes que não se esgota nesta acção. Neste sentido está, desde já, agendada uma próxima subida à Serra no mês de Outubro para observar o desenvolvimento das árvores.

AEA "Vem aprender a ser operador da ETA com o Topas"
Escola EB 2/3 de Rio Tinto
(manhã e tarde)





Livro do mês - Março 2011

AELivroDomês_Março2011

Planeta Azul com tons de verde

Aqui fica uma entrevista à minha querida amiga Ema Magalhães no Planeta Azul:

16/02/2011
“Decidi-me a mudar, todos os dias, um comportamento menos amigo do ambiente”
Carlos Teixeira Gonçalves
Há listas e listas. Há listas que servem para organizar a sua vida (como a do supermercado) e listas que só servem para aumentar a frustração (1001 filmes para ver antes de morrer, 1001 livros ...). A lista de Ema Magalhães é feita para o transformar numa pessoa mais amiga do ambiente e está disponível num blogue chamado “365 coisas que posso fazer... para diminuir a minha pegada ecológica”.


Como surge o blogue “365 coisas que posso fazer... para diminuir a minha pegada ecológica”?

Na verdade já tinha um blogue “começado”, porque queria aprofundar os meus conhecimentos sobre uma vida mais sustentável, mas estava em banho-maria. Depois encontrei o livro da Vanessa Farquharson (Dormir nu é ecológico) e entusiasmei-me com o conceito. Comprei o livro, li-o e fiquei desapontada... Porque estava à espera de respostas, sugestões práticas e não as encontrei. Mas encheu-me de vontade de seguir o seu exemplo – apesar de tudo, apresentava uma lista inspiradora com 366 medidas – e só por isso valeu a pena. Renomeei o blogue e decidi-me a mudar, todos os dias, um comportamento ou um hábito menos amigo do ambiente, e a relatá-lo: primeiro para mim, para me “obrigar” a cumprir a minha resolução, e para outras pessoas que também procurassem soluções mais amigas do ambiente. Mas estava convencida que me manteria no meu círculo de amigos e conhecidos...

A sua pegada ecológica era muito grande ou, simplesmente, achou que devia ajudar os outros a diminuir a deles?

Até não era muito grande (1,53 “Terra”, o que quer dizer que se toda a gente vivesse como eu, seria preciso um pouco mais de uma Terra e meia...), comparada com a pegada média dos portugueses (2,23 “Terra”), que por sua vez não é das piores... Mas para mim já era o suficiente para não me sentir bem comigo própria. E esta foi a minha motivação, reduzir o mais possível o meu impacto no nosso planeta. Porque impacto vamos ter sempre, não é? Ainda que só respirássemos. O facto de poder contribuir para que outras pessoas mudassem hábitos foi, simultaneamente, um incentivo extra e uma responsabilidade. Nunca pensei que o “365 coisas que posso fazer...” chegasse a tantas pessoas. E gostava de deixar aqui um agradecimento profundo a todas as pessoas que seguem o blogue, a página no facebook, que me questionam, me esclarecem, me inspiram, sugerem assuntos, partilham experiências.

No seu dia-a-dia, que tipo de coisas evita fazer para não prejudicar o ambiente?

Prefiro dizer “faço” a “evito fazer”. “Evitar” tem uma conotação negativa, de que me estou a privar de algo, a fazer um sacrifício... Sinto que ao longo destes meses tenho modificado não só os meus hábitos, mas a minha perspectiva dos outros, do mundo que me rodeia, de mim até. Descobri que ainda tenho um longo caminho a percorrer. É todo um modo de vida que se reajusta, com implicações mais profundas do que parece. Mas é uma mudança positiva. Passei de alguém que pensava que já “fazia tudo o que vem nas listas dos comportamentos verdes” (reciclar, poupar água e energia), para alguém que sabe que antes do reciclar – e até do reutilizar – está o reduzir, que poupar água é muito mais do que não deixar a torneira a correr e que para poupar energia não basta desligar as luzes ao sair de uma divisão. Alguém que todos os dias põe em prática e procura novas formas de aplicar estas “regras”. Como já disse algures no blogue, é como um vício, mas um vício bom (ainda que tal seja contraditório). Não vou dizer que não há dias em que me apetece esquecer tudo. Há. Nesses dias digo a mim própria, em voz alta: “A ignorância é uma benção...” E como me soa ridículo, contrário à minha natureza, passam-me logo “os azeites”...

