Meus amigos,
a todos calham estes dias de descanso. Chegou a minha vez!
Vou com a Tupilde e as crianças para uma bela ribeira. Vou conhecer o meu aquático Portugal.
Serão decerto 3 semanas intensas.
Mas o Centro de Educação Ambiental continua aberto. Já sabem o horário: das 09:30 às 13:00 e das 14:00 às 18:00, de Segunda a Domingo.
Quando vier de férias, conto-vos tudo o que se passou por aqui (as borboletinhas irão contar-me tudo ao pormenor!) e tudinho sobre as minhas férias.
Fiquem bem, visitem o CEA-AdDP e vivam em pleno a vossa vida!
sexta-feira, julho 30, 2010
Colónia de Férias da Junta de Freguesia de Lever - AEA "Ajuda o Topas a proteger a sua casa num tabuleiro gigante"
quinta-feira, julho 29, 2010
As orquídeas estarão em Outubro no CEA com José Santos. Não percam!
Quem não gosta de receber flores?
Quem não gosta de as oferecer?
Não estou a ver dedos no ar!
Ora, já dizia Almeida Garrett, em Folhas Caídas:
A rosa é formosa
Bem sei.
Porque lhe chamam flor
D'amor,
Não sei
A flor,
Bem de amor é o lírio;
Tem mel no aroma, -dor
Na cor
O lírio
(...)
Mas o mês de Outubro no CEA vai ser marcado pelas orquídeas.
Porquê? Perguntam todos. Ora, porque o homem verde vem ao CEA dar 1 formação sobre orquídeas!
Não percam esta oportunidade, pois o José Santos é um mestre no que respeita a estas tão sensíveis flores e não vem muitas vezes ao Porto.

Responsável pela formação e inscrições:
José Santos
Telefone: 962835128
Quem não gosta de as oferecer?
Não estou a ver dedos no ar!
Ora, já dizia Almeida Garrett, em Folhas Caídas:
A rosa é formosa
Bem sei.
Porque lhe chamam flor
D'amor,
Não sei
A flor,
Bem de amor é o lírio;
Tem mel no aroma, -dor
Na cor
O lírio
(...)
Mas o mês de Outubro no CEA vai ser marcado pelas orquídeas.
Porquê? Perguntam todos. Ora, porque o homem verde vem ao CEA dar 1 formação sobre orquídeas!
Não percam esta oportunidade, pois o José Santos é um mestre no que respeita a estas tão sensíveis flores e não vem muitas vezes ao Porto.

Responsável pela formação e inscrições:
José Santos
Telefone: 962835128
quarta-feira, julho 28, 2010
Árvore da Ciência - AEA "Ajuda o Topas a encontrar o tesouro"
Infelizmente, esta instituição não nos deu autorização para a publicação das fotografias tiradas no decorrer da Acção de Educação Ambiental de hoje.
terça-feira, julho 27, 2010
O Topas está na moda foi um verdadeiro sucesso!
Quem diria que uma feira biológica a fingir tivesse tanto sucesso?
Perceberam o que é consumo sustentável e como a escolha na altura de aquisição de alguns produtos influencia o ambiente. Desde a fruta e dos vegetais, passando pelas flores, tecidos, roupa e comida. O dinheiro eram folhas de macieira e as únicas coisas reais presentes nesta feira da moda eram as maçãs e a vontade de diversão de cada uma destas crianças!
Prepararam todos os pormenores com o máximo afinco, desde as mesas até às toalhas a fingir.
E feira que é feira não passa sem a sua música. Terminou com a dança dos vendedores e compradores. Sem dúvida que foi uma manhã divertida, cheia de novos conhecimentos, muita dança e muita energia.
Uma actividade de educação ambiental a repetir com toda a certeza!

Perceberam o que é consumo sustentável e como a escolha na altura de aquisição de alguns produtos influencia o ambiente. Desde a fruta e dos vegetais, passando pelas flores, tecidos, roupa e comida. O dinheiro eram folhas de macieira e as únicas coisas reais presentes nesta feira da moda eram as maçãs e a vontade de diversão de cada uma destas crianças!
Prepararam todos os pormenores com o máximo afinco, desde as mesas até às toalhas a fingir.
E feira que é feira não passa sem a sua música. Terminou com a dança dos vendedores e compradores. Sem dúvida que foi uma manhã divertida, cheia de novos conhecimentos, muita dança e muita energia.
Uma actividade de educação ambiental a repetir com toda a certeza!

segunda-feira, julho 26, 2010
Mais formações no CEA
Caros amigos,
na primeira semana de Agosto, a Turbilhão de Ideias promove, mais uma vez, uma das suas actividades no Centro de Educação Ambiental da Águas do Douro e Paiva.
"Bom Ambiente em Família" - porque de pequenino se torce o pepino e porque nunca é tarde para se aprender!
Participem e vejam todos os pormenores de inscrição no documento anexo (ficha de inscrição).
Contactos:
Isabel Figueiredo
FORSECO, Lda.
Rua Egas Moniz, 464
Miramar
4410-320 ARCOZELO - VNG
Tel. 917 774 031
Um novo ano
Desejo a todos um óptimo novo ano galáctico.
Que seja um ano em grande e cheio de novas e boas emoções.
Que seja um ano em grande e cheio de novas e boas emoções.
O Dia fora do Tempo no CEA - 25 de Julho
Com um pouco de meditação e de (re)conhecimento interno, todos os visitantes do CEA neste fim de semana puderam participar nas comemorações do dia fora do tempo.
Um pequeno papel foi o suficiente para se registar tudo o que não queriam. Tudo o que fosse do passado e não servisse mais para a importante evolução que todos têm de fazer.
O compostor foi o amigo da transformação. Cada papel irá ser transformado num novo e bom ano. Num ano que "eu quero" não as coisas materiais, mas aquilo que faz as pessoas verdadeiramente felizes. O que terá cada um escrito?
Um pequeno papel foi o suficiente para se registar tudo o que não queriam. Tudo o que fosse do passado e não servisse mais para a importante evolução que todos têm de fazer.
O compostor foi o amigo da transformação. Cada papel irá ser transformado num novo e bom ano. Num ano que "eu quero" não as coisas materiais, mas aquilo que faz as pessoas verdadeiramente felizes. O que terá cada um escrito?
O curso de formação em educador ambiental deste fim de semana no CEA...
sexta-feira, julho 23, 2010
Entrevista ao Eng. João Ferreira - ETA de Lever
Às vezes sou uma toupeira muito curiosa, mas a culpa é da Tupilde e dos meus filhotes. Estão sempre a questionar-me sobre mil e uma coisas e às vezes eu não sei responder! Por isso, decidi falar com o meu amigo João Ferreira, aqui da Águas do Douro e Paiva e numa agradável conversa, consegui saciar a curiosidade da minha família e pude conhecer melhor o trabalho de um Técnico de Captação e Tratamento.
Perguntei-lhe se um dia tinha adormecido e sonhado com a sua profissão futura. Afinal, descobri que foi uma mistura de intenções e destino! Caricato. Quase terminado o curso de Engenharia Química da Faculdade de Engenharia do Porto, uma nova disciplina (Projecto de integração no mundo de trabalho) lançou-o na procura de um trabalho. “Na brincadeira”, referiu. Mas na verdade, naquele anúncio de jornal, estava escrito o seu futuro profissional. A vida já lhe tinha mostrado o caminho há muitos anos trás, pois ainda pequeno já o ambiente fazia parte das suas lides diárias e já na faculdade optou pelo ramo poluição. O início do trabalho na AdDP foi uma verdadeira aventura e uma experiência única, pois “pude fazer parte de um projecto ainda no início! Quando cheguei aqui, a ETA de Lever ainda estava a ser construída. Tive formação, juntamente com os meus colegas engenheiros e os futuros operadores da ETA, com a empresa Patterson”. Era o dia 16 de Julho de 1999. Ora, fazendo as contas, foi há 11 anos atrás.
Trabalhar numa Estação de Tratamento de Águas Residuais nunca lhe passou pela cabeça. Talvez porque a oportunidade nunca lhe surgiu e cá para nós, o cheiro laboral não seria o mesmo, pois não?
O perfeccionismo e a vontade de saber um pouco mais sobre as suas tarefas diárias, levou-o à Holanda. Lá, a realidade aquática é muito diferente da Nacional. “Os rios são autênticos esgotos e consequentemente os tratamentos terão de ser muito diferentes dos nossos. As Estações de Tratamento de Água são gigantes e os métodos usados não são comparáveis aos nossos. Aprendi imenso enquanto lá estive. Há métodos que podemos usar na nossa ETA, mas outros não são de todo aplicáveis à nossa realidade”. Ainda aprendi algumas técnicas ao pormenor que são usadas nas ETA’s da Holanda.