Qual das 189 medidas que inseriu até agora tem sido a mais difícil de pôr em prática?

Hummm... Coser e tricotar... Sempre fui meio maria-rapaz e sou boa a “carpinteirar” (o hobby do meu pai) mas fugia a sete pés das minhas avó e tia que me queriam prendada... Ainda não lhe tomei o gosto. Também não gosto muito de apanhar o lixo dos outros, ainda que ande sempre com umas luvas para esse fim. Agora no Inverno tomar o duche com a água mais para o fresquinho (apesar de saber que é bom para a minha saúde)... Também tenho andado frustada porque uma das nossas gatas resolveu fazer greve à serradura, começou a deixar “presentes” em locais menos próprios e tivemos que voltar a comprar areia “má”. Estou a ver se lhe passa a crise da adolescência...

Pode revelar qual é a próxima ideia que vai adicionar ao “365 coisas...”? O que vai ser a número 190?

Vou falar sobre passadeiras: automóveis, peões, ciclistas... Por acaso foi uma sugestão lançada por um leitor. Como disse anteriormente, são indispensáveis!

Quando chegar às 365 entradas vai desistir? Já pensou no futuro do blogue?

Nos primeiros cinco meses deste desafio consegui manter o ritmo a que me tinha proposto – uma resolução e um post por dia. Depois coisas boas aconteceram na minha vida, mas deixaram-me menos tempo para me dedicar ao blogue. Também me tornei mais minuciosa, pesquisando cada tema quase até à exaustão antes de escrever. Senti-me mais responsável por tanta gente ler os meus textos. Andei angustiada durante uns tempos, até que me convenci, com a ajuda de quem partilha comigo o dia-a-dia, a relaxar mais, a aceitar um novo ritmo. Também quero que as pessoas percebam que, ao contrário da Vanessa, eu não me dediquei a este desafio com o apoio financeiro do jornal/editora e não fazendo mais nada. Continuo com os meus trabalhos, encaixando o blogue na minha vida “normal”. Da mesma maneira que não previ nada do que aconteceu até agora, não faço a mínima ideia – e ainda bem – do que virá. A minha resolução mantém-se (ainda que modificada): mudar 365 coisas na minha vida de modo a reduzir a minha pegada ecológica e continuar a partilhar as minhas “aventuras” com quem segue o desafio. Depois logo se verá!

Um vídeo mé-mé

Ovelhas com poucos dias de vida. Ora vejam aqui.

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Neste fim de semana...

AEA "O Topas e o ciclo da água"
Jardim de Infância de Lodares

Uma actividade assim tão iluminada pelo sol, só pode ter corrido bem!
Vejam como foi:

AEA "O Topas e o ciclo da água"
Escola EB1 de Torregim

De roda em roda andamos nós
De passo em passo dançamos nós
E o ciclo da água aprendemos nós!

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

AEA "Vem ser operador da ETA com o Topas"
Escola EB 2/3 de Rio Tinto

Este foi mais um dia com Rio Tinto. Será que teremos aqui futuros operadores da nossa ETA de Lever?



Cisnes a dançar

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

AEA "O mistério da água para consumo humano"
Instituto de Ciências e Biotecnologias Abel Salazar

AEA "O Topas e o ciclo da água"
Escola EB1 de Igreja - Guisande

Estes meninos e meninas eram muito entusiastas. Souberam o ciclo da água de fio a pavio e ainda tivemos tempo para dançar uma linda dança indiana!

Como reutilizar garrafas de vidro?

Fazer delas um belo telhado!
Ora vejam aqui.

Vou dar logo uma espreitadela no Lidl a ver se consigo ver estes produtos

Rita Vegan: Produtos De Higiene Vegan De Baixo Custo No LIDL: "Todos nós sabemos que os produtos naturais e vegan não estão ao alcançe dos bolsos de todos, mas pois bem, aqui deixo uma solução para a no..."