Questionei-o quanto à necessidade de haver pessoas numa ETA se há tantas máquinas que substituem os humanos. “As máquinas não são sensíveis e só fazem aquilo que lhes mandamos fazer”. As pessoas são essenciais num trabalho desta envergadura e importância.
Fiquei a pensar que se tantas pessoas sobreviveram sem ETA's no passado porque são tão necessárias hoje em dia? Rapidamente me referiu a qualidade da água de agora e no passado. “A minha tia, já depois de a ETA de Lever ter sido construída disse-me que antigamente a água faltava em casa, constantemente, no verão. Isso agora não acontece”. Deve-se também à pressão na rede. “Dantes, havia pouca água potável para muitas pessoas. Além disso, antigamente, nem todas as pessoas tinham água da companhia. Não havia uma ETAR a descarregar directamente no local onde a água era captada, as águas não eram controladas e a qualidade de vida era diferente. Além disso, o organismo humano habitua-se a determinados factores. Antigamente, não se sabia se determinados problemas de saúde tinham a sua causa na qualidade da água. O investimento feito pela Águas do Douro e Paiva na qualidade e na quantidade foi muito grande e isso revela-se na óptima água que fornecemos aos clientes”.
João, são necessários muitos conhecimentos técnicos e específicos para o trabalho que desempenhas diariamente?
´”O trabalho de um operador da ETA é essencial. A água não é enviada para os municípios se não houver operadores na sala de comando. É verdade que para o meu trabalho, o trabalho efectuado pelos operadores é essencial. Mas os conhecimentos que trago da minha formação são essenciais.
Será que a Natureza agradece a missão laboral diária do João? Que bem fará a Natureza o trabalho do João? Perguntei-lhe se o seu trabalho estava intimamente ligado com a Natureza.
“Sim, tenho uma consciência ambiental muito grande, tanto no trabalho como na minha vida pessoal. Acredito no conceito de poluidor pagador e as ETA’s só existem, porque a água do Rio é poluída. De qualquer forma, no meu trabalho diário coloco todos os conhecimentos pró-ambiente que tenho e todos os outros que vou aprendendo diariamente, tanto em formações promovidas pela AdDP, como as que trago da minha vida pessoal”.
Então é fácil levares para casa muitos conhecimentos que poderás colocar em prática em tarefas tão simples como lavar a louça, não? “Claro! A minha consciência ambiental é igual aqui e em casa. Aliás, aprendo também imensas coisas com as minhas filhas. Não há banho lá em casa que não tenha na banheira um garrafão, para poder guardar a água inicial antes que ela aqueça. Até elas já sabem que há coisas que se fazem lá em casa que estão intimamente ligadas com a consciência ambiental que marca a minha família”.
Faltava ainda a grande questão. Deixei-a para o fim, como jeito de conclusão desta tão animada conversa. Será que o João bebe água da torneira lá em casa? “Confio plenamente na água à saída da nossa ETA. Apelo apenas aos moradores em prédios, que tenham o cuidado de fazer uma limpeza e desinfecção regular dos depósitos da água. Só assim, todas as pessoas poderão ter confiança na água que bebem da torneira. Pois, sabendo que a água fornecida pela Águas do Douro e Paiva é de óptima qualidade, as tubagens e os depósitos que cada um tem até e na sua casa terão de estar em boas condições, para que a água que chega às suas torneiras seja de tão boa qualidade quanto a água à saída da ETA de Lever”.
Perguntei-lhe se um dia tinha adormecido e sonhado com a sua profissão futura. Afinal, descobri que foi uma mistura de intenções e destino! Caricato. Quase terminado o curso de Engenharia Química da Faculdade de Engenharia do Porto, uma nova disciplina (Projecto de integração no mundo de trabalho) lançou-o na procura de um trabalho. “Na brincadeira”, referiu. Mas na verdade, naquele anúncio de jornal, estava escrito o seu futuro profissional. A vida já lhe tinha mostrado o caminho há muitos anos trás, pois ainda pequeno já o ambiente fazia parte das suas lides diárias e já na faculdade optou pelo ramo poluição. O início do trabalho na AdDP foi uma verdadeira aventura e uma experiência única, pois “pude fazer parte de um projecto ainda no início! Quando cheguei aqui, a ETA de Lever ainda estava a ser construída. Tive formação, juntamente com os meus colegas engenheiros e os futuros operadores da ETA, com a empresa Patterson”. Era o dia 16 de Julho de 1999. Ora, fazendo as contas, foi há 11 anos atrás.
Trabalhar numa Estação de Tratamento de Águas Residuais nunca lhe passou pela cabeça. Talvez porque a oportunidade nunca lhe surgiu e cá para nós, o cheiro laboral não seria o mesmo, pois não?
O perfeccionismo e a vontade de saber um pouco mais sobre as suas tarefas diárias, levou-o à Holanda. Lá, a realidade aquática é muito diferente da Nacional. “Os rios são autênticos esgotos e consequentemente os tratamentos terão de ser muito diferentes dos nossos. As Estações de Tratamento de Água são gigantes e os métodos usados não são comparáveis aos nossos. Aprendi imenso enquanto lá estive. Há métodos que podemos usar na nossa ETA, mas outros não são de todo aplicáveis à nossa realidade”. Ainda aprendi algumas técnicas ao pormenor que são usadas nas ETA’s da Holanda.
Questionei-o quanto à necessidade de haver pessoas numa ETA se há tantas máquinas que substituem os humanos. “As máquinas não são sensíveis e só fazem aquilo que lhes mandamos fazer”. As pessoas são essenciais num trabalho desta envergadura e importância.
Fiquei a pensar que se tantas pessoas sobreviveram sem ETA's no passado porque são tão necessárias hoje em dia? Rapidamente me referiu a qualidade da água de agora e no passado. “A minha tia, já depois de a ETA de Lever ter sido construída disse-me que antigamente a água faltava em casa, constantemente, no verão. Isso agora não acontece”. Deve-se também à pressão na rede. “Dantes, havia pouca água potável para muitas pessoas. Além disso, antigamente, nem todas as pessoas tinham água da companhia. Não havia uma ETAR a descarregar directamente no local onde a água era captada, as águas não eram controladas e a qualidade de vida era diferente. Além disso, o organismo humano habitua-se a determinados factores. Antigamente, não se sabia se determinados problemas de saúde tinham a sua causa na qualidade da água. O investimento feito pela Águas do Douro e Paiva na qualidade e na quantidade foi muito grande e isso revela-se na óptima água que fornecemos aos clientes”.
João, são necessários muitos conhecimentos técnicos e específicos para o trabalho que desempenhas diariamente?
´”O trabalho de um operador da ETA é essencial. A água não é enviada para os municípios se não houver operadores na sala de comando. É verdade que para o meu trabalho, o trabalho efectuado pelos operadores é essencial. Mas os conhecimentos que trago da minha formação são essenciais.
Será que a Natureza agradece a missão laboral diária do João? Que bem fará a Natureza o trabalho do João? Perguntei-lhe se o seu trabalho estava intimamente ligado com a Natureza.
“Sim, tenho uma consciência ambiental muito grande, tanto no trabalho como na minha vida pessoal. Acredito no conceito de poluidor pagador e as ETA’s só existem, porque a água do Rio é poluída. De qualquer forma, no meu trabalho diário coloco todos os conhecimentos pró-ambiente que tenho e todos os outros que vou aprendendo diariamente, tanto em formações promovidas pela AdDP, como as que trago da minha vida pessoal”.
Então é fácil levares para casa muitos conhecimentos que poderás colocar em prática em tarefas tão simples como lavar a louça, não? “Claro! A minha consciência ambiental é igual aqui e em casa. Aliás, aprendo também imensas coisas com as minhas filhas. Não há banho lá em casa que não tenha na banheira um garrafão, para poder guardar a água inicial antes que ela aqueça. Até elas já sabem que há coisas que se fazem lá em casa que estão intimamente ligadas com a consciência ambiental que marca a minha família”.