Vermicompostagem "espe(a)cial"!



(achando um exagero a mensagenzinha deixada no pobre feijão!)

terça-feira, fevereiro 22, 2011

Quem quer cozinhar?

A Taste of Vitality - Vegan Cooking:
http://www.mediafire.com/?a7tfwexi3hltvbb

...Receitas para coisas doces:
http://www.mediafire.com/?r5wmhde3hs0eaa6

Delícias da Soja:
http://www.mediafire.com/?rcdrvfibrxrar0d

Soja e Companhia: 72 receitas:
http://www.mediafire.com/?vf8lsbow8ocommo

Receitas Vegetarianas: 100 sugestões:
http://www.mediafire.com/?yim883q3quvl3ma

Vegan On The Cheap:
http://www.mediafire.com/?1xakxhkfnkh5nka

Sweet Utopia Simply Stunning Vegan Desserts:
http://www.mediafire.com/?m05vyvy7osy564n

SECAR ERVAS AROMÁTICAS

COLHEITA
A maioria das ervas estão prontas para serem colhidas apenas quando os botões florais aparecem pela primeira vez. As folhas contêm a quantidade máxima de óleos voláteis, nesta fase de crescimento, dando maior sabor e aroma ao produto acabado.

As ervas devem ser colhidas no momento adequado do dia, no início da manhã, pouco antes de o sol começar a aquecer o ambiente. As suas fragrâncias tornam esta tarefa matinal bastante agradável.

As ervas anuais podem ser cortadas severamente durante a época de colheita. Usando uma faca afiada ou tesoura de poda, corte um pouco acima de uma folha ou um par de folhas, deixando 4 a 6 cm do tronco para o crescimento posterior. No entanto, se uma erva anual é cultivada para dela obtermos a sua semente, então esta não deve ser cortada. Nestes casos, devemos permitir que as plantas amadureçam completamente e só depois é que podemos colhê-las. As sementes devem ser colhidas quando estão a ficar castanhas e devem-se secar num tabuleiro com uma malha de arame muito fino.
As ervas de folha persistente não devem ser cortadas tão fortemente como as anuais. Apenas cerca de um terço do crescimento do topo devem ser removidos de cada vez e, em alguns casos, apenas as pontas de folhas devem ser removidas. Uma poda cuidadosa assegura que um novo crescimento terá lugar e que o sistema de crescimento compacto será mantido.

A maioria das ervas de folha persistente estarão prontas para ser colhidas antes ou ainda durante o início de Julho, com uma segunda colheita a ser possível em Setembro, nos casos de ervas como o estragão e orégãos.

SECAGEM
As ervas devem ser frescas e limpas antes da secagem e armazenamento. Para limpar, deverá lavá-las em água fria e deixar escorrer sobre uma toalha de papel. Depois, faça raminhos e pendure-os num local escuro, quente e arejado. Dependendo da temperatura e humidade, a secagem demorará cerca de 2 a 4 semanas até estar concluída.

Se as ervas possuírem um caule muito curto para pendurar ou se pretendemos secar folhas individuais, então devemos secá-las num tabuleiro de rede. Os tabuleiros devem ser mantidos num local escuro, quente e arejado, até que as ervas sequem.

A secagem feita através de areia de sílica, muito utilizado na secagem de flores também é possível. A areia de sílica atrai a humidade dos tecidos das plantas deixando intacta a sua estrutura original. Qualquer recipiente serve, desde que seja grande o suficiente para que as ervas sejam cobertas pela areia. Coloque uma camada fina de areia de sílica no fundo do recipiente, depois coloque as ervas por cima da areia sem sobrepô-las umas às outras, cubra-as com mais areia de sílica e coloque o recipiente numa sala quente. Pode levar entre 2 a 4 semanas até que as ervas fiquem completamente secas. Uma vez secas, retiram-se da areia e colocam-se em recipientes de vidro.

Com um forno a gás, eléctrico ou mesmo com um microondas podemos acelerar a secagem das nossas ervas, contudo, devemos tomar algumas precauções porque o sabor, os óleos e as cores das ervas podem perder-se caso sequem rapidamente a uma temperatura elevada.

Quando secar com um forno convencional, coloque as folhas numa panela rasa, a uma temperatura de 80ºC durante cerca de 3 a 4 horas com o forno aberto.

Se usar um microondas, coloque as folhas sobre um prato ou toalha de papel, seleccionando a potência para alta durante 1 a 3 minutos, e virando as ervas a cada 30 segundos.

ARMAZENAMENTO
As ervas aromáticas devem ser guardadas em frascos hermeticamente fechados, em local fresco e seco. Se a totalidade dos ramos estiverem secos, solte as folhas e triture-as para dentro dos frascos. As ervas devem estar completamente secas, senão irão formar uma pasta. Mantenha os frascos longe da luz e do calor, já que ambos irão destruir a qualidade das ervas.

Existem outros métodos para conservar as nossas ervas. Muitas poderão ser congeladas com sucesso, e conservar a sua frescura depois de serem descongeladas. Se optarmos pelo congelamento, as ervas após serem colhidas e lavadas, devem ser fervidas durante 1 a 2 minutos e depois esfriadas em água gélida. Depois de escorrida a água, coloque as ervas num pacote e congele-as.

Algumas aromáticas como a salsa, o cebolinho e o manjericão podem ser amassadas com uma pequena quantidade de água no liquidificador e em seguida congeladas numa bandeja de cubos de gelo. Posteriormente, podemos colocar os cubos num saco de plástico para usá-los na confecção de sopas e molhos.

Os vinagres de ervas também são popularmente utilizados com as ervas caseiras. Para fazer o vinagre, coloque as ervas numa jarra ou garrafa, cubra com vinagre branco e armazene-a num local fresco e seco. Após uma maceração de 4 a 6 semanas, o vinagre pode ser decantado em garrafas pequenas.

Fazer um Potpourri também é uma ideia bastante interessante, e consiste em fazer uma mistura de ervas secas e pétalas de flores, preservando as fragrâncias aromáticas dos meses de verão. A maioria dos Potpourris começam com rosas secas e lavanda como base, às quais se adicionam outras ervas secas. As ervas usadas dependem da preferência pessoal e disponibilidade; algumas escolhas populares incluem: manjericão, manjerona, erva-cidreira, gerânio perfumado, tomilho, alecrim e hortelã. Para fazer um Potpourri comece por misturar 4 a 6 copos de várias pétalas e folhas secas numa tigela grande. Adicione uma colher de sopa de cravos inteiros, canela ou gengibre. Para fazer com que mistura de ervas dure mais, adicione um estabilizador, como a raiz de cálamo ou raiz de lírio. A mistura deve ser armazenada em frascos com tampas bem apertadas e deve ser agitada ou mexida ocasionalmente. Após 4 ou 5 semanas, a mistura Potpourri pode ser colocada em potes ornamentais ou saquetas.


Fonte: http://www.plantarportugal.org/sta

Os falsos biológicos!

Ora, como não podia deixar de ser, tinha de aparecer uma notícia deste género: certificados falsos!

AEA "Vem compostar com o Topas"
Colégio Oceanus

Lindas lindas estas crianças!
De número em número lá foram elas conhecendo a compostagem e todos os seus trabalhadores.
E a manhã não podia acabar de melhor forma: cantamos os parabéns ao Ismael, pois hoje é o dia do seu aniversário. Parabéns querido Ismael. Espero que faças bom proveito do presente que te dei - um livro é sempre um presente muito bonito, não achas?

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

O que fazer aos artigos anti-ambiente que temos lá em casa?

Adorei esta postagem no Kind Life. Se temos casacos ou malas ou outros artigos de pele em casa, o que lhe podemos fazer? Usar ou deitar fora?

Stefano Mancuso: As raízes da inteligência das plantas

Ecovilas e Permacultura



AEA "O Topas e o ciclo da água"
Centro Escolar de Lobão - Corga do Lobão





Que grupos maravilhosos os da tarde de hoje.
Nunca me irei esquecer destes meus amigos!

123
Sentadinhos à chinês
456
O resto já vós sabeis!

AEA "Vem ser cientista com o Topas"
Escola Básica do Seixo



Ah! Que belo grupo este. Adorei ver estes futuros cientistas a trabalhar.