Faltava ainda a grande questão. Deixei-a para o fim, como jeito de conclusão desta tão animada conversa. Será que o João bebe água da torneira lá em casa? “Confio plenamente na água à saída da nossa ETA. Apelo apenas aos moradores em prédios, que tenham o cuidado de fazer uma limpeza e desinfecção regular dos depósitos da água. Só assim, todas as pessoas poderão ter confiança na água que bebem da torneira. Pois, sabendo que a água fornecida pela Águas do Douro e Paiva é de óptima qualidade, as tubagens e os depósitos que cada um tem até e na sua casa terão de estar em boas condições, para que a água que chega às suas torneiras seja de tão boa qualidade quanto a água à saída da ETA de Lever”.
quinta-feira, julho 22, 2010
Santa Casa da Misericórdia de Gondomar
Infelizmente, esta instituição não deu autorização para publicar as fotografias retiradas no decorrer da Acção de Educação Ambiental da tarde de hoje.
Como se podem inscrever nas formações da Ambieduca que vão decorrer no CEA-AdDP em Setembro?
Basta acederem ao formulário de inscrição e enviarem para o email do formador Marco Ferraz (geral@ambieduca.com.pt).
Boas formações!
Boas formações!
Santa Casa da Misericórdia de Gondomar
Infelizmente, esta instituição não nos deu autorização para a publicação das fotografias tiradas no decorrer da Acção de Educação Ambiental decorrida nesta tarde.
quarta-feira, julho 21, 2010
A generosidade da Natureza:
"A Natureza é muito generosa, muito próspera. Já comentei isto por aqui: quem tem a oportunidade de plantar um pé de couve (planta que se adapta bem em qualquer lugar, é "fácil") percebe que em pouco tempo o pé produz tantas, mas tantas folhas que se a família for pequena tem que começar a fazer doação de couve para os vizinhos e outros parentes. Assim é a Natureza! Basta olhar para uma fonte natural de água, uma nascente, uma cachoeira. Enquanto o ser humano está na luta por economizar água e com as autoridades repetindo sem parar que a quantidade de água doce e potável do planeta é reduzidíssima, a Natureza (a "mãe" da água) está jorrando sem parar a água na terra. Não nos faz pensar que tem algo errado aí? E que este algo é o ser humano? Mas voltando à questão da prosperidade: o que quero mostrar é que naturalmente a prosperidade existe, a fartura existe. A escassez foi criada pelo homem. Minha dica é para que estejamos conectados com aquilo que já existe muito antes do homem aparecer na Terra e que vibra a prosperidade."
terça-feira, julho 20, 2010
Santa Casa da Misericórdia de Gondomar
Infelizmente, esta instituição não nos deixou publicar as fotografias tiradas no decorrer desta Acção de Educação Ambiental.
segunda-feira, julho 19, 2010
Animalices do CEA
Do fim de semana
sexta-feira, julho 16, 2010
Lever no CEA?
quinta-feira, julho 15, 2010
Lá passamos a ponte todos juntos!
quarta-feira, julho 14, 2010
O Topas pinta a manta foi assim:
Ontem, apesar da chuva inicial, foi um dia cheio de sol e de cor.
Foi animado. De manhã houve tempo para se fazer uma manta com os meus amiguinhos de Lever. À tarde juntaram-se as crianças da Onda Verde (Avintes). Todos, sem excepção, pegaram na agulha e coseram ponto a ponto de forma a se "construir" uma bela manta contadora de histórias. Ora vejam como foi:



Foi animado. De manhã houve tempo para se fazer uma manta com os meus amiguinhos de Lever. À tarde juntaram-se as crianças da Onda Verde (Avintes). Todos, sem excepção, pegaram na agulha e coseram ponto a ponto de forma a se "construir" uma bela manta contadora de histórias. Ora vejam como foi:



terça-feira, julho 13, 2010
segunda-feira, julho 12, 2010
Este fim de semana...
sexta-feira, julho 09, 2010
A história de Glória, a vaca
Já em criança a vaca Glória era mais gorda do que as outras vacas. E isto foi-se acentuando à medida que crescia. Os lábios eram carnudos, o nariz largo, a cabeça tão grande como uma abóbora (por acaso era até maior) e, ainda por cima, tinha umas pernas fortes, uma barriga gorda, pêlos grossos e duros e os pés pesados.
Como não havia roupas à venda para o seu tamanho, tinha de ser ela mesma a fazê-las à mão. Fazia-as sem gosto nem grande jeito, e por isso, dentro daqueles vestidos, parecia ainda mais possante do que realmente era.
Tinha um andar atabalhoado e, quando falava, a voz era semelhante à de alguém a gritar para dentro de uma cisterna.