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Recordações de uma AEA no CEA em Janeiro

Os meus amiguinhos de Vila Verde enviaram-me os desenhos feitos no Jardim, após a Acção de Educação Ambiental realizada no CEA. Ora vejam que bonitos:

















quinta-feira, fevereiro 17, 2011

A Maria Rita do meu coração...

Infelizmente, ontem tive a confirmação do que já desconfiava. A Maria Rita (última fotografia)morreu. Foi atropelada no centro de Lever há cerca de 3 semanas. Nada mais me apetece dizer, a não ser que espero que esta minha amiga cadelinha esteja em paz...

AEA "Vem ser operador da ETA com o Topas"
Escola EB 2/3 de Rio Tinto
(manhã e tarde)

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

AEA "O Mistério da água para consumo humano"
Escola Secundária de Rio Tinto

Infelizmente, esta instituição não nos deu autorização para a publicação das fotografias tiradas no decorrer desta Acção de Educação Ambiental.

A música e os resíduos - como se fossem resíduos "musicados"

Limonete

O que fazer quando se encontra um animal abandonado?

Aqui, consegui saber tudo sobre este assunto.

Você encontrou um cachorrinho abandonado, uma ninhada de gatinhos, resgatou um animal atropelado. E agora, o que fazer com ele?
Muita gente pensa que está fazendo uma ótima ação tirando o animal da rua e encaminhando-o para um protetor independente, uma ONG ou um abrigo. Não é assim. Todos estes estão sempre no limite de sua capacidade física, financeira e de tempo, lutando para sobreviver e manter os muitos animais de que já cuidam.
Abrigos, inclusive, são um capítulo à parte: entregar um bichinho para um desses lugares é condená-lo a uma vida de privações, falta de espaço e de chances quase nulas de encontrar um dono e uma casa. Assim, se você quer realmente ajudar, não empurre o problema adiante, resolva-o. A responsabilidade pelo animal que resgatou e encontrou é sua. Mas aqui vão lgumas dicas para te ajudar nesta empreitada tão gratificante no final!


Resgatei o animal. O que faço agora?

• Leve o animal imediatamente a um veterinário, mesmo que ele pareça saudável. Se você tiver outros animais em casa, isto é ainda mais importante. Afinal, ele pode estar com doenças incubadas, e problemas que só o veterinário pode detectar;


• Vermifugue-o, mesmo que pareça estar tudo bem;
• Se ele estiver em boas condições de saúde, o passo seguinte, alguns dias após a vermifugação, é castrar e vacinar. NÃO SE DOA ANIMAIS NÃO CASTRADOS, nem mesmo para pessoas conhecidas. O grande número de animais abandonados se deve justamente à falta de um controle populacional e ao desconhecimento do que é posse responsável. Para ter uma idéia, uma cadela não castrada pode gerar, em 6 anos, 64.000 descendentes e uma gata, em 7 anos, 420.000. É uma progressão geométrica absurda, e naturalmente não há lares para tantos animais.
• Não esqueça que do momento do resgate à entrega para seus novos donos, o animal estará sob sua responsabilidade. Isto inclui fornecer a alimentação e lar transitório, além de bancar os custos veterinários e outros. No caso de ser impossível manter o animal em sua própria casa - o que sai naturalmente mais barato uma opção é deixá-lo em um hotelzinho ou clínica veterinária até a adoção.


Ele está ótimo, pronto para ser adotado. O que eu faço agora?
• Fotografe o animal - para adiantar, isso pode ser feito no momento do resgate, até mesmo para mostrar como o animal era e como ficou -, faça um cartaz e anuncie-o em pet shops, clínicas veterinárias e outros locais à sua escolha;
• Divulgue para seus familiares, amigos, conhecidos;
• Crie um anúncio para veicular na internet. Existem sites próprios para isso


• Veja no menu Links uma lista de sites para anunciar o animal


• Leve-o a feiras de adoção. No caso de cachorros, as feiras são o caminho mais indicado, ao passo que a internet funciona muito bem com gatos. Lembre-se que as feiras só aceitam os
animais se estiverem castrados e vacinados.


Como eu escolho o novo dono do animal?


O processo de adoção requer alguns cuidados. Você deve entrevistar o candidato à adoção, para ver se ele não está agindo por impulso, se já foi e será um bom dono e se cuidará bem do animal até o fim da vida deste. Algumas perguntas básicas:


• Nome, endereço, telefones, comprovante de residência.
• Todos na família estão de acordo com a adoção?
• Mora em uma casa segura, da qual o animal não possa escapar? No caso de gatos, essa questão é ainda mais importante. Se for um apartamento, é preferível que ele tenha redes de proteção nas janelas, para o animal não cair.


• Tem noção dos custos da manutenção de um animal
• Já teve ou tem animais? O que aconteceu com eles


• Quantas horas por dia o animal ficará sozinho? E quem tomará conta dele se a família viajar?
• Um animal vive ao redor de 12 anos. Está preparado para esse compromisso


Finalizando a adoção.


• O adotante deve assinar um termo de responsabilidade, que serve como uma garantia de que cuidará bem do animal até o fim da vida deste;


• Esteja disponível para qualquer eventualidade que aconteça com o bichinho e a pessoa que o adotou, inclusive para o caso de


devolução. Isso também pode acontecer, principalmente se não for feita uma boa 'triagem' ou análise prévia do adotante.


Veja no link Protetores um modelo de termo de responsabilidade


Agindo desta forma, você estará fazendo a sua parte de forma equilibrada e responsável. Parabéns pela coragem de tomar essa iniciativa!




MÁTERIA DA PROTETORA SILVANA DE SÃO PAULO - AMIGA NA REDE DE PROTEÇÃO ANIMAL.


Modelo de termo de responsabilidade





TERMO DE ADOÇÃO




O termo de responsabilidade é utilizado por grande parte dos protetors. Sugerimos que você imprima 2 vias, coloque um carbono no meio, e entregue para o adotante ler, preencher com todos seus dados e assinar.


A primeira via deve permanecer com você, e a cópia, com o adotante.


Algumas feiras de adoção fornecem seus próprios termos.




Adoção de animal - TERMO DE RESPONSABILIDADE






Eu, _____________________________________________________________, RG ___________________ e CPF ___________________, residente e domiciliado à _______________________________________________________________ Bairro ___________________ CEP _____________ Cidade __________________ Estado ___ Telefones: Res. (___)_____________ Com. (___)_____________ Celular (___)_____________ e ainda com o e-mail: _______________________________________, estou assumindo responsabilidade total sobre o animal de nome _______________________, idade: __________, espécie: sim não, vacinado: sim fêmea, castrado: macho felina, sexo: canina Múltipla). Raiva e não (


Ao assumir a responsabilidade sobre este ser vivo, entendi estar sob as sanções da Lei Federal 9.605 de 12 de fevereiro de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e da Lei Municipal 13.131 de 18 de maio de 2001 (Lei de Posse Responsável). Entendi que abandonar, soltar, deixar fugir, não alimentar, acorrentar, bater, amedrontar e deixar acasalar indiscriminadamente são formas de maus tratos com pena prevista na lei. Assumo, a partir deste momento, a educação e bem-estar desta vida, assim como os encargos totais com sua saúde. Entendi que a responsabilidade e os encargos financeiros de vacinações, tratamentos, cirurgias, consultas médico-veterinárias, bem como qualquer gasto ou necessidade de qualquer natureza referente a este animal, a partir da adoção – exceto a castração e as primeiras doses de vacinas - são exclusivamente meus, e que devo procurar um médico veterinário de minha confiança para o que for necessário. Comprometo-me a levá-lo para consulta veterinária no mínimo uma vez por ano (vacinas polivalente e anti-rábica) e sempre que preciso; comprometo-me a providenciar a Placa de Identificação fornecida e exigida pela Prefeitura de São Paulo (caso o animal ainda não a possua) e a colocar redes de proteção nas janelas e sacadas, ou telas que impeçam a passagem do animal para as vias públicas. Estou ciente, e aceito, que o animal adotado pode ser visitado em qualquer época pelo doador ou por seu representante e que, se verificados maus-tratos de qualquer espécie, o animal poderá ser retirado de minha guarda imediatamente, e que incorrerei nas penas previstas nas Leis. Entendi que, em caso de não poder permanecer mais com o animal, devo comunicar o fato ao doador, e jamais doá-lo sem a anuência do mesmo. Entendi que nenhuma das minhas obrigações aqui assumidas acarreta qualquer ônus para o doador. Todos os meus familiares estão de acordo com esta adoção e compreendem que o animal viverá no mínimo por 10 anos. Assim, assumo a total responsabilidade pelo seu bem-estar na juventude e na velhice, na saúde e na doença.