Glória não era modesta nem pensava tornar-se uma boa vaca leiteira como todas as vacas da sua idade. Não! Era ambiciosa e ansiava por qualquer coisa de grandioso!
Um engraçadinho qualquer, creio que a raposa, dissera-lhe que com uma voz tão bonita, devia estudar canto. Como tinha um pai rico que pagava tudo, teve aulas de música e, em seguida, deu ainda um concerto.
Todas as vacas vieram ouvir Glória cantar. Começou com A violeta na orla do caminho e esta foi também a última canção que cantou. É que, se quando falava a voz parecia que saía de uma cisterna, ao cantar, soava como dois elefantes a trombetear num regador em simultâneo com uma serra a cortar metal. A assistência tapava os ouvidos, assobiava, gritava e batia com os pés para não ter de ouvir aquela voz horrível, ou então corria em debandada pelo prado onde o concerto estava a decorrer.
Glória parou e começou a chorar.
As vacas pensaram: “É agora que ela se vai tornar uma boa vaca-leiteira!”
Mas não! Teve aulas de dança e ainda quis tentar a sorte como bailarina!
Quando se apresentou pela primeira vez, vieram ainda mais vacas vê-la dançar do que quando cantou.
Glória apareceu no palco com uma saia tão grande que dava à vontade para fazer sete toalhas de mesa. Logo ao primeiro passo, tropeçou e caiu. As vacas na assistência riram-se, mas Glória não se deixou intimidar e deu um salto. Com o peso, as tábuas do palco partiram e ela caiu, ficando presa até à altura dos braços. Os espectadores riram-se, mas cinco fortes bois subiram ao palco e ajudaram-na a sair do buraco, onde ainda continuava a dançar. Novamente em cima do palco, Glória começou a dançar perigosamente perto da boca de cena. Desequilibrou-se e caiu, aterrando exactamente em cima dos músicos que estavam a tocar no fosso da orquestra
Quando voltou a erguer-se, com dificuldade, o contra-baixo estava partido, a trompete completamente espalmada, o tambor rebentado, o acordeão rasgado em dois e o maestro, com o susto, tinha engolido a batuta. Bem se pode imaginar as gargalhadas da assistência quando a bailarina desapareceu por detrás das cortinas.
Em consequência disto, Glória, muito envergonhada, emigrou para o país dos hipopótamos. Aí dançou para os pesados e grosseiros animais, e cantou ainda algumas das suas canções.
No dia seguinte lia-se no jornal:
A artista Glória, uma figurinha delicada e frágil, deu ontem um concerto onde também dançou. Nunca tinha sido possível no nosso país admirar uma voz tão clara e cristalina; nunca se tinha ouvido um canto tão belo. Dançou, melhor dizendo, flutuou com tal graciosidade que todas as nossas meninas-hipopótamos ficaram encantadas pela sua leveza. Esperemos que a artista Glória dance e cante mais vezes aqui entre nós, no país dos hipopótamos.
Paul Maar
Reinhard Michael (org)
Wo Fuchs und Hase sich Gute Nacht sagen
Hochstadt, Gerstenberg Verlag, 2002
Como não havia roupas à venda para o seu tamanho, tinha de ser ela mesma a fazê-las à mão. Fazia-as sem gosto nem grande jeito, e por isso, dentro daqueles vestidos, parecia ainda mais possante do que realmente era.
Tinha um andar atabalhoado e, quando falava, a voz era semelhante à de alguém a gritar para dentro de uma cisterna.
Glória não era modesta nem pensava tornar-se uma boa vaca leiteira como todas as vacas da sua idade. Não! Era ambiciosa e ansiava por qualquer coisa de grandioso!
Um engraçadinho qualquer, creio que a raposa, dissera-lhe que com uma voz tão bonita, devia estudar canto. Como tinha um pai rico que pagava tudo, teve aulas de música e, em seguida, deu ainda um concerto.
Todas as vacas vieram ouvir Glória cantar. Começou com A violeta na orla do caminho e esta foi também a última canção que cantou. É que, se quando falava a voz parecia que saía de uma cisterna, ao cantar, soava como dois elefantes a trombetear num regador em simultâneo com uma serra a cortar metal. A assistência tapava os ouvidos, assobiava, gritava e batia com os pés para não ter de ouvir aquela voz horrível, ou então corria em debandada pelo prado onde o concerto estava a decorrer.