Ciente e aceito, _____________________________________


Data:


Testemunhas:
(nome e assinatura)


Doador: _____________________________________________________


Tels: ______________________ E-mail: ___________________________

terça-feira, fevereiro 15, 2011

AEA "O Topas e o ciclo da água"
Externato Jardim Flori

Infelizmente, esta intituição não nos deu autorização para a publicação das fotografias tiradas no decorrer da AEA de hoje.

Ai que amigo lindo!

Adoro quando tenho estas visitas "insectívoras"!

AEA "Porque não se afundam os peixes?"
Jardim de Infância das Areias



Adorei conhecer estes meus amigos.

De número em número
estes meus amigos contaram
para conhecerem os peixes
nunca se enganaram

Até à próxima visita!

Este fim de semana...

... decorreram as actividades do nosso primeiro Domingo especial!
Querem ver como foi?

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

EXTRA! O CEA abrirá ao fim de semana

Nos segundos e quartos Domingos do mês, o CEA abrirá as portas ao público.
O horário passará a ser o seguinte:
10:00 - 12:30
15:00 - 17:30

Têm sempre de pré-marcar a vossa visita e já sabem que terão sempre actividades à vossa espera.
Além disso, agora já será possível fazerem visitas à ETA de Lever nos dias estipulados.
Assim, aqui fica o calendário das actividades para este mês de Fevereiro:

13 de Fevereiro - 10:15 - O Topas conta um conto (CEA)
15:15 - O Topas ajuda-te a fazer moinhos de papel (CEA)

27 de Fevereiro - 10:15 - Visita à ETA de Lever (ETA)
15:15 - Visita à ETA de Lever (ETA)



NOTA IMPORTANTE relativamente às actividades que decorrem no CEA:
- As actividades no CEA estão reservadas nos dias estipulados mensalmente
- A entrada nas instalações, bem como a actividade, são gratuitas.
- Temos capacidade para receber 25 pessoas.
- Estas actividades estão indicadas para grupos familiares.
- Não poderão participar crianças com idade inferior a 9 anos sem a presença de um adulto.
- Tem duração de cerca de 1h30.
- A inscrição é feita por email (
cea@addp.pt e lazevedo@addp.pt). Este pedido tem de ser enviado até à Quinta-feira anterior à data das actividades.
- Na Sexta-feira anterior à data das actividades será enviada a confirmação de visita pelo CEA-AdDP.
- As actividades iniciam imperativamente às 10:15 e às 15:15.
- A confirmação da inscrição só é válida aquando do envio do Termo de Responsabilidade e a ficha de inscrição devidamente preenchidos.




NOTA IMPORTANTE relativamente às visitas à ETA de Lever:

- As visitas à ETA de Lever ao fim de semana estão reservadas nos dias estipulados mensalmente.
- A entrada nas instalações, bem como a actividade, são gratuitas.
- Temos capacidade para receber 15 pessoas.
- Os participantes devem ter idade igual ou superior a 16 anos.
- A visita à ETA de Lever ao fim de semana não inclui a passagem pelo Laboratório.
- A visita tem início nas instalações do Centro de Educação Ambiental, situado no mesmo complexo, onde é feita uma breve apresentação, após a qual seguem para a ETA de Lever. Os participantes devem trazer calçado e vestuário adequado, já que a visita inclui passagem por espaços exteriores, sujeitos às intempéries.
- Tem duração de cerca de 2h, podendo variar mediante questões que sejam colocadas, ou uma explicação mais exaustiva de um ou outro processo, de interesse da instituição que nos visita.
- A inscrição é feita por email (
cea@addp.pt e lazevedo@addp.pt). Este pedido tem de ser enviado até à Quinta-feira anterior à data da visita.
- Na Sexta-feira anterior à data da visita será enviada a confirmação de visita pelo CEA-AdDP.
- As visitas iniciam imperativamente às 10:15 e às 15:15.
- A confirmação da inscrição só é válida aquando do envio do
Termo de Responsabilidade e a ficha de inscrição
devidamente preenchidos.

O linho que a Tupilde tanto gosta para os seus trabalhos manuais

BE LINEN MOVIE from Benoit MILLOT on Vimeo.

A cortiça tem varidiassímas funções

Vejam estes prédios forrados a cortiça.

O tricô e a solidariedade

Adorei conhecer este projecto. Faz lembrar o nosso. Um bem haja a estas iniciativas.

Burras Mirandesas em Gaia

Miranda do Douro chegou a Vila Nova de Gaia, através de 2 burras lindas. Mal tenha oportunidade, vou visitá-las!

AEA "O Topas e o ciclo da água"
Jardim de Infância Portelinha nº2

Sabem que além dos meus pequenos amiguinhos, os professores que trazem os grupos também são meus amigos?
Adoro quando voltam, ou com as mesmas crianças ou com novos alunos.
E as professoras que vieram hoje já são repetentes. Gostei muito de as rever e de conhecer estes meus novos amiguinhos. Foi um belo ciclo da água. E ninguém se molhou!

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Facebook - Topas AdDP

Ora, há coisas que acontecem, não se sabe muito bem porquê.
Ontem à tarde, a conta do Facebook do Topas foi desactivada pelo Facebook.
Já foi enviado um email para os serviços deste site, na expectativa de saber quais as razões que levaram a esta conta ser desactivada.
Aguardamos a resposta e até lá, já sabem, qualquer notícia ambiental, será dada através deste blog.


10/02/2011
Actualização:
Resposta envida pela representante do Facebook»

Olá,

Os perfis do Facebook são destinados a representar indivíduos e não devem ser usados para representar outras entidades. Pedimos desculpas pelo incómodo que isso possa causar, mas não vamos poder reactivar esta conta. Se pretendes usar o Facebook para manter a presença da tua banda, empresa, grupo ou organização, deves considerar as opções abaixo.
(...)
Infelizmente, não podemos oferecer mais informações para este problema.
(...)
Agradecemos a tua compreensão,

Beatriz
User Operations
Facebook

AEA "Mistério da água para consumo humano"
Escola EB 2/3 Couto Mineiro Pejão

AEA "Mistério da água para consumo humano"
Escola Secundária Infante D. Henrique
Escola EB 2/3 e Secundária de Baião

VELAS!

Finalmente, consegui encontrar a receita ideal para fazer velas de óleo usado.
Não é uma lamparina. É uma vela!
A receita? Estará numa oficina que não demorará muito a acontecer aqui no CEA.

velaEcológica

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Obras necessárias...

... para que os nossos visitantes se sintam em casa:

Mais uma edição do curso de primeiros socorros pedriáticos

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Livro do mês - Fevereiro

floresta livros



Este mês é a vez dos Carvalhais (Os Carvalhais - um património a conservar), até porque anda muita gente a queixar-se da ausência de bolotas.
Sabem porque sucede isto?

Novo parque de estacionamento para aves

Piadinha!
Obrigado Sr. J. por esta ideia!


Gaivotas

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

AEA "Mistério da água para consumo humano"
Escola Secundária da Boa Nova

EscolaSecundáriaBoaNova_2_02_2011 008

AEA "Mistério da água para consumo humano"
Escola Secundária Camilo Castelo Branco

EscolaSecundáriaCamiloCasteloBranco_2_02_2011 004 (5)

Muito obrigado Eurico, pela simpatia e pela disponibilidade nas explicações tão preciosas.

terça-feira, fevereiro 01, 2011

AEA "Vem ser cientista com o Topas"
Escola Básica e Secundária à Beira Douro

Afinal o que é a água?

AEA "O Topas explica-te o que é a água"
Escola Básica do Seixo



Um grupo cheio de estusiamo. Gostei!

 
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