Glória parou e começou a chorar.
As vacas pensaram: “É agora que ela se vai tornar uma boa vaca-leiteira!”
Mas não! Teve aulas de dança e ainda quis tentar a sorte como bailarina!
Quando se apresentou pela primeira vez, vieram ainda mais vacas vê-la dançar do que quando cantou.
Glória apareceu no palco com uma saia tão grande que dava à vontade para fazer sete toalhas de mesa. Logo ao primeiro passo, tropeçou e caiu. As vacas na assistência riram-se, mas Glória não se deixou intimidar e deu um salto. Com o peso, as tábuas do palco partiram e ela caiu, ficando presa até à altura dos braços. Os espectadores riram-se, mas cinco fortes bois subiram ao palco e ajudaram-na a sair do buraco, onde ainda continuava a dançar. Novamente em cima do palco, Glória começou a dançar perigosamente perto da boca de cena. Desequilibrou-se e caiu, aterrando exactamente em cima dos músicos que estavam a tocar no fosso da orquestra
Quando voltou a erguer-se, com dificuldade, o contra-baixo estava partido, a trompete completamente espalmada, o tambor rebentado, o acordeão rasgado em dois e o maestro, com o susto, tinha engolido a batuta. Bem se pode imaginar as gargalhadas da assistência quando a bailarina desapareceu por detrás das cortinas.
Em consequência disto, Glória, muito envergonhada, emigrou para o país dos hipopótamos. Aí dançou para os pesados e grosseiros animais, e cantou ainda algumas das suas canções.
No dia seguinte lia-se no jornal:
A artista Glória, uma figurinha delicada e frágil, deu ontem um concerto onde também dançou. Nunca tinha sido possível no nosso país admirar uma voz tão clara e cristalina; nunca se tinha ouvido um canto tão belo. Dançou, melhor dizendo, flutuou com tal graciosidade que todas as nossas meninas-hipopótamos ficaram encantadas pela sua leveza. Esperemos que a artista Glória dance e cante mais vezes aqui entre nós, no país dos hipopótamos.
Paul Maar
Reinhard Michael (org)
Wo Fuchs und Hase sich Gute Nacht sagen
Hochstadt, Gerstenberg Verlag, 2002
quinta-feira, julho 08, 2010
Jardinagem - parte II
2º dia de visita aos compostores cedidos
quarta-feira, julho 07, 2010
terça-feira, julho 06, 2010
Jardinagem hortícola
Com a ajuda de alguns amigos de Lever, foi dia de arranjar a horta do CEA e de fazer logo de seguida as sementeiras e as plantações. Foram semeados melões, melancias, meloas e feijão. E no que respeita às plantações, daqui a algum tempo vamos ter pepinos, curgetes, alface, espinafres e couvinhas!
E claro, houve ainda tempo de brincar um pouco e a Palmira e a Raquel ainda tiveram a sorte de lhes prepararem um belo lanchinho:

E claro, houve ainda tempo de brincar um pouco e a Palmira e a Raquel ainda tiveram a sorte de lhes prepararem um belo lanchinho:

segunda-feira, julho 05, 2010
Visitas inesperadas, como quem diz, mais animalices no CEA!
Foi dia de limpeza dos compostores no CEA e os nossos amiguinhos, tão queridos que são, decidiram fazer uma visitinha, alegre, animada e cheia de acrobacias.
Gritos à mistura? Nah! Cliquem em play e observem o belo ratinho do campo:
Gritos à mistura? Nah! Cliquem em play e observem o belo ratinho do campo:
Os compostores dos outros
Ano passado, o CEA, ofereceu 12 compostores a 12 casas Leverenses.
Este ano, foi a altura de fazer uma visita a todos eles, de forma a verificar se os processos de compostagem e todas as casas estão a funcionar devidamente. Tivemos agradáveis surpresas:
Este ano, foi a altura de fazer uma visita a todos eles, de forma a verificar se os processos de compostagem e todas as casas estão a funcionar devidamente. Tivemos agradáveis surpresas:
sexta-feira, julho 02, 2010
quinta-feira, julho 01, 2010
Trangénicos? Não, obrigado!
Para saberem mais sobre este assunto e outros relacionados, vejam estes filmes e documentários. Vale bem a pena!




























